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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Previsão (Vamos a “Contas”?) – 3ª parte: andruptos.

Por José Albuquerque

Na sequência das 1ª (AQUI) e 2ª (AQUI) partes deste texto, cuja leitura recomendo aos que não as leram, por lá encontrarem informação que me vou eximir de repetir, nomeadamente no que toca às legendas ao quadro abaixo reproduzido, vou agora, nesta 3ª parte, reflectir e comentar sobre a síntese dos “R&C” da andruptosad nos 3 primeiros trimestres (julho de 2015 a março de 2016) do exercício terminado em 30 de junho passado, por forma a sustentar uma espécie de previsão para os resultados que o crac vai obter no 4º e último trimestre (abril a junho) e, consequentemente, os seus resultados finais anuais.

Ao contrário do que acontece com a osgalhada, parece-me que já está instalada na opinião pública uma noção da gravidade da situação económica e financeira daquela que era, há bem poucos anos, a SAD mais forte de Portugal e o facto de ser noticiada a situação crítica em sede de FPF é disso mesmo um bom exemplo.

Apesar disso, o cadastro do D. Cor(no)leone continua a ser bastante para que os adeptos engulam toda a gestão ruinosa que há de conduzi-los a uma crise de proporções difíceis de prever, na cegueira da esperança que mantêm numa espécie de “ó tempo, volta para trás” em que mais ninguém ainda acredita.
De facto, os números apresentados neste quadro são eloquentes e incontestáveis, vindo somar-se a outros dois exercícios anteriores altamente deficitários, concomitantes com um triénio de desastre ao nível dos resultados desportivos.

Impressiona como foi possível que o D. Cor(no)leone se permitisse deixar que os Custos com Pessoal (os salários e tudo indica que não estejam lá todos, ficando boa parte na rubrica de FST’s) quase igualem o total de Proveitos Operacionais, num pináculo de incompetência sem precedentes, que resulta de uma clara promiscuidade com interesses materiais pessoais e familiares: a andruptosad é o exemplo típico da empresa que definha, enquanto alguns dos seus gestores (e respectivos familiares) acumulam riqueza descontroladamente.
Em poucas palavras, a andruptosad está a saque e não é de agora!

Particularmente, chamo a vossa atenção para o impacto da venda do “ferrari” em janeiro passado (3º trimestre), com os números a provarem o que (não) valeu o “soberbo negócio” da saída do dito cujo para Inglaterra.
É, de facto, impressionante que, mesmo com vendas de passes acima de 61M€, ainda assim se possam prever ROPA negativos no final do exercício.

A confirmar-se esta minha previsão – um colossal prejuízo de mais de 60M€, a andruptosad vai voltar a ter Capitais Próprios negativos (com um crescimento descontrolado do Passivo), absorvendo em apenas dois exercícios o balão de oxigénio constituído pela absorção do estádio do ladrão e ficando nas mãos do FPF, a menos que os accionistas avancem para um enorme aumento de capital, ou, como eu já aqui admiti, apareça algum banco credor a trocar créditos por VMOC’s.

Mais do que os números que aqui apresento como estimativa, creio que ou vamos assistir a algum passe de mágica (com alteração no controle do capital da sociedade, ou alguma operação copiada da osgalhada), ou é uma questão de tempo até assistirmos a um violento “downsizing”, possivelmente já conduzido pelo próximo presidente do crac.

Como sempre, fico disponível para responder ás vossas sugestões, na caixa de comentários.

Viva o Benfica! 

domingo, 17 de julho de 2016

Previsão (Vamos a “Contas”?) – 2ª parte: osgas.

Por José Albuquerque 

Na sequência da 1ª parte deste texto, cuja leitura recomendo aos que não o leram, por lá encontrarem informação que me vou eximir de repetir, nomeadamente no que toca às legendas ao quadro abaixo reproduzido, vou agora, nesta 2ª parte, reflectir e comentar a síntese dos “R&C” da osgasad nos 3 primeiros trimestres (julho de 2015 a março de 2016) do exercício terminado em 30 de junho passado, por forma a sustentar uma espécie de previsão para os resultados que as osgas vão obter no 4º e último trimestre (abril a junho) e, consequentemente, os seus resultados finais anuais.

