Quando eu ontem (AQUI) previa que o desbloqueador de resultados, no alvalixo, poderia surgir do apito de Helder Carvalho (2 penaltis no bornal) estava longe de imaginar que o bom e velho Marcelo estaria em campo pronto para qualquer eventualidade. Quando o moço se prestou a afirmar ter sido aliciado para facilitar a vida ao Benfica, num jogo que o Benfica ganhou de aflitos com um golo de Raúl Jimenez ao cair do pano, fê-lo na companhia de Lionn, um fulano que não podia jogar por estar castigado ou lesionado, já não me recordo ao certo. Ficou para a história a estranha incompetência do aliciador que nem cuidou de saber que o Lionn (que nome mais apropriado) estava de molho ou no estaleiro. Mas vamos ao velho Marcelo, o azarado. No final da época do 'aliciamento' assinou pelos sapos do brunlagas. Fez um jogo, contra o GS Loures, na taça de Portugal e outro na taça da liga antes de ser despachado para o Chicago Fire (fez 2 jogos) de onde nunca devia ter saído. Infelizmente regressou. Andou por aqui e ali à espera de ser aliciado até atracar no Moreirense, demonstrando ontem no alvalixo como ainda mantém todos os predicados que levaram o brunalgas a contratá-lo e a despachá-lo rapidamente.
Helder Carvalho, embora diligente, não estava a dar conta do recado e o jogo não havia meio de desatar. Até que surgiu o azarado. Primeiro num passe a isolar um avançado dos sapos que desperdiçou a oferta e logo depois, aos 75 mts, a traçar Trincão dentro da área. Ao mesmo tempo que desbloqueava a charada demonstrava como ainda sente o ferro do aliciamento do Benfica. Já para lá do tempo regulamentar estendeu a passadeira (pode-se dizer vermelha?) ao acutilante Ioannidis. Dois penaltis fizeram o resultado e o resto é estória. O pisão (foto mais abaixo) por trás de Mangas no tornozelo de Dinis Pinto (com 0-0 no marcador) fica para memória futura. Os especialistas dizem que o cartão amarelo foi bem mostrado. Quem não é sapo não vislumbrou outra que cor que não fosse o vermelho.
Estava eu nestes considerandos quando dou por mim a ouvir o corporativista António Rola a rasgar de cima abaixo as considerações de um antigo avençado do sapedo, Pedro Henriques, especialista da especialidade da nem de borla em questões arbitrais, que declarou preto no branco «penálti por assinalar e vermelho por mostrar» no AVS-Benfica. Pedro Henriques não foi o único. Foram vários os ex-árbitros (os apitos-dourados do pasquim da fruta não contam para estas contas) que não tiveram duvidas: além do golo mal invalidado houve um «penalti por assinalar e um vermelho por mostrar» a favor do SL Benfica. Rola não. Ao ver esta ave rara a voar em direção contrária, senti vergonha alheia. Cheio de nha, nha nha, nha, nha nha, cheio de benefícios da duvida e a filha da putice suprema - arma dos acéfalos e dos avençados - do 'se tocou primeiro na bola' um decimo de segundo antes de trinchar um adversário até pode haver lesões graves que não passa nada. E o Benfica, mais uma vez, a mostrar na sua televisão que além de masoquista consegue ser mais papista que os papas. Put@ que pariu tanta incompetência! Put@ que pariu a vontade em manter futuros tachos televisivos no horizonte! Put@ que pariu a minha sorte por ter assistido a esse momento deprimente na televisão do meu clube.
Antigamente dizia-se dos guarda-redes 'de engate', que tinham muito leite. Caganda leiteira! Era assim que se apelidavam as performances dos "frangueiros" depois de uma grande exibição contra a nossa equipa. Vem a propósito a exibição do guarda-redes do Boavista, que eu desejo ardentemente nunca ver no Benfica, que provocou mais um tsunami de malévolas insinuações que por umas horas tomaram conta do futebol português! Pensar que seria tão fácil ao Boavista - aproveitando a visita da B-SAD a Contumil - mandar o Helton a Braga fazer um teste à COVID! Poupavam-se toneladas de creolina na desinfestação das redes sociais, dava-se algum descanso à MDCSDQT, no afâ de escutar primeiro o injinehiro macaco, e evitava-me a chatice de reviver momentos de nojo que preferia olvidar.
