Por José Albuquerque
Este é um fantástico R&C!
Este é um fantástico R&C!
Sinceramente, Companheiros: trata-se de mais uma
demonstração de como, no Glorioso, se mantém a motivação para melhorar tudo,
mesmo o que já estava bem.
Por isso, começo com um incentivo a todos os
Leitores do GUACHOS, para que não tenham receio de uma eventual falta de
domínio sobre este tipo de temas e leiam o documento, pelo menos até à página
47: trata-se de uma leitura acessível, sobre um tema fundamental para o Nosso
futuro colectivo.
Tal como vos incentivo a lerem o que o Benfica Eagla
(NGB) vier a publicar sobre este assunto e, já agora, a manterem-se atentos ao
BENFIQUISTAEMCASA, uma vez que o seu Autor (o JV, que se anunciou como um
fiscalista) prometeu escrever sobre ele.
Este R&C está tão bom, tão melhor que os
anteriores, que eu sinto ser melhor começar pelas duas únicas críticas sérias
que lhe quero fazer: a primeira (i), mesmo sendo formal, tem a ver com este
quase vício de fazer publicar o documento no último dia do prazo e (ii), depois,
por ter passado mais um exercício sem que o Clube e a SAD tenham tido a coragem
e a visão de Gestão para solucionar o tremendo equívoco constituído pelo ACT
negociado pela Liga, no tocante ao esquema complementar de pensões de reforma.
O esgotamento do prazo limite de publicação ...
entristece-me. Mais que isso, insulta a minha inteligência e quase 20 anos como
profissional que convenceu muitos dos seus Clientes das vantagens de “bater
recordes” com uma publicação rápida dos seus R&C: vantagens em termos de
imagem (credibilidade, profissionalismo, competência e demonstração da
capacidade dos Gestores em controlar todo o sistema de informação interno).
Dá tanto trabalho fazer publicar um R&C em 60
dias, como dá se demorar 120 dias, pelo que eu não consigo entender esta demora
absurda, que quase sugere uma intencionalidade surrealista.
Quanto ao sistema complementar de pensões de
reforma, só ignorantes, ou mal intencionados, podem ter-se permitido, pela LPFP
e responsabilizando os clubes, assinar um tal compromisso.
Eu sei do que estou a falar (sou Atuário e concebi,
do ponto de vista técnico, o primeiro Fundo Privado de Pensões no Portugal pós
Abril), pelo que posso garantir a todos os funcionários jovens da esmagadora
maioria dos clubes nacionais que não se deixem iludir: se estiverem a contar
com essa regalia que está no vosso ACT, vão condenar-se a uma reforma de
miséria, porque os clubes não vos vão poder pagar o que vos foi prometido!
Considerando que o Nosso Clube tem a
responsabilidade de liderar o Futebol nacional, cumpre-Nos, na minha humilde
opinião, também, liderar o processo que erradicará essa mentira abjeta e no
mais curto prazo possível.
Espero que, daqui a um ano, eu possa aplaudir o
Nosso desempenho nestes dois pontos que qualifico de negativos.
Vamos, agora, ao Nosso R&C e, naturalmente,
começando pela “Mensagem do Presidente” ...
Grande, Enorme, Enormérrimo Presidente!
Quanto mais não fosse, pelo simples facto de não ter
escrito, em toda a sua mensagem, nem uma só vez a palavra ... Passivo!
Arre nabo, que estava difícil!
Já só falta que outros (DSO, Nuno Gaioso, etc.),
aprendam a responder à letra aos pés-de-microfone e junta-letras que lhes façam
perguntas sobre o Passivo: talvez dizendo-lhes que ... ele vai bem, obrigado.
Claro que a melhor parte deste R&C é o seu
conteúdo, no final de um triénio de enorme sucesso desportivo, com Resultados
acumulados positivos da ordem dos 45M€ (quase 50M€, se olharmos só para a SAD).
E o primeiro ponto que aqui quero destacar tem a ver
com esta palavra: triénio.
