segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

É este lodo que o rolha Proença quer vender no estrangeiro?

O que se passou no alvalixo já nem chega a ser notícia. Ganhar com decisões arbitrais é o pão nosso de cada jogo do cashball. O orelhudo de Mirandela, que nunca vê imagens de nada, ontem viu tudo de fio a pavio! Ao colo dos árbitros até um broeiro ignorante se parece com um grilo falante. O presidente do Famalicão, marido da presidente do Rio Ave que compete nas mesmas competições (outra pantominice da liga), insurgiu-se contra David Silva e barrasco santos que são tão doentes pelo clube da truta como ele. Metido no cu de um burro desde a visita ao Estádio da Luz, manuel ribeiro aproveitou a visita a Lisboa para voltar a faladrar do Benfica. Nem a doce Carolina e a universitária Naundinha fizeram tantos blowjobs ao fugitivo de Vigo como este traste já fez em público ao face rat Billas-Boas.

Digo-o, e repeti-lo-ei sempre, mesmo que as falangetas já me doam. Quem decide a esmagadora maioria dos jogos, troféus, taças e campeonatos, são os árbitros. Podem dar as voltas que quiserem, romancear mais ou menos, fazerem filmes dignos da Netflix que vai tudo desaguar nos homens do apito. São como os rios. Galgando as margens não há diques (Mourinhos) que resistam. Bem podem cagar nos planos mirabolantes, nos planteis bem estruturados, nas promessas de goleadores exímios e nos candidatos, ou presidentes, que têm a chave do sucesso baseada em grandes opção estratégicas, em contratações cirúrgicas, obras faraónicas, planeamentos à la longue, critérios de execução rápida ou fundamentos catedráticos. Borrifem-se para os peritos dos jovens craques, para as feras dos mecanismos, sábios das concepções e da engenharia financeira, para os retornos sublimes, fórmulas de sucesso garantido, métodos sumptuosos, expedientes incríveis, soluções fascinantes e soluções que não passem por dinamitar o controle da arbitragem e dos árbitros. 

Até um cego consegue ver que os últimos três jogos do Benfica na liga - Tondela, Alverca e Santa Clara - três jogos de goleadas históricas, terminaram com resultados (em Tondela nem isso) tangenciais por causa da acção (não interventiva) dos árbitros. Exactamente como nos empates com o Casa Pia, Cashball, Apito Dourado, Sp. Braga, Santa Clara, Rio Ave, onde os árbitros por omissão ou por 'excesso de zelo' roubaram pontos ao Benfica que o tornariam líder isolado. Rasteiras, derrubes, bolas na mão, agarrões, pisadelas, dentro da área dos adversários do Benfica nem vão ao VAR na sua maioria! Patadas na cabeça dos jogadores do Benfica não são objecto de análise. Anulam-se golos por supostas faltas cometidas no seu próprio meio campo ou por um sopro no cachaço dos adversários. Demoram 13 minutos à procura de um dedo na cabeça para validar um penalti pró sapos. Validam-se golos baseados em imagens manhosas obtidas de um poste de iluminação do estádio! Assinalam-se penaltis ao Benfica por uma rasteira de cabeça e cantos fantasma (golos) pró-sapos.

A lavagem que os chamados especialistas de arbitragem e a MDCSDQT fazem aos erros flagrantes dos árbitros tornou a liga da farsa um chavascal à medida do «Apito Dourado». Alguns desses facínoras, ligados ao «Apito», continuam nos jornais e nas televisões a fazer o mesmo que faziam dos relvados. Os VAR, árbitros medíocres, são hoje o que no Apito Dourado chamaríamos de fruta para dormir ou 'deusas' do Calor da Noite e da Taverna do Infante, pagas por Fernando Gomes, então administrador do foculporto SAD, mais tarde presidente da FPF, vice-Presidente da UEFA; actual presidente do Comité Olímpico de Portugal. É um chavascal que nunca mais acaba. Sapos e clube das putas não jogam um piço. Ganham por um golo. Os jogos decidem-se por decisões ou omissões do VAR.  O foculporto, além do andor, ainda tem os guarda-redes contrários a ofereceram passes de morte aos seus avançados. Ontem, na Madeira, o guarda-redes do Nacional, com a sua equipa a perder, viu um cartão amarelo aos 87 minutos por perder tempo (mais de um minuto!!!!) a repor a bola em jogo! É este lodo que o rolha Proença quer vender no estrangeiro? É este lodo que o governo quer obrigar o Benfica a patrocinar?

domingo, 15 de fevereiro de 2026

Contratação de José Mourinho é o melhor acto de gestão do Benfica.

