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sábado, 30 de agosto de 2014

Os “Fundos” e o “Fair Play Financeiro” I.

Por José Albuquerque

Há semanas que estava para escrever sobre estes dois temas, ambos completamente na moda, mas numa perspectiva diferente do que já tenho lido, ou seja, centrando-me nas possíveis relações entre ambos e porque, bem ao contrário do que possam pensar, essa relação pode fazer uma imensa diferença.

Infelizmente, este desafio obriga-me a sujeitar os Leitores a mais uma daquelas sessões de “economia para totós” sem me livrar de duras criticas de Colegas, por evitar os rigores do “economês” e a extensão de um tratado, castigos a que eu não fujo, mesmo abusando da vossa pachorra, porque insisto em acreditar que um domínio, ainda que mínimo, destes conceitos, acrescenta muitíssimo aos suportes da capacidade critica dos Benfiquistas quando convidados a interpretar as decisões daqueles em quem confiámos o Nosso voto.

Comecemos pelo principio …

Receitas vs. Proveitos e, sobretudo, Despesas vs. Custos.

Já são inúmeras as vezes em que eu repito estes conceitos, a ver se baixa a frequência dos erros crassos que lemos pela internet a este propósito, quando Companheiros confundem “alhos com bugalhos”, acabando os seus raciocínios em conclusões absurdas.
Tem uma estória que vale a pena dar como exemplo: num blogue recente (creio que se chama “o guerreiro da luz”) o texto la’ posto tinha uma tremenda bacorada deste tipo e eu, cheio de solidariedade Benfiquista, deixei um comentário sugerindo a correcção, comentário que foi publicado e, alguns minutos depois, “apagado”; entretanto, o autor do texto alterou-o e só não digo que o corrigiu porque ele persistiu … num novo erro, ahahah; logicamente e mesmo sabendo que voltaria a ser censurado, escrevi novo comentário a sublinhar o novo erro e a sugerir que ele procurasse a ajuda de alguém com os mínimos conhecimentos que o pudesse ajudar, se ele quisesse ser ajudado.
É aquela treta dos “encaixes”, que eu detesto porque se trata de uma palavra que sugere uma Receita, quando a venda pode ter sido realizada com 100% de crédito ao clube comprador e, consequentemente, sem que nem um cêntimo entre imediatamente na “caixa” do clube vendedor. Ainda assim, não há quem não insista em falar nos tais “encaixes”.      
É a eterna comparação entre as “compras” e as “vendas” em cada janela de transferências, como se fizesse alguma lógica relacionar umas com outras (e não faz).
E, sobretudo, é a sistemática comparação entre os valores das “vendas”, por um lado, e a soma do “preço da compra” com os salários pagos, para se concluir se o Atleta deu “lucro”, ou não: um colossal disparate.

Para esclarecer estas confusões, começo por convidar quem delas não sofre a “saltar” imediatamente para a “Conclusão”, poupando a leitura desnecessária dos parágrafos seguintes.

Quando falamos de Receitas e Despesas, estamos a falar numa perspectiva estrita de “tesouraria”, tal qual fazemos quando falamos dos movimentos que vemos no extracto da nossa conta bancária. Em Gestão, a área especifica da “tesouraria” é uma parte menor da área financeira, uma vez que se limita a impedir roturas pontuais e excessos que corresponderiam ao desperdício dos juros que se poderiam obter com a aplicação desses excedentes (ou da redução dos custos financeiros a pagar por empréstimos de curto prazo contratados).
Em negócios marcados por uma grande sazonalidade de Receitas e/ou Despesas, é habitual a contratação de “plafonds” de crédito automático de curto prazo (frequentemente com débito diário dos juros) que garantem a liquidez imediata (os chamados “pagamentos no vermelho”), deixando aos Gestores a liberdade de decisão sobre os “excessos” de liquidez e a forma de os aplicar.
Uma vez mais eu insisto que o Nosso Grupo não tem, nem podia, nenhuma dificuldade em financiar a sua tesouraria, como comprova o facto de não ter registado nenhum incumprimento, seja qual for o credor, há mais de uma década.

