Por José Albuquerque
Mesmo sem ser psicólogo, não consigo deixar de ficar
impressionado com os caminhos que os anti, com andruptos e osgalhada na frente,
insistem em repisar como discurso, ou com o insano desespero dos taliban. Sim,
fico boquiaberto e não consigo deixar de partilhar convosco as minhas humildes
interpretações para estes fenómenos.
Comecemos pelos anti Benfica e destacando andruptos
e osgalhada … eles que mais parecem náufragos, desesperadamente agarrados a uma
esperança ridícula sintetizada no Nosso Passivo, já submersos por vários palmos
de água, mas persistindo na negação desta fulgurante realidade do Glorioso,
sublinhada pelo estrondoso sucesso da Nossa TV e pelo brilhantismo da Nossa
Equipa. Caramba, que bem os compreendo … de negação em negação (não vão ter
dinheiro para pagar os impostos, nem para pagar os calotes, nem para construir
o estádio, nem para comprar o Simão, nem para fazer o Seixal, etc., etc., etc.)
Surpreendentemente, para esses, o Glorioso foi-se
libertando paulatina e sustentadamente das hipotecas, reconstruindo a sua
autoestima e o Nosso fenomenal Parque Desportivo, inventando os recursos
necessários a um investimento brutal para quem, de facto, “não tinha nem
dinheiro para mandar cantar um cego”.
E recordo-me perfeitamente das gargalhadas de uns e
outros, quando, finalmente, uma vez concluído o essencial das infraestruturas
desportivas, o Presidente Nos lançou na aventura BTV, enquanto afirmava que “se
fomos capazes de construir tudo isto, também seremos capazes de construir uma
grande Equipa”.
Lembram-se das previsões do “buraco em que Nos íamos
meter”? Das injúrias sobre “lavagem de dinheiro” de Angola? Das perguntas sobre
os poços de petróleo na Luz?
Eu não esqueço nem essas nem tantas outras,
repetidas até ao absurdo, como se fossem orações a um qualquer deus dragarto
que pudesse decretar o milagre da falência do Benfica.
Ano após ano a baterem de frente na realidade e a
insistirem … “ai que estão a ser ajudados pelos fundos”, “aqui d’el rei que
isto são milhões da treta”, persistindo no mais ridículo “wishful thinking”,
quase como se de retardados mentais se tratassem. E sempre ancorados na Nossa
mingua de títulos, resultado de ROUBOS “ao apinto armado”, cobardemente
maquilhados por uma mérdia chocantemente amestrada.
Mais especificamente, a osgalhada da fé inamovível
no “projeto roquette” e num treinador “dranquilo”, transitou para um colossal
complexo de inferioridade, que lhes tolheu os já muito poucos neurónios. Se
lhes suceder o que mereciam, mereceram e merecem – a suspensão das provas da
UEFA, corremos o risco de os ver entrar no mais profundo transe apoplético, em
alternativa ao suicídio colectivo. A osgalhada está como aquele paraquedista que
verificou que não tem paraquedas, pelo que tem de acreditar que vai aterrar num
imenso colchão de penas, ou seja, embora mantendo-se acordados, perderam
completamente a consciência das probabilidades … e de tudo o resto.
Quanto aos andruptos, a dor ainda tem de ser mais
lancinante: há uma década o clube desses era absolutamente “todo poderoso” e a
demagogia dos seus dirigentes dificultou-lhes a tomada de consciência do
autêntico desastre que têm pela frente. Os andruptos sabem que a cracsad foi,
por mais de uma década, uma imensa plataforma para o enriquecimento de uma
chusma de dirigentes, intermediários e seus afilhados, além do epicentro que
gerou o POLVO mafioso e os seus tentáculos institucionais, apintais e da
mérdia, estes 3 com 3 décadas de vergonhosa germinação.
Ao longo destes trinta anos, os andruptos mais
básicos nem nunca quiseram saber como acontecia o milagre dos “títalos” e
aqueles que perceberam, também foram coniventes com a roubalheira, quer a
interna, quer aquela com que Nos oprimiram, porque se entregaram a vitorias
compradas nos supermercados da ignominia.
Olhar os “R&C” da cracsad de há uma década é
impressionante, porque o clubeco andrupto era o melhor exemplo do verdadeiro
poder. Compará-los com os actuais “R&C” implica a dimensão inversa da
comparação dos patrimónios pessoais dos seus dirigentes: gente rica que exauriu
uma empresa pletórica. Comparar a riqueza dos planteis desde há 10 anos,
comprova o declínio incompetente e criminoso que deveria envergonhar a elite
andrupta, completamente conivente com a maior sucessão de crimes desportivos de
que há memoria.