A chamada de jovens como José Neto, os minutos jogados por Banjaqui e os golos marcados Anísio Cabral são uma pequena parte do trabalho de José Mourinho no Benfica. Casado com o Seixal e com o centro de treinos do Benfica, José Mourinho, além de fazer o trabalho que caberia à (frouxa para não lhe chamar outra coisa) comunicação do Benfica, não perde um jogo das camadas jovens oferecendo-lhes como ninguém até agora a injecção de confiança que precisam para perseguirem o objectivo de um dia serem eles os protagonistas. Jogadores como Gonçalo Moreira (clone de João Neves desde a classe à camisola dentro nos calções) sabem que não será apenas por marcarem (ver vídeo mais abaixo) um golo extraordinário que o treinador principal deixará de acreditar no seu trabalho. 

A contratação de Mourinho é o melhor acto de gestão de Rui Costa. Se não fosse por mais nada - e os números começam finalmente a dizer muito - só o facto de manter a corja mediática de rédea curta, para mim, já é motivo de louvor. Falta-lhe fazer o mesmo aos árbitros. Como vimos nos últimos jogos em que o Benfica começou a beliscar as classificações pré-definidas, são eles que decidem os jogos, troféus, taças e campeonatos. O que eu aqui não me canso de afirmar está cada vez mais à vista de todos. Só para relembrar, o Benfica que não teve férias esta temporada, depois do desgastante mundial de clubes começou por limpar o sebo aos sapos na supertaça, e quando muitos ainda estavam de férias fazia mais 4 jogos de qualificação da Champions League. E nem as lesões prolongadas de João Veloso, Bruma, Lukebakio, Alexander Bah, Manu Silva, mais Richard Ríos e Barrenechea (os homens da casa das máquinas), conseguem esconder a firme evolução de Prestianni, Schjelderup, Samuel Dah e Leandro Barreiro. Reforços de inverno: Lopes Cabral adquirido ao Estrela da Amadora e o desacreditado Rafa Silva. Retificando: independentemente do tempo que ficará no Benfica, José Mourinho não é apenas o melhor acto de gestão de Rui Costa. Será um dos melhores actos de gestão da maioria dos presidentes do SLB. 

A liga da farsa no seu máximo esplendor. William Gomes (saiu do campo sem um gesto de arrependimento ou desculpa) deu uma patada na cabeça de um adversário. Castigado com dois jogos o clube da fruta recorreu para o Tribunal Central Administrativo do Sul (conhecido por tribunal do Palhinha) que deu provimento à providência cautelar apresentada suspendendo-lhe o castigo. Como o atingido não faleceu em pleno relvado o tribunal do Palhinha entendeu que os pitões do pobre William, se bem apreciados, até são bastante fofinhos! 

As capas dos pasquins desportivos de hoje explicam com enorme precisão os seus critérios editoriais. A «nem de borla» divide-se entre os seus dois grandes amores, sapos e clube da fruta, reservando uma cagativa nota de rodapé para…José Mourinho. O pasquim da fruta, cumprindo à risca a sua génese, obviamente pró-fruta, dá ao sapedo um terço do protagonismo e uma pequeníssima nota de rodapé ao Benfica. O pasquim oficioso do sapal, rascord das petas do seboso Bernardete, que não resistiu a dar mais uma dentada no "frango de Trubin", opõe-se com veemência ao clube da fruta, fala grosso pelos sapos e tenta a todo custo cativar alguns incautos (ainda há quem compre aquela bosta?) leitores do Benfica. Outro aspecto em que não enganam é na desconsideração pelos restantes competidores. Não havendo derrotas nem polémicas (forjadas por eles) no Benfica, o protagonismo é fifty fifty entre sapos e clube das putas, pequenas notas de rodapé para o SLB e o completo desprezo para Sp. Braga, V. Guimarães, modalidades e demais agremiações desportivas. 

O conselho de arbitragem é que não brinca em serviço. Depois do antónio nobre e do manel dos camarotes destacados para os Açores para derrubar o Benfica, convocou José Bessa, foculportista de Valongo e o santareno João Bento para substituir os lesionado Martin Fernandes e Samu no foculporto. Para a visita do Famalicão ao alvalixo enviou dois fruteiros de mão cheia, barrasco Santos e David Silva! Pode o futebol apresentado ser uma bela merda que o espectáculo, com estes qualificados protagonistas, está desde já garantido.

