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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Estabilidade ... sim ou não?

Por José Albuquerque

Tal como o Guachos e ao contrário de 99% dos Companheiros que escrevem em blogues, eu sempre recordo os Leitores que não percebo quase nada de futebol: rompi muito sapato na escola e no liceu, mais tarde ainda joguei alguns sábados de manhã num campo pelado de futebol de 11, com amigos e colegas da Faculdade e, finalmente, como a maioria, assisto, nos estádios ou pelas TVs, a muitos desafios. Isso e uma meia dúzia de livros lidos não são nada que me habilite a ter mais do que opiniões muito humildes.
Uma dessas, talvez aquela em que mais insisto, é a defesa da estabilidade técnica, organizacional e dos próprios planteis, sempre vistos como realidade(s) dinâmica(s) que há que tentar melhorar, sem perder o que de melhor já existe.

Este tipo de atitude é o resultado da minha experiência de vida, quer profissional quer não, que me ensinou o valor de alguma sabedoria popular do tipo de “o óptimo é inimigo do bom”, “mais vale tarde que nunca”, “primeiro a obrigação, depois a devoção”, “não há rosas sem espinhos” e outros tantos que nos deveriam sugerir muito mais reflexão que sorrisos.
Quando eu (ainda, ahahah) tinha trinta anos e mal cabia em mim com o tamanho de alguns sucessos profissionais, embora mantivesse muitas costelas revolucionárias, já pensava como hoje e sempre me recusei a substituir o passado por um futuro novo, sem, antes, certificar-me que não iria desperdiçar o que de bom já estava feito, mesmo quando sentia que até essas partes poderiam ser melhoradas. Devo a essa atitude uma boa parte do que consegui na vida.

Assim sendo, Companheiros, claro que a minha primeira preocupação perante a necessidade de ver a Nossa Equipa ter um novo comando técnico foi dizer ... oxalá consigam preservar tudo o que de bom foi conseguido nestes seis anos mais recentes.

Estabilidade deve ter sido o primeiro conceito em que eu pensei. Num quadro de alguma inevitável instabilidade, mais forte e profunda a minha convicção de que a necessária mudança será tanto mais inteligente quanto melhor for capaz de preservar o melhor da situação que vai ter de ser alterada.

Nada surpreendentemente, muitos dos Companheiros com quem tenho falado desde a surpresa do início deste mês, incluindo o meu Filho mais novo, encontram-se nos antípodas da minha preferência e apresentam-me argumentos poderosos, essencialmente sustentados em três vertentes da realidade actual do Glorioso e da Nossa Equipa de Honra: (1) a urgência em confirmar um “corte com o passado”, (2) a necessidade de executar um rejuvenescimento do Plantel e, finalmente, a vantagem em conseguir, imediatamente, (3) arrancar os Adeptos do torpor pessimista em que caíram na sequência da surpreendente saída do antigo técnico.

É um facto incontestável que, no horizonte do contrato assinado com o Nosso Técnico, há seis titulares da Equipa que terão de ser substituídos, mesmo que nenhum deles o quisesse e mesmo que nenhuma proposta das arábias os viesse atormentar: Júlio César, 3 defesas (safa-se o Jardel) e os 2 avançados, não serão titulares daqui por 3 épocas!
Este é o mais forte daqueles três argumentos, pelo menos até que alguém me prove a “urgência de cortar com o passado”, ou me ensine o que raio podemos fazer contra o “torpor pessimista” de alguns Companheiros que não implique gerir o Clube de fora para dentro.

Por outro lado e por mais fervoroso adepto que o Presidente fosse da estabilização do Plantel, todos sabemos que nada nem ninguém pode garantir que alguns Atletas vão ficar na Equipa, seja por terem o chamado “muito mercado”, seja por estarem a terminar contrato, seja porque, mesmo tendo contrato, há ofertas (salariais e compensatórias) que são irrecusáveis. De facto, não é em vão que a maioria dos treinadores (como, por exemplo, aquele que as osgas contrataram) diz que só pode começar a detalhar os seus planos já bem no final de agosto.

Complicado?

Confusos?

