A imprensa desportiva é um comprovado esgoto. Já não há um único jornal desportivo que mantenha um mínimo de credibilidade. Porque não prestam ou só prestam para prestar serviços e encomendas. Mentem, manipulam, escondem, insinuam, tudo em nome do clic e das vendas. Não valem um traque. E não é que eu não estivesse à espera - há muito que combato a sua subserviência ao poder do clube da fruta e do crime organizado - mas não quero deixar passar em claro mais esta filha da putice generalizada. São sete os elementos constituídos arguidos no caso dos e-mails roubados ao Benfica. Os administradores da SAD da fruta, Pinto da Costa, Adelino Caldeira, Fernando Gomes e Reinaldo Teles, os não executivos José Américo Amorim Coelho e Rui Vieira de Sá, e ainda Diogo Faria (com óbvias ligações ao hacker Rui Pinto), presença habitual no programa Universo Porto de bancada e co-autor, com francisco J. traques, do livro "Polvo Encarnado. Gente sem nenhuma importância a avaliar pelo desprezo que os pasquins da bola nacional trataram do assunto.
O clube da fruta também acha que não tem qualquer relevância e trata de, num comunicado, atribuir à coisa a mesma importância que a merda de comunicação social que temos lhe deu. «A ninguém do FC Porto ou com ele relacionado foi imputada a suspeita de roubo dos emails do Benfica». Uma explicação crucial não fosse alguém imaginar os peritos Reinaldo Teles, Fernando Gomes, Adelino Caldeira e Pinto da Costa (reconhecidos génios dos computadores) embrenhados nessa nobre missão de piratear o sistema informático do Benfica.
Segundo a merda de imprensa que temos, os rapazes da fruta entraram no DCIAP como testemunhas, saíram como testemunhas e teriam de passar várias horas até mastigarem os sapos e ganharem novo fôlego para divulgar online que, afinal, todos tinham sido constituídos arguidos! Ou como vaticinaram em casos anteriores os especialistas na matéria, culpados e condenados. Crimes leves, apressaram-se a informar os arautos do crime organizado. Sim, muito leves, até porque o DCIAP, com competência para actuar em “Investigação de crimes violentos, altamente organizados ou de especial complexidade" - terá visto neste assunto um claro momento de relaxe em que podia descontrair e desperdiçar o seu tempo.
Wikipedia; Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP)
Jurisdição; Tipo - Ministério Público
Competência - Investigação de crimes violentos, altamente organizados ou de especial complexidade.
Acção penal sobre crimes relacionados com duas ou mais áreas de jurisdição de Tribunais da Relação.
Ao Departamento Central de Investigação e Acção Penal compete coordenar a direcção da investigação dos seguintes crimes:
Contra a paz e a humanidade;
Organização terrorista e terrorismo;
Contra a segurança do Estado, com excepção dos crimes eleitorais;
Tráfico de estupefacientes, substâncias psicotrópicas e precursores e associação criminosa para o tráfico;
Branqueamento de capitais;
Corrupção, peculato e participação económica em negócio;
Insolvência dolosa;
Administração danosa em unidade económica do sector público;
Fraude na obtenção ou desvio de subsídio, subvenção ou crédito;
Infracções económico-financeiras cometidas de forma organizada, nomeadamente com recurso à tecnologia informática;
Infracções económico-financeiras de dimensão internacional ou transnacional.
Nada de muito relevante, como qualquer especialista da problemática da bola compreenderá.
O DCIAP constituiu como arguidos Pinto da Costa, Adelino Caldeira, Fernando Gomes e Reinaldo Teles.
O Fontelas Gomes não quis ficar atrás e "constituiu" o resto da quadrilha para o foculporto - Sporting de Braga;
Artur Soares Dias no apinto, Manuel Oliveira como 4.º árbitro e Luís Ferreira no VAR.
O DCIAP constituiu como arguidos Pinto da Costa, Adelino Caldeira, Fernando Gomes e Reinaldo Teles.
O Fontelas Gomes não quis ficar atrás e "constituiu" o resto da quadrilha para o foculporto - Sporting de Braga;
Artur Soares Dias no apinto, Manuel Oliveira como 4.º árbitro e Luís Ferreira no VAR.

