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terça-feira, 20 de agosto de 2019

Bas Dost - vai-te embora melga.

«Frederico Varandas disposto a pagar para Bas Dost sair do Sporting». Marcel Keizer: «Li notícias sobre Bas Dost e fui perguntar ao presidente». «Sporting culpa Bas Dost pelo atraso no negócio com o Eintracht Frankfurt». O anão Otávio tem razão quando afirma que «o Bas Doche não pode ser tratado desta maneira». Primeiro agridem-no cobardemente na academia do BCP com um cinto na cabeça. A seguir vão atrás dele, duplicam-lhe o salário, aliciando-o para regressar. Agora, depois de o achincalharem publicamente, atiram-lhe com as culpas para cima, pondo-o iresponsavelmente em perigo de vida. Os pressupostos que levaram aos ataques terrorista de Al Cacete e o ''modus operandi'' do Brunalgas estão todos reunidos no ultimo comunicado dos sapos! Ao escorraçarem o brunalgas as massas de batráquios instrumentalizadas reforçaram ainda mais o brunalguismo instalado. Fedorico Vagandas é uma versão piorada do Bruno e basta olhar para os quatro titalos do Peyroteo, orgulhosamente exibidos no alvalixo e no site das osgas, para ninguém ter qualquer duvida.

Um clube completamente à deriva. Rui Pratrício, Bas Dost, William soneca, Dumbo Fernandes, Gelson Garrincha, Podence, Rafael Leão, Rodrigo Battaglia e Rúben Ribeiro accionaram a justa causa para sair. Sousa Cintra; Dost, Bruno Fernandes e Battaglia regressaram com clausulas especiais e contratos renegociados em alta. Fruto da ''extraordinária capacidade negocial'' do pequeno batráquio foi anunciado que os ex-dissidentes retornavam aos sapos sem alterações nos anteriores valores dos contratos. E toda a gente achou isso normal! 

Pouco mais de um ano depois, o Dumbo secou tudo à sua volta e tornou-se no dono do clube. Battaglia anda a contas com uma lesão, o grande goleador da equipa caiu em desgraça e os custos dos festejados regressos ainda estão muito longe de ser contabilizados. O William soneca, Rui Patrício e o novo Garrincha acabaram por ser os grandes negócios dos sapos. Ainda renderam uns cobres e só o que pouparam em salários e em prémios deu para ir enchendo a mula ao actual dono do clube. É tudo para o Dumbo. A Bas Dost, já se percebeu que os sapos, além de não querem cumprir o que ficou contratado com o empresário, o meteram à venda na loja dos trezentos. Ao contrário de Rafael Leão, Podence e Rúben Ribeiro - processos a resolver na FIFA e no Tribunal Arbitral do Desporto - a quem exigem o pagamento da totalidade das clausulas de rescisão, esquecendo que, em caso de derrota, terão de pagar os contratos até ao fim!

Bas Dost. O transfermaket diz que o holandês tem um valor de mercado de 17,00 M€. Poupadinho, Fedorico Vagandas entende que o craque não vale mais do que 8. Abre a boca até atrás para vender as orelhas do Dumbo mas fecha-a como uma ostra tentando despachar o melhor goleador da equipa. Quer poupar nos salários de um para poder pagar os salários do outro. Bruno Fernandes, além do melhor árbitro português, grande capitão, melhor guarda-redes, defesa, médio e avançado dos sapos, é também o dono do Sporting. E o Vagandas que se ponha a pau. Qualquer coisinha que desagrade ao orelhas, já sabe; a porta da rua é a serventia da casa. A Dumbomania no alvalixo seca tudo à sua volta. O treinador, dumbista convicto, transformou um temível goleador - se for bem servido pelos flancos - num vulgar ponta de lança esquecido. Gira tudo ao sabor do vento das orelhas do outro e já só falta mudar o nome da chafarrica para DCP. 

É engraçada a história de Bas Dost. Contratado ao Wolfsburg por 10M€ para fazer esquecer os cotovelos do Slimani, o holandês assinou por quatro temporadas, ''blindado'' - é assim que se diz, não é? - por uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros. Ainda tinha algum cabelo e muito para aprender com o mestre da táctica. A concorrência era de peso. Além do novo Messi (Ryan Gaulde) e do novo Garrincha (Gelson Martins) o holandês teve de superar o poderoso Castaignos, que chegou do Frankfurt, Hernán Barcos, Markovic, Lukas Spalvis, Joel Campbell, Alan Ruiz, entre outros, que o momento era de inchar como nunca perder como sempre e gastar à tripa forra...

Com a ajuda do mestre, que o ensinou a andar, a correr e a bater grandes penalidades como ninguém, a todos o holandês trucidou. Foram dois anos sempre a facturar, os penaltis a surgir-lhe na sopa, até que a sombra do Dumbo - que também enviou o Nani para longe - o começou lentamente a mirrar. Aos poucos desapareceram os cruzamentos, veio o ataque terrorista a Al Cacete, protagonizado pela legalizada claque dos sapos, as agressões, a fuga e...o regresso, após Sousa Cintra o convencer que no poupar é que está o ganho. Mas aí já a dumbomania tomara conta do pedaço. O pilin, se o houver, é todo para engordar o paquiderme e até os penaltis mudaram de dono. Sem espaço (as orelhas do Dumbo não toleram a mais pequena picada) Bas Dost acaba desacreditado e enxotado como uma melga. 

