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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

2018 - rumo ao Penta


Foram bem simples os meus desejos ao comer as passas na passagem do ano...
Que o Rui Vitória só volte a dar uma entrevista ao rascord quando receber o 5ª (Penta) prémio consecutivo do Artur Agostinho.
Que o Peyroteo não pare de satisfazer a sanha conquistadora dos batráquios...
Que o espaço Kelvin venda cada vez mais dióspiros,
Que o Cosme Damião já tenha um projecto para resolver a falta de espaço!...
E que a Madeira construa rapidamente o novo aeroporto Dolores Aveiro.

domingo, 31 de dezembro de 2017

Se há coisas que não podemos mudar, a vergonha na cara é que não nos pode faltar.

Eu sei muito bem que o Benfica não se pode fechar em si próprio e também sei que a liberdade é um bem precioso que não quero só para mim. Sei que Rui Vitória tem todo o direito de pensar que esta é a melhor maneira de fechar um ano em que, se muita coisa correu bem na primeira metade, os últimos meses têm sido demasiado penosos para o Benfica e para o benfiquismo. E não é pelos maus resultados ou pelas precoces saídas de todas as provas a eliminar. Não. É pelo achincalho diario que o Benfica e ele próprio têm estado sujeitos, sobretudo pelo reles pasquim a quem Rui Vitória dá esta entrevista, um dos que mais põe em causa a Honra e a história do Benfica, como à sua competência - compulsivamente tratada como lixo. Não li, não vou ler e o meu desejo é que nenhum benfiquista compre o pasquim.

Eu não estudei comunicação nem tenho pretensões de ensinar nada a ninguém nesta área. Sou apenas um homem que ama o Benfica e que sofre como um condenado perante a impunidade dos que, como o rascord, participam activamente nessa campanha cobarde, feita por uns pulhas que se estão nas tintas para o mal que fazem à sua profissão, matando aos poucos o futebol, cegos por um ataque feroz, vil, de politica de terra queimada, com o único propósito de impedir o caminho triunfal do Benfica; do Penta, dos patrocínios e da expansão da Sua marca internacional. Sou um simples adepto. Um adepto que entende que o tempo é de muito trabalho e de pouco paleio. Não quero saber o que motivou esta entrevista nem dos seus nobres propósitos. É no campo que, nós os adeptos, queremos os nossos profissionais empenhados a falar. À Benfica. Se há coisas que não podemos mudar, a vergonha na cara é que não nos pode faltar.

A todos desportistas o GV deseja um Feliz Ano de 2018!

Ao clube da fruta - um ano novo cheio de penaltis por marcar - 50 GB de e-mails piratas e que a insolvência e o incumprimento financeiro da UEFA continuem a provocar múltiplos orgasmos nos especialistas da bola nacional. Ah, e muitas putas para amamentar.

Ao sporting do Campo Grande - um ano novo cheio de post's no Facebook, a renovação do manual para quadrúpedes, carradas de cuspe electrónico e muitos vouchers para festejar.

Ao Benfica - a exigência habitual: pouco paleio, muito trabalho, que continue a jogar mal como nunca e a festejar como sempre.

Aos fruteiros - muitas visitas ao museu da fruta com particular devoção ao espaço kelvin.

Ao lagartedo megalocéfalo - que continue a festejar a veia goleadora do Peyroteo mais os já célebres 4 campeonatos por época.

Aos benfiquistas em geral - apenas o habitual...e que em maio regresse aquela chatice do abrir da champanhe, outra vez!

À comunicação social - que continue a marrar no vermelho com o mesmo 'sucesso' dos últimos quatro anos. E a manutenção do (baixo) perfil intelectual! Código Deontológico do Jornalista; what a fuck!?