terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Ver, aprender, treinar e competir.

Por José Albuquerque

Não julguem que eu fui um atleta de alta competição, ou que tenho alguma formação técnica em motricidade (nem uma nem outra), pelo que este texto não passa de um simples exercício de opinião pessoal, baseado, como em tudo, na minha própria experiência desportiva e no meu melhor bom senso.

Ao longo da juventude, inspirado pelo Benfiquismo e motivado pelos meus pais, pratiquei várias modalidades a nível federado, no seu conjunto totalizando mais de uma quinzena de anos: natação, andebol, ténis de mesa, xadrez e remo, pela ordem cronológica. Nunca tive a Suprema Honra de defender as Nossas cores, mas tive o privilégio de ser treinado por alguns grandíssimos Mestres.

Como é que se começa a gostar de uma qualquer modalidade desportiva?
Tudo começa como espectador!
Vê-se e começa-se a admirar os melhores, a transformar em ídolos alguns deles. Depois, decidimo-nos a praticar a modalidade a sério e aceitam-se as dores dos primeiros treinos: esses são os dias mágicos em que aprendemos em cada segundo, ao ponto de reaprendermos, até, a ser espectadores da modalidade que passamos a “ver com novos olhos”. Mais tarde, chega a hora de nos confrontarmos com os nossos limites atléticos e técnicos, alguns deles ultrapassáveis com muito, muito treino e determinação, outros … nem assim. Na minha humilde opinião, esta é a fase que nos define como praticantes: a forma e a determinação como enfrentamos e ultrapassamos os nossos limites técnicos e atléticos, ou seja, como evoluímos desportivamente.

Se é verdade que “não há amor como o primeiro” (a natação), também “não há saudade como a mais recente” (o remo) e eu, tendo feito parte de uma tripulação de “Shell 8” (sem timoneiro e em que o Treinador era o “voga”), devo a essa experiência a ultrapassagem do maior número de limites pessoais.
Para quem não saiba, um barco não pode navegar com um remador “a menos”. Num treino ou em competição, não se pode “fazer ronha”, sob pena de condenar o esforço de todos ao fracasso, ao ponto de poder “virar” a embarcação.
Por isso, não ê raro vermos remadores a chorar no final de uma regata e eu posso garantir que não são lágrimas de alegria, nem quando se venceu.
Por isso, caso tenham condição cardiovascular para o fazer, se quiserem aprender a vencer a dor (“hurt the pain”), experimentem praticar remo numa tripulação colectiva e eu garanto-vos que vão descobrir o que ainda conseguem, muito além do ponto em que julgavam já não poder mais.

Todo este arrazoado apenas me serviu para tentar provar que é um mito dizer que um atleta só pode evoluir em pura competição: também se evolui durante os desafios ou as provas, mas os treinos são infinitamente mais importantes em toda a evolução de um atleta.
Pensando no caso especifico do futebol e, ainda e sempre, na minha humilde opinião, é um absurdo afirmar que os jovens não podem evoluir se não forem convocados e não “tiverem minutos” na Equipa principal, tal como responsabilizar um eventual insucesso relativo com a propalada “falta de oportunidades”, é uma pobre tentativa de argumento.

Alguns dos que escrevem barbaridades que tais, talvez nem saibam quantos minutos de competição oficial, em média, jogam os Nossos sub19, nas duas épocas antes do profissionalismo sénior. Quase seguramente, nunca compararam os tempos de jogo com os de treino técnico e tático competitivo, ou seja: não fazem nenhuma ideia do que escrevem.

Escrevem as barbaridades que escrevem, apenas porque se consideram obrigados a “criticar” o Nosso Técnico e o Nosso Presidente, objectivos para o concurso dos quais não hesitam perante nada nem ninguém: mentem, deturpam ou inventam uma realidade que desconhecem em absoluto e que não são, sequer, competentes para avaliar.  
Partem de preconceitos que não são mais do que o reflexo da sua própria falta de carácter (as comichões, as invejas, as arrogâncias, os autismos, etc.) e torturam raciocínios ridículos para “inventar a roda dentada” e concluir coisas brilhantes como: “o Jejum não gosta de tugas”, “o orelhas não quer perder as habituais comichões” ou “com esta estrutura incompetente, nunca vamos conseguir ter jovens da casa na primeira Equipa”.

