MDCSDQT. Rascord e abolha só têm olhos para Adrian Silva. Diz o pasquim do Serpa que o jogador do Mónaco é o sonho de Fedorico Vagandas. E se chegar pelo preço que, até agora, custou o Rúben Amorim, eu acredito que o Vagandas esteja tentado a trazer o resto do plantel do S. de Braga. Layoff e negócios de ocasião são com o sapo. O onojo enche a sua capa com a razão da sua existência. Amuado com o presidente do sindicato dos jogadores (Evangelista surgiu de espinha direita e empenhado na saúde dos jogadores como é sua obrigação) o fugitivo de Vigo deu à costa com a verborreia habitual; ironia do costume em linguagem de sabujo. «Agora não há evangelhos, as igrejas estão fechadas e não há missas». Até me cuspi todo. Foi de compêndio, canudo. Fiquei com a sensação que, desde o "bardamerda para quem não é sapo" do brunalgas, mais nenhum cretino seboso o tinha batido na chalaça até hoje. Este pedaço de merda, em forma de texto, é bem capaz de se perpectuar no museu da fruta como a frase que esteve na origem do fim da pandemia.
Desabituados da ironia do costume do criador do GPS da rua da Madalena e dos aconselhamentos matrimoniais a árbitros na véspera dos jogos do foculporto, muita malta nova - pés-de-microfone incluídos - podem não entender a mensagem, confundindo a graçola do boss com uma bem afortunada bufa. Cabe-me a mim, profundo conhecedor dos efeitos da fruta, descodificar a msg para uma linguagem que se entenda; Agora não há putas, o Calor da Noite e a Taverna do Infante estão fechados e não há arcas congeladoras do Reinaldo Teles.
É dever do bom cristão (e sabe-se como o «papa» venera uma "virgem"!) não deixar passar a efeméride em claro. Completam-se hoje 38 anos da primeira tomada de posse do fugitivo de Vigo. É muita fruta! Quase quarenta anos de putedo e batota! Quatro decadas a evangelizar a MDCSDQT, espalhando bufas, ironias do costume, quinhentinhos, deusas, fruta para dormir, rebuçados, chocolatinhos e café com leite, mereciam uma festa de arromba no coração da moirama. É uma pena que o parlamento se encontre engalfinhado a discutir o numero de presenças nas comemorações do 25 de Abril quando o ideal seria parar o país para condecorar o prostíbuleiro decano!
Nem sei se devia tocar num assunto quando - tirando uma "farpa" (na minha terra chama-se peido) do ainda director de comunicação do foculporto, citado no rascord - ninguém lhe deu qualquer importância. Como os 'jornais brasileiros' usados pela MDCSDQT como produtores de notícias de jogadores do foculporto muito cobiçados em França, o NYN, na longínqua América do Norte, deu à estampa, sempre baseado em "algumas pessoas" (VER AQUI), um amontoado de lixo tóxico, saído - estou disposto a apostar as orelhas do Dumbo e um GPS da rua da Madalena que me custou dois e-mails truncados - dos escritórios dos advogados do mártir da pátria. Os bastidores do futebol português são tão importantes para o planeta terra que, mesmo em tempo de pandemia, os USA se recusam a perder pitada. E com fontes tão boas - "algumas pessoas" - a comprar o espaço, até admira como não provocaram já a extinção da humanidade!
Longe da importância das fontes fidedignas ("algumas pessoas") do NYT, fica essa constatação do quase anónimo Sir Alex Ferguson; «O F.C. Porto compra o campeonato no supermercado» (...) «Sempre que compram uma garrafa de leite são mais três pontos». Recordando sempre os bons negócios com o Portimonense onde o presidente é um dos maiores accionistas da SAD da fruta, o Estoril Gate e os 784 mil euros pagos no intervalo do jogo mais comprido da história, fica um cheirinho (o espaço é demasiado confinado para tanta trapaça) em palavras e imagens...«Casagrande confessa uso de doping no FC Porto» (...) Jardel: «Médico do FC Porto sabia que consumia cocaína». Condenação de seis pontos perdidos por corrupção, o caso Laureta, os quinhentinhos de José Guimaro, as viagens dos irmão Calheiros ao Brasil pagas pelo clube da fruta e o caso Cadorin, aliciado com 500 contos e a possibilidade de uma transferência para o clube da fruta, só teria de cometer um penalti nos primeiros cinco minutos, um clássico de 40 anos que se repete época apôs época.




