Depois de duas arbitragens indecorosas que o Benfica foi alvo no últimos jogos os cartilheiros da fruta e dos sapos (sempre miseráveis na cola do foculporto) retiraram daí que o Benfica tem sido escandalosamente beneficiado! Até dou de barato que a esta gente, eu ia a dizer gentalha, já não lhes chegue que o Benfica seja escandalosamente roubado todas as semanas. Tem de perder nem que seja subvertendo todas as regras do jogo! Regra numero um: penaltis a favor do Benfica não existem nem que um jogador seja abatido a tiro na grande área, saindo a correr para esconder a arma, dando aos analistas a possibilidade de discutir se o que viram ali foi suicídio ou homicídio!
Entendeu esta gentalha que o Presidente Rui Costa desceu da tribuna para partir aquilo tudo? Pois se assim não foi uma pena que não tenha sido. Só se lamenta que não tenha concretizado a sua primeira intenção. Compreendo que pelo desfecho final tenha preferido, até pelo excesso de emoções que viva, preservar-se mais um pouco, mas se tivesse posto a boca no trombone teria, a começar por mim, a esmagadora maioria dos benfiquistas do seu lado. Estamos fartos de ser roubados. Pior, roubados e escarnecidos em nossa própria casa!
E que não que o defensor do Vizela não fez de propósito (claro que ninguém o viu a olhar para o sítio por onde o Gonçalo iria passar!) para derrubar o avançado do Benfica! Quê?!... Alguma vez aquela queda não foi feita de propósito para parar Gonçalo Ramos? E mesmo que não fosse! Salvo raríssimas excepções, ninguém faz penaltis intencionalmente. Ou porque chegam tarde à bola e acertam no adversário ou porque abrem os braços desnecessariamente, porque o árbitro viu o que mais ninguém viu ou por outra razão qualquer, a verdade é que ninguém (a menos que esteja comprado e também aí há muito para contar no livro da farsa) faz penalti porque lhe apetece. Daí os protestos que sempre surgem neste tipo de lances. Todos se acham inocentes. E os desgraçados que marcam o Taremi, então, nem se fala! Basta olhar para o seu ar de sarapantados ao se aperceberem dos mergulhos do iraniano estando eles a um metro de distância!
Sapos e fruteiros a falarem de tuneis e presidentes no relvado? Que falta de vergonha na puta da cara! E que falta de tomates a dos comentadores que recebem salário só por se dizerem do Benfica! Que moral tem um comentador que se diz benfiquista, quando, perante a opinião de 11 em 12 "especialistas de arbitragem" que corroboram que o penalti no último minuto foi bem assinalado por se enquadrar dentro das regras do jogo, vem dizer que se fosse ele não marcava? Que agenda tem este tipo? A quem quer agradar este individuo?
Rui Costa está habituado a estar no túnel? Deve ser por isso que o Benfica nas últimas duas épocas teve 5 penaltis a seu favor e apenas quando os campeonatos estavam mais que decididos! Como é que alguém do Benfica ouve esta barbaridade e consegue ficar Calado, meu Deus! Eu já nem falo das décadas do turista de Vigo sentado no banco de suplentes do foculporto ou do Brunalgas, com a bunda grande no banco dos sapos, quando não circulava pelos balneários dos árbitros ou a cuspir nos presidentes adversários! Os comentadores do Benfica não conhecem a história recente (e a mais antiga) do futebol português? Deixo-vos dois pequenos trechos do livro a «A LIGA DA FARSA E (TODAS AS) OUTRAS HISTÓRIAS DO FUTEBOL PORTUGUÊS» sobre o assunto...
Chaínho, antigo futebolista do foculporto, ao Observador: «O túnel era intimidante, era. O Benfica chegava ao relvado todo borradinho. Como é que sabia? Pela forma como olhavam para nós.»
«Quem viveu de perto o Apito Dourado ou teve a desdita de passar no túnel (um dos mais temidos da Europa) entre os balneários e o relvado, sabe do autêntico calvário a que as equipas adversárias e os árbitros foram sujeitos naqueles metros de terror. Não faltam relatos de como as segundas partes (quando algo corria mal nas primeiras) se tornavam num constante frenesim em direção à baliza contrária. Entalados entre os banhos de imersão no caldeirão – mau grado a queda do cabelo, esplêndido para fazer crescer asas nos pés aos felizes contemplados – e os calduços no cachaço com que a guarda pretoriana mimoseava os adversários, a maioria das equipas quase não passava do meio campo com o cagaço. A MDCSDQT (submissa, cobarde e já com o pelo bem amassado, se necessário) gosta muito de lhes chamar “puxão de orelhas” ao intervalo.» (...)
«Se o valente Góis terá entrado de pistola em punho no balneário dos árbitros, o fugitivo de Vigo sacou do seu (Luís) Grrrrronçalves de algibeira pelo menos em duas ocasiões nas ligas da farsa. Em Moreira de Cónegos, em 2019, e no final do clássico contra o Benfica, disputado najantas a 1 de dezembro de 2017 e sempre com Jorge de Sousa no ponto de mira! António Filipe Alves, o fofinho quarto árbitro do encontro, escreveu este poema de amor no seu relatório de Moreira de Cónegos: «No final do jogo o diretor do clube visitante, Sr. Luís Gonçalves, e o senhor presidente do mesmo clube, Jorge Nuno Pinto da Costa, dirigiram-se se ao balneário da equipa de arbitragem de forma rápida para se despedirem da mesma». Podiam enviar ao dragon Sousa uma caixa de framboesas pelo correio Pedro Pinho, ou, quiçá, disparar um e-mail truncado do Francisco J. Marques para apresentar as despedidas. Mas não. Com o conterrâneo ali tão perto, mal lhes pareceu não entregar em mão o bacalhau da ordem e os salamaleques que lhe eram devidos. São ou não são uns docinhos quando querem?»
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Todas as questões sobre o livro em;
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