Eu não quero que o meu Presidente, seja lá ele qual for, esteja nas primeiras paginas em guerras de alecrim e manjerona, de comadres desavindas ou de indecorosas (no caso em concreto) putas. Que o maqueiro do alvalixo (sem moral, é verdade, e sem um pingo de vergonha na cara) tem sido capaz de deixar o crime organizado à beira de um ataque de nervos, não existe a mais pequena dúvida.
Billas-Boas é uma versão rasca - há quem lhe chame polida! - do fugitivo de Vigo. Se houvesse uma relação do tipo causa efeito, eu diria que o velho tinhoso era a latrina e o face rat o dejecto que o autoclismo não consegue descarregar. O maqueiro não lhes fica nada atrás. Tão sonso como Billas-Boas, mau grado a dificuldade de encontrar o fio aos pensamentos, Vagandas exibe a mesma língua de trapos e zero de vergonha na puta da cara. São dois subprodutos do mais reles que o futebol português já conseguiu parir. Billas emerge como sucessor do rei do crime organizado, dos quinhentinhos, das putas do Calor da Noite, das escutas do youtube e das viagens dos irmãos Calheiros. Vagandas descende do Brunalgas e do vice-presidente Paulo Cristóvão que pagava aos árbitros antes dos jogos dos sapos. Bruno de Carvalho, que Vagandas traiu como quem descarrega VMOC's na latrina, descreveu o futebol português como um "ânus situado entre duas nádegas", de onde "ou sai vento mal cheiroso ou trampa". Visionário como poucos, o grande herói do Bernardete do rascord jamais imaginou ter pintado a dupla Billas/Vagandas com tanta clarividência e rigor. É como quem os cagou! A cara de um é o cu do outro.
Se o futebol português precisa disto, das guerrinhas entre as duas lufadas de ar fresco da imprensa, desvios de personalidade que sucederam ao defunto peidoso e ao brunlagas do vento mal cheiroso? Claramente, precisa. E precisa de muito mais. Precisa de uma limpeza completa. Antes de mais, nas cúpulas, nos órgãos de disciplina e justiça que fazem tabua rasa dos regulamentos e das regras. E na arbitragem - o cerne da questão - a começar pelo nomeador, que todas as semanas faz questão de achincalhar o maior Clube nacional. Há que alterar radicalmente o recrutamento dos candidatos a árbitros, as suas notas e a escolha dos observadores. O comportamento de Proença, sempre escondido (ou de 'cócaras' como lhe chamava o velho tinhoso) quando lhe cheira a chamusco, é execrável. E o fulano da liga só quer chular ainda mais o Benfica. Porem, se estamos à espera que o poder politico meta nisso então o melhor é esperarmos sentados. Primeiro porque daí não vejo quem se revele melhor ou mais promissor do que os justiceiros e decisores da bola. Só se metem nas questões do futebol de for para tentar obrigar o Benfica a financiar ainda mais (direitos televisivos) toda esta enorme javardice!
Essa luta tem de ser travada pelo Benfica. E tem de ser nos tribunais comuns. Aí talvez haja uma réstia de esperança. Porque no resto há duas certezas irrefutáveis. Que a MDCSDQT arrasaria o Presidente do Benfica acaso mergulhasse num chiqueiro tipo Vagandas/Billas. E que a dupla Vagandas/Billas meter-se-á na mesma cama, de língua na boca, ao mínimo sinal que o SL Benfica ainda pode ter futuro.
Grande verdade amigo Guachos, o último período do último parágrafo!
ResponderEliminarOntem Vagandas dizia alto e bom som, que as cúpulas do futebol têm medo dos três grandes. Estava a incluir o seu saporting, sabendo que, atualmente, tem as costas quentes na medida em que são só sapos nessas direções. Esta afirmação é extremamente perigosa para o Benfica, ou alguém duvida que no dia que as tais cúpulas decidirem desenterrar o pescoço da areia, a primeira vítima será, indubitavelmente, o Benfica? Receio que Proença e Cª, CD, CJ, CA, para darem sinais de vida, comecem precisamente pelo elo mais fraco e nos venham incomodar ainda mais do que já incomodam (ver a disparidade entre os castigos e multas dados ao Glorioso com os dos sapos e fruteiros).