Balelas e nada mais!
Como se o Presidente (ou o Técnico) necessitassem de “comichões”.
Como se o Presidente e toda a estrutura profissional do Clube não tivessem investido tanto trabalho para poderem chegar ao momento de invocar para si próprios uma parte do sucesso na geração de um “novo rui costa”.
Como se o Técnico, enquanto primeiro interessado nos resultados desportivos, não colocasse em campo, sempre, aqueles em que mais acredita e confia.
E como se as dezenas de horas de treino semanal não constituíssem o essencial da competição entre os Atletas, a competição que os deve levar a superar-se e a evoluir como Atletas, para conquistarem a aposta do Técnico e, através dela, o privilégio de fazer o que mais deveriam gostar na vida: ajudar a Equipa em campo.  

Na sua sanha persecutória, nos pináculos da demagogia, chegam ao ponto de dar a osgalhada como exemplo, quando não faltariam os enxovalhos, a tudo e a todos, caso a Equipa estivesse carregada de tantos jovens talentos da “Fábrica”, especialmente se isso decorresse de uma necessidade extrema e sob pena de “fechar a porta”, como é o caso actual do CHportAng. 

Em resumo, a tese que pretendo defender com este texto e baseado na minha própria experiência, é a seguinte: todo o Atleta integrado no Plantel, seja o principal, seja o da Equipa B, mesmo que não seja titular e mesmo que nem sempre seja convocado, ainda assim tem todas as condições para competir e evoluir como Atleta, ultrapassando as suas limitações.
E toda a demagogia desenvolvida “em defesa dos pobres jovens Atletas da casa sem oportunidades” resume-se, apenas, a uma imensa confusão entre “competição” e “ritmo de competição”, ou seja: a menos que os treinos sejam compostos por “jogo treino” de igual duração, eles não conseguem que os Atletas adquiram a “melhor forma técnico tácita” para participar em provas.

Naturalmente, não pretendo ignorar que existem atletas que, por se sentirem “tapados”, perdem a motivação necessária para prosseguirem a sua melhor evolução desportiva. Essa parece-me ser uma realidade indesmentível e inultrapassável!
Mas talvez fosse bom interrogarmo-nos sobre o “carácter competitivo”, ou a sua falta, sempre que enfrentamos um desses exemplos, ou quando vemos atletas que “desperdiçam” carreiras que poderiam ser assombrosas, apenas por não terem a ambição necessária.

Viva o Benfica!

P.S.: Glória ao Cristiano Ronaldo (e ao Heinkes) que viu, muito justamente, premiado o melhor ano desportivo da sua carreira e Honra ao Lionel Messi que, mesmo vestindo-se mal, continua a ser o mais fabuloso futebolista desta geração.

P.P.S.: Também me apetece muito escrever sobre esta “janela de janeiro”, mas prefiro evitar especulações, pelo que guardo as minhas opiniões para dia 31 … o mais tardar.   

21 comentários:

  1. Texto de excelência. Parabéns José.

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  2. Bom post meu amigo, muito bom o teu percurso académico/desportivo e muito boa a analogia que fazes do remo, a vida e o desporto.
    Mas, sem querer mudar o chip do teu excelente post que deve ser lido e relido com toda a atenção, quero fixar-me um pouco nos teu créditos finais...

    Em relação ao Heinkes, mostra bem a 'capacidade' da nosso imprensa desportiva, mais os especialistas da internet, que o trataram abaixo de cão enquanto esteve ao serviço do Benfica..
    .
    Quanto a Ronaldo, desejo-lhe tantos tantos êxitos pessoais como os que ele deseja ao Benfica.

    E quanto à entidade que agora lhe concede este prémio, questiono o seguinte;

    Se na FIFA eram todos uma cambada de corruptos e o Blatter um bandido sempre a arranjar forma de prejudicar os portugueses...