É que, pela primeira vez, a Nossa SAD entendeu o
recado do Fair Play Financeiro (da UEFA, portanto), passando a incluir no
R&C já não só os números deste exercício e do anterior, acrescentando
aquele que permite um horizonte de 3 exercícios económicos.
Pode parecer-vos uma ínfima alteração, mas olhem que
eu lhe atribuo uma importância determinante e ainda mais aplaudirei, se, como
faço votos, daqui a um ano verificarmos que esse horizonte voltou a crescer
(para 4 exercícios) e, daqui a dois, passe a estabilizar em 5 exercícios
económicos. Afinal, não são 5 “Balanços” que qualquer instituição financeira
pede quando tem de estudar uma proposta de financiamento?
Não querendo demorar-me sobre este aspecto específico
(para não alongar ainda mais este texto), ainda assim não posso deixar de
recordar a todos que o Nosso Clube já está firmemente determinado em prosseguir
uma estratégia de internacionalização (com alvo prioritário a oriente), no
quadro da qual seria pecado omitir um “namoro” aos capitais “ociosos” (aqueles
que não estão aplicados em investimento produtivo), cujo peso, já esmagador
hoje, continuará a crescer a longo prazo, mesmo que se mantenha esta maré de
baixas taxas de juro.
Neste cenário, os Nossos R&C vão ter um papel de
crescente relevo, como Nosso “cartão de visita”, pelo que me parece inadiável
prosseguir neste caminho que acabei de sugerir.
Passemos aos números e começando pelos maiores ...
O Activo e o Passivo cresceram, respectivamente,
46,2M€ e 25,8M€.
O que é que isto demonstra?
Considerando que o Activo mostra em que é que está
aplicado o dinheiro envolvido no negócio, enquanto o Passivo descreve as
“origens” desse dinheiro, aqueles crescimentos significam que, do aumento de
46,2M€ (aumentou o volume de dinheiro envolvido) aplicados, apenas 25,8M€ são
Capitais Alheios, tendo a diferença (20,4M€) sido executada por Capitais
Próprios!
E, muita atenção, isto acontece quando o Activo
(porque falamos de valores líquidos de amortizações) “deveria” ter diminuído em
cerca de 50M€, que é o valor global da Nossas Amortizações anuais.
É que se falássemos do Valor Bruto do Activo, então
teríamos de olhar muito para além dos 600M€ e a “preços de aquisição”, ou seja,
sem considerar a valorização de, por exemplo, passes de Atletas.
Por isso, vamos lá ver se acabam com brincadeiras
como a do “artigo 35”, ou, muito pior, tipo “falência técnica”.
Há uns dias, o GUACHOS recebeu a visita de um
autodenominado “taliban” que cá veio verter a sua “preocupação pelo crescimento
do Passivo” e, embora o Companheiro Manuel Afonso lhe tenda dado o merecido
corretivo, talvez ele fique contentinho ao saber que o total dos Nossos
empréstimos bancários caíu 48,7M€.
E apesar do já referido correctivo que ele de cá
levou, eu, inspirado pelos rabiscos do “somos porco”, vou repetir um exemplo
muito simples para ilustrar o uso, em negócios, de capitais próprios e alheios
...
Eu e o “taliban” temos, ambos, os mesmos 100 para
investir no mesmo tipo de negócio. Ele investe esses 100, gere bem e, um ano
depois, obteve, imaginemos, 20 de lucro (esqueçamos o tema impostos, que é
irrelevante neste exemplo muito simples). Ora sucede que eu, além dos meus 100,
obtenho um empréstimo de outro tanto (outros 100) e invisto isso tudo, ou seja,
200.
Admitindo que se trate de negócios tão pequenos que
não há benefícios de escala, se eu fizer uma gestão do mesmo nível, vou
conseguir, passado um ano, o dobro do lucro dele, ou seja: 40.
Ora como sucede que tenho de, justamente, “dividir
esse meu lucro” com quem me financiou metade do investimento, admitamos que
tenho um custo financeiro, que o “taliban” não teve, de 10% do empréstimo.
