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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Como é tão simples a vida e as análises dos "verdadeiros" especialistas da bola...

Nas asas do gigante Alexandros Paschalakis (1,97m) ficou grande parte do "desperdício" da águia altaneira. E assim se empatou um jogo que podia ter sido ganho com naturalidade, colocando o maior clube português - pela enésima vez esta época - a um pequeno passo de um apocalipse medonho! Já não me lembrava, e eu sou pouco ou quase nada dado a essas coisas, de me levantar tantas vezes a gritar golo para logo me sentar a seguir, incrédulo com tanta falta de pontaria e...de sorte. Sim, porque a sorte também faz parte do jogo e, decididamente, porque essa arisca menina anda à demasiado tempo arredia da Luz. Independente da (falta de) sorte e da grande exibição de Paschalakis, ainda sobraram uma boa mão cheia de oportunidades que foram para fora! Faltaram os golos mas nunca a emoção...

E a satisfação de voltar à catedral, a minha primeira vez esta época, ultrapassa largamente o sentimento de injustiça que me acompanhou até casa. Revi alguns amigos, conheci outros (olá Carlos Louzeiro) e, ao lembrar-me dos esforços do corno para ajudar os sapos (arranjo de calendário) a chegarem à fase de grupos na época passada e das dificuldades extras (os sapos a meio dos play-off da Champions) que ele ajudou a colocar ao Benfica, ainda tive oportunidade de chamar rolha ao rolha Proença quando o descortinei, meia dúzia de metros acima de mim. Só por lhe poder demonstrar uma ínfima parte do amor que lhe tenho, já valeu a pena ter ido, ontem, ao estádio da Luz!

Os talibans da internet e os grunhos que me enchem a caixa de spam sempre que o Benfica não ganha, têm até sábado, e, na pior das hipóteses (para eles), até à próxima quarta-feira uma excelente oportunidade de ouro para descarregarem a raiva e o ódio que repetidamente os consome. Os benfiquistas agora desesperados, que ora morrem de amores pelo treinador do Braga ora clamam de inveja por não verem à frente do Benfica o aristocrata Luís Castro, precisam decidir-se de uma vez por todas. Ou aceitam o facto, milhentas vezes provado pelos especialistas da bola, que o plantel, os dirigentes, os médicos, a relva e os treinadores do Benfica não valem a ponta de um corno - aceitando com naturalidade todos os empates frustrantes que lhe colocarem no prato. Ou se, como arrotam inchados de bazófia infundada, pensam que o PAOK é que não vale um chavelho, basta-lhes esperar tranquilos pela segunda mão da contenda para lhes espetarem três ou quatro ferros no lombo! As duas e/ou o seu contrario é que me parece impossível.

Paulinho regressa e o Portimonense ainda agradece ao foculporto. Os oito milhões que o clube das putas pagou (!!!),  duas semanas atrás, pelo brasileiro agora devolvido (empréstimo que continha cláusula de compra obrigatória) que venha um corrupto qualquer e os encontre! Comunicados à CMVM, zero. Melhor do que o crime organizado acima da lei só mesmo um clube corrupto com leis feitas de propósito para ele; o TAD acaba de soltar mais uma enorme bufa na credibilidade da competição ao decidir a favor do francisco traques, no recurso que apresentou contra o castigo de 22 dias de suspensão, aplicado pelo CD da FPF. A liga do «VAR é tudo» e do «Felipe vale-tudo» continua bem como tudo, e tudo está bem como tudo quando tudo acaba bem como tudo a favor do clube onde vale tudo!...

Seja Cintra talvez seja o presidente que os verdadeiros benfiquistas suspiram para saírem da fossa que o empate com o PAOK os deixou mergulhados. O cashball não há meio de sair da gaveta e cheira-me que ainda hei-de ver o Presidente Marcelo a entregar a medalha de mérito da inginharia civil ao macaco madureira por ter descoberto em tempo útil as rachas do Coimbra da Mota. Os processos contra o clube do crime organizado não descongelam, nem mesmo com a terrível onda de calor que varreu Portugal, embora me pareça que a canícula tem sido mais do que suficiente para fazer derreter a desaparecida arma que suicidou o Mesquita Alves no estádio dajantas...