Eu acho que sim e, por isso, muitas vezes me sinto um pouco confuso quando tento escrevinhar numa folha de papel o que poderia ser um simulacro de ‘Plano de Trabalho para a pré época’.
E olhem que grande parte da minha experiência profissional foi adquirida em sectores e mercados altamente inovadores, concorrenciais e abertos. Ainda assim, nada que se possa comparar ao desafio que o CA da Nossa SAD enfrenta todos os anos, especialmente nas duas “janelas de transferências”.

Pensem bem e ... admitam o pandemónio, ahahah. Sobretudo entre cada junho e o agosto imediato.
E se é verdade que “quanto maior a nau, maior a tormenta”, eu sempre prefiro pensar que “when the going gets tough, the tough have to get going”, ou seja: se eu fosse invejoso, invejava os que aceitam o desafio de enfrentar cada nova pré época com a ambição de preparar tudo com acrescida ambição.

Por tudo isto e sem ponta de demagogia, há que acreditar nos princípios que já deram resultados, atacar o mercado bem cedo (desde janeiro) para adquirir os Atletas que representem o melhor compromisso de qualidade potencial/preço, aliviar o Quadro de Atletas sob contrato do maior número de casos em que nem sequer seja necessário o parecer do Técnico principal.
Esta parte parece fácil, certo?
No mínimo não parece tão complicado como as “guerras de julho e agosto” e, uma vez mais, parece-me ter sido bem conseguida, desde as chegadas do Mukhtar e do Johnathan, até ao mais recente conjunto de jovens que me parecem destinados a completarem a sua formação de águia ao peito (uns nos Juniores, alguns emprestados e a maioria na Equipa B), passando pelo longuíssimo namoro com o já Adepto Zivkovic (um daqueles que não há dinheiro que pague) e terminando em dois Atletas com mais de 23 anos, formados na Europa (de “marroquinos” só têm o nome) cuja integração, se conseguida, Nos fará muito felizes.
Terminada (e bem, ou muito bem, no caso de se conseguir o jovem prodígio sérvio em boas condições contratuais) esta fase, agora ... fia mais fino!

Sabemos que a Nossa SAD já garantiu um fecho deste exercício ao nível do anterior (resultados positivos desportivos e contabilísticos), aliás a única razão para que não tenha sido formalizada a conclusão do negócio do Cancelo, que a SAD deve preferir reportar para o próximo exercício contabilístico, pelo que tudo o resto que já esteja negociado só vai aparecer a partir de dia 1.
Para todos estes casos, o meu primeiro aplauso vai para o excelente nível de confidencialidade que se conseguiu em todas essas operações, mantendo os mérdi@ muito razoavelmente afastados dos Nossos “alvos”.

As batalhas de julho e agosto.

Vão ser duras, no mínimo!

Vai ser necessário substituir o Nosso lateral direito (eu acredito que a proposta do Glorioso não deve ser retirada, apenas para não aliviar a pressão sobre os que o querem contratar e para que o Atleta nunca possa dizer que o Clube foi menos grato com o seu profissionalismo).
Vai ser difícil segurar o Gaitan e só não vai ser impossível (como se houvesse impossíveis) fazer o mesmo com o Sálvio pela razão que bem conhecemos.
E, depois, podem sempre aparecer umas daquelas ofertas que não seguem nenhuma racionalidade desportiva (talvez eu devesse aqui colocar o exemplo do ainda Nosso lateral direito) e que se prendem com a necessidade que alguns mercados sentem (EUA, EAU, China) de efectuar investimentos publicitários de divulgação de uma modalidade desportiva ainda com relativa expressão local.

A tudo o resto eu espero que o Presidente se oponha ferozmente, exigindo o valor das cláusulas estabelecidas com o exacto propósito de punir quem não quiser respeitar a Nossa necessidade de preservar um mínimo de estabilidade a uma Equipa Bicampeã que acaba de mudar de Técnico Principal.

E termino com umas palavras dirigidas ao Nosso Técnico ...

Companheiro Rui Vitória, Mister do Enorme,

Antes de mais e concomitantemente com a repetição das humildes boas vindas que já, Todos Um, aqui lhe demos, permito-me sugerir-lhe um texto que o Guachos lhe dedicou logo que foi conhecido o seu regresso a casa.
Depois de ler esse texto, vai saber que tudo o que aqui lhe peço ... deve entrar-lhe por um ouvido e sair pelo outro.