E lá fui eu em busca de um Helton sem Leite (valeu-me um video "emprestado" pelos "filhos do dragão") numa supertaça 2003/2004 onde o guarda-redes brasileiro da União de Leiria - que mais tarde assinaria pelo foculporto - acabou como grande protagonista do golo que deu a taça ao clube da fruta. Tudo para beneficiar o Benfica. De referir que o central João Paulo, que também viria a jogar no foculporto, acabou expulso por Pedro Proença, árbitro muito conhecido pelos grandes favores (são celebres os clássicos onde as expulsões e os penaltis foram sempre a favor do maior clube português) que fez ao Benfica em jogos com o clube da fruta! Proença foi de tal maneira importante no implementar do Benfiquistão que o Benfica apenas venceu um dos 9 clássicos por si arbitrados. O último da sua carreia.
E porque eu não quis transformar este post num filme do tamanho do servilismo repugnante do rolha, limitei-me a juntar meia dúzia de vídeos, dos mais recentes, onde os protagonistas, chamem-se Hélton Arruda, Lionn, Rafael Defendi, Mano, Vágner da Silva, Sulley, Dalcio, Tonel ou Cláudio Ramos (com azares sucessivos em dois jogos de épocas consecutivas), demonstraram uma enorme e insuspeita azia ao Leite! A estes nunca ninguém ninguém ousará chamar-lhes leiteiros!
"Três jogadores do Famalicão deveriam ter sido expulsos". Dois jogos, duas conferências de imprensa, duas choradeiras, duas claras tentativas de coacção das equipas de arbitragem, várias ameaças veladas, recados e...uma ordem a Tiago "moedas" Martins que não admite contraditório; "não quero cartões amarelos aos 92 mts por perder tempo". Sim, nós sabemos que cartões, penaltis e expulsões a pedido são muito mais animadoras quando acontecem aos dois minutos de jogo, mas nem todos os apitadeiros têm a fina sensibilidade do Xistra! E tenho de confessar que, desta vez, o boneco até pecou por defeito. Três expulsões - eu tenho para mim que houve pelo menos mais duas que o árbitro não quis sancionar - são uma ninharia que não compensam de todo a falta que o Lionn fez ao foculporto!
É que, além da 'filha da putice' do treinador do Famalicão em deixar o elemento mais eficaz do jogo da primeira volta de fora, ainda há a acrescentar a privação do Fábio Veríssimo ou do Soares Dias do costume. É muita fruta! E se à ausência do Lionn lhe juntarmos a requintada malvadez de João Pedro Sousa ao escolher Diogo Gonçalves para jogar de inicio, ao invés de, como na primeira volta, colocar o craque emprestado pelo Benfica no banco até aos 80 mts, temos o caldo entornado. Por muito menos João Henriques foi cuspido quando ainda era treinador do Paços de Ferreira e, à conta de um outro empate abusador, ainda hoje as forças vivas do concelho de Oeiras, o CD da liga, o Tariq Panja, a PJ e o paulo curado, lutam desesperadamente por serem os primeiros a encontrar o boi do Jamor!
Quem também está em grande forma, eu diria que na melhor forma de sempre - as boas contas e os títulos dos últimos anos assim o dizem, é o antigo avô da Naundinha. Talvez por vencer as eleições com 68,85% à frente do prestigiado José Fernando Rio (26,44%), o velho tinhoso tem aparecido com uma pujança física que não se lhe via desde que fugiu à desfilada para Vigo! São quase quarenta anos de arruaças, usurpações, batotas, mentiras, calúnias, manipulações, roubos, coações, agressões...Anda bem Pedro Proença em aproveitar as migalhas do que resta do traste! Afastado da imprensa cor de rosa - há meses que não nos mimoseia com uma universitária ou bancária que se veja - peidoso da costa tem tudo para fazer o rolha feliz! E nunca é tarde para oficializar uma dourada paixão!
Se duvidas houvesse..."Hoje é o grande dia da grande prova de cidadania que todos temos de dar. Está nas mãos de todos fazer com que a jornada corra de forma tranquila", apontou Graça Freitas. Foi assim, desta forma fofinha, que a Directora Geral da Saúde depositou oficiosamente nas mãos do doutor macaco, em trânsito para Famalicão, o futuro dos clubes, do campeonato e dos jogos à porta fechada!
Quase que me apetece agradecer à doutora Grace por explicar a todos o que os mais atentos ao fenómeno desportivo há muito sabemos. O injinheiro macaco, com poderes emanados do LNEC e das forças de segurança para invadir estações de serviço, bombas de gasolina e relvados, com via aberta para determinar o fim dos jogos que o clube da fruta esteja a perder ao intervalo, é o dono desta merda toda.