Jogos do Benfica na Choupana realizados no horário mais provável dos nevoeiros. Jogo do clube da fruta será às 15,30H. Sem ameaças de nevoeiro ou adiamentos e com tempo mais do que suficiente para sair da ilha ainda de dia (espera-se que com a cornadura inchada) e uma noite (espera-se de pesadelos) dormida em casa. Mais uma afronta ao Benfica, das muitas filhas da putice da liga da farsa.

E para terminar uma frase genial de Luis Enrique: «Normalmente, procuro fazer o contrário do que dizem os jornalistas»

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Liga da farsa cada vez mais rasca.

Agradecimentos à liga da farsa por ajudar o Benfica a preparar o Real Madrid. Depois de apanhar um monte de merda e um pedaço de estrume no Estádio de São Miguel qualquer antónio nobre ou manel dos camarotes enviados pela UEFA para segurar o Real Madrid na Champions será peanuts para Tomás Araujo, António Silva Otamendi & comp. O Santa Clara-Benfica também foi uma grande, excelente, oportunidade para o rolha Proença vender os jogos da liga da farsa na Europa. Com a imprensa europeia de olho no Benfica, por força dos embates com o colosso espanhol, observar ao pormenor a qualidade dos estádios, dos relvados e, sobretudo, das arbitragens, injinheiros macacos me mordam se a liga terá quaisquer dificuldades em promover esta bosta. Vão ser aos magotes os interessados em ver de perto a qualidade dos árbitros e dos relvados da farsa! E quando souberem que os adeptos do Benfica - apesar de continuarem a comprar gato por lebre a preços de Champions League - são proibidos de entrar nesses pardieiros com adereços afectos ao seu Clube, em vez dos 300M€ prometidos pelo rolha são bem capazes de dobrar a oferta. Sem o vermelho do Benfica há outro colorido nos estádios!

O lance sobre o Barreiro é gigante e o do Prestianni, se não é gigante, é pelo menos 'grandalhão'» assim resumiu José Mourinho as muitas canalhices do monte de merda e do pedaço de estrume de serviço. Vejamos: aos 2 minutos de jogo dois jogadores na disputa da bola levantam o pé simultaneamente. Sem sombra de falta nem de um lado nem do outro. O do Santa Clara deu um berro e queixou-se. O do Benfica, não. Falta contra o Benfica. 5 mts, Rafa é abalroado pelo guarda redes que chega ao lance atrasado. Gabriel Batista em nenhum momento tocou na bola. Pelas marcas de Rafa, murro na cara muito provavelmente. Siga. 31 mts, Barreiro lançado para a baliza abalroado pelas costas dentro da área. Siga. 42 mts, Prestianni pisado no calcanhar dentro da área de rigor. "Proteção perfeita do defesa", diz o canalha da sporttv após a repetição da falta. Siga. 78 mts, Otamendi travado dentro da área do Santa Clara. Uma repetição filmada de uma câmara colocada num poste de iluminação na Vila da Aves (AFS-Sporting) deu em nada. Siga. Cartões amarelos mostrados a Prestianni e Tomás Araújo por perdas de tempo numa liga em que as perdas de tempo desde o primeiro minuto quase superam o jogo jogado. 90+2 minutos, cartão exibido a Lucas Soares. Tinha feito 7 faltas, 5 merecedoras de cartão amarelo. Há mais dois lances duvidosos dentro da área do Santa Clara, derrubes de Pavlidis e de António Silva, que foram resolvidos da mesma forma. 

A corja (combinação letal de uns valentes montes de merda com uns estratosféricos pedaços de estrume) de comentadores de arbitragem, ex-árbitros em boa parte ligados ao Apito Dourado, espalhados como uma praga pelos diversos canais mediáticos, admitiu a contra gosto um penalti não assinalado a favor do Benfica. E porquê? Porque o defesa da casa teve o azar de pisar a bota a Prestianni. Sem esse pormenor que a sporttv não conseguiu esconder, teria sido mais uma arbitragem perfeita. 