    Prova-se agora, com este prémio, que afinal a FIFA é um exemplo de organização composta por gente bem formada, onde até a Pepsi que tinha sido proibida passou agora a bebida oficial?

    Quando Blatter resolveu prolongar o prazo de votação - numa altura em que um dos candidatos estava lesionado e impedido de jogar, para que os votantes em falta ainda o pudessem fazer, ou que outros pudessem rectificar o seu sentido de voto, isso não terá passado de uma espantosa forma de mostrar ao mundo a sua isenção?

    Com tanta gente a votar - treinadores, seleccionadores e capitães de equipa , mais umas centenas de jornalistas de todo o mundo, parece-me que não há duvidas de quem merece levar o prémio para casa.

    Afinal - chorar por tanto o querer, despreza-lo quando são outros a ganhá-lo, não comparecendo nas galas, entre outras chocadeiras patéticas e muitas faltas de respeito pelos adversários, parece que até dá resultado!

    E o Blatter que passou de um crápula a um GP em menos de 2 meses!?

    Se eu pudesse votar não o teria feito desta forma. O que não me impede de reconhecer que o vencedor, com esta forma tão alargada de votantes, merece sempre ganhar. SEMPRE.

    Abraço e desculpa esta lenga lenga, mas assim escuso de gastar cera em mais um post...

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    1. Enormerrimo Guachos, Amigo e Companheiro,

      Fizeste muito bem em evitar mais um post sobre esse assunto e "despromove-lo" a um simples comentario. A comprovar o meu acordo, vai o facto de o ter referido num "post scriptum" e, pelo menos em boa parte, para poder escrever o nome do Nosso antigo Tecnico alemao.

      Pelo meu lado e apesar de usar muito a expressao "futeluso" (inventada pelo Enorme Miguens), eu dou comigo a pensar que se fosse a FIFA a organizar, diretamente, o futebol portrugues, ele ... ainda estaria pior e seria mais corrupto e menos transparente.

      Nao sei se leste um livro de ficcao cientifica (ou o filme a que ele deu origem) com o titulo "Rollerball", mas, se nao tiveste essa oportunidade, eu recomendo-te essa leitura.
      Trata-se de um verdadeiro "tratado" sobre o pior papel possivel que o chamado "desporto espetaculo" pode assumer numa "sociedade desenvolvida de consumo" e, muito humildemente, parece-me um excecional retrato do que a FIFA quer fazer do futebol.

      O exemplo do mundial no Quatar e' bem paradigmatico disto mesmo.

      Viva o Benfica!

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    2. Deixa-me só rectificar o nome do Heynckes que não é 'Heinkes' e dizer-te que não. Não gosto de ver ficção cientifica nem de filmes de desporto!!!
      "Obrigaram-me" (felizmente) a ver o Avatar e por aí me fico na ficção cientifica...
      Heheheheh! Uma parvoeira como muitas outras mas fujo deles sempre que posso. E posso sempre.

      O livro também não li...

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  3. Caríssimo companheiro José Albuquerque,

    O gigantismo deste post, passa pela humanização e personalização do texto, levando - nos as tuas palavras a seguir ao teu lado... pelo caminho que percorres!
    A forma metódica e meticulosa como vais desmitificando as fábulas e as alucinações dos Anti e nos permites sentir... que somos nós próprios que estamos a atirar pela janela os seus argumentos é no mínimo agradável.
    Assumo assim, total concordância com a lógica e a razoabilidade das tuas considerações, com o desmascarar dos tristes personagens do costume... e com a tese:

    « todo o Atleta integrado no Plantel, seja o principal, seja o da Equipa B, mesmo que não seja titular e mesmo que nem sempre seja convocado, ainda assim tem todas as condições para competir e evoluir como Atleta, ultrapassando as suas limitações ».

    Mais um belo e excelente texto, sem dúvida alguma!

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  4. Se me permitem,até porque ando semmuita vontade de escrever.