#Portoaocolo. O Portimonense, extensão grosseira dos tentáculos dajantas, foi ganhar a Tondela com um golo obtido em fora-de-jogo. Não houve linhas televisivas, o VAR tinha ido obrar, e o Tondela lá ficou com com o prejuízo sem ninguém se importar. O sinal é evidente. Duas jornadas da liga em que os maiores aliados do clube da fruta, Sapos e Porto b do Algarve, já foram altamente beneficiados.

«Real pode avançar por Bruno Fernandes, escrevem espanhóis»
Tinha mais piada quando era um jornal italiano vender o Dumbo para Inglaterra.

Domingos Paciência. "Nos clássicos, normalmente, até ganha a equipa que está em menor rendimento". Uma mentira convenientemente repetida por quem está na mó de baixo nunca passará a ser uma verdade. Quem ganha os clássicos normalmente são as melhores equipas. As que estão em melhor forma ou as que, naturalmente, acabarão por ganhar o campeonato. O resto é conversa de chacha para vender jornais ou para dar visibilidade a ex-treinadores, de chacha, desempregados por falta de competência.

PS; «Empresário de Bas Dost nega exigências e desmente pedido do holandês para sair do Sporting». E é isto.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

O filho que não era da puta (SLB).

Benfica é o único clube português entre as marca de futebol mais valiosas do mundo. Numa lista liderada pelo Real Madrid, o maior clube português ocupa um orgulhoso 40.º lugar. O Benfica consta ainda noutra tabela: a das marcas mais fortes do mundo do futebol, onde está no 21.º lugar. Em termos de valor da empresa, Portugal conta com dois clubes neste ranking: o Benfica, em 26.º lugar, e o foculporto em 40º. Dos sapos, tirando a efeméride dos ataques terroristas a al cacete e a instrução dos arguidos que ficou outra vez adiada, zero. Como diz um corrupto, muito orgulhoso das vezes que foi absolvido, eu “ainda gostava de saber quem foi buscar (estes) padres à sacristia”. Bem podem meter os vouchers, os e-mails truncados, a corja de paineleiros e os programas de merda diários, pelo rabiosque acima. 

Uma equipa do Benfica deslocou-se ao Olival - centro de estágio da Câmara Municipal de Gaia - ocupado pelo clube da fruta por um renda mensal de 500€ - para defrontar os recentes vencedores da youth league, na fase de apuramento de campeão do Campeonato Nacional de Juniores. 2-1 para o Benfica e a recuperação do primeiro lugar. Rodrigo Conceição e Vasco Paciência, filhos de Sérgio Conceição e Domingos Paciência, reputados ex-jogadores do foculporto, faziam parte da equipa inicial do Benfica. Como sempre acontece com aquela gente, com aqueles adeptos e com a claque legalizada, os cânticos "filhos da puta SLB" não se fizeram esperar. Rodrigo Conceição, que marcara o primeiro golo do Benfica, acabou expulso aos 60 minutos por uma falta a meio campo, do tipo Lema no estádio da Luz ou Gabriel no estádio dajantas; diga um, ao longo dos últimos 40 anos, em que o Benfica chegou ao final do jogo sem uma expulsão ou o penalti da ordem!...

Foi visível no relvado o ódio latente de alguns dos jogadores do foculporto a empurrarem o Rodrigo, que saiu do campo em lágrimas. Um ódio que teve correspondência nas bancadas - marram no vermelho independente do escalão etário -  onde o pai do jogador do Benfica, por acaso treinador do foculporto, assistia ao desempenho do filho. Sérgio Conceição, que ferve em pouca água, atirou-se ao adepto da fruta, envolvendo os irmãos do Rodrigo - que também se deslocaram ao centro de estágio da pago pela Câmara de Gaia - gerando uma enorme confusão, sanada com a intervenção da segurança do campo. Várias questões se levantam...

A impunidade dos cânticos de ódio contra o Benfica nos estádios - repito; independente do escalão etário. A constatação que nem todos os «filhos da puta SLB» são pertença do Sport Lisboa e Benfica. A naturalidade com que o maior clube português recebe no seu seio os filhos das mães (e dos pais) que, não sendo do Benfica, são miúdos que apenas pretendem crescer livremente a jogar futebol. E a facilidade com que um acontecimento tão trágico passou quase despercebido à generalidade da comunicação social! 

Pensam que eu estou a exagerar? Basta imaginar que o pai do Rodrigo Conceição não era treinador do foculporto nem uma antiga glória do clube da fruta. Imagine-se que era um ex-jogador do Benfica que se deslocara ao Olival para ver jogar o seu filho. E imagine-se que se tinha atirado ao adepto ao vê-lo assim insultado. Viram o gorila (Vitor Catão) que aparece nas imagens por trás do Sérgio? Conhecem o hospital de Gaia para onde o Bruno Simões foi transportado com o rosto desfeito por um pedregulho arremessado? Pois seria aí onde o que resta da família do Sérgio (relembrar que estavam mais dois filhos seus nas bancadas) teria de se deslocar para os visitar.

Rodrigo Conceição, uma constatação e uma lição. A primeira é que nunca na sua carreira de futebolista ouvirá cânticos de «filhos da puta FCP» que não constam no cardápio dos adeptos e grupos organizados do Benfica. A segunda é saber, na pele, o que custa defrontar o clube - de quem muito legitimamente é um fervoroso adepto - da fruta, algo que nem o seu pai lhe poderá explicar. Sérgio Conceição saberá, melhor do que ninguém, a lição a retirar sobre este triste acontecimento. De Domingos Paciência, que apareceu a defender galhardamente o Gonçalo Paciência, no recente confronto entre o Eintracht Frankfurt-Benfica, falta saber se gostou de saber que o Vasco (Paciência) também faz parte dos filhos da puta (SLB).