Recordo-vos que tenho por objectivo não só desmascarar a alegada “situação de equilíbrio financeiro” com que o Al Calotes tem enchido a boca e lançado uma espessa nuvem de fumo contra a mérdi@ e os carneiros seus adeptos, como também para provar que qualquer junta letras que se quisesse assumir como Jornalista, não necessitaria de se esmerar em conhecimentos de Economia para ler os “R&C” publicados pela osgasad e, com recurso à mais elementar aritmética, perceber o buracão que por ali vai, só sustentável porque continuam a abusar da complacência benevolente de alguém que, no Novo Banco ou no Millennium, já lhes tinha concedido um descoberto bancário de quase 25M€, a preço de saldo, até final de março e, seguramente, insistiu nesse desavergonhado benefício até agora, numa escandalosa e impune agressão à Verdade Desportiva.
Além da já referida alegação sobre o “equilíbrio financeiro”, as agências de comunicação que os ajudam a coaxar também insistiram em que não teriam prejuízo caso não tivessem tido de, por ordem jurisdicional, aprovisionar o que quiseram roubar à Doyen (e, por tabela, ao clube argentino ao qual ainda terão de pagar a justa compensação pela formação do Rojo, nela incluindo a verba competente pelo empréstimo do Nani que receberam), “mesmo sem vender nenhum atleta, porque não estamos vendedores e até já recusámos uma oferta de 80 milhões”.
Além de todas estas imbecilidades, também li, ou ouvi, ou ambas, um certo sapo televisivo a gabar-se de “neste 3º trimestre, até tivemos lucro” ...

Ora bem e começando pelo fim, os resultados da osgasad, no 3º trimestre (janeiro a março) só foram ligeiramente positivos por duas razões: pelo óbvio empolamento do negócio da troca do avioncito pelo barcos (reparem na brutal imparidade que tiveram de registar na linha das amortizações), como, principalmente, pela desavergonhada manipulação do valor das componentes de “Match Day” (bilheteira e bilhetes de época), para o qual registaram mais de 4,5M€ quando só tiveram um único desafio da Euroliga lá no wcxixi.
Muito me surpreenderei se, no “R&C” final, que, ao contrário destes, terá de ser auditado, não viermos a assistir a uma “correcção” destes valores de 31 de março e cá estaremos para o confirmar.

Mas, genericamente, mesmo aprovisionando (14,7M€) bastante menos do que vão ter de liquidar à Doyen (e ao clube formador do Rojo), incluindo a parcela dos juros que continuam a acumular, mesmo vendendo um dos seus melhores ativos, mesmo continuando a banquetear-se com as escandalosas benesses bancárias dos bancários que conseguiram encalacrar, mesmo com sucessivos calotes pendentes em Tribunal (e não aprovisionados), mesmo ..., mesmo ... e mesmo assim, vão ter de apresentar um prejuízo anual que vai ser mais do dobro (ele não falava em “dupla almofada”?) do valor que aprovisionaram (e que não chega) para pagarem o que devem pela tentativa de burla no caso Doyen.

Tal como eu já tinha escrito, o desvario com o visconde novo já leva a osgalhada a gastar em salários ao departamento de futebol, bem mais do que a Nossa SAD e mesmo numa época em que não tiveram de pagar prémios por conquistas, uma vez que até os 100 mil € a que o judas teria direito por aquela tarde no estádio do Algarve, parece que foram pagos na forma de 2 camarotes oferecidos aos fans do chiclas.
Entretanto, paulatinamente, na mesma medida em que os seus melhores futebolistas lhes vão exigindo prémios para renovação de contratos e na mesma medida em que o judas lhes exigir a contratação de futebolistas de algum gabarito, que não estejam em fim de carreira e que não consigam por empréstimo, vai ter de continuar a crescer o valor contabilístico do seu plantel e, consequentemente, o custo das respectivas amortizações.

Até há um ano atrás, a osgalhada tinha várias vantagens comparativas (em relação à Nossa SAD, por exemplo) ao nível dos custos, a saber: (1) o nunca suficientemente desmascarado “perdão de juros bancários”, (2) custos salariais que se ficavam pela metade dos Nossos e (3) custos baixíssimos em amortizações contabilísticas dos passes dos seus atletas, fruto de anos de aquisições de roscas e um plantel formado por jovens oriundos de alcoshit, reforçados por entradas “a custo zero” de futebolistas trintões.
Acumulando essas três vantagens com a burla perpetrada à Doyen, lá conseguiram evitar (?) os avisos da UEFA, em sede de FPF, que herdaram do tempo do engenheiro dos paquetes e lançar o embuste dos “vinte e tal milhões de lucros”, no verão do ano passado.