    A cena da Bola de Ouro de ontem foi só,a peça de teatro mais rasca,ignóbil,suja,mal cheirosa e encenada que já vi na minha vida e já vi muitas!!
    Desde o choro!
    Ao filho no palco(que ele escondia de tudo e de todos)
    A Dolores a limpar as lágrimas ao vestido pimba!
    O filho a fazer agradecimentos patéticos!
    E a cereja no topo do bolo,esqueceu-se de uma palavra para o Messi e Ribery.
    Que peça de teatro tão mal encenada.

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    1. A vontade pode ser pouca, mas a mira está mais do que afinada. E certeira.

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  5. “em defesa dos pobres jovens Atletas da casa sem oportunidades”

    É fundamental que os jovens jogadores se esforcem para poderem ter a honra de envergar a camisola da equipa principal - já aconteceu, e mt bem, com os Andrés, o Urreta, o Ivan, o Mori e com o Luis Martins, jogadores que se têm esforçado dando dando o melhor do seu esforço tanto na equipa B como na principal. Há ainda outros jogadores que, pelo esforço e talento que têm mostrado na equipa B, vão seguramente ter oportunidades na principal, como o Bernardo ou o Lolo...

    No entanto, não posso deixar de lamentar a quantidade inacreditável de golos sofridos - 34 golos! A terceira pior equipa da 2ª Liga neste capítulo! Ora, isto parece-me ser revelador de falta de empenho e de algum vedetismo... e tb de orientação técnica, uma vez que não oiço os responsáveis lamentar a facilidade com que equipas de menor qualidade marcam golos ao Benfica... as equipas constroem-se "de trás para a frente"... e se sabem marcar golos têm de correr para os evitar.

    Irrita-me ver jogadores, que nunca ganharam algo, terem "tiques de vedeta" e não se esforçarem minimamente... muitos deles deviam pagar para jogar no Benfica.

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    1. Enorme FranciscoB, Companheiro,

      Obrigado por este teu excelente contributo, que inclui materia sobre a qual muitos (Atletas incluidos) deveriamos refletir.

      Viva o Benfica!

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    2. Francisco, concordo com a maior parte do que diz, só não concordo com a parte que não ouviu nenhum responsável falar da quantidade de golos sofridos pela B, pois foi o próprio Treinador que antes das mini férias de natal afirmou que a principal preocupação para o reatamento do campeonato era corrigir os imensos golos sofridos pela equipa, aliás no fim deste último jogo e no flash interview o Hélder voltou a falar do mesmo.." marcamos 4 golos...mas mais uma vez consentimos golos, temos que rectificar o mais depressa esta situação"

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    3. Como está bem evidente no post basta um remador falhar para virar o barco,,, tb no futebol é necessário, e mais importante que a táctica ou a estratégia é o empenho de todos os jogadores, a entreajuda...

      Não ouvi essas declarações do Hélder mas se está preocupado convém fazer algo de válido para mudar... há, pelo menos uma atitude que costuma dar bons frutos - mudar de guarda-redes... recuar o Lindelöf não me parece estar a resultar... utilizar mais vezes o Jardel ou o Steven? utilizar laterais que defendam? é que,como acontecia na equipa principal, qq cruzamento por alto para a área é golo.

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    4. O problema da B é que estão sempre a mudar a equipa de semana para semana. Assim é mais difícil criar rotinas. Mas é precisamente para isso que serve a B.

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  6. Como adivinhei, o Benfica vendeu o Matic...
    E depois veio o José Albuquerque e o sr. Guachos gozarem com a situação...
    Com Vieira, tudo é previsível. Ao vender Matic, o nosso melhor jogador (o motor da equipa), estamos a dar uma ajuda aos nossos rivais.
    E ainda vamos perder Garay e Rodrigo.
    Tudo a meio duma época desportiva.
    É esta gestão nojenta... que me revolta!

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    1. Enorme Rui Machado, Companheiro,

      "Gozar com a situacao"?
      Quando? Onde?

      Ve se te acalmas e volta a ler a referencia que fiz a este assunto no segundo "post scriptum"!
      Talvez tambem nao fosse mau esperares por confirmacoes oficiais, antes de comecares com esses "xeliques" que nada acrescentam.

      Viva o Benfica!

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    2. Não te respondo aqui mas sai já de seguida a minha opinião sobre o assunto...
      Vais ver o que é "gozar" o prato!