Ó “taliban”, já percebeste que, pelo simples facto
de eu ter acreditado no negócio e, por isso, ter recorrido a um empréstimo,
acabei ganhando mais 10 do que tu (mesmo depois de pagar 10% de juros)?
Este exemplo de chacha serve para que se perceba que
cada negócio, em cada momento e em cada mercado específico, tem um nível
“óptimo” de utilização de capitais alheios e que não existe um único caso de
negócio (legal e não especulativo) no qual só sejam aplicados capitais
próprios.
Há, mesmo, alguns sectores que não existiriam sem o
recurso a enormes participações de capitais alheios (financiamentos bancários,
essencialmente), como, por exemplo, a construção naval de grande porte, ou as
grandes obras de engenharia civil, exemplos em que nem o Cliente se pode
permitir um enorme investimento, parado durante muito tempo (vários anos, em
alguns casos), nem o industrial produtor se pode permitir financiar com
capitais próprios, todo o longo período de acumulação dos custos de produção,
até à conclusão das empreitadas.
É por isso que a Nossa SAD, neste triénio e
conseguindo cerca de 102M€ de Resultados Operacionais positivos (inclui ROPA),
teve de os “dividir” com quem Nos financiou boa parte dos investimentos:
daqueles 102M€, o Benfica “ficou” com quase 50M€ (o aumento dos Capitais
Próprios) e pagou a diferença em custos financeiros.
Em termos qualitativos, quero sublinhar duas partes
do R&C: a primeira quando ele demonstra sem remissão a importância
fundamental dos proveitos com as competições da UEFA, sobretudo da Champions e,
depois, quando lá se explicita a MISSÃO do Nosso Grupo – “O Benfica será a
organização desportiva de maior sucesso em Portugal, tanto no Futebol, como nas
Modalidades e tanto na perspectiva competitiva, como na vertente económica”.
Há uns anos que eu me exercito a escrevinhar sobre
as Nossas batalhas: a desportiva, a económica e a da comunicação.
Regressando aos números, chamo a vossa atenção para
estes que seguem, cuja importância me parece gritante: o EBITDA acumulado no
triénio atingiu os impressionantes 240M€!
É uma brutalidade!
74M€, seguidos de 73M€ (no ano do desastre na UEFA)
e, finalmente, 93M€: 240M€ de cash flow de exploração, ou seja, mais de 40% da
faturação total do triénio!
240M€ são o quádruplo dos custos financeiros,
no mesmo período!
E ainda há quem “se preocupe muito” com o Nosso
Passivo oneroso?
Só podem estar a brincar!
Esta realidade, que define uma exploração de
altíssima rentabilidade (desafio-vos a darem exemplos semelhantes noutros
sectores de actividade), realça a importância do actual processo de recuperação
dos Nossos Capitais Próprios, uma vez que foi essa relativa insuficiência que
permitiu, há uns anos, que os Bancos com os quais temos trabalhado
preferencialmente (NES/Novo Banco, Millennium e CGD) Nos tratassem tão mal.
Mais que isso, ainda lhes permite continuarem a
tratar-Nos muito mal!
Depois destes números, imagino que ninguém duvide
quando eu afirmo (há 2 anos) que o Grupo Benfica encontra alternativas de
financiamento bancário, quando quiser e num piscar de olhos.
Falemos, agora, dos Proveitos Operacionais sem ROPA
...
Cresceram de 102 para 126M€ (quando “desapareceram”
as quotizações).
Os proveitos UEFA, cresceram dos 14,5 (do desastre)
para 35M€. A BTV a decrescer de 34,6 para 33,4M€ (proveitos que, já o sabemos,
vão crescer no exercício em curso). A bilheteira a crescer de 5,2 para 7,8M€
(2,2M€ só pela Champions). O crescimento de 2,9M€ em “cachets” (aquela
pré-época).
Finalmente, a surpresa positiva que não se
confirmou, uma vez que a entrada da Emirates só significou mais 1M€ do que o
anterior patrocínio (embora a Emirates só tenha uma bancada).
