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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Os resultados são o combustível dos Campeões

Por José Albuquerque

“Os resultados são o combustível dos Campeões”

Esta frase, que aprendi há mais de três décadas, deveria ser vivida, constantemente e a todos os níveis da vida do Grupo Benfica, Sócios e Adeptos incluídos.
  
O Glorioso Sport Lisboa e Benfica, todos o sabemos, é muito mais que um Clube: a Nossa História, desde sempre e hoje ainda mais, constitui prova insofismável disso mesmo e essa realidade está completamente vincada nos Nossos Valores essenciais (Solidariedade, Universalismo, Democracia, Desportivismo e Ecletismo, entre outros).
Esta última década, pressinto-o, ficará na História, na Nossa e na de Portugal, como a da resistência ao POLVO, desde o quase abismo em que ele (com a Nossa ‘autorização’, há que o confessar) Nos lançou, até ao Clube pujante que nunca deveríamos ter deixado de ser e que, hoje mais do que nunca, não só Somos, como prometemos vir a ser, a um nível antes inimaginável.

As coisas chegaram a tal ponto, nesta parte infame do “des porto porto guês” (pobre Invicta, que tal mancha te permitiste), que, regressados à Nossa História e aos Nossos Valores, não podemos alijar a responsabilidade patriótica que detemos, enquanto Maior Clube do Mundo, de crescer ainda mais e mais, secando este lamaçal vergonhoso que a Nossa crise permitiu. De tudo isto, sinto-o até aos ossos, tem a maioria dos Benfiquistas alguma consciência, pelo que só adianta repeti-lo para que ninguém se distraia, nem por um instante e por mais que a amestrada da mérdia e a incompetente ordem institucional não se cansem de tentar branquear, ou dourar, o nojo destas últimas três décadas.

E temo-lo feito, em pequeno número no início, que não fomos muitos a perceber o verdadeiro móbil e objectivos do “Bando dos 4 pintos”, em número crescente, sempre crescente e sempre crescente em capacidade, competência e motivação. Honra e Glória aos Benfiquistas que, por esse planeta fora, por este país dentro, em centenas de locais e milhares de oportunidades, hoje com o bastião da blogosfera Benfiquista, desde simples Adeptos até aos membros dos Nossos Corpos Sociais, TODOS, UM e fazendo jus ao Nosso mote “Raça, Querer e Ambição”, desmascarámos e combatemos o POLVO, assegurando o único bastião que lhe foi e sempre será inacessível.

Poderíamos ter feito mais e melhor? Claro que sim, mas essa é uma verdade universal e permanente.
O que, realmente, importa é que o vimos a fazer cada dia mais e melhor, amplificando constantemente as Nossas capacidades e competências, ganhando cada dia mais terreno ao POLVO, obrigando-o a entrar em túneis e a deles sair pior do que entrara, empurrando-o para um descaramento que tem tanto de inaudito quanto de desesperado e assegurando-lhe que o seu fim se aproxima a passos largos. Tomem nota do que aqui escrevo e recordem-se que o POLVO se instalou e desenvolveu no e do obscurantismo: como todas as outras formas de tirania e ilegalidade, ele não resistirá a uma plena revelação. 
Melhor ainda, fizemos isto sem nunca prescindir dos Nossos Valores, sem recorrer a quaisquer esquemas obscuros, sem espertalhices: com toda a transparência. Do sofrimento fizemos energias, do que poderia ser ódio fizemos Alegria e da derrota anunciada fizemos as Vitórias prometidas e já cumpridas.  
E é por tudo isto, Companheiros, que eu, olhando sobre o ombro, só consigo descobrir razões para ter ainda maior motivação. Mesmo quando reparo no que deveríamos ter evitado, logo me envaideço do tanto, tanto que conseguimos, no chamamento de uma ambição que, obrigando-me a aprender com os erros, me obriga a festejar os sucessos, todos e cada um, como semente da exigência sem limites que tenho para o futuro.

Eu nunca senti o Benfica sem um Imenso Orgulho, mas, confesso, tempos houve em que esse orgulho tinha a letra apequenada pelo sofrimento e pela sombra da dúvida. Hoje, já não consigo sentir o Nosso Clube sem sorrir de uma Vaidade que, por ser Universalista, nada tem nem de mesquinha, nem de arrogante, nem sequer de egoísta.
Hoje, com a certeza absoluta de que os meus Filhos e Netos viverão o Benfica no Desporto Português, sem pintos moluscos, prometo-me não só não esquecer, nunca, qual tem de continuar a ser o caminho, como garanto que não permitirei que a ignomínia que resta me impeça de festejar e celebrar a Vitória, seja a de ontem, a de hoje ou a de amanhã. 

