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domingo, 6 de agosto de 2023

Liga da farsa promove o regresso das famílias aos estádios.


Bastou os sapos levarem no toutiço do Everton, 17º da Premier League da época passada a dois pontos da descida, para a potência do Lumiar desaparecer por completo das primeiras paginas dos jornais! Imagine-se que, até o grande Gyokeres - que por momentos regressou a Inglaterra - meteu férias nos escaparates. Quanto não vale uma derrota! Abolha, no cantinho muito pequenino que reservou para o acontecimento, diz que foi 'sem sabor amargo' e que a exibição (de mão cheia) mostrou uma equipa preparada para trucidar o pobre Vizela. Condoído, o rascord achou que os sapos mereciam mais. Talvez, digo eu, uma arbitragem igual à do naturalizado Halim Shirzad, árbitro do Afeganistão que no troféu cinco pandeiretas, praticamente sozinho, derrotou o Villarreal assumindo-se como o mais profícuo avançado da potência. O onojo que, como abolha e o rascord também reservou um pequeno espaço para a mais recente proeza da saparia, com uma indisfarçável pontinha de prazer, diz que «a pólvora voltou a secar» o que a mim, leigo na matéria, me deixou a ver navios. Com a chuva que caiu em Liverpool qualquer nabo que não perceba nada disto (vem daí a minha paixão pelo muito que se aprende com a MDCSDQT) terá ficado com a ideia que a pólvora molhada é que tinha sido a causadora da seca, aqui sim, de golos da potência. Fica a informação do pasquim da fruta para o futuro: à potência do Lumiar não há chuva capaz de amolecer o seu paiol!

“Uma das nossas metas continuará a ser promover o regresso das famílias aos estádios. Não vamos, é uma garantia que vos deixo, abdicar desse objetivo" (...) "vamos propor reduzir substancialmente o valor máximo dos ingressos, uma redução que pode atingir os 50%”, assim zurrou o rolha Proença, meia dúzia de dias antes, numa das suas muitas caganças mediáticas que valem tanto como as promessas de garantir 300 milhões de euros para clubes nacionais na questão da distribuição dos dinheiros dos direitos televisivos. 

"Por indicação do Boavista Futebol Clube, não será permitida a entrada de adereços do Benfica na bancada onde se situam os bilhetes de 1.ª Categoria.". lê-se no site do Benfica. Como os bilhetes de 1ª categoria custam 70€ (com a declaração implícita de marrar contra o vermelho) é de supor, a acreditar na prosápia (redução até 50%) do cagão da brilhantina, que originalmente os ingressos custariam 140€? Sobre a pacotada de «promover o regresso das famílias aos estádios» fiquei ainda mais confuso. Será proibir as cores do Benfica nos melhores lugares, os preços, quase simbólicos, de 70€, o relvado que não vale um peido, ou o jogo disputado numa segunda-feira às 20, 45H? A menos que o Proença tenha como modelo das famílias quer ver nos estádios a do Marco "Orelhas", para quem não está lembrado: elemento da claque do foculporto acusado da morte de Igor Silva, esfaqueado durante os festejos dos fruteiros duas épocas atrás. E como na quinta-feira foram detidos «por tentarem matar na madrugada de São João» os filhos e o namorado da filha do orelhas, o MP queria os meliantes na cadeia, mas o Tribunal de Instrução Criminal do Porto teve outro entendimento ordenando o regresso da rapaziada às ruas onde se sentem em casa, bem faria a liga, também sediada no Porto, convidar a família inteira para desanuviar o ambiente.

Se já assistimos - com o patrocínio da liga, IPDJ e FPF - ao  espectáculo de o injinheiro Macaco no «Simpósio  Violência vs Valores no Futebol» - dar uma palestra sobre valores no futebol, dias depois de, nas redes sociais, publicar um vídeo com veladas ameaças de morte aos árbitros, e de o vermos, noutras ocasiões, de braço dado com o Proença, não encontro nenhuma razão valida para a liga da farsa, no intuito de promover o regresso das famílias aos estádios, não convidar os "orelhinhas" para as bancadas. Vamos a isso, Proença? 

terça-feira, 10 de maio de 2022

Macacadas!

