Sabujos, lambe-cus, puxas-saco, engraxadores, gente de 'cócaras' e sem espinha dorsal, como o Proença, aduladores subservientes e, em ultima análise, masoquistas, todos em bicos de pés a cortejar o defunto, muitos deles que já levaram forte e feio na 'corneta', com o Portomonense (foculporto b algarvio) - qual ponta de lança da sabujice bafienta - de bandeira hasteada, a obrigar os seus jogadores a entrarem em campo com o nome do dito cujo nas camisolas, demonstrando como o fato de quenga perdilecta do clube da fruta sempre lhe assentou como uma luva. Não sei (mas espero bem que tenha sido) se a derrota, em casa com o Torreense, foi castigo dos deuses para compensar mais um roubo de igreja, a fazer lembrar o
Apito Dourado, no Oliveirense-Benfica b, mas que me pareceu, pareceu.
Depois dos pés-de-microfone quase obrigarem Bruno Lage a falar do finado fruteiro, apenas Benfica e Sporting tiveram a dignidade e a decência de não emitirem qualquer nota de pesar pela extinção do parasita. Tudo o resto tem sido um tsunami de elogios rançosos vindos de gente sem caráter, hipócritas dissimulados sem um mínimo de decoro, que conspurcaram paginas e paginas, programas e mais programas com os troféus da fruta, omitindo a forma vil como foram conquistados e chutando para canto as filhas da putice de mais de quarenta anos, as condenações por corrupção, as perseguições aos dissidentes, as agressões a jornalistas, a fruta e os chocolatinhos, os quinhentinhos, as putas do Calor da Noite e da Taverna do Infante, as arcas do Reinaldo Teles, a «Operação Fénix», a SPDE e o Antero (Henriques), a «Operação Prolongamento», a «Operação Pretoriano», o estádio e a retrete penhorados, e o pior, nem um pio sobre o Apito Dourado. Querem homenagear o presunto? Enviem uma equipa de reportagem especializada em corruptos incensados ao Inferno. Por cá, podem entrevistar os presidentes das casas do Benfica apedrejadas, a viúva de Pedroto e o seu neto, o pai do Manuel Mota, as famílias do Marinho Neves, do Mesquita Alves, do José Pratas, do Francisco Silva e do José Guímaro. Ouçam o Ricardo Bexiga, o repórter da TVI agredido em Moreira de Cónegos, vão a casa do motorista (detido numa operação policial que visou o tráfico de droga, posse de armas ilegais e condução sob efeito de álcool) que conduzia o finado, agora canonizado, quando passou a ferro um repórter fotográfico do Jornal de Notícias à saída do tribunal de S. João Novo, e, já agora, chamem a depor os agentes da polícia agredidos (pode ser que agora não tenham medo de represálias) pelos superdragões e as hospedeiras de bordo das viagens do foculporto ao estrangeiro.
Da história do bajulado que não tinha escrúpulos de espécie alguma, faz parte a estratégia de servir-se a seu bel-prazer dos dirigentes máximos de Benfica e Sporting (estes com o aliciante da inveja cognitiva ao Benfica), manipulando-os com alianças pífias e promessas incumpridas que fragilizaram os rivais de Lisboa e quase os levaram, à vez, à falência. Fez o mesmo com jornalistas, políticos locais e nacionais, forças policiais e Juízes companheiros de orgias. Trafulha de corpo inteiro, enganou presidentes de clubes amigos, que usou e deitou borda fora à feição das suas prioridades e, enquanto traficava influências (dizem que drogas também) de toda a ordem, mentiu, corrompeu, traiu, mandou equipas para as divisões inferiores, fez subir outras que lhe prestavam vassalagem, impôs alargamentos anos a fio, presidentes da liga, da federação, do CD, do DJ e dos árbitros, escolheu treinadores da seleção que internacionalizaram suplentes do clube da fruta, recebeu árbitros em casa, controlando as suas classificações, os observadores e os serviçais que os nomeavam. Indigitou árbitros para o clube da fruta e para os seus adversários, ultrajou repórteres, humilhou concorrentes, controlou as polícias, os pés-de-microfone e a imprensa, gozou com os deputados da assembleia da república, destratou (Primeiros) Ministros, apelou à insubordinação das massas, foi o incendiário e mentor do ódio e da guerra Norte/Sul; ofendeu o Benfica, adversário que qualificou como inimigo.
Férias foram pagas a árbitros através da agencia Cosmos, ex-mulheres agredidas, o centro de estágio dos árbitros invadido pela sua guarda pretoriana, estabelecimentos comerciais e famílias dos árbitros ameaçadas e atacados pelos mesmos energúmenos que roubavam à descarada nas estações de serviço nas autoestradas, que batiam em policias e desviaram um avião impunemente! Violou os segredos mais sagrados do Benfica, usando o roubo dos e-mails em beneficio próprio, divulgando-os - mafiosamente truncados - a conta-gotas na televisão da fruta que foi oferta do estado, assim como os terrenos do estádio foram surripiados à má fila à família Jaime Santos.
Rosto do crime organizado e grande ídolo do guarda Abel, do Pedro Pinho, Bruno Pidá, macaco Madureira, Vitor Catão & comp. foi cumplice/mandante dos bonecos, com as cores do Benfica, enforcados no perímetro do estádio, dos autocarros apedrejados às portas do estádio e das bolas de golfe arremessadas aos jogadores do Benfica, dos balneários impregnados de creolina e produtos tóxicos, dos hotéis do Benfica invadidos e dos foguetes da trupe do macaco toda a noite a rebentar, da marisqueira de Matosinhos, do «Sapo» em Penafiel, do Canal Caveira e do «João Padeiro» em Aveiro, locais de culto do trafico de 'fruta' e 'chocolatinhos', das bruxarias do Zandinga, de Delane Vieira dos sapos à solta no estádio do Prater, da bruxa de Matosinhos e do Alexandrino, das galinhas pretas enterradas no relvado. Tudo aldrabou, desde a data de fundação ao número de espectadores no estádio que ainda hoje é, com o beneplácito da liga da farsa, adulterado em todos os jogos em casa, ao ciclismo, onde os troféus expostos no museu da fruta foram conquistados à custa da batota e do doping devidamente comprovados. Fomentador do ódio a Lisboa, que dizia querer ver a arder, foi condenado por corrupção, apesar de avisado e da fuga para Vigo, e pouco importa a lavagem que fizeram a actos tão nojentos uns bons anos mais tarde. As escutas do youtube (apenas a ponta do iceberg) jamais poderão ser esquecidas pelas pessoas de bem. Morreu um crápula. Não um homem bom. E um país (ou uma boa parte dele, por força da Merda De Comunicação Social que Temos) que venera um crápula é um país que não tem respeito por si próprio. Se essa personalidade indecorosa é "a figura mais importante do futebol português" como muita gente sem vergonha na cara tem afirmado publicamente, então o desporto nacional sempre foi uma pouca de jouça.
Se, no próximo Benfica-Mónaco, a UEFA ousar cumprir as indicações de um minuto de silêncio decretado pela Federação do Proença indigitado, eu serei um dos milhares que não se calará um segundo boicotando, como muito bem fizeram os adeptos do V. Guimarães, a gigantesca e cirúrgica aberração/provocação! Os benfiquistas, estou certo, saberão mostrar ao mundo que não são feitos de barro. O efeito que pretendem será precisamente o contrário. E se não têem vergonha na puta da cara nós lhes daremos a resposta adequada.