Se eu bem percebi pelos comunicados dos superladrões, a macacada promete manter-se ao redor do estádio, em perfeito distanciamento social, como salutar exemplo para a nossa sociedade. Se os adeptos do Famalicão - é suposto que os tenha ou presume-se que também integram a claque do clube da fruta? - se mostrarem interessados em circular na via pública, podem fazê-lo sem a autorização do macaco ou a cidade de Famalicão também já se tornou uma coutada do clube das putas? Como vão as autoridades manter a ordem? Macacos à esquerda, famalicenses à direita e neutros ao centro, ou vai ser tudo ao molho e fé em Deus como nas festas de aniversário da mulher do Uribe? Fica injinheiro macaco como dono do pedaço ou é possível um qualquer cidadão chegar-se perto? Outra pergunta que urge fazer. De Contumil a Famalicão; os assaltos do costume vão ser feitos às claras ou de máscara, cumpridores do distanciamento social?
Lionn vai manter os dois metros de distanciamento dos avançados do foculporto que se verificaram na primeira volta? E os Penaltis? Agora que os sopros no cachaço estão desaconselhados pela pandemia, vai cumprir-se a antiga regra do tropeção nas próprias pernas (James Rodriguez) - dois metros antes do mergulho acrobático para dentro da grande-área do Paços de Ferreira?
É que nem se dão ao trabalho de disfarçar...
Secretário, eleito pelos adeptos merengues como o pior jogador da história do Real Madrid - «dava tudo o que tinha, tive cinco anos emprestado pelo FC Porto, defrontei-o várias vezes e, nessa ocasião (emprestado ao Famalicão) calhou ser expulso. Contingências de um jogo». Contingências, aliás, que afectaram dezenas de outros emprestados pelo clube da fruta. Jorge Costa, por exemplo, num jogo disputado najantas, acertou uma testada na bola que ia furando as redes do Marítimo onde jogava por empréstimo do foculporto!
Fugitivo de Vigo; «O FC Porto tinha garantido 147 milhões na venda de jogadores, caso não fosse este problema. O Benfica tinha 200 milhões, nós tínhamos 147 milhões». Foi mesmo uma chatice. Eu próprio, logo após Luís Filipe Viera mandar cá para fora esses números, lembrei-me dos 150 milhões que tinha apalavrados com uma fabrica de fantasias e a venda de duas toneladas de (dor de) corno, 500 alqueires de melão, 3m³ de chifre e 850 arcas de caprinos! Por causa do Covid-19 vou ter que ensopar tudo com batatas!
Descubra as diferenças. Em 2016 - «Pelo Herrera ofereceram-nos 30 milhões no último dia do mercado. Também nos ofereceram 40 milhões pelo Danilo e quiseram pagar a cláusula de rescisão do André Silva que é de 25 milhões. Tínhamos feito 95 milhões e íamos apresentar, em vez de um resultado negativo, um resultado positivo de 40 e tal milhões»
Em 2020 - «Para se vender um jogador, é preciso ter um jogador para vender e ter comprador, mas nem num caso nem noutro (Herrera e Brahimi) havia compradores». E não, como se pode comprovar pelos prints abaixo publicados...
Bruno Lage - 25 vitórias em 27 jogos, sem perder qualquer ponto longe do estádio da Luz. Ultrapassou Fernando Riera, que em 1962/1963 precisou de 28 jogos para 25 vitórias, e igualou André Villas Boas que, ao serviço do clube da fruta, conseguiu em 2010/2011 o mesmo pecúlio de 25 jogos ganhos em 27 encontros disputados. Não preciso relembrar aqui o plantel do Benfica bicampeão europeu de 1962. Estou certo que até os cristãos novos, armados cavaleiros do apocalipse, saberão perquisar na internet por Eusébio da Silva Ferreira, Mário Coluna, José Augusto e comp. Do plantel de Vilas Boas todos se lembrarão de James Rodriguez, Falcao, Hulk, Moutinho, Soares Dias, Jorge Sousa, Cosme Machado, Pedro Proença, Hugo Miguel que deixaram o Benfica de Jorge lagarto a 21 pontos de distância!