«Foi detido esta madrugada o principal suspeito do esfaqueamento mortal a um homem de 26 anos ocorrido na madrugada de domingo, durante os festejos do título ganho pelo FC Porto, nas imediações do estádio». «Alegadamente, o homicídio de Igor Silva teve como motivação um ajuste de contas, depois de troca de agressões ao longo entre a vítima e um grupo onde se incluíam dois indivíduos já identificados pelas autoridades, Marco Orelhas (ainda em fuga) e o seu filho, Renato, de 19 anos, sobre quem recaem maiores suspeitas».  O comunicado da PJ não engana. O 'ajuste de contas' e o trágico acontecimento não tem nada a ver com clubes. Apesar do crime ser cometido nas imediações dajantas dificilmente haverá alguma diligencia na rotunda Cosme Damião tendo em vista encontrar uma ligação do Benfica a uma morte ocorrida numa rixa entre claques! Desta parece que estamos safos. Por terra caiu a cacha jornalística de Aníbal Puinto a garantir na CMTV que o fugitivo não tinha fugido e que se apresentaria voluntariamente com os advogados, "afastando o perigo de fuga" tal e qual o gerente da caixa regressado de Vigo para onde partira à desfilada, quando se dirigiu ao Tribunal Criminal de Gondomar rodeado de superdragões para prestar depoimento no processo Apito Dourado onde foi condenado por corrupção desportiva. 

Marco orelhas, pai do 'alegado homicida', nº 2 do injinheiro macaco, é o jogador do Canelas 2010 que foi condenado a pena suspensa de dois anos por partir, com uma joelhada, o nariz do árbitro que o expulsou por ter agredido um adversário. Tem uma pena tão eficaz como a do arruaceiro Pepe que lhe permitiu jogar na selecção do Rónalde estando suspenso no campeonato, igual à do injinheiro macaco que, suspenso na árvore da impunidade, distribuiu bilhetes falsos da federação com o mesmo à vontade que o Otávio escarrou no rosto de Ederson ou o descaramento dos VAR que nos últimos seis jogos contra o clube da fruta anularam quatro golos por centímetros ao Benfica! Quem se lembra dos bonecos vestidos à Benfica enforcados, suspensos à entrada dajantas, pode pensar tudo mas não pode estranhar. 

Conhecendo o 'modus operandi' daquela gente aposto que a navalha que suicidou Igor Silva não era propriedade de nenhum deles, e, passados estes dias de aconselhamento papal, o mais provável é que a naifa já tenha desaparecido e que o crime tenha passado a suicídio. Algo me diz que não seria a primeira vez que aconteceria naquelas paragens. E se depois deste tempo decorrido os dois não tiverem a folha mais limpa que os cliclistas da clube da fruta apanhados com o doping que não era deles, então quem estranha sou eu.

As fotos do infeliz adepto do clube da fruta, estendido no chão com o corpo repleto de facadas, são chocantes e estão aí nas redes sociais. A que publico neste post diz respeito a um jovem cidadão agredido com um pedregulho dentro de um autocarro depois de se deslocar ao Estádio da Luz para assistir a um jogo do seu Clube, o Benfica. Regressava tranquilamente a Barcelos, de onde partira. Acabou no hospital com o rosto desfeito e sem dentes. 11 dias depois, Bruno Simões, seria sujeito a uma intervenção cirúrgica para reconstruir duas órbitas, dois ossos malares, osso frontal, nasal e o maxilar superior numa operação que durou sete horas. Alguém tomou conhecimento dos resultados das investigações contra os agressores? Alguém sabe se já foram presos ou, entretanto, condecorados?

Experimentem trabalhar numa área de serviço das autoestradas por onde passa o rolo compressor liderado pelo injinheiro das rachas. Experimentem viajar em aviões onde a comandita do doutor burrié interfere até com os comandantes das aeronaves. E nem queiram imaginar a alegria das mulheres que têm a desdita de se cruzar nas ruas com este grupo de bem comportados rapazes.

Só não há mais gente esventrada nas ruas porque as pessoas têm medo e escondem por baixo da roupa os adereços do Benfica. Quem é o doido que arrisca andar sozinho nas imediações de Contumil com uma camisola ou um cachecol do Benfica? Quem é o maluco que, em dia de jogos, se passeia em Guimarães com um boné ou uma bandeira do Benfica? O injinheiro Macaco tem um livro publicado onde conta inumeros crimes com a mesma impunidade que lhe permite invadir o centro de estágio dos árbitros, ameaçando-os e às suas famílias, vandalizar o talho do Manuel Mota ou fazer distúrbios -  "onde está o gatuno?" - na Taberna da Esquiça, propriedade do pai do árbitro Jorge Ferreira, no dia a seguir a um Paços de Ferreira-Benfica onde o árbitro de Fafe teimou em não prejudicar descaradamente o Benfica, é o mesmo individuo, tratado pela MDCSDQT como uma estrela da bola, que liderou sem castigo a invasão de campo no estádio Coimbra da Mota, permitindo ao foculporto jogar 37 dias depois a segunda parte de um jogo que se encontrava a perder ao intervalo. 