Quando falamos em Proveitos e Custos, saímos definitivamente dessa  óptica da “tesouraria” e entramos na área da Gestão da Exploração e no campo dos suportes que definem, ou não, a sustentabilidade da Empresa em causa e a manutenção da sua capacidade de investimento a prazo.

Numa linguagem simples podemos dizer que a Gestão de Tesouraria (das receitas e despesas) é uma pequena área da intervenção de quem gere uma Empresa, quer na importância, quer no horizonte temporal (falamos do muito curto prazo), enquanto a verdadeira Gestão de um negócio se faz em torno daquilo que realmente importa: os seus Proveitos e Custos, quer individualmente (para aumento dos primeiros e controle dos segundos), quer na sua relação, visando a maximização da rentabilidade a longo prazo (Proveitos maiores que os Custos).
No caso de um Grupo Empresarial de raiz desportiva, normalmente este objectivo da “maximização dos lucros a longo prazo” é substituído por uma “maximização dos resultados desportivos, dentro de um quadro de rentabilidade sustentável”      

Vejamos alguns exemplos concretos:

Compra do “passe” de um Atleta por 10ME, com o qual é assinado um contrato por 5 épocas desportivas.

Do ponto de vista da “tesouraria” os impactos de uma tal operação passam, exclusivamente, pelo plano de pagamentos do preço acordado e, ulteriormente, pelo acréscimo nos pagamentos regulares de salários e encargos inerentes.
Ou seja, deste ponto de vista restrito não decorrem “receitas” nenhumas e resulta uma série de “despesas” perfeitamente calendarizadas: não houve nem “lucros”, nem “prejuízos”.

Do ponto de vista da verdadeira Gestão empresarial (Proveitos e Custos), esta compra de um atleta não origina nem “lucro”, nem “prejuízo” (uns e outros chamados “Resultados”, positivos ou negativos) imediato, mas dela decorrem vários Custos perfeitamente previsíveis, a saber: os custos salariais e … as amortizações contabilísticas do valor do “passe” adquirido (acrescido dos eventuais custos inerentes).
Exactamente: os 10ME não são um “Custo”, nem que o negócio fosse pago a pronto!
No caso vertente (10ME e contrato por 5 anos), o Custo contabilístico é de 2ME/ano (10/5).
E algum “proveito”?
Esperemos que sim, mas em termos exclusivamente desportivos.
E se fizermos essa “compra” com recurso (total ou parcial) a um qualquer “empréstimo” (Capitais Alheios)?
Então, temos de esperar e contabilizar os inerentes “Custos Financeiros” desse financiamento, uma realidade por Nós sobejamente conhecida, a que temos recorrido para muitos dos Nossos investimentos (quer em Atletas, quer no Parque Desportivo) e que resultaram na famigerada “factura bancária” que a crise agravou para os 20ME anuais.  

Já agora que chegámos até aqui, vejamos quais podem ter sido os “movimentos contabilísticos imediatos” e o consequente impacto no “Balanço”: se pagarmos o “passe” a pronto (1), diminui a conta bancária (“caixa”) em 10ME e aumenta o “Incorpóreo” (Valor do Plantel) por igual valor (tratam-se de duas “contas” do Activo, pelo que o seu valor total permanece sem alteração), no caso em que pagaremos tudo a crédito (2), o já referido aumento do “Incorpóreo” (conta do Activo) é “compensada” por igual aumento (10ME) de uma “conta” do Passivo (Fornecedores) e, finalmente, (3) quando houver um pagamento parcial imediato e outros diferidos, o aumento do “Incorpóreo” é compensado pela diminuição da parte do valor paga imediatamente na “caixa” e no aumento pelo remanescente de “Fornecedores” (resultando num aumento paralelo de Activo e Passivo pelo valor que fica para pagar a prazo).

