Lixo televisivo à parte, ontem foi dia de fecundar largamente a saparia. Na Luz 3-1 na festa do Hexa do futebol feminino, e em all cacete, 0-1 em equipas bês, uma oferta aos verdadeiros do Presidente banana que não manda nada nem percebe nada disto. Curiosidades. Ainda na primeira parte, o apintador Cláudio Pereira, natural do (focul)Porto, filiado na AF Aveiro, foi chamado ao VAR mas não quis marcar penalti para o Benfica. Para a história fica um penalti assinalado mais dois tão clarinhos como a água que o árbitro fez questão de ignorar. Já nos descontos o ADN do somos um clube diferente veio ao de cima com um sapo de cabeça perdida a agredir um jogador do Benfica.
No futebol feminino, Catarina Campos, sapa com corpo de bacalhau seco que, como VAR, não quis ver um penalti sobre António Silva que deixou o tornozelo do António com os pitões do adversário cravados, mesmo enfadada, viu-se obrigada a ir ao VAR para apontar para a marca de grande penalidade numa mão na bola de J. Martins. Antes, na sequência da mão da sapa que não viu, não teve nenhuma dúvida em assinalar mão na bola de Diana Silva imediatamente a seguir! A arbitragem em Portugal não vale os tarecos de um gato. Catarina Campos, Cláudio Pereira, Gustavo Correia (destcado para travar o Benfica em Famalicão) vão aproveitar para trocar impressões no restaurante do José Manuel Moço, em Mirandela, amigo e confidente do orelhudo e uma das fontes dos sapos da medialivre?
E por falar em gatos. O maqueiro Vagandas, metendo os pés pelas mãos como é seu timbre, não deixou de apontar o Bodø/Glimt como o inicio da debacle do sapedo. Eu sabia (escrevi na altura) que aquela dose cavalar podia ter consequências. Quando a pontuação dá descanso, como a do foculporto, ou quando o foco está totalmente no campeonato - veja-se o desprezo do clube da fruta pela liga Europa com um autogolo caricato e uma auto-expulsão que (quase) cheirou a programada - juntando o colinho do Vasilica aqui e o andor do João Pinheiro ali, a coisa estica mesmo sob o comando do poliglota Fariolli. Quando o Benfica não desiste de morder as canelas aos sapos - e sem José Mourinho há muito que teria deitado a toalha ao tapete - a coisa fica foda para o orelhone, Pote (de rastos) Hjulmand, Suárez e comp. Vendo a correria desenfreada dos sapos frente ao Bodø recordei-me do Benfica de Jorge lagarto que, frente ao Fenerbahçe, com uma correria muito parecida à dos sapedo, rebentou a equipa comprometendo o sucesso de uma época que prometia ser épica.
Por falar em penaltis, o que aconteceu hoje em Famalicão com uma mão ostensiva, já nem falo do resto, será que o inspetor Bernardete badochas já está a investigar porque não foi assinado?
ResponderEliminarAh, espera, ainda não, só depois do jogo acabar, talvez lá pra segunda-feira ao cair da noite.
Esta merda chegou a tal ponto que já nem sei como pode ser levado a sério.