Ainda bem que a Nossa Festa incomoda o POLVO: assim, podemos fazê-la quer por Paixão, quer por Razão! 

Que ninguém se iluda e ainda que eu use as aspas quando escrevo a palavra “Guerra”, estou, de facto e como pedem muitos de Nós e há vários anos, a falar de um combate sistemático e em todas as frentes possíveis contra todos os “braços” que formam essa coisa que subverteu o Desporto em Portugal e que Nos tem como alvo: com o próprio crac e o olibeiredo à cabeça, sim, mas não esquecendo a Liga, a FPF (e algumas outras Federações), a amestrada da mérdia e, até, boa parte do aparelho político e judicial, forçando uma reformulação radical quer nos Regulamentos (Disciplina e não só), quer, obviamente, na apintagem.
Tal como, já bem dentro do nosso horizonte temporal, houve muitos de Nós que confundimos o papel determinante que o Presidente teve como “disparador” dos processos Apito Dourado e Apito Final, bem como na tentativa de fazer com que a UEFA retirasse consequências deste último e eu espero que não subsistam dúvidas de que, sem a intervenção directa e duradoura do Presidente do Benfica (e a ajuda do então Presidente do SCP), nunca esses processos teriam visto a luz do dia, confundimos, dizia, com o início do tal confronto “final”.

Há muitos de Nós, entre os quais alguns Enormes Benfiquistas, que só lamentam que o Clube (e o Presidente, claro) não tenha feito uma aposta ainda maior nesses combates, talvez antecipando a rescisão com a sporcostv e, pelo menos, usando de mais “malandrice”. Muitos outros preferem que o Clube se continue a fortalecer e que venha a lançar-se nessa “Guerra” agora, com o fim do contrato com o olibeiredo e ainda há outros que definem outras etapas (como os 300 mil Sócios, por exemplo) como “tiro de partida”.
Ou seja, as questões permanecem vivas: (1) sim, ou não, uma estratégia de confronto aberto e generalizado contra o POLVO será necessária para a sua erradicação e, em caso afirmativo, (2) quando é que essa estratégia deverá ser colocada no terreno de forma declarada?

Como derradeiro contributo para a discussão, quero recordar-vos que, especialmente nas fases em que o crac mais acossado esteve, o principal “argumento” do POLVO sempre foi um só: “porque não conseguem vencer em campo …”.
Isto é tão, ou mais, importante, quanto todos estaremos de acordo que, a um POLVO (pelo menos) aparentemente mais forte (com mais guita da sporcostv, com a mérdia mais dominada que nunca e, principalmente, com um controlo absoluto sobre Liga e FPF, “Disciplina” e apintagem incluídas), corresponde um Benfica muitíssimo mais forte, sob todos os pontos de vista (capacidade financeira, o seu próprio grupo de média, 250 mil Sócios, etc.), incluindo … muitas, muitas Vitórias em quase todos os campos.

Por tudo isto, eu exigi-me escrever esta palavra de absoluta confiança em todos Nós e no Clube que Somos.
Cometemos alguns erros? Sim, cometemos, mas mantemos a determinação necessária para os erradicar!
Em resultado desse trabalho, desse Benfiquismo, o POLVO tem sido obrigado a ‘revelar-se’ e, assim, a ‘arriscar’ a própria subsistência. Há anos que procuro, no meio de outros, convencer os meus Companheiros de como o POLVO medrou e subsiste por mercantilismo puro e o “tempo que o tempo tem” tem-se encarregado de nos dar razão.

Nestes últimos dias, o POLVO sonha contra atacar-Nos onde mais lhe doeu: na Nossa BTV.
Ridículos e incompetentes, ‘esquecem-se’ dos motivos que obrigaram ao “Spin Off” da ZON a partir da PT e ‘imaginam’ uma via ilegal para manter um monopólio que já feneceu, implodido, e que não pode renascer através de nenhuma troca accionista.
A aquisição dos direitos de transmissão dos desafios da “Premier League”, assustou-os ao ponto de lançarem alguns boatos sobre a coesão entre o Presidente e um Administrador da SAD – o “Senhor televisão”. Infelizmente e como quase sempre, alguns Companheiros morderam o anzol e amplificaram a boataria.
No primeiro texto que escrevi para o GUACHOS VERMELHOS, disse que esta é uma hora para Benfiquistas e para Benfiquismo e hoje sinto que não posso fazer nada melhor do que recordar isso mesmo.     

Viva o Benfica!