Recordem-se que, ao longo dos 5 anos contratados, o “valor de Balanço” deste “passe”, que começa por ser de 10ME, vai diminuindo em 2ME por ano (por via da amortização contabilística), até chegar a “zero” no final do período de contrato.  

Venda do “passe” desse Atleta, um ano depois, por 30ME (líquidos de todos os custos e eventuais comissões).

Na óptica da “caixa”, haverá um calendário de receitas, espraiadas pelo tempo (embora a Nossa SAD já tenha feito varias a p.p.) e nada mais que isso.
Caso a SAD entenda “transformar” esse conjunto de “facturas” em receitas imediatas, isso trata-se de uma operação de financiamento completamente diferenciada da “venda em si”, embora a Nossa SAD tenha usado recorrentemente do “factoring” (uma modalidade de financiamento em que as “facturas” ficam a constituir a “garantia” de amortização do empréstimo e em que o “risco”/juros ficam associados ao clube que “compra” o passe e que é o responsável pelo seu pagamento), porque tem vendido muito para clubes com reputação de “muito bons pagadores”.

Do ponto de vista da exploração (Proveitos e Custos), é neste tipo de operações que se podem realizar as famosas “mais valias”, que são o Proveito resultante da diferença entre o valor (liquido) da venda e o valor de balanço do passe do Atleta no momento da venda. Concretamente e neste exemplo, esse valor seria de 8ME (10 – a amortização ocorrida no ano), resultando um Proveito de 22ME (30 – 8).

Na óptica da contabilidade, tudo se passa ao nível do Activo: diminuição (menos 8ME) do tal Incorpóreo/Valor do Plantel (o passe deixa de ser um valor do Activo) e aumento da “caixa” (pelo valor pago imediatamente) e de “Clientes” (pelo valor das prestações futuras.
Quando, como neste exemplo, os aumentos do Activo (30ME) são superiores ao decréscimo (8ME), resulta um aumento do valor total do Activo, que implica (por não haver variação do Passivo) um “Lucro”.

Conclusão.

Resumindo todo este arrazoado, nem as “compras” são custos imediatos, nem as “vendas” são encaixes e é apenas destas últimas que resulta a maior parte dos proveitos que aparecem nos tais ROPA (Resultados de Operações com Passes de Atletas) e que devem superar a parte importante dos custos nessa rubrica, constituídos pelo somatório das Amortizações do conjunto de passes dos Atletas contratados (e que andam na ordem dos 30ME anuais).

E é por isto que não faz nenhum sentido discutir se “o Benfica tem de vender” ou se “o Benfica não tem de vender”.

O que sucede é que vamos vender, quer queiramos/necessitemos, quer não e pela simples razão de não podermos competir com o nível salarial que os milionários oferecem aos Nossos Atletas mais valiosos.
E os Companheiros que defendem que a Nossa SAD não devia ser gerida a contar com esses Proveitos (que eles designam por “extraordinários”), esquecem quais seriam os efeitos de uma tal Gestão: com contas, digamos, “equilibradas” sem contar com as mais valias resultantes de vendas de passes, a SAD seria como que atirada para lucros “exagerados” sempre que essas vendas acontecessem (e bem as sabemos imparáveis), subvertendo completamente o objectivo essencial de maximização dos resultados desportivos.

Regressando ao subtema do FPF, importa recordar que ele Nos obriga a uma Gestão equilibrada contando com os ROPA, exatamente porque a UEFA tem consciência de que eles fazem parte da Gestão “corrente” da esmagadora maioria dos clubes/SAD (de todos, excepto a dúzia que paga salários mais elevados).