E é, também, por isto que tanto me envaideço do
Benfiquismo, porque fomos Nós quem viveu a mais incrível ascensão e queda e
tivemos de passar de uma hegemonia incontestada para o abismo mais terrível,
depois de festejarmos um Campeonato ganho com salários em atraso, que nos
induziu a premiar a incompetência, primeiro e a demagogia, depois. Mas
arrepiámos caminho, soubemos ser lúcidos para confiar nos Nossos Valores e
dispusemo-Nos a pagar o preço dos Nossos erros, assumindo a responsabilidade de
reconstruir o Clube e cumprir o Nosso dever: entregar aos Mais Novos um Benfica
Maior do que recebemos dos Mais Velhos!
Já que falo de Benfiquistas e por mais que esteja
convencido que boa parte dos taliban não o são – são andruptos e osgas
infiltradas para tentar desestabilizar-Nos, também compreendo o desespero em
que caíram recentemente, confrontados com o sucesso da BTV (um sucesso que eles
não imaginavam) e com o sucesso desportivo do Clube.
Como eu sou uma pessoa tolerante (acredito mesmo que
o Universalismo a isso Nos obriga), sempre aceitei as reservas que muitos
Companheiros colocavam ao Nosso Presidente, ou aos fundamentos do modelo de
Gestão por ele implementado. Mais que isso, os meus Amigos mais antigos sabem
bem que eu votei em branco na primeira vez que elegemos o Companheiro Luís
Filipe Vieira.
Já a persistência desta inconcebível falta de
confiança, traduzida em bacoradas tipo “presimente”, “braço direito do pinto da
bosta” ou “cavalo de troia do sistema”, depois de uma década de incontáveis
sucessos, de uma comprovada dedicação, de uma brilhante liderança e de uma
ambição digna do melhor Benfiquismo, creio que só pode erradicar numa estupidez
próxima da demência.
Se a essa quase demência acrescentarmos a perfídia,
a cobardia e a demagogia, numa crueldade que nunca recuou nem perante a
inevitabilidade de ter de ofender o próprio Clube e/ou terceiros (como o
Maestro ou o JJ), que os leva ao petardo, a uma negação da democracia e a
tentativas de achincalhamento da esmagadora maioria dos seus Companheiros,
então já ultrapassámos a fronteira do absurdo e eles confundem-se, por vontade
própria, com os mais ferrenhos dos anti.
Como é sabido, eu tenho formação na área económica,
mas importa recordar que, nestes dias, são já dezenas (ou centenas) de milhar
de pessoas, Benfiquistas ou não, com este tipo de formação académica,
sedimentada por alguma experiência profissional. Por isso, custa-me entender
que exista um Benfiquista que não tenha, nos seus círculos mais chegados,
pessoas com competências suficientes para ultrapassar o registo básico do
“Ativo igual a Passivo mais Capitais Próprios” e chegar a uma compreensão mínima
da Nossa realidade económica e financeira.
Quero com isto advogar que não é nem compreensível
nem aceitável que pessoas intelectualmente honestas se mantenham como que
ancoradas nas maiores barbaridades e absolutamente incapazes de compreender
como pode o Grupo Benfica continuar a crescer e desenvolver-se sustentadamente.
E defendo esta tese com a certeza de ter razão, que
resulta de ter testemunhado a evolução da compreensão critica de muitos
Companheiros que, partindo de visões erradas e/ou condicionadas por preconceitos,
tiveram a capacidade para entender a realidade e a hombridade para o reconhecer
(e nunca me canso de sublinhar o excelente exemplo dado pelo Companheiro B
Cool).
Confesso que entendo os motivos pelos quais
Companheiros como o “Steady” Nos interrogam se não será já tempo de tentar
aliviar a pressão que aqui, no GUACHOS,
exercemos sobre essa cambada de Companheiros cujos comportamentos os
misturam com os mais fanáticos anti, enquanto usam o alegado Benfiquismo para
tentar condicionar os que Nos representam com integral e incontestável
legitimidade.
Sim, porque criticar não só é legitimo como
constitui um salutar exercício dos Nossos Valores Democráticos, mas especular
sobre conjecturas, ou “anunciar” crimes de Gestão do porvir, nunca pode ser confundido
nem com critica nem com nada que se lhe assemelhe.
Por isso, Companheiros, ainda que os taliban,
reunidos em congresso, decidissem passar a elogiar diariamente o GUACHOS e as
nossas teses, vão continuar a ser desmascarados … sistemática e alegremente.
Viva o Benfica!