Sejamos francos. António Nobre de nobre não tem nada. Nem como pessoa nem como árbitro. O mesmo para o manel dos camarotes dajantas que, mesmo sentado atrás de 20 televisores, não quis ver o que todos vimos. Não que o excremento do apito lhe desse qualquer crédito, como não deu no Benfica e o Arouca, da época passada, quando chamado pelo VAR manteve uma decisão aberrante de assinalar penalti por uma rasteira de cabeça num lance onde o jogador do Arouca, claramente, mergulhou para o relvado. Se manteve essa decisão canalha, apesar de alertado pelo VAR e de ele próprio assistir às imagens (sem esse penalti quase de certeza o Benfica seria campeão nacional), certamente que seria tempo perdido. Afinal ninguém morreu atropelado em campo. No final nem foi assim tão mau. Se não assinalaram nenhum penalti a favor do Benfica pelo menos não assinalaram nenhum contra. Mesmo não havendo lances suspeitos, como rasteiras com a cabeça, dentro da área do Benfica - com essa dupla de pulhas nada é impossível. Quanto ao clube da casa - recordando aqui os 13 minutos que o João da fruta demorou a descortinar um dedo na cabeça de um sapo, assinalando penalti contra o Santa Clara - foi mais beneficiado num só jogo (em penaltis, faltas inventadas e cartões perdoados) do que no resto da sua respeitável história.

PS I: estou a gostar muito da comunicação do Benfica. Obrigada pelas declarações de Mourinho a dizer qualquer coisita, além de fofinha, agora também é catita! «Dois penaltis por marcar é o critério habitual» é de génio! Na próxima jornada, com os árbitros cagados de medo, Iancu Vasilica ou David Silva serão uma boa aposta da liga. Entalado entre dois jogos do Benfica frente ao Real Madrid nunca mais na vida o AFS, como o Santa Clara, voltará a ter um jogo na liga onde lhe será tão fácil agarrar, abalroar e bater.

PS II: A forma enviesada e persecutória como são analisados os lances do Benfica. Aos 63 mts, lance Sidney Lima/Pavlidis. Comentador da «nem de borla» que usa um cagalhão no alto da cabeça: «Sem penálti. Sidney Lima estica a sua perna direita e de raspão toca na bola pela linha de baliza, depois é Vangelis Pavlidis que, com o seu joelho esquerdo, vai ao contacto da perna direita do jogador insular, que já estava meio sentado em virtude do corte que fez na bola».

Sobre Rafa, abalroado pelo guarda-redes: «Sem penálti. Com imagens pouco esclarecedoras, Rafa chega primeiro e toca a bola meio com a cabeça, meio com a cara, daí ter ficado no chão a queixar-se do rosto. Gabriel Batista, esticou o braço direito, chegou depois, mas não acertou com a mão na cara de Rafa. Apesar das imagens pouco esclarecedoras, o cagalhão de abolha não teve duvidas que o guarda-redes não tocou na cabeça de Rafa. O resto do corpo do jogador do Benfica, presume-se, ainda não chegou de İstanbul

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Guerrilha de comadres, farinha do mesmo saco.

Ver o foculporto das falhas de energia (corte de electricidade) no sistema de VAR, do enxofre, falta de luz e da creolina nos balneários do Benfica, do Delane Vieira e da bruxa de Matosinhos, dos apanha bolas a esconder as ditas, dos bonecos insuflados (com as cores do Benfica) enforcados às portas do estádio, do Paulinho Santos e do burro Alves, do injinheiro macaco e da doutora Sandra burrié, dos ataques ao centro de estágio dos árbitros, do guarda Abel, da fruta e dos quinhentinhos, dos e-mails truncados roubados ao Benfica, do doutor milagres e da W-52, das escutas do Apito Dourado, das primeiras damas  do Calor da Noite e da Taverna do Infante e da fuga do velho peidoso para Vigo, acusar outros (mesmo que os outros sejam os complexados sapos do alvalixo) de «evidente complexo de inferioridade», só pode ser uma piada. Piada rasca, como tudo o que diz respeito ao clube da fruta, mas uma piada, ainda assim.

Os ecos do clássico da criatividade vão enchendo chouriças nos programas da especialidade e também as capas da MDCSDQT. As acusações mutuas dos ex-compadres agora desavindos (chama-lhes putas, minha filha, chama-lhes putas antes que te chamem a ti) e o tsunami de complexos de inferioridade comuns às duas agremiações regionais, chutaram para um canto a tão propalada ausência de criativos do Benfica! No meio do chiqueiro mediático, saltam à vista as muitas lesões (a carga vitaminal foi/tem sido tanta que rebentaria mais cedo ou mais tarde) comuns às agremiações e - olha que menino! -, a agressão à patada de um grunho do alvalixo. Com o grunho Matheus Reis de saída para a Rússia (sem escândalos de dinheiros russos recebidos pelos sapos) Hjulmand assume as duas patentes. Melhor do que ter dois grunhos à solta só um (Hjulmand) com a dupla função de phoder a cabeça dos árbitros durante 90 mts quando não está a dar coices nas cabeças dos adversários estendidos no relvado. Os sapos são (mesmo) um clube diferente! (ver vídeo mais abaixo).

