Hoje apetece-me falar do Diogo Jota. Um miúdo de 22 anos a quem roubaram um golo feito, o primeiro ao serviço daquela que devia ser a sua, e a nossa, selecção! Embora não pareça, Diogo Jota é um jogador português que, apesar de tratado como um sapato roto pela MDCSDQT, me merece grande consideração e respeito. Tanto como me merecem todos os Éder's desta vida tratados como lixo por uma chusma de mentecaptos vergados a interesses de latrina onde, de resto, se sentem como peixes na água. O Diogo marcou um bom golo após mais um passe de excelência do magico Bernardo Silva que também já tinha assistido Bruno Fernandes para o primeiro golo do jogo!
O que me dá mote, a magia na ponta das botas do Bernardo, para lembrar que, na selecção que devia ser de todos nós, andaram por lá, no Luxemburgo, uns rapazes vagamente aparentados com jogadores de futebol. Viajaram para preencher numero e mesmo que o BI os confirme como portugueses de pleno direito, como o outro, para a MDCSDQT tiveram menos importância que o esburacado relvado. Rui Patrício, Ricardo Pereira, Rúben Dias, José Fonte, Raphael Guerreiro, Danilo Pereira, Pizzi, Bruno Fernandes, André Silva, José Sá, Beto, João Cancelo, Rúben Semedo, Domingos Duarte, Mário Rui, Rúben Neves, João Moutinho, Éder, Gonçalo Paciência e Bruma. Falou-se menos deles do que do estado da relva ou dos "livres que parecem penaltis" (caputa de doença!) do filho da melhor Dolores do mundo!
Tirando isso, e a confirmação do descrédito total da MDCSDQT e dos valores desta selecção, foi mais uma gloriosa dupla jornada do futebol avassalador da equipa do Rónalde e Fernando Santos. Num exercício simples e fácil, é só imaginarmos o Benfica a jogar tanto como esta selecção do Rónalde, conceber que o RDT nascera com o cu virado para o sol, dispondo de uma equipa, desde o jardineiro ao Contínuo, de rabo no ar à disposição do freguês. Imaginemos que o Benfica jogava num relvado, tipo o do Santa Clara, onde não havia desculpas para nada - até porque a relva quando está má, está má para todos - e que o Bruno Lage tinha - não apenas flopes e um plantel demasiado grande à disposição - mas o melhor Rónalde do mundo, que transforma livres em penaltis e golos do Diogo Jota em recordes!
Ah, poisé! Aquele pode não ter sido o golo mais bonito do mundo - como o querido seleccionador do Rónalde perspectivou, com argucia que lhe é reconhecida, na véspera do jogo - mas é capaz de ter sido o melhor e mais bem roubado da história. Um bonito recorde a que, com um bocadinho mais de falta vergonha na put@ da cara, ainda hão-de conseguir anexar o golo de Éder à França!
Tão longe deste lamaçal! É logo, ao fim da tarde, no estádio da Luz.«LANÇAMENTO DO LIVRO “CHALANA, A VIDA DO GÉNIO». Lá estarei, orgulhoso por poder pisar o mesmo palco de um dos dois mais talentosos jogadores portugueses de sempre. Depois de Eusébio da Silva Ferreira; Fernando Albino Sousa Chalana. Único e incomparável!
Despeço-me com esta certeza. Grande parte dos eternos insatisfeitos com a qualidade do futebol do Benfica desfazem-se em orgasmos múltiplos com a excelência do futebol da selecção do Rónalde!
