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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Apito demolidor...



A influencia arbitral, que não pode de maneira nenhuma servir para ignorar ou mascarar erros próprios, muito menos pode ser ignorada, fazendo-se de conta que não existe.

No dia 6 de Maio deste ano, o Benfica receberia um Estoril em alta, no quinto lugar do campeonato, motivadíssimo, devidamente espicaçado pelos tipos de Contumil, que nestas coisas 'dão um bigode' em competência à estrutura benfiquista, pela comunicação social, que se desdobrou em entrevistas onde se afirmava que eles (o Estoril) seriam o bombo da festa, e, viria-se a saber mais tarde - com alguns jogadores já contratados pelos corruptos de Contumil para a época seguinte...

Toda a gente terá feito (bem) o seu trabalho...menos o Benfica que não encarou o jogo com as devidas cautelas. Aquele jogo era crucial para ir ao Porto (no sábado seguinte) sem a pressão dos pontos, podendo preparar com calma a final da liga Europa que se realizaria poucos dias depois...
Se calhar (digo eu) alguma coisa teria de ficar para trás - ou então, se calhar, teria de se investir noutros campos...digo eu. Enquanto uns se movimentavam nos bastidores (como ficou comprovado mais tarde) o Benfica ficava - mais uma vez, à mercê da "sorte"...

Desgastado pela Liga Europa - o Benfica tinha feito na quinta-feira anterior um jogo deslumbrante que colocava a equipa na final com o Chelsea (quem não se lembra do magnifico jogo contra o Fenerbahçe onde se correu, correu, como se não houvesse amanhã) tendo-se apresentado, lento, sem ideias (pernas) e tão preso de movimentos que nem parecia a mesma equipa. 
Nem podia ser a mesma equipa - naquela altura da época o esforço paga-se caro; muito caro.

Mesmo jogando abaixo das possibilidades - o Benfica marcou um golo, suficiente para ganhar o jogo.
É que o golo do Estoril que faria o resultado final, foi marcado em claro fora de jogo, perfeitamente demonstrado nas imagens televisivas.
É certo que Carlos Martins, que entrara momentos antes, fez-se expulsar em meia dúzia de minutos, de forma tão estúpida que ainda hoje me incomoda..
A falta que dá origem à sua expulsão, foi parva, estúpida e infantil, para não lhe chamar coisa bem pior, mas, não foi mais grave do que milhentas outras que passam em claro aos homens do apito!

Alguém imagina Paulo Baptista, o árbitro do jogo, ir ao estádio de Contumil validar um golo em fora de jogo contra o clube do putedo e ainda por cima expulsar um jogador a 15 minutos do fim, num jogo que podia decidir o titulo?
Não saía de lá vivo.
É essa a diferença que fabrica os campeões em Portugal.