Gostei muito de saber que alguma da sua ambição mais imediata passa por enriquecer a Equipa com um maior “vocabulário táctico” que não se resuma a um simples recolher das linhas (no 1x4x4x2 habitual), mas peço-lhe duas coisas: (1) que aceite o desafio de manter os frutos essenciais quer do sistema, quer da “ideia de jogo de tracção à frente” que os Atletas tão bem têm desempenhado e (2) quando equacionar as situações em que a Equipa seja forçada a jogar com apenas 10, estude os vídeos dos Nossos encontros mais recentes nessa situação (imagino que o Pietra e o Shéu lhos possam apresentar e comentar), porque me parece constituírem uma brilhante inovação com a assinatura de uma excelente técnico que tivemos no Glorioso.

E prepare-se. Prepare-se para ser levado ao colinho.    

Viva o Benfica!   

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

De más exibições e de golos duvidosos está o museu do clube da fruta a abarrotar de troféus!

Virgem ofendida
Rúben Amorim, Fejsa, Eliseu, Sílvio, Luisão e André Almeida; Enzo Perez e Salvio! Pelo menos 8 jogadores que ficaram de fora das opções do treinador por lesão ou castigo! Qualquer deles seria titular contra o Gil Vicente..Depois da razia do último verão - restavam 3 dos últimos campeões nacionais no onze inicial. E os três que entraram durante a partida só engrossaram o numero de jogadores que meses antes nem sequer se conheciam pessoalmente! Quatro meses depois foi este o cenário ontem no estádio da Luz.

Nestas circunstâncias - chegar a fim da primeira volta com 6 pontos de avanço sobre o segundo classificado, por todos considerado o favorito indiscutível, que tem ao seu dispor o melhor plantel de todos os tempos, sem lesões nem castigos que o impeçam de se apresentar sempre na máxima força é...NOTÁVEL - SIMPLESMENTE NOTÁVEL!

Constato que os benfiquistas não aprendem de todo e parecem viver num mundo irreal: vejo-os sempre muito mais entusiasmados e felizes se o Benfica 'jogar muito bem', falhar uma dezena de oportunidades de golo e...perder. Se houver um golo contra, marcado em fora de jogo, é o cenário ideal; grande choradeira nas redes sociais e uma fé inabalável ...
«somos os maiores do mundo e se continuarmos a jogar assim até os comemos carago»...depois, em Maio, é ver na TV a av. dos aliados pintada de azul, os espanhóis a festejar, e o melão a aumentar! Não percebem que é precisamente nestes jogos onde se ganha, jogando mal, que os campeonatos se decidem. E depois, vão para as redes sociais insultar o treinador e os jogadores! Devem pensar que basta vestir uma camisola vermelha a um pau de vassoura que ele passa logo a marcar mais golos que o Cristiano Ronaldo e o Messi juntos! Cambada de burros.

A diferença entre o ser campeão ou ficar em casa a escrever comunicados é feita nos jogos onde uns não jogam um traque mas ganham, mesmo que através de um lance procedido de jogada duvidosa, e outros - onde se joga muito bem e se perde! Os chavões dos perdedores «Jogamos muito bem e a jogar assim vamos ser campeões» não passam disso mesmo; chavões de perdedor que só servem para aliviar a frustração e a raiva - mas que não dão pontos nem campeonatos. E ainda são os pontos que os fazem ganhar - não as boas exibições. De más exibições e de golos duvidosos está o museu do clube da fruta a abarrotar de troféus!

O golo de Gaitan é absolutamente limpo, contudo, foi procedido de um lance em que Maxi Pereira estava de facto em posição ilegal. Lamentavelmente o árbitro assistente não viu, deixando seguir o lance...foi assim que os cumentadeiros justificaram um lance absolutamente parecido e de desfecho exactamente igual, na época passada, no lagartos-Benfica que se disputou no alvalixo..e não vi nenhuma virgem ofendida!

Assim como o árbitro do Benfica-Braga, não viu, logo aos 10 minutos de jogo, que Jonas seguia isolado para a baliza quando foi derrubado por Pardo, acabando por não lhe mostrar o correspondente cartão vermelho, que deixaria não só o Braga a jogar com menos um elemento durante 80 minutos, como evitaria que esse mesmo jogador acabasse por marcar o golo que eliminou o Benfica...Não vi então ninguém indignado com o erro (grosseiro) do árbitro. E não vi nenhuma virgem ofendida!

