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sábado, 4 de janeiro de 2014

A (falta) de estratégia - o ventriloco e o moço de recados...

A entrevista que o jovem (22 anos) Nelson Oliveira deu, logo a seguir, ao mesmo pasquim do Serpa, revela bem o quanto foi errada a entrevista  e a estratégia (a falta dela) de LFV...
Se eu quisesse, poderia construir, com enorme facilidade, uma teoria do caraças...
Não o farei, como é óbvio, mas que o presidente se pôs a jeito, ai isso pôs.

Ou o Serpa não passa de um suíno ingrato - algo que não duvido, mas que tenho muita dificuldade em acreditar que fosse este o caso, ou LFV anda mesmo a ser comido - o que também não duvido, mas que igualmente tenho muita dificuldade em acreditar que o tenha sido neste caso.
Os mais atentos e perspicazes entenderão muito bem o que quero dizer, e não vou mais alem disto.
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Nelson Oliveira, parece um daqueles bonecos que, tendo dentro de si a mão do dono, são orientados para fazer rir um publico especifico - por trás têm sempre um ventriloco a falar por si.
Nelson (ou ventriloco que lhe mexe os cordelinhos) demonstra gostar muito dos lagartos e da sua politica desportiva, (só a deste ano) e mostra-se muito critico em relação ao treinador que mais oportunidades lhe deu no futebol português; Jorge Jesus - acusando-o de não apostar em portugueses.

O que ele se esqueceu de dizer, é que os lagartos despacharam Postiga quase de borla, avançado que não por acaso nunca lhe deu qualquer chance na selecção de Mendes, que ainda por cima é o seu empresário, e preferiram ficar com Wolfswinkel e agora Montero, que são tão portugueses como Cardozo, Rodrigo ou Lima, qualquer deles (por agora) 30 vezes melhores que o referido e muito ingrato Nelson Oliveira.
Citando de memória - Pongoll, Bojjinov, Carrilho, Jeffren, Diego Rubio, Slimani e até Chhetri o indiano, para além dos referidos Wolfswinkel e Montero, são alguns dos "portugueses" que os lagartos têm apostado no ataque - nos últimos anos...

Até o treinador da selecção, Paulo Bento - um 'sueco' de fina estampa, que tal como o português nascido e criado nas ruas da Reboleira, Jorge Jesus, é conhecido no mundo do futebol por detestar portugueses, sempre o preteriu por Postiga, Pizzi, Varela, Dani, Hugo Almeida, Edinho, Ederzito mais uns quantos 'pernetas' de várias outras nacionalidades, e não lhe tem dado a mínima oportunidade de mostrar ao mundo o seu 'enorme' talento. Apesar de o empresário de ambos ser o mesmo!!!!

Se fosse tão bom a marcar golos como é a dar entrevistas e a cuspir no prato onde comeu, não estaria Nelson Oliveira sem marcar qualquer golo desde 2 de Novembro (2 meses). 
Por cá,  Rodrigo que é da mesma idade, mas que não tem assim tanto tempo para dar entrevistas, tão ocupado que anda a jogar e a tentar marcar golos, só nesses dois meses - marcou 4 nos poucos minutos que esteve em campo!

Ficam os números do avançado que diz não gostar do estilo de Cardozo. (percebe-se bem porquê)

Benfica - 21 jogos (3 golos)
Rio Ave -12 jogos (0 golos)
Paços de Ferreira - 31 jogos (5 golos) = tudo isto (supõe-se) com treinadores que não apostam em  jogadores os portugueses!
La Coruña - 31 jogos (4 golos)
Rennes - 10 jogos (6 golos)

18 extraordinários e fantásticos golos em 4 épocas como jogador profissional!
Coisa para envergonhar um qualquer Cristiano Ronaldo!
E a culpa é de Jorge Jesus...

Nelson Oliveira tem algum talento, muita imaturidade e pior do que isso, tem-se revelado melhor fora do campo do que dentro dos relvados. Porém, reconheço, que se mudar (algo que não acredito) o registo, tem características físicas que o podem levar a um patamar de excelência. 
Anda, claramente, a tentar jogar um jogo que não foi feito para si. 
Quem me conhece sabe bem que não lhe reconheço capacidade para sair do registo por onde tem andado. Falta-lhe sobretudo inteligência - dentro e fora dos relvados, para aproveitar as oportunidades que dispôs.
E muitas lhe foram dadas - ao contrario do que se tenta fazer parecer.
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Jorge Jesus, conhecido pela sua inabilidade com as palavras, demonstrou à saciedade - nesta ultima conferência de imprensa, que, quando devidamente pensadas e muito bem estudadas, as entrevistas podem ser uma excelente arma a ser usada a seu/nosso favor.

Houve aí (aqui sim) uma estratégia consertada com a entrevista do Presidente. 
A razão de isso não fazer isto parte de um plano ou de uma estratégia global e não apenas de uma questão meramente conjuntural ou passageira é algo que nunca vou conseguir compreender...