E, para lançar a discussão, tomem nota de um comentário (de um Companheiro anónimo, infelizmente) que me parece o ideal para podermos debater, cimentando todos estes conceitos: Sei que vou ser mal interpretado. Mas se é para pagar divida e assegurar o futuro do Benfica, pois que se venda o Sálvio o Gaitan e o Enzo que se fale verdade aos sócios que eles de certeza vão compreender. Compre-se dois ou três bons jogadores por 10M cada e ainda ficamos com equipa para disputar o campeonato e algo mais.”                                  

É tempo de fazer um intervalo. Retomaremos este texto depois de um daqueles postos (dos Enormes Guachos e Mathayus) dos quais os Taliban tanto gostam, ahahah.

Viva o Benfica! 

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

O “Maestro” e a estrutura

Por José Albuquerque

Depois de vários anos a tentar explicar a alguns Companheiros qual é o trabalho do Rui Costa na SAD, remando contra a verdadeira maré dos que preferiam usar-lhe o nome nas suas estratégias “do contra”, foi com muito gosto que vi o Presidente a esclarecer os mais teimosos, ou melhor, alguns deles.

Na sua teimosia insana, ainda permanecem alguns que, baseados em coisa nenhuma, insistem em especulações ridículas, em claro desespero de quem não quer perder aquela “bandeira”, seja disparando que o “Maestro” fica subutilizado se só “é chefe do scouting”, quando ele é o Administrador com o pelouro de todo o futebol (recordem a frase “ele tem o gabinete ao lado do meu”), seja “exigindo” que seja o próprio Rui a anunciar o seu “Job Description”.

O Presidente foi de uma clareza meridiana e não deixou absolutamente nenhum espaço para especulações: repetiu tudo o que se podia ler nos “R&C” da Nossa SAD e desde que, há anos, o Rui foi cooptado Administrador. A partir de agora, só por manifesta má fé alguém pode colocar este assunto em causa: sob a coordenação do Presidente, tal como o DSO para as áreas de “back office”, o “Maestro” assume o topo da chamada “estrutura” do futebol.

Por outras palavras, podemos dizer que o Rui representa (por poderes delegados, naturalmente) os Accionistas junto de toda a estrutura que na SAD se dedica ao futebol.  
Mais ainda e tal como vinha anunciado no penúltimo “R&C”, o “Maestro” responsabiliza-se directamente pelo Departamento de Scouting (não, isto não quer dizer que ele é o “chefe”, porque ele é Administrador).
Para quem tiver alguma experiência empresarial, isto quer dizer, exactamente, o que eu sempre repeti, ou seja: o Rui participa em todas as decisões (recordem a expressão do LFV, dizendo “a assinatura dele vem em todos os relatórios”) ligadas ao futebol, desde a selecção e recrutamento até ás rescisões, desde a Equipa principal até ao Projecto Geração Benfica.

Esclarecido, definitivamente, este assunto, passo ao que motiva este texto, a saber …

Um desenvolvimento na politica de investimentos em Atletas.

A “tese” que aqui vou apresentar, assenta nos sinais mais recentes que vou “lendo” nas Nossas contratações, reforçados por algumas “entrelinhas” desta entrevista do Companheiro LFV e eu já a tinha admitido nos meus mais recentes comentários escritos sobre as Nossas “Contas”. Trata-se de uma dedução que também assenta em dois factores que ainda são “noticia”, a saber:
1 A queda em desgraça dos chamados “Fundos de Investimento” orientados para a negociação de “passes” de futebolistas, sintetizada na famigerada frase do Sr. Platini “queremos que os lucros do futebol fiquem no futebol” (demagogie oblige); e
2 A consequente e injustíssima inviabilização do Nosso Benfica Stars Fundo que, ao contrário dos “fundos” especulativos, poderia continuar a ser uma excelente alternativa de financiamento, uma vez que constitui um compromisso sério, entre entidades sérias e gerida por um Banco de 1ª linha; mesmo que injustamente, adivinham-se novos regulamentos “Uefeiros” que vão inviabilizar o prolongamento temporal do BSF. 