O pasquim desportivo, hoje por hoje o mais ordinário da MDCSDQT, para esconder o coice de Hjulmand, resolveu meter em destaque uma foto de Taarabt com a camisola do Benfica para ilustrar um pedaço de merda em forma de artigo. Podia escolher o arruaceiro Pepe, com um historial capaz de preencher todas as paginas de vómito desse jornal merdoso, assim como burro Alves, Paulinho Santos, Felipe vale tudo, Fernando Coito, Sergio Conceição... Mas não. O autor do escarro, Diogo Amaro Nunes, entendeu misturar noitadas com coices, escarretas com bêbados e cotoveladas com discussões entre jogadores/treinadores! E assim, como num passe de magia, fez desaparecer do mapa os coices dos grunhos Matheus Reis e Hjulmand. A «nem de borla» vale o mesmo que uma reles cuspidela do Josué.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

O regresso do guarda Abel!

Longe vão os tempos em que provocar o Clube rival era recebê-lo à pedrada, partir-lhe os vidros do autocarro à entrada do curral (estádio), encher o balneário com creolina e detritos tóxicos que obrigava os jogadores a equiparem-se nos corredores emporcalhados, contratar feiticeiros, mães de santo e bruxos para o staff especializado, enterrar galinhas pretas no relvado em vésperas dos jogos, atirar bolas de golfe para cima do guarda-redes adversário e, em caso de força maior, encostar a cabeça aos árbitros - atempadamente amassados no tristemente celebre túnel dajantas - e persegui-los ferozmente como lobos esfaimados. 

A versão «beto da Foz» face rat Billas-Boas é meter vídeos interruptos na cabine dos árbitros sem que estes os possam desligar, decorar as paredes do balneário com recortes do pasquim do clube, onojo, alusivos aos troféus da fruta e manter o ar condicionado (sem comando) ligado com a temperatura no máximo! Os foguetes a estoirar em frente ao hotel de madrugada, na véspera do jogo, sendo uma novidade para os sapos, há decadas que fazem parte da rotina do Benfica. Se não mandarem para lá a macacada os jogadores nem adormecem! Modernizem-se, pá! Mandar colocar cortinas e colunas de som em cima dos adeptos para abafar os seus cânticos é bem melhor do que os obrigar (os do Benfica) a descalçarem-se e só os deixar entrar no curral já decorrer da segunda parte.

Ficamos sem saber se Luis Godinho, muito elogiado pelo Billas, também teve o seu balneário decorado. Obviamente com fruta, que nunca falta naquele antro de malfeitores e - como não podia deixar de ser - com imagens (de o nojo) do guarda Abel espalhadas pelas paredes, fotos icónicas como a de José pratas a correr espavorido à frente dos jogadores do foculporto, outras com as donzelas do Calor da Noite e da Taberna do Infante, as que mostram o assalto dos super dragões ao centro de treinos dos árbitros, as do talho partido do árbitro Manuel Mota e, entre muita outras conquistas gloriosas, imagens do restaurante (Taberna da Esquiça) do pai do árbitro Jorge Ferreira atacado pelos muchachos do injinheiro macaco que na véspera do foculporto-sporting foi finalmente libertado da pildra. 

A versão beto Billas-Boas pode parecer menos 'grunha' mas a canalhice está toda lá e os métodos medievais - herança histórica de quem não sabe, nem gosta de ganhar sem batota - também. E pasme-se, também se jogou bom futebol onde a magia andou à solta no curral de Contumil. Quando assistimos a estes jogos, prenhes de criatividade, é que percebemos como o Benfica está órfão de jogadores com essas características. Num jogo com tanta riqueza técnica, ainda assim, duas jogadas épicas ficarão para sempre na memória do clássico. A jogada do clube das putas ao esconder a toalha do Rui Silva foi de génio e mandar retirar as bolas regulamentares ao redor do relvado assim que o foculporto marcou, foi épico. Do lado do sapal, a marcação cerrada (durante os 99 mts) de Hjulmand ao sapo Luis Godinho é pura magia. O penalti salvador aos 98 mts foi de antologia. E o Benfica a colecionar penaltis não assinalados e oportunidades perdidas. 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Desculpa, Anísio Cabral, por não ter tido tempo para ti!

