sábado, 3 de outubro de 2026

Como ser um asco!

Se há jornalismo de sarjeta, e no desporto não existe menos esgotos a Céu aberto do que na politica, Nuno Luz tem sido, talvez, o protagonista que mais se expõe - «Messi⬇fez um campeonato do mundo miserável!!!» - ao ridículo. É daqueles (e tantos há) que se o estatuto o mandar deitar para raspar os cascos ele rebola de imediato e ainda os engraxa com a língua. Tanto dá o corpo ao manifesto (que parte do corpo dá e até onde, só ele o poderá dizer) no caso do estatuto como se expõe a um banho chuva dourada com a mesma filosofia. Quem não se lembra da equipa dos amigos de Luis Figo (antes de ser coutada do estatuto desertor) a mijarem das varandas em cima do "asmático" recadeiro quando fazia um directo de um hotel no Estoril! Forrado a jumento por dentro e por fora, Luz não tem um mínimo de noção do quão capacho é, seja lá a mando de quem for. Recordam-se da famosa conferência de imprensa ("vão vir charters de chineses") de Futre, efémero candidato a presidente do sapal, quando apontou para baixo: "sócio, por favor, estou concentradíssimo!"? Era ele o asmático recadeiro que, sem lugar no meio dos pés-de-microfone, se rebolava aos pés de Futre farejando uma migalha.

De Nuno Luz a Piers Morgan, de Luis Montenegro às azeiteiras do clã azeitaveiro, do rolha Proença à merdalivre (CM/Rascord/NOW) propriedade do estatuto, mais o declarado sabujismo dos muitos candidatos que (des)esperam por uma migalha caída, tudo tem sido feito para destruir o que resta de dignidade daquela que um dia já foi chamada «selecção de todos nós». Espanta-me que o lutador (Badr Hari) marroquino e o exótico José Semedo ainda não se tenham atravessado pelo craque quando até o autor dos cartazes anti-Jesus colocados em Lisboa - com os repórteres da merdalivre que, por acaso, ali passavam, a chegarem ao local (fazendo lembrar a CM nas buscas ao Benfica) primeiro do que os montadores dos outdoors - que logo prometeu fazer o mesmo nos arredores de Contumil. Faz muito bem. Já se desdobrou em inúmeras entrevistas e se há lugar perfeito (onde, impunemente, se podem pendurar bonecos enforcados com as camisolas do Benfica e dos árbitros) para conspurcar ainda mais a selecção, não encontrará melhor que os arredores de Contumil.

Quanto aos jogadores (parecendo que não ainda são precisos, pelo menos, 10+1 para completar um 11 inicial) que as viuvonas ronaldetes entendem que só servem para, como Nuno Luz e Piers Morgan, engraxar as botas do emplastro, o rolha Proença e os seus sequazes estão a fazer tudo o que podem - «enquanto o treinador já se mostrou totalmente disponível para o encontro, Cristiano Ronaldo encontra-se atualmente em Madrid e a federação aguarda uma resposta oficial do craque para agendar o encontro» - para destruir o balneário em festa após longos anos de penumbra. Mas, se é verdade que o treinador está disponível para engolir o estatuto, bem merece o enorme par de patins e a desonra pública que fatalmente o acompanhará quando, em breve, for escorraçado. 

Como ser um asco: «Cristiano Ronaldo mete 'gosto' em declarações de Felipe Melo: "Ninguém na Seleção chega ao tornozelo dele"»

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Sem o emplastro é outra loiça.

Muita gente que odiava aquele circo voltou a assistir a um jogo, agora sim de selecção, ex-coutada do fedelho parvo. Muita gente que não gosta do novo treinador pôs de lado as diferenças face ao regresso do jogo colectivo por contraste com o narcisismo doentio e o mediático sabujismo adjacente. Com o balneário um pouco mais limpo - sim, que ainda falta purgar alguns discípulos, declarados vassalos do estatutismo militante - algumas viuvonas adestradas, ainda com os 4-2 de Gonçalo Ramos e comp. enfiados (eu ia a dizer na seira) na goela, recorrem a outdoors (olha se a IA fizesse o tempo voltar para trás) reveladores da profundidade da moléstia.

