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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Um Mundo só deles!

Anda meio mundo escandalizado com o acórdão dos juízes pré-históricos da Relação do Porto sobre a mulher adultera e o seus agressores. Confesso que - apesar do asco que senti do sujeito (obviamente senhor de um par de cornos maiores que os do rasteiro rui santos) que escreveu tamanha enormidade - não me surpreendi minimamente. Há decadas que me habituei a olhar para o Porto como um mundo à parte na sociedade civil. Ali é normal corromper, coagir, bater na policia, insultar, achincalhar, ameaçar, roubar...basta ler o livro e as confissões do macaco madureira, onde reconhece esses e outros crimes sem quaisquer consequências. Basta ver a impunidade do foculporto. Basta olhar para o regresso do Boavista à primeira liga. Basta lembrar o Paulinho Santos, o Fernando Couto, Jorge Costa, burro alves...basta seguir os cotovelos e os pitões do Felipe...basta relembrar a desaparecida arma que suicidou o Mesquita Alves e basta observar o silencio cúmplice da imprensa...basta ouvir as escutas do youtube e verificar o desfecho do apito dourado! Um mundo só deles.

No Porto, a única lei existente é a que emana de dentro do clube da fruta. O regafofe é de tal maneira gigantesco que um juiz da comarca da cidade considerou recentemente de "interesse publico" a divulgação truncada de correspondência privada. Hoje, qualquer badalhoco que queira espiolhar correio do rival, da esposa, da empresa ou do vizinho do lado, pode fazê-lo com total liberdade. No Porto é tudo normal!

Eu tenho como certo que os pré-históricos Neto de Moura e Maria Luísa Abrantes, os juizes do acórdão, se embebedam que nem umas vacas loucas na fonte que inspira o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol que entendeu deliberar que Islam Slimani, do sporting de Lisboa, não agrediu Samaris pelas costas, como todo Portugal viu em varias repetições - ao vivo e a cores - em directo, na televisão! Vão ler o acórdão dos justiceiros da bola e digam lá se a cartilha não é a mesma ou parecida...