Impressionante. Verdadeiramente impressionante, este
crescimento dos Proveitos Operacionais.
Vejamos, então, o grupo dos Custos Operacionais ...
Cresceram 11%, de 106,5 para 118,2M€ (inclui algumas
imparidades e os prémios pagos à Equipa pelo sucesso na UEFA).
Os FST’s cresceram de 32,2 para 34,8M€. Os custos
salariais cresceram de 59,6 para 61,5M€. As Amortizações (sem Atletas,
recordem-se), cresceram de 13,4 para 14,6M€ (principalmente por causa dos
direitos de Tv relativos a UFC e às ligas italiana e francesa).
Sinceramente e apesar de permanecer a necessidade
imperiosa de controlar a evolução dos Custos Operacionais, trata-se de
mais um resultado excelente (sem, sequer, fazer comparações).
Fala-se tanto dos Resultados com Operações sobre
Passes de Atletas (ROPA), que é bom dar-lhes uma olhada ...
O resultado final decresceu (4,8M€) de 34,9 para
30,1M€.
Os Proveitos cresceram (3,9M€) de 78,8 para 81,9M€.
Os Custos também cresceram (1,5M€) de 13,5 para 15M€. Finalmente, as
Amortizações contabilísticas do Plantel cresceram (6,4M€) de 30,4 para 36,8M€.
E ainda há quem insista em considerar os ROPA como
receitas ... “extraordinárias”. Brincalhões!
Para concluir a Demonstração de Resultados, já só
falta referir a evolução dos Resultados Financeiros, que quase não se alteraram
em valor global, embora tenhamos pago cerca de 2M€ a menos em juros,
compensados pela redução daqueles que cobrávamos à Nossa SGPS (que pagou tudo o
que devia à SAD, desde a reestruturação financeira).
Em síntese, mais um exercício com resultados
brilhantes, que só não se devem qualificar de “exageradamente bons”, porque o
negócio da venda do Renato foi desenhado de uma forma que reporta para os
próximos anos uma boa parte desses proveitos.
Ainda assim, 20,4M€ de “Lucro” líquido: uma
enormidade!
E concluo esta parte do texto (já iremos ao
Balanço), recordando-vos que, a manter-se este ritmo de recuperação dos Nossos
Capitais Próprios, ao 7º ano vamos ter de considerar uma nova “fatura” nos
Custos: a factura fiscal, em sede de IRC!
É que sete anos é ... amanhã.
Olhemos, agora, para a “fotografia final” deste exercício
(se a Demostração de Resultados é “o filme” do ano, o Balanço é a sua
“fotografia final”).
Quanto ao Activo (líquido) total, houve um
crescimento de 430 para 476M€.
A parte “não corrente”, cresceu de 340 para 360M€ e
a parte “corrente”, aumentou de 90 para 116M€.
Na parte Tangível (Activo “não corrente”),
registou-se um ligeiro acréscimo (3M€), fruto das obras de manutenção,
alargamento da “Fábrica” e, especialmente, dos novos Data Center.
Mas foi na parte Intangível que se verificaram
profundas alterações (um salto de 105 para 169M€), quer pelo aumento do valor
contabilístico do Plantel, quer pelo alargamento do contrato da SAD com o Clube
para a exploração da Nossa Marca.
Essa operação veio a permitir um outro impacto
relevante: com o “pagamento” da SGPS à SAD de toda a sua “dívida”.
Quanto ao Ativo “corrente”, o impacto mais
significativo acabou por ser a enormidade do crescimento da rubrica de “Caixa e
Equivalentes de caixa” (de 7 para 30M€), em resultado da operação com o passe
do “Bulo”.
Querem saber das principais alterações ao Passivo?
Ora façam o favor de me seguir ...
O Passivo total (consolidado), cresceu de 430 para
455M€ (de 360 para 385M€, se só olharmos para a SAD).
A parte “não corrente” quase duplicou (de 109 para
192M€), enquanto a parte “corrente” desabou de 321 para 264M€: é a este tipo de
processos que nos referimos quando falamos em “consolidação de passivos”.