O fruteiro Bitó Puinto, adorador da fruta podre, maior aríete do clube da dita e, até ver, principal lambedor do estatuto, já pôs a circular no canal propriedade do estatuto, que o mesquinho desertor também ficou  aziado com a ausência da cria (Cristianinho) do lote dos seleccionados da Seleção de sub-17. Longe vão os dias em que toda a família azeitaveiro irrompia relvado adentro no final de um jogo (quando o Estádio da Luz também era uma coutada do estatuto) com os pés-de-microfone derretidos e as bancadas em êxtase, embasbacados com as qualidades de remate (vídeo⬇) do pequeno - e até de um sobrinho! - estatutozinho! Ao canal propriedade do estatuto já só lhe falta afirmar que os golos de Cancelo, Ramos, Vitinha e João Félix têm dedo do desertor! Eder, autor do golo que, com o estatuto de fora, deu o titulo continental a Portugal, conhece muito bem o sabor do ostracismo que a MDCSDQT desde então lhe dedicou.

O poder do dinheiro. As ronaldetes, entretanto, foram assobiar a selecção que era delas na chegada ao aeroporto. Tal como o estatuto, estão-se cagando para Portugal e a selecção. Só lhes interessa o emplastro. Ganhar ou perder, o que é isso lhes importa se o palhaço rico já não faz parte do circo! O canal do estatuto, ainda pela voz do fruteiro Bitó Puinto, adorador da fruta podre, maior aríete do clube da dita e principal lambedor do estatuto, também fez saber que Proença se desespera para reunir o estatuto e o treinador mas que a reunião de tupperware só se realizará se o desertor estiver disponível. E andamos nisto. Os porta-voz, de cervical dobrada, a lamber o estatuto, Proença disponibilizando-se para uma sessão tórrida de bondage, com o treinador, por agora, a fazer ouvidos de mercador.     

Quase me esquecia que também houve futebol e do bom! Futebol como há muito não se via apesar do Guardiola do comentário encontrar múltiplas falhas e defeitos estruturais. Ver 11 jogadores unidos em prol do colectivo nem com os binóculos retroativos mais potentes! Isto no relvado, que nas redações é mais do mesmo. Eu vi o jogo (há mais de 10 anos que, por nojo, não assistia a este tido de eventos) na RTP onde reina uma espécie de divindade da palavra. Foi-se em bora o estatuto mas no comentário - de 10 em 10 segundos - já temos uma estrela maior! Manja tudo num só olhar. Ele é a tática, ele é a estratégia, ele são os extremos que jogam por dentro e os laterais que se realizam por fora, ele são os avançados estáticos, ora móveis e muito pelo contrário, ele são os laterais fura-paredes às vezes sim e outras não, ele é o Ruben Dias, "não há outra maneira de dizer", lento para as necessidades...e por aí fora - de 10 em 10 segundos um catrapácio de lições fundamentais para quem pensa que o futebol é uma bola e 11 (16 no caso de sapos e clube da fruta) jogadores de cada lado a tentarem meter a bola na baliza do adversário! Para um tipo básico como eu quase morri com o tsunami de informação! 

Já me tinham dito que o senhor era uma espécie (avantajada) de Guardiola do comentário. Ontem, posso dizer, fiquei estupefacto e, não há outra forma de dizer, rendido à iminência! Garanto que se eu fosse presidente do Benfica contratava imediatamente aquela praça. E não era para a BTV, que bem precisa de alguém que não repita que a chuva é molhada, que existe areia na praia e que nos rios corre água. Era para substituir Marco Silva (que me desculpe o Marco) imediatamente. Só um tolo deixaria tamanha sumidade desaproveitada. 

O rapaz relatador, valha-lhe Deus. Uma coisa é o foculportismo doentio (veja-se Bitó Puinto) outra coisa é o "nosso" Diogo Costa! Foda-se! Se o comentador é o Guardiola o que dizer deste fruteiro tão vassalo! Messi do radialismo televisivo? Foram tantos os blowjobs selectivos que, qualquer toque na bola do melhor Diogo Costa em campo, redundava numa glorificação patológica. Agora, sem o filho da melhor Dolores do mundo, palpita-me que o melhor Diogo Costa em campo não terá piroca que chegue para satisfazer tanta freguesia. 

Outra coisa. Com arbitragens assim, pró-selecção, a seu favor, o Benfica estaria a caminho dos 10 ou 11 campeonatos de enfiada. 


quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Eu, imbejoso me confesso...

