Fredrik Aursnes: «jogo com jogadores melhores, numa melhor equipa, por isso, pode parecer que também eu esteja um pouco melhor".
«Rafa entregou prémio de homem do jogo a Gonçalo Ramos» (...) «Número 27 do Benfica foi eleito pela UEFA mas 'ofereceu' galardão».
«Ronaldo festeja exuberantemente um golo onde não toca na bola mas a FIFA, bem, atribuiu o golo a Bruno Fernandes»
Poucas coisas me enojam mais que a ingratidão. Quando se torna pública, pensada e persecutória, é como uma descarga de autoclismo. Que asco me mete o capitinho da selecção da federação. Que velhaco vingativo! Que imundas são as suas rancorosas afirmações. Fernando Santos Femacosa foi o seu capacho de algibeira e quem mais vezes o apelidou de «melhor do mundo» até à exaustão. Sempre lhe limpou as porcarias sem cuidar da imagem de vassalo que passava para o exterior. Deu-lhe carta branca para meter os amigos e os amantes no seio da selecção. Abriu as pernas à senhora sua mãe, ao puto Cristianinho e às irmãs azeiteiras, até fazer a espargata! Convocou todos os que lhe prestam vassalagem e ostracizou os que preferem andar de espinha direita, como o Rafa, e permitiu-lhe escolher quando tirava férias, em plena competição, optando sempre por meter a selecção ao serviço dos seus recordes cagativos.
Como paga recebe agora o ódio indisfarçável de uma criatura que, há muito, perdeu a noção do que é certo ou está errado. O mesmo para Jorge Mendes, seu mentor, empresário, gestor e amigo, pai de uma carreira fantástica por quem trocou por um refugo assalariado. Deu cabo de toda a estrutura da Juventus antes de afundar o Manchester United. Fez o que fez a Erik ten Hag (o único que cagou para ele até fartar) e escorraçou Carlos Queiroz, Paulo Bento e Fernando Santos da selecção da federação. Tentou acabar - ele os seus vassalos, como o Naundinho das putas do clube da fruta - com a carreira de Rafa Silva a quem fazia questão de humilhar sempre que o mandava convocar. Na Arábia já tomou o treinador de ponta por se atrever a substitui-lo a dois minutos do fim. Escolhe, ao serviço da selecção, quem são os pés-de-microfone que lhe podem fazer perguntas combinadas. Os jornalistas baixam as orelhas e a federação em peso abana a cauda. Só falta saber quanto tempo resiste o novo Roberto Santos da Femacosa se ousar contrariar as vontades do Rónalde.
Entretanto, depois do arruaceiro Pepe - convocado por Martinez Santos Femacosa, saberá o Diabo o porquê, ter sido dispensado - o melhor Diogo Costa em campo abandonou a selecção por causa de uma daquelas mialgias musculares que acometem os jogadores do foculporto que nunca têm lesões no seu clube. E que prestígio pode acrescentar ao futuro melhor do universo sofrer um golo furtuito dos Liechtenstein e Luxemburgo desta vida? Como naquela casa nada é feito ao acaso, previamente, Roberto Femacosa Martinez já tinha no congelador o enigmático Celton Biai, que, surgido do nada (em transito para o clube da fruta?), iniciou o estágio e participara nos dois primeiros treinos. Está reposto o stock de guarda-redes não vão as malvadas mialgias atacarem o Rui Franguício ou a barba do José Sá.
Já relatei (AQUI) a reunião no Olival onde se fumou o cachimbo da paz. As confusões no foculporto são como as lesões misteriosas que tomam conta dos futebolistas do clube da fruta dois dias antes da chamada à selecção. Curam-se com água do cu lavado tão depressa chegam ao Olival. E mais sopapo menos sopapo, mais insulto menos insulto, mais bufa menos bufa, a verdade é que tudo acabou como o previsto. Foi um peido da fruta, claramente desgazeado, o que apareceu a dar baile (desta vez apostou num triste fado) à maralha de aduladores que o venera. Dos titalos do fiel pasquim, onojo, ressaltam duas frases do tinhoso que considero lapidares. Conceição já «recebeu três dragões de ouro e tem uma estátua». Da maneira que o verão promete ser quente é melhor não ser de cera. Os três ladrões de ouro valem tanto como os dois do (Raúl) Alarcón. Só muda o cheiro. Um foi apanhado nas malhas do doping. E o outro (ainda) não.