Na sexta-feira passada, Jackson marcou em fora de jogo e não se ouviu um pio na cs...
A meio da semana os lagartos marcaram ao Vizela, jogando em Moreira de Cónegos, um penalti falso como judas, e ainda ontem, na Choupana, houve um fora-de-jogo mal assinalado a Rondon que se iria isolar e Carrilho jogou a bola com as mãos dentro da área sem que o penalti correspondente fosse assinalado. E não se viu nenhuma virgem ofendida a reclamar...Foram lances difíceis de analisar, disseram os especialistas de arbitragem!
Não é novidade para ninguém que sempre que parte disparado na frente começam logo as choradeiras e as campanhas (bem) osquestradas para fazer parecer que o Benfica é beneficiado. Na segunda volta vai acentuar-se e vai ser terrível. Aconselho os responsáveis benfiquistas a estarem muito atentos e...pro-activos. (Mais tarde prometo publicar matéria prima para ajudar os nossos cumentadeiros espalhados pela cs...)

Tinha aqui preparada uma frase que escrevi no meu facebook mas não consegui encaixa-la no post por demasiado sério...detesto ter de escrever este tipo texto sem as provocaçãozinhas da ordem e sobretudo sem "a ironia de costume"...pelo que, mesmo metida à pressão, aqui fica ela...

Embora não fosse uma exibição capaz de encher a vista aos adeptos benfiquistas...a avaliar pelas queixas, foi suficientemente boa para encher o ''olho'' a milhões de frustrados que ontem foram forçados a jantar de pé...

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Vamos a contas? O valor do Plantel.

Por José Albuquerque

A discussão dos temas económicos e financeiros do Grupo Benfica, acaba, recorrentemente, por desembocar em alguns debates aos quais o tempo e os esclarecimentos não têm trazido muita fertilidade, no sentido em que há’ sempre Companheiros que, desaproveitando o que já’ foi discutido, insistem em argumentos errados, comprovadamente errados, só por para eles serem atraídos pela mérdia mais ignorante, pelos anti Benfiquistas e, ate’, por alguns Companheiros que, por fazerem parte de uma minoria minoritária que acredita que os fins justificam os meios, preferem fazer oposição aos Corpos Sociais a partir de uma vergonhosa e descarada má fé.

Títulos como os “Passivo galopante”, “falência técnica”, “futuro comprometido” e quejandos, continuam a fazer as delicias dos demagogos, Benfiquistas ou não, alimentando uma campanha (que eu não duvido seja alimentada pelo POLVO) cujo único objectivo consiste em tentar disfarçar os soberbos resultados económicos e financeiros que o Benfica conseguiu desde que o arrancamos do abismo para o qual o tínhamos deixado cair no período Damásio/Azevedo.
Ora sucede que essa falaciosa campanha, sistematicamente desmentida pelo crescimento qualitativo e quantitativo do Grupo Benfica, germina sobre uma insuficiência tão simples e ridícula, quanto fácil de desmontar: a incapacidade da “Contabilidade” para descrever com rigor a actividade especifica de uma Sociedade Anónima Desportiva como a Nossa.

Benfiquista, Sócio, Accionista e Economista, há anos que venho tentando, sem grande sucesso, diga-se em abono da verdade, esclarecer este simples problema, demonstrando pela prática o que deveria ser uma evidência universalmente reconhecida, ou seja: que os principais itens do Activo da Nossa SAD estão muito subavaliados, contendo mais valias potenciais que podem ultrapassar o dobro do seu valor contabilístico e, assim, subvertendo uma “normal” avaliação contabilística dos seus resultados de exploração.
Foi nesse quadro que escrevi, há mais de um ano e a propósito do “R&C” do exercício terminado em junho de 2011, um texto publicado n’OBELOVOARDAAGUIA (com o titulo “Avaliar o Activo da Benfica SAD”), cuja leitura recomendo a todos, mesmo aos que já’ o leram. (reproduzido integralmente no GV) (AQUI)
Esse texto refere especificamente 3 itens do Activo, a saber: (1) o conjunto do Activo Tangível (edifícios, parque desportivo, viaturas, equipamentos, mobiliário, material, etc.) e 2 itens do Activo Intangível, nomeadamente (2) a “Marca” Benfica e (3) o valor do Plantel.
Como, uma vez mais, houve Companheiros que, muito recentemente, entenderam reincidir na demagogia barata de tentar passar uma mensagem segundo a qual o Nosso Plantel estaria sobreavaliado no Balanço da SAD e, em simultâneo, seguindo uma sugestão do Companheiro Carlos Alberto, entendi ser oportuno voltar a escrever sobre este assunto, discutindo …

O valor do Plantel em 30 de junho de 2013.       

