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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Uma equipa fantástica!

Depois de uma semana deprimente - carregada de patrioteiros e parioteirismos da treta - a selecção do melhor tendão rotuliano do Mundo fez-se novamente à pista. Mal saiu dos blocos com o peso de tanta cagança e vaidades acumuladas. 

Conspurcada de gosma verde, por dentro e de fora, cheia de gente que na sua esmagadora maioria está apenas habituada a perder, a selecção que se auto-propôs ganhar o Europeu, fez, como era de esperar, um jogo à sporting do Lumiar. Excelente futebol; o melhor do Europeu, oportunidades e jogadas de encantar, e no fim, mais um empate maravilhoso. Só faltaram as criticas aos árbitros, a Vítor Pereira e mais juras de amor eterno ao video-vasco. No fim, pela voz do melhor namorado do melhor marroquino do mundo, ficamos a saber que a Islândia cometeu o crime de saber defender bem e que só deu pontapés para a frente. E nem faltou o clássico «há que levantar a cabeça» tão do agrado dos sapos.

O resto da comandita, numa muito bem consertada paranóia colectiva, disse só ter visto um remate da Islândia à baliza! 
Alem de coxos também são cegos!

Vamos à exibição dos craques...
Do capitinho da selecção já percebemos que falou muito e bem - antes e depois do jogo - onde, como sempre, se portou maravilhosamente. Bateu vários recordes, só na primeira meia dúzia de minutos, falhou esplendidamente - de baliza aberta - duas das melhores oportunidades do mundo - e marcou (contra a barreira) os dois últimos melhores livres do mundo. Sempre com enorme classe. Jogou tão bem como se exprime. Fantástico e maravilhoso.

Rui Patrício esteve sempre muito bem, como é apanágio das suas exibições no clube, onde joga sempre maravilhosamente bem e onde perde (ou empata) sempre muito mal.

Muita coesão no eixo da defesa, onde a mamã Pepe esteve sempre fantástica e o puto Ricardo não deu chances a nenhum iceberg que por ali passasse. O posicionamento perfeito dos dois - no golo da Islândia - vai servir para o compêndio que o prof. Santos está a compilar para ensinar os mais novos.
O Vieirinha mostrou que sabe jogar um futebolzinho que tem na pequenina chuteirinha. 
Raphaël Guerreiro, no lugar de Eliseu, pôs todos os especialistas de pito aos saltos de satisfação, o que diz tudo da sua maravilhosa capacidade defensiva e ofensiva. 

Danilo esteve fantástico. Nos passes para trás e para os lados não há quem o bata e não perde um lance de cabeça o sacana do moço. Forma com William Carvalho o par de pinos mais interessante do Mundo. 

André Gomes falhou no passe para golo. A melhor solução era o envio da bola para o jogador que aparecia nas costas de Nani, o que daria, em caso de golo, origem a milhares de fotos, gel às toneladas, e milhões de likes nas redes sociais. E assim se estragou um belo golo, transformado pelos lacaios de serviço numa mera jogada, mais ou menos bem delineada.

João Mortinho mostrou estar em grande forma, com grande capacidade física, e também provou ser um exímio marcador de livres e cantos. É um perigo à solta nas bolas paradas! Que colosso! Parabéns ao Fernando, pela perspicácia. Dizer que João Mário jogou como nunca e perdeu (empatou) como sempre é o maior elogio que lhe posso fazer. Esteve à altura da clausula dos 60 milhões.

Nani marcou um e falhou outro. Quaresma entrou e não deu uma patada em ninguém, ao contrário da mamã Pepe, que continua a mesma besta de sempre. 
O Ederzito jogou um bocadito para aquecer o motorzito e o veterano Renato lá teve mais 20 minutos de fama enquanto não mete os papeis para a reforma. Percebe-se que já não tem andamento no meio de tantos aceleras...

Ah, e ainda deu para perceber que uns rapazes de branco andaram por ali só para chatear o melhor penteado do mundo. Pareceu-me haver ali dedo do Platini e do Blatter...

De realçar que esta selecção do melhor penteado do Mundo é a única, no Mundo, que não tem um titular da equipa campeã do seu país. O tricampeão português não consegue meter um único jogador capaz de ombrear com todos aqueles craques! Só por aí se vê a força da selecção do melhor par de brincos do Mundo.

Mas não se pense que aquilo foi só grandes exibições....
Muito mal esteve o André Almeida - sem pique para ir à linha de fundo. Pizzi esteve irreconhecível e o Eliseu mostrou todos os defeitos do costume. Uma vergonha o açoriano tricampeão! Não acerta uma!

Nota de rodapé...
Depois do cerebre que viu a Europa pelo Brasil acima chegou a vez do mago dos melhores auscultadores e do melhor brinco do mundo arrasar os hereges! "A Islândia foi uma vez à nossa baliza e marcou 2 golos"!! Há que levantar a cabeça.

E para que não reste a mínima duvida...
Uma equipa que ignora os tricampeões portugueses, Pizzi, André Almeida, Nelson Semedo e Gonçalo Guedes, e faz de conta que Eliseu e Renato Sanches não existem - tem mesmo de ser uma equipa fantástica.