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terça-feira, 29 de novembro de 2022

O melhor emplastro do mundo!

Confirma-se, são os piores jogadores da selecção. Rónalde, patético, parece uma tia tontinha, de 65 anos, vestida como uma pita de 15, perua engalanada, de lábios excessivamente pintados, calças rasgadas e cabelo lacado que não dá uma prá caixa. Pepe, velho e a viver dos parcos rendimentos, só joga porque a tia alucinada comprou um quintal para os dois! Uma vergonha. Um a menos no ataque e quase (que na defesa há sempre um Rúben Dias a jogar pelos dois) um a menos atrás. Deu para sentir saudades de Danilo. Os pasquins de hoje, seguindo-lhes o exemplo, querem à força toda roubar o protagonismo a quem de direito. Bruno Fernandes, marcador dos dois golos, não mereceu uma única capa (a da bolha é miserável) onde apareça sozinho. Tem sempre o emplastro agarrado a roubar-lhe os holofotes. E que é o pior, em nenhum escaparate tem o seu nome em destaque. Não é pró Rónalde não é para ninguém. Um nojo, todo este circo.

Todos vêm que é um corpo estranho em campo. Sai a oito minutos do fim e a equipa, liberta de amarras, é logo outra para (muito) melhor. Indecoroso! Um grupo de fantásticos jogadores obrigados a jogar para um tipo que nunca festeja os sucessos dos colegas! Ontem deu-lhe para celebrar exuberantemente o golo de Bruno Fernandes. Viu-se na primeira imagem que jamais tinha tocado na bola. Talvez com um cabelo como, vergonhosamente, tentou reivindicar. Como se ainda fosse preciso, voltou a demonstrar que só pensa nele. Não ganha uma disputa de bola, não consegue fazer uma finta, não ganha um lance de um para um, não vence um sprint, não marca um livre (desperdício inacreditável) de jeito, não acrescenta nada de útil à equipa; não joga um peido. E ainda quis roubar um golo que não era dele! 

Nas televisões foi a mesma palhaçada. Todos quiseram atribuir a Rónalde aquilo que não era dele. E teve de ser a FIFA (é tecnologia de ponta, caralho, não engana) a acalmar  essa demência colectiva, impondo alguma ordem no galinheiro. Bruno Fernandes, que agora soma dois golos, a 7 de Eusébio no mesmo mundial, bem pode agradecer aos deuses a saída do pinheiro (que continua a 8) a poucos minutos do fim. Só assim teve a oportunidade de recordar os bons tempos de Manchester onde, antes do Rónalde, os penaltis lhe caíam no regaço como rosas. 

O Fernando da Femacosa que se lembre disto quando se lembrar de substituir o Rónalde. É que nem por um minuto, quanto mais oito...e os descontos que no Catar têm sido a dobrar. Aquele penalti do Bruno Fernandes vai-lhe ficar atravessado no estreito para sempre. Ah, cum catano! Pudessem as regras permitir o regresso ao relvado apenas para marcar os penaltis...nem tocavas na chincha, oh Bruno.

Kaká, Roberto Carlos, Ronaldo, Cafu...grandes craques do Brasil do passado nas bancadas a torcer pela selecção brasileira. A selecção do Rónalde, na impossibilidade de levar o injinheiro Macaco pela trela, optou por convidar Augusto Santos Silva, novel defensor dos direitos humanos (que não do direito ao protesto das forças policiais) e das indefesas ronaldetes espalhados pelo mundo! 

Mais um empata-fodas. Com inumeros jogadores de talento no banco, incomodado com o futebol de ataque do Brasil contra a Sérvia, o treinador brasileiro aproveitou as lesões de Danilo e Neymar para acrescentar um trinco e um central adaptado à sua equipa. Como resultado, Brasil amarrado de tração atrás, primeiros 45 minutos de merda onde quase não houve oportunidades e uns segundos 45 onde apenas perto do fim (já com alguns dos virtuosos em campo) surgiu a vitória e lances de golo em barda. São os "Femacosas" da bola.

No grupo da selecção do Rónalde, a Coreia do Sul acabou derrotada pelo Gana. Expulso com tranquilidade, Paulo Bento, reconhecido empata-fodas, terá assistir nas bancadas a mais uma exibição galáctica do Rónalde. Depois dos recordes batidos contra o Uruguai: melhor quase golo do mundo e melhor penalti que marcaria se não tivesse sido substituído, não será a Coreia do Sul, ainda mais sem o senhor tranquilidade no banco, a obstruir o rumo da história. Com 90 minutos (mais os descontos) em campo. Ouviste, oh Fernando?