Em resultado deste processo, a SAD já vem, progressivamente, abandonando uma espécie de “muleta” que lhe disponibilizou até 34 milhões de euro (40 menos os 6 que investimos directamente), sem juros, que muito reforçaram a Nossa capacidade de investimento em Atletas, além de alguma redução dos riscos inerentes a esses investimentos.
Quem me conhece, sabe bem que fiz parte do grupo que sugeriu esta solução, que a defendi com muitos argumentos e, assim sendo, só posso lamentar este seu final, tão precoce quanto injustificado.
Espero que o “Maestro” tenha aproveitado bem esta “muleta”, que, oportunamente, foi concomitante com o período em que ele teve de construir o Nosso Departamento de Scouting.

Todos sabemos que este departamento tem a “idade” do Rui: antes dele chegar ao CA da SAD, apenas tínhamos alguns “avençados” que colaboravam mais ou menos regularmente com o Benfica.
Agora que a “estrutura” foi dotada desta determinante valência, há que continuar a rentabilizá-la, ou, dizendo melhor, há que permitir que ela continue a … rentabilizar a Nossa Marca (???)

Passo a explicar-me:
3 Há, ou não, muitos clubes que não conseguem, por falta de recursos e/ou capacidade de endividamento, adquirir os “passes” de alguns atletas de que gostariam de dispor?
4 Há, ou não, muitos clubes que não conseguem, por falta de notoriedade, adquirir os “passes” de alguns atletas de gostariam de dispor? 

Perante a resposta afirmativa a ambas as perguntas, o Benfica pode, pela sua capacidade de investimento somada a um prestigio incontestável, “explorar” (sem investimentos especulativos e mantendo dentro do futebol os lucros do futebol, ahahah) este mercado que, antes, parecia reservado aos “fundos” de má fama.
 
Várias aquisições a “custo zero” que a Nossa SAD conseguiu e que muito poucos outros clubes poderiam ambicionar, como o Nolito, o Mora, o Weiss, ou o Sulejmani, entre outros. Várias aquisições de jovens promissores, a baixos custos, como o Farina, o Melgarejo, ou o Oblak, entre outros. Tudo exemplos de como um bom (eu diria excelente) Departamento de Prospecção, associado a uma Imensa Marca, pode produzir proveitos económicos e, em alguns casos, desportivos.

Eu sei que o CA da SAD tem uma aposta séria na Nossa formação de Atletas, embora ainda não sejam suficientes os resultados objetivos dessa estratégia. Sei porque já ouvi os responsáveis assumi-lo várias vezes e no local próprio.
Quando a “Fábrica” começar a “produzir” 2 ou 3 Atletas por época, com capacidade de reforçar as Equipas seniores, o que deveremos fazer ao DP? Extingui-lo? Ou continuar a suportar os custos inerentes, sem lhe aproveitar o “output”?

A questão com a qual vos estou a confrontar, de uma forma simplista, é bem conhecida de todos os Gestores, que, cada vez mais, recorrem a serviços externos para suprirem necessidades pontuais, mesmo pagando mais caro, mas para manterem os seus custos estruturais ao nível mais competitivo possível.
Só que o Benfica não pode prescindir de manter um DP activo e eficiente, mesmo que não tenha necessidades para suprir no seu quadro de Atletas.
Assim sendo e uma vez que tem de suportar-lhe os custos, seria absurdo não tentar desenvolver um negócio que possa rentabilizar o seu DP, mesmo para além das suas necessidades desportivas imediatas. 

Concluindo, preparem-se para vermos a Nossa SAD a investir (pouco, claro) em Atletas que não são necessários ao Plantel, que vão ser economicamente rentabilizados em empréstimos e entre os quais, eventualmente, poderão sair alguns reforços a médio prazo, ou ser vendidos, sem nunca chegar a envergar o Manto Sagrado.

Espero ter conseguido explicar-vos o que, aparentemente, era “inexplicável”.

Viva o Benfica!