Em Fevereiro, no Benfica 2-1 Alverca da época passada, Bruno Costa (será fetiche do milionário Gonçalves?) realizou outra exibição a todos os níveis execrável que obrigou José Mourinho, um doce de pessoa no Benfica, a afirmar que, "No banco, ficou a sensação, apesar de não ter visto ainda nada (o nada de José Mourinho, entre outras filhas da putice menores, foram mais dois penaltis flagrantes que ficaram por marcar) que o árbitro também nos criou problemas". Quem o fodeu, ao Costa do apinto, acabou por ser Anísio Cabral, lançado em desespero por Mourinho, ao marcar o golo da vitória no último suspiro do encontro. Ontem, apesar de tudo, Costa não foi nem melhor nem pior do que a esmagadora maioria dos apintadeiros que vão à Luz tentar, por todos os meios, travar o Benfica. Na retina ficam as contagens (lançamentos da linha lateral e pontapés de baliza) e o formigueiro que acometeu o seu braço direito assim que o Alverca passou a correr atrás do resultado por contraste com a letargia e o deixa andar que o consumira até então. Vi-o a começar essa contagem, num lançamento de linha lateral, quando Bah, diligentemente, corria atrás de uma bola para, rapidamente, a pôr em jogo!!!
Neste aspecto, da puta da pressa em recomeçar o jogo quando o Benfica, à rasca, vence pela margem mínima, eu não consigo encontrar uma explicação lógica para tantas décadas a assistir ao mesmo desatino sem vislumbrar um lampejo de matreirice nos nossos treinadores/jogadores. Vi Prestianni, substituído para lá do minuto 90, a correr apressado para fora do relvado. Acaso tinha deixado o arroz ao lume? Vi Pavlidis e Palhinha, com idade para terem juízo, fazerem exactamente a mesma coisa. Até Lukebakio, apesar de sair a coxear, foi mais rápido a abandonar o relvado do que, na época passada, a correr atrás dos adversários!
O número 22 do Alverca é tudo menos jogador de futebol. Caputa de fulaninho mais execrável! Para palhaço mergulhador (não disputou um único lance sem simular lesões ou mergulhar no relvado) talvez tenha algum jeito, para filho fruta não lhe falta nada. No Alverca reinam os jogadores com morfologia de placadores de Rugby, na sua maioria trauliteiros com força para dar e vender, provocadores e lestos a mergulhar no relvado. Treinador e banco de suplentes, à moda do clube da putas, esteve sempre em alvoroço reagindo como macacos no cio a cada lançamento da linha lateral, sempre com a complacência do árbitro. Sérgio Ferreira, natural do Porto, ex-pochete de Carvalhal no exterior, ex-treinador dos sb-19 do clube das putas e um pouco mais esperto, benza-o Deus, que o último bastardo foculportista (Luis Pinto) que visitou a Luz, conseguiu conter-se na sala de imprensa sem exibir o execrável mau caráter latente do treinador do treinador do Gil Vicente. Se no banco pareceu um macaco (najantas nem se mexeu apesar dos dois penaltis assinalados por Luis Godinho nos primeiros 45 minutos) assanhado pelo menos não foi porco como Pinto que, naquela sala, o antecedeu.
No futebol jogado, resultado ainda assim escasso, não poderia estar mais de acordo com Marco Silva. Foi mesmo o pior jogo da época. Erros não provocados como há muito não se via e performances individuais e colectivas largos furos abaixo do que nos habituaram. Safaram-se Samu, Dahl, para mim o melhor em campo, Prestianni, Echeverri e Palhinha, na parte defensiva. Os outros não foi o seu dia.
Luís Ferreira, árbitro que validou 3 golos irregulares ao Boavista no estádio da Luz, saberá que o offside deve ser medido entre o avançado mais adiantado e o penúltimo defesa mais recuado. Os cinco centímetros que, ao fim de quase 5 minutos?, descobriu, devem ter sido medidos entre o dedo mindinho e bico da bota do marcador do golo. Só assim se compreende a bizarra medida. Inacreditável! Ou terá sido entre o joelho e a ponta da bota do mesmo jogador? Do penultimo jogador do Benfica, por mais que ele quisesse inventar um, não foi certamente. O que me leva à seguinte questão. Que raio de poder tem esse traste que, depois de conspurcar os relvados e os tribunais (advogado do Apito Dourado), continua tranquilamente - atrás das câmaras - a desvirtuar a verdade desportiva?