Passado um ano, com custos salariais (sem prémios, repito) que já ultrapassam 70% dos seus Proveitos Operacionais e com um défice estrutural que, na minha humilde opinião, ultrapassa os 20M€ anuais, como é que a mérdi@ vai continuar a permitir que o babalú prossiga impune na tarefa de manter os carneiros hipnotizados com os “não estamos vendedores” e/ou “recusei uma oferta de 80M€”?
E convém não esquecer que, ao contrário do que dizem (“esta época não tivemos receitas da UEFA”, quando tiveram mais de 12M€), não vejo por onde as osgas podem aumentar muito mais os seus Proveitos Operacionais, pelo que só mesmo vendendo passes de futebolistas é que podem conseguir pagar o descoberto bancário em que andam a nadar.

Mas, ó Zé, se as osgas venderem o careca e o sir não conseguem ter lucros para este próximo ano?
Claro que poderiam, mas, para que isso aconteça, duas coisinhas são necessárias: que haja quem lhes queira comprar e que o Al Calotes esteja para aí virado.
É que o babalú está como sempre quis!
Deve guita a toda a gente, parece ter crédito ilimitado (eu estimo que o descoberto já tenha ultrapassado os 35M€), não afronta o judas com saídas de jogadores e continua a lambuzar-se com um salário que nunca antes tinha sonhado (15 mil €). Se estivessem como ele e também fossem caloteiros, digam lá o que é que preferiam: colocar em risco o apoio do técnico e a reeleição (vendendo jogadores), ou continuar no mesmo mamar doce?

Como sempre, fico ao vosso dispor para qualquer assunto que queiram deixar na caixa de comentários.    

Viva o Benfica! 

PS; Não deixem de ler (AQUI) a primeira parte da «Previsão (Vamos a “Contas”?)» 
Amanhã publicaremos o "desastre" dos andruptos...

sábado, 16 de julho de 2016

Previsão (Vamos a “Contas”?) – 1ª parte: Benfica.

Por José Albuquerque

Aproveitando estas curtas férias do Guachos, esperei algum tempo após a espuma dos dias da equipa da FPF, a ver se aparecia um jornalista, um só que fosse, a investigar e questionar as “contas” daquilo a que eles chamam “as SAD’s dos três grandes”: ainda bem que esperei bem refastelado e aviado de comes e bebes, ahahah.
Nada, Companheiros! Nem “unzinho” só e para amostra.

Não há cão (especialista), nem gato (opinador), que não encha a boca, e/ou os textos, com frases que sugerem já terem percebido como o factor económico é determinante para o sucesso desportivo a longo prazo dos clubes de futebol: eles são os “3 grandes”, os “tubarões”, os “clubes vendedores” por oposição aos “clubes compradores”, as complicações com a negociação da “massa salarial”, as comparações entre “orçamentos” dos clubes, as referências ao Fair Play Financeiro, enfim, uma miríade de chavões esgrimidos com uma assombrosa falta de vergonha, por pessoas que deveriam sentir a obrigação de ultrapassar a ignorância mais militante em relação a tudo o que tenha a ver com a análise económica e financeira da realidade dos clubes.
É impressionante a desfaçatez com que lemos, ouvimos ou vemos pessoas a falar, tantas vezes a especular, sobre a situação económica dos clubes, percebendo que essas pessoas continuam a olhar para um “R&C” como um burro para um palácio e sem lhes pressentirmos nem o menor esforço para compreenderem os temas que abordam. E é tanto mais impressionante, porque não estamos a falar de assuntos da engenharia aeroespacial, da neurocirurgia ou da investigação bioquímica de ponta. Bem ao contrário, estão em causa tópicos tão corriqueiros que eles os referem todos os dias, várias vezes ao dia e, para cúmulo, sobre os quais tiveram de fazer cadeiras universitárias.
E se os jornalistas generalistas já não têm desculpa para essa ignorância militante, o que dizer daqueles que, com diversos graus académicos em ciências económicas e anos sem fim de jornalismo especializado, continuam a permitir que aldrabões compulsivos como o Al Calotes afirmem que “estamos financeiramente estáveis” sem serem desmascarados ou, no mínimo, imediatamente contestados.