Como ponto de partida, sabemos que o conjunto de todos os “passes”, ou as partes detidas pela SAD, dos 88 Atletas cujos direitos económicos  e desportivos Nos pertencem, estão contabilizados por um valor liquido de 98 milhões de euro, apesar de o somatório dos respectivos custos totais de aquisição (incluindo custos gerais, “luvas” e prémios de renovação) ter atingido os 177 milhões. Só’ esta diferença já’ sugere que 98ME é um valor muito abaixo daquele que corresponde ao valor real do Nosso Plantel, uma vez que sabemos que a maior parte dos Atletas se valorizaram no Benfica. Alias, todos sabemos que basta um futebolista ser “colocado na órbita” do Glorioso para ver automaticamente valorizado o seu “passe”.

Diferentemente do que fiz naquele supracitado texto, desta vez (vide figura anexa) arrisquei fazer uma avaliação individual dos Atletas, o que torna os valores bem mais discutíveis. No caso dos Atletas que foram avaliados pelos especialistas do Benfica Stars Fundo (os que la’ estavam, mais o Sulejmani que acaba de entrar), obviamente segui o valor conhecido (quem sou eu para os contestar, mesmo discordando em alguns casos).
Em relação aos Atletas que compõem a Equipa A, esforcei-me por lhes atribuir valores prudentes, sobretudo naqueles casos que fazem parte da lista “dos mais valiosos” que vem destacada no “R&C”.

O desafio que vos proponho é muito simples: que cada um avalie segundo os seus critérios e, quando chegar a um valor final, calcule a diferença para os 98ME pelos quais estão contabilizados todos os seus passes.

A minha lista apenas avalia 72 Atletas, 4 dos quais com valor nulo: o Martins, o Huang e os dois que já saíram (Roderick e Pimenta). Portanto, admito que os 16 Atletas que faltam sejam todos juniores, razão pela qual também os não avaliei.
Reparem bem que este “R&C” refere explicitamente que a SAD manteve parte dos direitos económicos sobre os (sem dizer quais) Atletas que deixou sair a custo zero mais recentemente, mas também desprezei esses valores, porque não tinha como avaliá-los.
No caso do Ola John e apesar de a SAD continuar a deter 100% do seu passe (contabilizando o financiamento da “Doyle” como uma divida a pagar, apenas somei 50% do seu passe.

Conclusão

Para não perdermos muito tempo com uma discussão infértil, eu sintetizo a minha conclusão nesta simples frase: se o CA me perguntasse se devia vender todos os passes por 300 milhões, a minha resposta seria um claríssimo … NÃO!

Viva o Benfica!  

Segue-se minha lista de cálculos simples de avaliação dos Atletas...

Atleta
Avaliação
% detida
Valor
Observações





Nelson Oliveira
 8.000.000,00
0,45
 3.600.000,00

Ruben Amorim
 3.000.000,00
0,5
 1.500.000,00

Urreta
 6.000.000,00
0,8
 4.800.000,00

Tacuara
 20.000.000,00
0,8
 16.000.000,00

Maxi
 4.500.000,00
0,7
 3.150.000,00

Airton
 7.500.000,00
0,6
 4.500.000,00

Kardec
 6.000.000,00
0,5
 3.000.000,00

Garay
 11.750.000,00
0,4
 4.700.000,00

Jara
 6.000.000,00
0,9
 5.400.000,00

Gaitan
 13.500.000,00
0,85
 11.475.000,00

Rodrigo
 15.000.000,00
0,76
 11.400.000,00

André Gomes
 4.000.000,00
0,7
 2.800.000,00

Duricic
 10.000.000,00
0,8
 8.000.000,00
13 Atletas


SOMA (BSF)
 80.325.000,00
Roderick e Pimenta
Sulejmani
 5.000.000,00
1
 5.000.000,00
Avaliado pelo BSF
Luisao
 5.000.000,00
1
 5.000.000,00