Alguns extratos do livro (escrito pelo jornalista Filipe Bastos, edição da "Gazeta do Gaiense") publicado em 2005, onde se revela o futuro injinheiro das rachas decidido em não desmerecer todas as honrarias que tem sido alvo, quer da Merda De Comunicação Social Desportiva Que Temos (MDCSDQT) quer das autoridades que se vergam à sua vontade, borradas de medo.

BENFICA INIMIGO, PORTUGAL “AMIGO”

“O BENFICA é o nosso inimigo mortal. Ponto de honra derrotá-los, dentro e fora das quatro linhas.”

Benfica – F.C.P = (1992) – “Depois da festa, foi o fim do mundo. Distribuímos pancada por tudo o que fosse vermelho.”.

“Surgiu a ideia de criar os ultras Portugal com elementos dos super dragões e da claque do Sporting. A primeira viagem foi contra a Itália. (…) No caminho, o Borrego lançou um concurso que consistia em ver qual era a claque que mais roubava (…) Foi o caos em Andorra! Lojas e mais lojas cheias de máquinas de filmar, roupa, tabaco…Tudo à mão de semear. Ficámos em transe.”

Corunha – F.C.P (2004) – “Resolvemos pôr-nos atrás do repórter a fazer de otários e a gritar “Porto”. O cabrão manda desligar a câmara e diz: “estes gajos do Porto são sempre os mesmos palhaços…”. Saltou-lhe tudo em cima. Levaram um tareão e sem telemóveis.”

Guimarães – F.C.P (1994) – “Houve um policia que se armou em esperto e deu uma bastonada num gajo. Veio outro por trás, deu-lhe uma sarda, ele ficou lá esticado.”

Braga – F.C.P (1995) – “Pelo que se comentava, muito do pessoal tinha notas falsas para comprar os bilhetes e ainda trazer troco.”

Setúbal- F.C.P (2002) – “Foi o caos! Entraram cem gajos pela área de serviço e roubaram tudo o que lhes apareceu à frente. Até que os guardas trancaram 16 (…) Foram todos absolvidos. Foi um final feliz.”

M.United – F.C.P (2004) – “Nunca vi uma coisa daquelas num free shop. Até montras de ouro tinha. Foram dez minutos. Uma rapadela total.”

Juventus – F.C.P (2001) – “Abri o cortinado das hospedeiras e vi o Alexio e o Caveira aos beijos e aos apalpanços (…) Os outros começaram a puxá-las, a dar-lhes surras no cu e a apalparem-nas… Depois, o co-piloto começou a falar comigo a explicar que tinham roubado a carteira ao comandante. Ele estava fodido e já queria aterrar o avião, antes do tempo! (…) Os cães sentiram o cheiro a ganza que os gajos fumaram durante o voo…”

Corunha – F.C.P(2003) – “Só os vi em cima dele a disputarem o telemóvel, a camisola, as calças, o dinheiro. Quando me apercebi do que ele estava a dizer vi que era espanhol. Não queria acreditar que tinham raptado um puto de 17 anos. Os cabrões, como íamos de porta aberta, viram o chavalo e meteram-no para dentro do autocarro. Fiquei cego e enchi-os de porrada. “Vocês, são doidos! Se queriam roubar, roubassem antes de entrar”...

Se já possuía este currículo admirável imagine-se, 11 anos depois, o tamanho das suas proezas quando a federação do Naundinho das facturas entendeu juntar este grupo de bons rapazes à rapaziada de elite do Mustafá, líder da claque dos sapos, legitimando a claque não oficial da selecção! Jornal de Notícias euro 2016" - Após o encontro com a Islândia, em que os portugueses foram literalmente abafados pelos nórdicos, a Federação Portuguesa de Futebol meteu mãos à obra e conseguiu arregimentar homens do ofício, como Fernando Madureira, líder dos Superdragões, claque afeta ao FC Porto, para que Portugal pudesse ter um a força suplementar fora do campo" (...) "Fernando Madureira, em conversa com o DN, diz que a onda está a crescer depois de no jogo com a Áustria, o primeiro em que compareceram, terem surgido apenas "30 elementos, 25 dos Superdragões e cinco da Juventude Leonina". No encontro com a Polónia "já eram 300" mas vai ser amanhã em Lyon, na meia-final contra o País de Gales, que vão surgir algumas novidades". 

E assim continuam, de pedra e cal, ao serviço da naçon. Haverá acontecimento mais prestigiante para as cores nacionais que a transmissão em directo nas televisões da chegada da claque da federação ao estádio da Luz, entoando cânticos de apoio á selecção do Rónalde como o aclamado «Filhos da puta SLB» que a Sportv, desde há anos, rotula como "cânticos de apoio ao foculporto"?