O asco que sinto por toda essa gente tira-me o discernimento necessário para não partir logo para a ofensa. Acabo de prometer a mim mesmo um período de nojo para recuperar os neurónios e as falangetas. Com vossa licença, duas/três semaninhas afastado da televisão, zero de jornais desportivos e quase nada de internet ao alcance das mãos, far-me-ão melhor que um pau de trinta centímetros espetado no cu do proença. E quem sabe se o interregno do campeonato já me encontra com essa vontade de voltar a desbaratar talibans. Até lá e porque também eu tenho a mania que percebo bués de futebol, ficam as minhas impressões do muito que passou ontem, na Luz...

Primeiro ponto. O PAOK está muito longe de ser tão mau como o quiseram pintar. Segundo, o Benfica tem argumentos mais do que suficientes (mesmo sem o monologo da Luz) para chegar à Grécia e ganhar. Ferreyra deu-me, sobretudo na segunda parte, boas indicações de estar a um pequeno passo de demonstrar o avançado de classe que é, e o Rui Vitória (que me perdoe a implicância) terá, desta vez, errado quando resolveu meter mais dois avançados em campo - correndo riscos desnecessários numa eliminatória que ainda não ia a meio - pensando (pareceu-me) muito mais nos treinadores de bancada do que naquilo que o jogo (me) pedia.

Muito bem na entrada de João Félix, mas o que o jogo há muito queria, até mesmo antes do empate dos gregos, era a presença de Alfa Semedo no, já algo debilitado,  meio campo para manter o PAOK instalado lá trás e nunca colocar mais um homem na área onde a confusão facilmente se instalou. E o Rafa era há muito (talvez desde o inicio do jogo) o flanqueador (que Zivkovic não é) que a equipa deu mostras de precisar para dinamitar o desamparado Vieirinha. Considerações fáceis, porque feias à posteriori - e facilmente rebatíveis por quem percebe a sério do assunto - trucidadas num instante por um qualquer leigo, onde me incluo, se uma pequena parte das inúmeras oportunidades criadas entrasse na baliza dos gregos...

Não há como não exigir ao Benfica essa presença na fase de grupos da Champions e ganhar aos sapos devia ser tratado, entre portas, como um alto assunto de estado. Rapaziada; é ganhar ou...ganhar. Com André Almeida a bater livres perigosos que não ultrapassam a primeira linha de defensores? Com o Cervi a bater cantos que não ultrapassam o primeiro defensor colocado ao primeiro poste? Duas perguntas que demonstram, à saciedade, como é tão simples a vida e as análises dos "verdadeiros" especialistas da bola...

Vê-mo-nos por aí, quiçá, algures numa (ocasional) publicação no facebook...https://www.facebook.com/guachos.vermelhos.7

quinta-feira, 21 de abril de 2011

DOR PROFUNDA!

Peço desculpa aos companheiros que regularmente visitam este espaço em busca de algo que identifique os seus pensamentos benfiquistas, por esta falta de vontade de me açoitar diariamente!
Sinto-me açoitado na minha dignidade e se nos dias (até um dia qualquer que não prevejo ser breve) mais próximos escrever algo, não serei dono das minhas palavras!
Digo-vos apenas que no meu coração não há mais espaço para tanta dor e frustração!
Não vejo os dirigentes activos e com vontade de lutar contra a maré corrupta e prevejo um futuro muito mau nas garras da olivdesportos que é o mesmo que dizer; nas mão dos corruptos!
Continuarão a gozar-nos a seu belo prazer e deixar-nos-hão ganhar um ou outro campeonato, uma ou outra taça de 5 em 5 anos para poderem continuar a encher os bolsos à custa dos benfiquistas, mantendo a viva a galinha dos ovos de ouro!
Pudessem eles passar sem nós e acabariam com o Benfica em poucos anos...
Não vejo ninguém com colhões para por fim a isto e estou mais que saturado de ver o Benfica humilhado por um filho da puta qualquer, quer ele se chame costa, pilas boas, xistra, benquerença e tantos outros que impunemente cagam em cima do Benfica!
E mais não me apetece dizer...
Até qualquer dia.