Todos sabemos, bem demais, porque é que “isto” sucede: porque, não os havendo suficientemente independentes, em Portugal são muito raros os Jornalistas, se é que ainda sobrevive algum.
E não nos podemos espantar, porque vivemos no país em que o Jornalista que alertou para a desbunda no BPN (10 anos antes da bronca), viu a sua carreira posta em causa de tal forma que quase se viu forçado a emigrar, tal como, bem recentemente, vimos o poder político democraticamente eleito atirar-se como gato a bofe, ao Director da TV que alertou para a iminente resolução do Banif.

Não, Companheiros, já não é só de um certo mercantilismo jornaleiro que se trata: é de uma mérdi@ quase completamente condicionada e capturada por complexas redes de interesses e favores, ainda por cima servida por gente sem nenhuma vocação para a profissão, forçosamente obcecados pela mais elementar sobrevivência económica.

Ora é neste cenário que os dirigentes andruptos e da osgalhada coçam as barrigas de satisfeitos, quando sabem que as “Contas” finais deste último exercício só as vão ter de comunicar em finais de outubro próximo, já sob a camuflagem dos discursos demagógicos sobre as bolas que bateram na trave e, claro, sobre as apintagens, evitando, desse modo, uma natural contestação de muitos dos seus adeptos, caso os mérdi@ publicassem uma visão crítica correta sobre a situação económica desses clubecos, nomeadamente se a acompanhassem por previsões sérias sobre os valores que, inapelavelmente, vão ser publicados em finais de outubro.

Em vez disso, continuam as tiradas sobre “recusei uma oferta de 80 milhões”, a resistência andrade à saída do “topo gígio”, isto para já não falar muito sobre a insistente mentira “o Presidente do Benfica quer fazer 200 milhões em vendas”.
Será que o Companheiro Benfica Eagle, que, num passado recente, publicou insistentes especulações sobre as alegadas  dificuldades financeiras do Nosso Clube, supostamente um efeito de uma também alegada insolvência do Grupo Promovalor e da consequente perda de credibilidade do Nosso Presidente junto dos Gestores do Novo Banco, já se terá arrependido de todas essas especulações e, principalmente, por as ter concluído num boato segundo o qual o Presidente se preparava para “vender Atletas até conseguir 200M€”?
Acham que ele já se arrependeu?
Acham que ele já se deveria ter arrependido e, humildemente, desculpado?

Achem vocês o que acharem, eu sinto-me na obrigação de tentar demonstrar aquilo que espero que a Nossa SAD venha a publicar em termos dos resultados finais deste exercício que findou em 30 de junho e, já agora, fazer o mesmo para a osgasad e a andruptosad.
Com isso, desejo que o GUACHOS não só cumpra o seu papel de alertar os Leitores e os defender contra a demagogia de tofos os anti, Taliban incluídos, como, melhor ainda, demonstrar que não são necessários nenhuns recursos/modelos elaborados de ciência económica, para anteciparmos os números que vão chegar em outubro e, com eles, melhor perceber o que se vai passar até final de agosto, no que ao mercado de transferências respeitar.  

Comecemos pela Nossa casa: no quadro seguinte podem encontrar os elementos com base nos quais podem fazer a vossa própria previsão para a Demonstração de Resultados deste exercício, ou seguir os raciocínios elementares com base nos quais eu construí a minha própria estimativa. 
Comecem por não se assustar com a dimensão do que vos mostro, porque é muito mais simples do que parece. Eu explico ...

Do lado esquerdo, têm uma síntese da “Conta de Exploração” que permite demonstrar o “Res. Total”, ou seja, o “lucro” (se positivo), ou “prejuízo” do período em causa.
Um primeiro grupo de linhas que abarcam as principais componentes dos Proveitos Operacionais (1 Prov. Op): TV, prémios da UEFA, “Match Day” e Outros, que incluem, por exemplo, o merchandising, a publicidade e os patrocínios.
Um segundo grupo com as três principais componentes dos Custos Operacionais (2 Custos Op.): Pessoal (salários), Fornecimentos e Serviços (Externos) de Terceiros – FST’s e Outros (amortizações, etc.).
Um terceiro grupo que descreve as operações com passes de Atletas (3 ROPA), onde há Proveitos (os valores das vendas e empréstimos), o custo com as amortizações contabilísticas dos passes de Atletas e os outros custos (comissões, mecanismo de solidariedade, o custo do empréstimo do Mitro, etc.) decorrentes desse tipo de operações. Ou seja: o “Subtotal (3)” obtém-se subtraindo aos Proveitos as Amortizações e os Outros Custos.
Finalmente, uma linha com os (4 Res. Financ.) que sintetiza o saldo entre Proveitos e Custos financeiros (juros e outros), além de incluir os impostos a pagar em sede de IRC.

