Pragas e doenças. «O nemátodo da madeira do pinheiro, verme microscópico do grupo das lombrigas, é o agente causal da doença. Este verme ataca resinosas, preferencialmente, pinheiros e a sua dispersão para as espécies hospedeiras é realizada por um inseto vetor, o longicórnio do pinheiro Monochamus galloprovinciallis». Falar de passe errados, futebol de ataque, jogadas de génio, táticas e estratégias para quê, se depois de tudo quem continua a fazer os resultados são os árbitros? Se no final tudo se resume a uma arbitragem tendenciosa, delineada na sombra, persecutória, ignóbil na forma como as regras são à vista de todos sistematicamente adulteradas? 'Nemátodo' Pinheiro e Tiago 'moedas', conhecedores do trajecto de Paulo Costa e Pedro Proença e dos lugares que em breve serão aquecidos pelas largas bundas de Soares Dias, Duarte Gomes & Comp. sabem bem o que fazer para não se perderem pelo caminho.
O Nemátodo é um manhoso que começou a demonstrar a massa de que é feito, em Janeiro 2017, num V. Setúbal 1-0 Benfica onde - entre a expulsão perdoada a Nuno Pinto e vários cartões amarelos por mostrar ao V. Setúbal - não assinalou um corte de um defesa com as mãos (a remate de Mitroglu) e um derrube (penalti do tamanho do cabeção do Duarte Gomes) por trás, semelhante ao de Di Maria, sobre Carrilo aos 92 minutos. O golo roubado, por meia rolha, a Darwin que deu ao clube das putas a oportunidade de festejar o titulo na Luz mete-me ainda mais asco que o penalti que não assinalou a Otamendi, em Chaves, que quase roubava o campeonato ao Benfica! Como ultima má memória, esse penalti não assinalado na época passada - mais uma falta por trás de Coates sobre Rafa - que resultou, como se não bastasse o roubo de Veríssimo na primeira mão (golo anulado a Di Maria) no alavalixo, na eliminação do Benfica da Taça de Portugal.
Dá-me vontade de vomitar a falta assinalada a Tomás Araújo para lavar o roubo da grande penalidade, não assinalada, cometida pelo guarda-redes do Boavista sobre Pavlidis. FDGP. Se marcassem faltas dentro da área por causa de contactos daquele tipo, o futebol, como o conhecemos, acabava em dois tempos. Já nem tenho palavras para descrever a falta de caráter, dentro e fora do campo, desta gente! Duarte Gomes: «Pavlidis foi mesmo derrubado na área adversária pelo joelho esquerdo de Tomé Sousa. A questão é que antes Tomás Araújo tinha bloqueado/obstruído claramente a progressão de Pedro Gomes para zona relevante da ação». Lavado o roubo com a "falta" do Tomás, nenhum problema em afirmar que Pavlidis foi mesmo derrubado. Sobre o penalti não assinalado a Di Maria, sem nada a que se pudesse agarrar para lavar a imundice, tirou esta pérola do cabeção. «Independentemente de ter acontecido aquilo que o jogador argentino queria que acontecesse a infração existiu mesmo e devia ter sido sancionada com pontapé de penalti favorável à equipa forasteira». A sapice cega-o tanto que Di Maria perdeu o nome (jogador argentino) e o Benfica passou a ser a equipa forasteira.
Ainda na "nem de borla" o mesmo individuo na avaliação de um dos penaltis escandalosos sonegados ao Benfica. Reconhecendo que "Bruno nunca tocou na bola e apenas derrubou de forma clara Di Maria" "a interpretação de que este lance não foi faltoso é legítima". Ora se o defensor nunca tocou na bola (e mesmo que tocasse, digo eu) e derrubou de forma clara Di Maria, onde é que se enquadra 'a interpretação de que este lance não foi faltoso é legítima'? Que legitimidade tem um individuo que todas as semanas maltrata a coerência em função da cor das camisolas? Que legitimidade tem um fulano que, no apito, em apenas cinco minutos adulterou um resultado (Benfica-Sporting) que ainda hoje é motivo de chacota do Jardel, fazendo-o agora atrás de um teclado, sistematicamente em desfavor da 'equipa forasteira', nas paginas de um jornal que, à semelhança dos seus comentários, a cada dia que passa está cada vez mais rasca?