Agora que toda a gente já cagou uns tacos sobre o dramático (safoda o preço dos combustíveis e, ainda mais, o OE) momento que o país mergulhou - e quando digo toda a gente, abarco políticos de aviário, comentadores (servis e vassalos) de vão de escada e os choninhas autodenominados especialistas de mercado que, orgulhosamente, confessam não saber sequer a cor da relva - até eu, que nunca dei um chavelho para o peditório ronaldetes, me permito este opinar destrambelhado. Opinar que, como se verá, está eivado da imbeja que eu, inveterado imbejoso, nunca consegui disfarçar. Sim é verdade, eu sempre morri de imbeja do estatuto e ainda mais da família azeitaveiro. 

O meu sonho é ter o intestino grosso ligado ao cérebro ou não fazer um cu na vida, viver à custa do estatuto e ser citado, na CMTV, pelo fruteiro Bitó Puinto. Nunca escondi que sempre tive de ciúmes da Kaca, subo paredes por não ser lipoaspirado e não consigo disfarçar o despeito pelo clone, versão horrorosa, do actor Steven Seagal. O pior, confesso, é o rancor que sinto pelas editoras e produtores de espectáculos que, ao ignoraram as milhares de cassetes que enviei a "apertar o pescoço ao gato", me impediram de cantar o fado e o «ó 'xente' da minha terra» perante uma plateia embasbacada. Tanto que eu me esforcei por ser burro, fútil e estupido como uma porta mas os outros imbejosos não me deixam. Mandam-me lavar por baixo quando envio o meu currículo e dizem-me que apresentando um QI de vão de escada nem com creolina chego lá. Como o Quociente de Inteligência nunca me foi apresentado ando nesta agonia sem saber se me meto no meu jato particular e vou doutrinar camelos para o deserto ou se meto o cachimbo no cu e vou a vapor até Madrid.

Ufa! Agora que me desnudei por completo já posso deixar algumas questões no ar que, apesar do fuzué da imensidão de choninhas autodenominados especialistas de mercado, políticos de aviário e comentadores (servis e vassalos) de vão de escada, ainda não vi esclarecidas. Num post onde começa por assumir, «somos Invejosos, desdenhosos e ignorantes», uma das irmãs azeiteiras (por entreposta pessoa com um mínimo de inteligência já se vê) terá “descrito” a sua e a personalidade dos parentes mais chegados? É verdade que lhe escapou a «imbecilidade cognitiva» e o «burras que nem uma porta» mas, «desdenhosos, ignorantes e invejosos», claramente, são adjectivos que me deixam, por assim dizer, desconfiado. Será que a família azeitaveiro passa os dias ao espelho?

Outra coisa que a minha imbeja me mortifica até mais não. Com que estatuto ficam os (jogadores) serviçais do estatuto agora que o melhor estatuto do mundo desertou? Que estatuto terão no balneário os vassalos que ajudaram o estatuto a destratar jogadores como Rafa Silva, o único com tomates para os mandar meter o estatuto naquele sitio escuro e húmido? Os poucos que ainda se aproveitam, aproveitarão a ocasião para os desmascarar? Palpita-me que uma pericia - mal sabe o JJ o vespeiro onde se meteu - ao telemóvel do Diogo Dalot (nem precisava ser muito longa, apenas das ultimas horas) seria um verdadeiro maná para nós, os imbejosos...

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Chupa Chups para o Cris

A forma como a MDCSDQT aproveitou (reproduzido diariamente ecos selectivos do esgoto transalpino) a derrota do Milan frente ao Benfica para destratar Gonçalo Ramos e a indecorosa conferência de imprensa, no Portugal Football Summit, realizada na presença de indefectíveis do estatuto, tiveram ontem devido retorno. O karma é uma puta. Gonçalo Ramos marcou dois golos (um invalidado à moda dos golos invalidados ao Benfica) trabalhando mais nos 80 minutos que esteve no relvado do que o estatuto em toda a sua carreira. 

A sorte que protege as capoeiras. É verdade que sem o melhor Diogo Costa em campo (depois do País de  Gales e da Noruega eu nem faço ideia da quantidade de olheiros a recomendá-lo aos maiores clubes do mundo) não seria possível à selecção do estatuto resistir ao futebol caterpillar de Haaland, Patrick Berg, Odegaard, Schjelderup, Aursnes & Comp. Felizmente que Nyland, melhor Diogo Costa em campo da Noruega, também esteve a um nível estratosférico deixando os tubaralhos completamente desorientados. Não lhes será fácil, convenhamos, escolher entre o prodigioso guarda-redes da selecção do estatuto e o melhor Diogo Costa em campo norueguês. 