De resto, quer nas rubricas de Fornecedores, quer
nas de Outros Credores, não me parecem ter-se registado alterações relevantes
que possam significar mudanças nos prazos médios de pagamento.
Importante, mesmo muito importante, é referir que o
Capital Próprio consolidado cresceu para os 20,9M€ positivos (é que nem vale a
pena comparar com clubecos), sendo de registar que a SAD, individualmente, já
quase atingiu os 26M€ de Capitais Próprios.
Podemos estar confiantes na soberba qualidade da
Gestão do Nosso Grupo?
Podemos, obviamente!
Este último triénio demonstrou a correcção da
estratégia prosseguida e, mais do que isso, a capacidade do Nosso Grupo para
reconstruir o seu Capital Social, paulatinamente, sem recurso a truques
contabilísticos e sem comprometer os objectivos desportivos, que são a Nossa
razão de existir.
Factos ocorridos após o fim do exercício.
É importante ter presente que as aquisições do Rafa,
dos segundos 50% do passe do RJ, dos segundos 50% do passe do Jardel, do Zivko
e do Óscar Benitez, só aconteceram após 30 de junho, data do encerramento do
exercício aqui reportado.
Identicamente, os negócios (quase 20M€) do Nelson
Oliveira, Carcela, Bébé, Sidnei (opção de compra exercida pelo Deportivo) e a
“prenda de natal” decorrente da ida do André Gomes para Barcelona, também já
foram posteriores a 30 de junho, pelo que serão contabilizados no exercício em
curso.
Curiosidades.
Embora eu seja absolutamente contra esta corrente
“voyeurista” que está a levar a Nossa SAD a alguns detalhes de informação que
me parecem descabidos e sem nenhum paralelo noutras Sociedades cotadas, recolhi
e passo a transmitir-vos algumas curiosidades que podem confirmar neste R&C
...
Os Custos com Pessoal, ventilados entre remunerações
fixas e variáveis, demonstram o que já podíamos suspeitar: enquanto a parte
fixa se reduziu (de 40,1 para 39,6M€), a parte variável cresceu de 9,1 para
12,3M€.
O valor (líquido) de Balanço do Plantel ficou em 115.192m€ e o da Nossa Marca em 53.200m€.
Aqui fica uma lista dos valores de aquisição de
alguns Activos (incluindo todas as alcavalas):
Raul Jiménez (primeiros 50%) à 9.836m€
Mitroglou (100%) à 7.475m€
Pizzi (segundos 50%, depois dos primeiros cujo preço
foi ... o Roberto) à 7.260m€
Carrillo (100%) à 6.612m€
Luca Jovic (100%) à 6.583m€
Franco Cervi (90%) à 5.742m€
Jonas Pistolas (Renovação + 40% das mais valias
futuras) à
4.513m€
Toto Sálvio (Renovação) à 2.649m€
Celis (100%) à 2.286m€
Jardel (Renovação) à 2.121m€
Grimaldo (100%, embora o Barça tenha direito a
prémio numa futura venda) à 2.121m€
E, já agora, alguns valores de aquisição referentes
ao exercício que terminou em 30 de junho de 2015:
Cristante (100%) à 5.230m€
Talisca (100%) à 4.750m€
Carcela (100%) à 3.411m€
Derley (100%) à 3.021m€
Taarabt (100%) à 2.925m€ (boa, Mike!)
Jonathan (40% + empréstimo de 2 épocas) à
2.675m€
Este texto já vai ao ponto de constituir um enorme
abuso à vossa atenção, mas eu não resisto a deixar mais uma pequenina prenda a
todos os anti, Taliban incluídos, que passam as suas tristes vidas a esgravatar
estes números, na vã procura de encontrarem algo que desmereça o Clube que Nós
Amamos.
Para esses, com toda a minha ternura, aqui fica este
“ferro de palmo”, ahahah
Como sempre, fico atento às perguntas que queiram
colocar-me na caixa de comentários.
Viva o Benfica!