André Almeida
 15.000.000,00
0,75
 11.250.000,00

Salvio
 50.000.000,00
1
 50.000.000,00

Enzo
 30.000.000,00
1
 30.000.000,00

Rojas
 1.000.000,00
1
 1.000.000,00

Lima
 7.500.000,00
1
 7.500.000,00

Lazar Marco
 30.000.000,00
0,5
 15.000.000,00

Nemanja Matic
 40.000.000,00
1
 40.000.000,00

Ola John
 10.000.000,00
0,5
 5.000.000,00

Mitrovic
 2.000.000,00
1
 2.000.000,00

Steven Vitoria
 5.000.000,00
1
 5.000.000,00
12 Atletas


SOMA (mapa)
 176.750.000,00
 mapa "mais valiosos"
Artur
 5.000.000,00
1
 5.000.000,00

Oblak
 10.000.000,00
1
 10.000.000,00

Paulo Lopes
 1.000.000,00
1
 1.000.000,00

Mika
 3.000.000,00
1
 3.000.000,00

Bruno Varela
 2.000.000,00
1
 2.000.000,00

Miguel Santos
 500.000,00
1
 500.000,00

Copetti
 500.000,00
1
 500.000,00
7 Atletas


SOMA (GR)
 22.000.000,00

Cancelo
 2.000.000,00
1
 2.000.000,00

Bruno
 500.000,00
1
 500.000,00

Nelsinho
 500.000,00
1
 500.000,00

Gianni
 1.000.000,00
1
 1.000.000,00
4 Atletas


SOMA (Def. Lat.)
 4.000.000,00

Jardel
 5.000.000,00
1
 5.000.000,00

Rudinilson
 500.000,00
1
 500.000,00

Lisandro Lopez
 5.000.000,00
1
 5.000.000,00

Fabio
 1.000.000,00
1
 1.000.000,00

Huang
 -  
1
 -  

Valente
 500.000,00
1
 500.000,00

Sidnei
 500.000,00
1
 500.000,00

Ascues
 500.000,00
1
 500.000,00
8 Atletas


SOMA (Def. C.)
 13.000.000,00

Lindelof
 2.000.000,00
1
 2.000.000,00

Teixeira
 1.000.000,00
1
 1.000.000,00

Uros Matic
 2.000.000,00
1
 2.000.000,00

Didi
 500.000,00
1
 500.000,00

Bernardo
 5.000.000,00
1
 5.000.000,00

Jim Varela
 1.000.000,00
1
 1.000.000,00

Carlos Martins
 -  
1
 -  

Farina
 5.000.000,00
1
 5.000.000,00

Ruben Pinto
 1.000.000,00
1
 1.000.000,00

Elbio Alvarez
 500.000,00
1
 500.000,00

Michel
 500.000,00
1
 500.000,00
11 Atletas


SOMA (M. C.)
 18.500.000,00
Fejsa
Costa
 500.000,00
1
 500.000,00

Guzzo
 1.000.000,00
1
 1.000.000,00

Filip Marco
 500.000,00
1
 500.000,00

Sancidino
 1.000.000,00
1
 1.000.000,00

Cavaleiro
 5.000.000,00
1
 5.000.000,00

Pizzi
 5.000.000,00
0,5
 2.500.000,00

Derlis
 2.000.000,00
1
 2.000.000,00
7 Atletas


SOMA (Alas)
 12.500.000,00

Elton
 500.000,00
1
 500.000,00

Clesio
 1.000.000,00
1
 1.000.000,00

Harramiz
 500.000,00
1
 500.000,00

Fonte
 500.000,00
1
 500.000,00

Djalo
 2.000.000,00
1
 2.000.000,00

Liz
 500.000,00
1
 500.000,00

Correa
 1.000.000,00
1
 1.000.000,00

San Martin
 500.000,00
1
 500.000,00
8 Atletas


SOMA (Avan.)
 6.500.000,00
Lolo, Funes Mori







SOMA TOTAL
 333.575.000,00
72 Atletas