Sim, o iluminado que agora já ofusca o Cristo Redentor não cometeu apenas a proeza de perder dois campeonatos seguidos para o inexperiente Vitó da mosca. Antes também conseguiu deixar o Benfica a 21 pontos do Vilas Boas que nunca mais na sua vida ganhou nada! É verdade que o mestre tinha um plantel limitado, na sua maioria composto por miúdos da formação, como o Mantorras, Cardozo, Saviola, Aimar, Gaitan, Salvio, Nuno Gomes, Javi Garcia, Maxi pereira, Jardel, Kardec, David Luiz e Luisão, demasiado verdes se os comparamos com os veteranos Florentino, Jota, Rúben Dias, Ferro, Gedson, Tomás, David e Nuno Tavares, e o pior, que ainda não tinham nascido dez vezes. Só por aqui se percebe o porquê de Bruno Lage não ter essa capacidade de preencher a exigência dos verdadeiros.
Rui Vitória - que já ao serviço do Vitória de Guimarães logrou vencer o Benfica de Jorge lagarto na final da Taça de Portugal - mau grado as Toneladas e o colo do mestre ao serviço dos sapos e apesar de o derrotar três épocas seguidas sem apelo nem agravo - acabou trucidado pelos especialistas da especialidade, pelos talibans da internet, pelas redes sociais - surradas e emprenhadas pelos ouvidos até ao tutano - pela MDCSDQT que transformou em saco de pancada o treinador bicampeão nacional que bateu recordes já com barbas e o único que nos deu o supremo prazer do Tetracampeonato, ímpar em toda a gloriosa história do Benfica!
As desconsoladas viúvas do Jorge lagarto, que falharam redondamente a colocação do mestre em detrimento do actual treinador do Benfica, estão a fazer tudo e um par de botas para transformar os cobardes ataques a Rui Vitória numa brincadeira de crianças se os comparamos com a indecência das investidas a Bruno Lage...e (outra vez) com o beneplácito dos verdadeiros "verdadeiros" benfiquistas e do gangue do assobio que apenas esperam uma ou outra escorregadela do Benfica para lhe apertar ainda mais o garrote. 25 vitórias em 27 jogos, o campeonato nacional no bucho e os milhões da Champions na algibeira quesafodam. Trazer o refundador do Falamengo é que é!
Parabéns ao Famalicão pela exibição esforçada najantas, pelo enorme fair play do seu treinador e pela excelente actuação dos defesas, sempre com um futebol positivo, apostado em sair a jogar da grande área defensiva, descomplexado, sem qualquer receio dos avançados do foculporto e, sobretudo, com a lição muito bem estudada e com os atletas dispostos a dar a vida na disputa de cada lance. O futebol assim é que é bonito! Muito longe da descolorida exibição do SLB contra o Lyon e do grandíssimo azar de Anthony Lopes, que acabou por resultar nessa imerecida vitória do Benfica que tantos pares de cornos fez florescer na quarta-feira passada!
Patrick William, Defendi e Nehuén Pérez - todos com exibições imaculadas - devem ter enchido todas as medidas dos críticos acérrimos que choraram baba e ranho por causa da má reposição de bola de Anthony Lopes. De Lionn, também com um passe fantástico para golo, eu tenho a certeza absoluta que vai dizer em tribunal, se a justiça entender chamá-lo para explicar a estranha noite de ontem, que o jogo só lhes correu mal por causa do aliciamento de um empresário ligado ao Benfica. Só pode!
Manafá: «Tínhamos a lição bem estudada e as coisas acabaram por correr na perfeição»
Foi tudo tão perfeito que até dispensava a presença "desnecessária" do Fábio VARríssimo e do Luís Ferreira .
Boneco Conceição - "podíamos ter feito mais golos".
Então não podiam. Só se esqueceram de avisar o resto da equipa do Famalicão.
Treinador do anterior líder do campeonato...
Famalicão foi "completamente dominado" pelo FC Porto (...) "dou os parabéns ao Porto, porque de facto conseguiu-nos anular".
Eu também gostei muito (foi tão fofinho, não foi?) mas gosto ainda mais quando se sentam com língua de fora e a cauda a abanar.
PS I; alguém reparou se o João Pedro Sousa participou na rodinha do foculporto no final do jogo?
PS II: esqueçam os Baldaias desta vida. Há uma nova subespécie de cagalhão jornalístico. Chama-se miguel gaspar (as minúsculas são mesmo de propósito) confessa-se sapo de nascença, diz que é "jornalista" do Jornal de Notícias do Porto e foi de propósito ao Brasil entrevistar Jorge Jesus, demonstrando porque razão nunca devia ter nascido. Há escarros assim.