Bruno Costa, de Viana do Castelo, subproduto dos famigerados irmãos Calheiros, e o VAR, João Casegas, de Viseu, bisonha criatura remanescente do facínora do apito Donato Ramos, corporalizaram o que de pior - que é quase tudo - tem a arbitragem nacional. Ver a "liberdade" que os avançados do Benfica tiveram dentro da área do Real Madrid e a caça ao homem que foram sujeitos, sem consequências para os adversários, contra o Tondela e o Alverca diz tudo sobre os resultados finais. Em Portugal, dentro da área, toda a gente pode bater nos jogadores do Benfica. Vale tudo, agarrar, bloquear, pisar, rasteirar, empurrar...O árbitro abre imediatamente os braços a dizer que não é nada e o os VAR aproveitam todos os lances de penalti para irem defecar. Um golo do Benfica, por muito que não deixe duvidas a ninguém, demora sempre um minuto ou mais a validar. Um lance de penalti na área adversária, para além das repetições e das câmaras que se desligam na hora, demora tanto (e às vezes nem isso) como uma corrida de 100 metros.

Faltas a meio campo, como a entrada sobre Prestianni ou a mão na bola que corta uma jogada prometedora, em lugar do cartão amarelo para os infractores, são terreno fértil para os adversários controlarem a seu bel prazer o Benfica. As barreiras colocadas a menos de 7 metros nos livres a favor, e a mais de 9 nos livres contra, são verdadeiras enciclopédias de como fecundar o Benfica. Os analistas de arbitragem - sobretudo os ex-árbitros🤮🤮🤮 - são um vómito. Dizem o mesmo e o seu contrario consoante a cor das camisolas. 

Os jogos do Benfica deviam ser todos objecto de análise. Como cagar nas regras significa progressão de carreiras seria a primeira convergência. Como interpretar e aplicar o portoaocolo do VAR, a favor ou contra o SLB, é a segunda. São duas das imensas questões patológicas que carecem ser profundamente analisadas por médicos especialistas em espinhas dorsais retorcidas. Ou por médiuns, que poltergeist's assim tão bizarros só podem ser explicadas à luz de fenómenos e do paranormal. E a nossa comunicação (ainda ontem o nosso corporativista analista de arbitragem, António Rola, deu voltas e mais revoltas para não corporizar a justa indignação de António Bernardo que, minutos antes, resumidamente, tinha dito muito do que o Benfica, como um todo, tem de dizer se não quiser ser engolido pelas circunstâncias. Desde as camadas jovens, como afirmou o António Bernardo, masculinos e femininos, e dos relvados até à quadras, o Benfica, nestes últimos anos, tem sido passado a ferro pelos árbitros. Não há cu que resista a tanta investida.  

O Benfica, preso a uma cagativa obrigação de defender o "produto futebol", recusa-se a perceber que os adversários se estão nas tintas (na verdade somos alvo das maiores chacotas) para as suas boas intenções. Não tenho palavras para descrever o asco que me vai na alma. Pavlidis, que em Tondela não caiu quando levou um pontapé dentro da área, foi ontem apanhado pelas câmaras a explicar a um colega que a bola lhe bateu na mão antes do peito. Nem precisava. A sua cara a olhar para o árbitro e o facto de quase não festejar não deixou muita margem para dúvidas. Somos uns papalvos e, o que é pior, ainda fazemos gala disso! E quando eu sou o obrigado a tirar por completo o som a BTV, revela bem o tormento que é ouvir a cada minuto o percurso dos jogadores adversários (todos de Messi para cima) desde quando não passavam do espermatozoide mais habilidoso da turma. Ter de aturar a voz insonsa, monocórdica, enfadonha e sem um pingo de emoção do songamona Rui Águas, diz muito do actual Benfica. Não se calam por um segundo! Assumir claramente uma posição contra um erro óbvio do árbitro, está quieto!  Atroz sofrimento para quem não tem a ventura de assistir aos jogos no estádio!

Lembram-se do golo anulado (por um sopro lateral) ao Benfica em Braga ou dos 13 minutos que o João Pinheiro demorou para, por um toque de uma unha, assinalar o penalti redentor que manteve os sapos na Taça de Portugal? Analisem o vídeo do Benficabook e tentem perceber o que se passa na cabeça do Presidente Rui Costa e dos responsáveis da BTV. Eu, por mais volta que dê à caraminhola, não consigo. Outra coisa, eu, se fosse José Mourinho, punha-me a milhas do Benfica. E nem sequer esperava pelo final da época.