Assim, em cada coluna, o Resultado Total (última linha do quadro) obtém-se subtraindo aos Proveitos Operacionais (subtotal 1), os Custos Operacionais (subtotal 2), os Custos Financeiros (4) e somando algebricamente (adicionando se positivos, subtraindo se negativos) os valores de ROPA (subtotal 3).

Se olharem, agora, para as diversas colunas, reparem que as duas últimas correspondem à minha “previsão”, respectivamente, dos valores relativos ao 4º trimestre (PREV. T4 – abril, maio e junho) e dos valores finais anuais (PREV. ANO).
As primeira, terceira e sexta colunas (a negrito) apresentam os valores reais (arredondados a milhares de €) para os 1º, 2º e 3º trimestres do exercício, retirados dos Nossos “R&C”.
As colunas tituladas “Xm T1”, “Xm T2” e “Xm T3” apresentam os valores de média mensal em cada um desses três primeiros trimestres. Ou seja, cada valor na coluna “Xm T1” (por exemplo. UEFA – 3113) resulta do valor trimestral (9340) dividido por 3. A comparação, trimestre a trimestre, destas médias mensais, permite-vos não só “explicar” o que conhecem da realidade económica passada, como, ainda, apreciar a existência de tendências.
A coluna “Xm S1” corresponde à média mensal verificada durante os 6 meses do exercício (a soma dos 2 primeiros trimestres dividida por 6).
Finalmente, a coluna “Xm M9” apresenta as médias mensais, sobre os 3 trimestres, para cada linha (a soma dos 3 primeiros trimestres dividida por 9).

As minhas “previsões” para o 4º trimestre e o consequente resultado final anual.

Creio que este texto já vai demasiado longo para explicar, em detalhe, os raciocínios que me levam a apontar para os números que podem ler na penúltima coluna do quadro, que definem um “lucro” trimestral de 36,5M€ e, assim, estimam um “lucro” final anual acima dos 27M€.
Sinceramente, prefiro que cada um dos Leitores analise os números dos três primeiros trimestres e, com base nas informações que leu (viu e ouviu), faça as sua próprias “estimativas” e, se possível, reporte na caixa de comentários a conclusão a que chegou.
Desse modo, posso dar por concluído este texto, ficando ao vosso dispor para, na caixa de comentários, debatermos os vossos contributos e ficando com tempo para ir preparar os dois próximos textos, nos quais repetirei este exercício agora orientado para a osgasad e a andruptosad.

Como estou a receber telefonemas e SMS de Companheiros que me pedem que comente (ou esclareça) as notícias segundo as quais os chineses que compraram o Inter de Milão estariam a tentar rodear as limitações do Fair Play Financeiro, nomeadamente comprando passes de atletas (falam-me da osga careca) através do seu clube na China e, posteriormente, utilizá-los em Itália a título de empréstimo, deixem que vos diga o seguinte ...
O Comité de Verificação do FPF da UEFA, no caso dos 2 clubes detidos por grupos árabes (Man. City e PSG), não se deixaram enganar por contratos de Sponsor de valor altíssimo e, considerando-os como “fora dos valores de mercado”, procederam à respectiva “correcção”, resultando na aplicação de multas e limitação nas inscrições aos clubes prevaricadores.
Por isso, vai cair-me o queixo até aos joelhos se, agora e confrontados com esta chinesice, eles não fizessem o mesmo, “corrigindo” o custo desses eventuais empréstimos de tal forma que seja anulados os efeitos da chinesice.
Aliás e como sabem, eu já aqui defendi que a UEFA deveria proceder de igual modo quanto à benesse bancária com a qual a osgalhada está a distorcer a Verdade Desportiva desde há três anos.

Viva o Benfica!