Afinal, o tricampeonato falhado resulta da opção errada do treinador! E se o treinador, que é um broeiro, não faz nada sem o aval do grande gestor, quem terá sido o javali que entrou em modo "esta merda é toda nossa" e "até com a equipa b os comemos"? O objectivo primordial não foi sempre o tricampeonato? Se o Fariolli é o treinador inteligente o que será o orelhudo que aproveitava as conferencias de imprensa do italiano para comer uma canja? O que pensarão a medialivre e o seboso Bernardete que, desde que o Rafa os fecundou a todos, apontaram baterias ao (João) Pinheiro e ao (Pedro) Ramalho que se recusaram a vergar? Com uma celebração tão intensa o orelhudo de Mirandela, mesmo com cara de enterro, suportou estoicamente o palrear do sapo-mor. Mas notou-se que o inchaço já não é o de duas/três semanas atrás. E como vem aí o Guimarães, se a pica não for a mesma, pelo menos que os níveis de bazofia não abrandem.
Costinha fala muito (de tudo) e não diz nada. No uso da palavra é medianamente dotado, na explanação de ideias sempre foi um zero à esquerda e na condição de especialista da especialidade é especialmente enfadonho. Veste-se como um pavão armado e não há canal que não dispute a sua sapiência! Desde que o seu Nacional apanhou 10-0 do Benfica de Bruno Lage aumentou largamente a aura de sobredotado! Assim são os especialistas da especialidade. Sabem tudo de bola. Dominam construção de planteis, contratações, dispensas de jogadores, tiram de letra tácticas, conceitos, estratégias, treino invisível, 11 inicial, timing das substituições e conhecimento dos adversários. Nada lhes escapa com o microfone à frente. Alguns destes cientistas da bola nunca pisaram um relvado na vida. Outros, ex-jogadores como Costinha, têm um currículo horripilante ou somente uma menção de «treinador» em sites da especialidade.
O sapo Costinha vai orientar o Oriental! O especialista da especialidade vai passar os próximos tempos (suspeito que curtos) a provar as suas certezas na 1.ª divisão distrital de Lisboa. Será o quinto clube, depois de passagens por Beira-Mar (12 jogos, 2 vitórias), Paços de Ferreira (14 jogos, 2 vitórias), Académica (6º lugar atrás do Benfica B) e Nacional (87 jogos 31 vitórias, descida de divisão e despedimento na segunda liga pelo meio). Exposto à realidade em breve recuperará a bazófia e fatos caros num programa bota-abaixo da especialidade.
Unai Emery, treinador do Aston Villa, gostou muito do Pinheiro mas arrasou Tiago (moedas) Martins como VAR. Ora se há coisas na vida que eu concordo a 100% é na filha da putice congénita do moedas. É um crápula do apito. Sempre foi. Nos relvados ou atrás das câmaras Tiago moedas dá vómitos. Unai Emery não gostou que o moedas não alertasse Pinheiro para uma entrada assassina, lance para cartão vermelho não mostrado, que livrou o Nottingham Forest do amigo Bitó Pereira de ficar com menos um ainda na primeira parte. O que não diria Emery se fosse treinador do Benfica e visse o sapo a ignorar o pisão (na cabeça do Belotti) do grunho Matheus que deu a Taça de Portugal à potencia do Lumiar! E por aqui acaba a minha concordância com Emery. Se há treinador que as suas queixas são música para os meus ouvidos, Unai Emery, desde que o ladrão Felix Brych lhe ofereceu a Liga Europa que devia ser do Benfica, é um deles. O outro, Hans-Dieter Flick, que também arrasou recentemente o moedas, é outro. Sendo um crápula, Martins - duas vezes na vida - teve o condão de vergar dois treinadores que, só com a ajuda dos árbitros, venceram o Benfica. Nessa altura nenhum teve uma palavra de decoro.