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    3. Este Machado lembra-me aquelas gajas histéricas que à mais pequena contrariedade começam a gritar e a bater no marido e nos filhos e a atirar tudo pela janela fora.
      Porra, que há benfiquistas muito desmiolados, falam e escrevem sem pensar e só dizem asneiras.
      FOI O MATIC QUE PEDIU PARA SAIR!! Percebeste?

      A razão porque não saíram no verão não foi apenas por causa da Champions mas também porque entraram muitos jogadores novos, nem é preciso dizer quem foram, e que precisavam de tempo ara se integrarem. E ainda bem que ficaram pois tivemos ao todo 12 (DOZE!!) jogadores lesionados entre eles os nossos melhores jogadores.
      Para quem não se lembra, o Matic andou a jogar durante 3 meses muito abaixo do que jogava o ano passado. Nem parecia o mesmo. Mesmo assim conseguimos manter o barco a flutuar.

      Agora com a vinda do Cardoso e do Salvio, por acaso os nossos melhores jogadores, o Benfica mesmo perdendo o Matic e o Rodrigo não perde nada de nada. Em vez do Garay, o Jardel que até é mais rápido, subsistui-o muito bem como fez o ano passado quando substituiu o Luisão.

      Por isso se querem gemer vão chorar para debaixo das saias da mamã e peçam-lhe uma chupeta para dormir!

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  7. Aí vem o "desespero das meninas"....aiii vendemos o matic...ai meu deus....ai vendemos o javi no ultimo dia...ai meu deus...ai vendemos o witsel no último dia...aii meu deus....pah deixem de ver futebol e principalmente deixem de ver o Benfica e dediquem-se ao ping pong....

    Os jogadores são como os Autocarros...vai um....vem outro.

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  8. Companheiros,

    Primeiro, uma palavra para agradecer, em simultaneo, todos os vossos contributos e elogios, mesmo que me nao sinta merecedor dos segundos.

    Depois e embora reconheca que selecionar exemplos pode ser um recurso menor, gostaria de me server de dois, talvez extremos, que podem ilustrar a tese que defendi neste texto, a saber:

    1 O Matic, quantos "minutos" teve de janeiro a maio (os seus 5 primeiros meses na Equipa) de 2012 e quanto evoluiu?
    2 O Ola John, quantos "minutos" teve na sua primeira epoca na Equipa e quanto evoluiu?

    Com estes dois exemplos e se quisessemos usar de menos honestidade intelectual, quase podiamos advogar que a evolucao tecnico/tatica e' inversamente proporcional 'a utilizacao competitive em campo, hahaha.

    Viva o Benfica!

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  9. Andam muito inchados,ganharam um jogo,finalmente ganharam um jogo ao porto já andam inchados e cheios de razão.

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    1. Aproveito para agradecer aos super dragões a maior homenagem feita a Eusébio...

      Afinal... sempre foram 90 minutos em silêncio!

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  10. Bom texto.

    Eu pensava que o 7porting Lisbon jogava maioritariamente com "portugueses" e jogadores formados na Academia de Alcoshit devido a não terem outra alternativa? Uma vez que há alguns meses, bem recentemente por altura das eleições, estiveram à beira de fechar as portas porque não havia dinheiro para pagar aos funcionários e foi necessária uma injeção de dezenas de milhões de euros urgente? E portanto como não há dinheiro para pagar à EDP quanto mais milhões para contratar atletas de alta competição?

    Mas felizmente existe a merdia avençada tuga que me elucidou e instruiu rapidamente que o que é "necessidade extrema devido a situação de quase falência" em vez disso é afinal "estratégia de aposta em jovens "portugueses"(as aspas porque nacionalidade em futebol é um bocadinho complicado, Eric Dier português, Makukula idem, e Pepe e Deco, digamos que é um pouco complicado). Obrigado por esclarecerem, merdia avençada e claro obrigado benfiquistos que dizem a mesma coisa.

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Se pertenceres aos adoradores do putedo e da corrupção não vale a pena perderes tempo...faz-te à vida malandro.