Ontem não resisti à curiosidade de ouvir os especialistas da especialidade. A forma como destratavam Jorge Jesus no Benfica e como agora, sem tentarem disfarçar, lhe lambem o escroto, demonstra o caráter duvidoso de pés-de-microfone e especialistas da especialidade. Por outro lado, não deixou de ser caricato ver o JesusCris, sempre com o coração ao pé da boca, borrado de medo, desorientado e sem saber o que dizer, posto perante a fuga comprovada do estatuto para os balneários assim que o árbitro deu o jogo por terminado. Também estranhei essa súbita preocupação pela acção cobarde (mais uma⬇) do estatuto capitão de equipa. Onde é que está a novidade? 

Não é o que sempre fez quando os resultados não foram os esperados? Não é ele que festeja, como seus, golos obtidos pelos companheiros? Não é ele que, frequentemente, não festeja golos dos colegas? Não é ele que se mostra agastado com os que, mesmo perante a baliza aberta, não lhe passam bola? Não foi ele que deitou a braçadeira de capitão ao relvado? Não foi ele que roubou o microfone a um jornalista e o deitou a um lago? Não é ele que trata o Presidente da República por você? Não é ele que, no final das competições, se mete no seu avião deixando para os colegas o odioso da questão? Que diferença faz se foi a correr para o balneário perante um bom resultado se, ao longo da sua carreira, sempre se comportou como um fedelho mimado? Se agia como um catraio de 4 anos aos 20 e aos 30 anos, sem ninguém o repreender, porque razão não o faria agora, que manda nesta merda toda, a caminho dos 50?

Não o chuparam deliciados durante todos estes anos? Não colocavam rótulos de invejosos a quem não come gelados com a testa? Pois continuem a chupá-lo e que vos faça bom proveito. O estatuto vai andar a passear-se por aí, pelo menos, até ao próximo mundial. E a menos que JorgeCris lhe compre um pack da Patrulha Pata para o manter feliz já na próxima quinta-feira e um pacote Suga Free da Chupa Chups, 3 dias depois, para não amuar em Contumil, vão ter de chupar mais birras e fugas para o balneário pela certa.

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Meter tudo no mesmo saco

O que nos disse o foculporto-Benfica de Domingo passado. Mais do que olhar para o  que se passou dentro do relvado, urge - não é Benfica? - perceber e combater tudo o que foi dito e feito todos nos dias seguintes. O Benfica - como é habitual - depois de Rui Costa misturar a arbitragem nojenta de Miguel Nogueira com os «erros que cometemos» e, ainda por cima, arrasar Lenglet («não pode ter uma acção daquelas») punido por uma grotesca encenação de André Silva, remeteu-se ao silêncio, assistindo tranquilamente ao desfilar de vassalos do crime organizado que, imunes a qualquer tipo dascoe decoro, tudo têm feito para perpectuar essa cultura de ódio (ao Benfica) que não admite vacilações de nenhuma espécie. Para essa gentalha, o que Samu fez a Alex Bah só pecou por defeito. O olhar alucinado, o murro pelas costas e os grunhidos que soltou, são tudo o que a cultura do crime organizado quer preservar. A lavagem da MDCSDQT e dos especialistas da especialidade faz o resto. Quando, perante imagens tão esclarecedoras, se diz que faltou mostrar um cartão amarelo ao energúmeno - temos o retrato perfeito dos javardos que, também fora das quatro linhas, nos entram pela televisão adentro. 

À mínima contestação do Benfica, mesmo que pífia e cheia de paninhos quentes, surge uma matilha de meretrizes ofendidas metendo tudo e todos no mesmo saco. Sempre que o Benfica não come e cala, em vez de olharem para os motivos que obrigam Rui Costa a sair da eterna penumbra que nos oprime, a corja não tem dúvidas. São todos a mesma bosta. Mesmo com erros de catedral recorrentemente a beneficiar o crime organizado, Billas-Boas, todas as semanas usa a MDCSDQT para tirar o que tem no cu e meter no ventilador...

A MDCSDQT mastiga, regurgita e divulga, com redobrado prazer, os excrementos do face rat com os habituais cortes denominados "bicadas ao Benfica". E batem pívias atrás de pívias à sagacidade dessa lufada de ar fresco que recriou, com larga vantagem, as tácticas putrefatas do velho corrupto, rei do Calor da Noite, marajá da Taverna do Infante, pai da fruta para dormir, do GPS da rua da Madalena, do guarda Abel, do injinheiro macaco, das deusas do Nandinho das facturas, dos quinhentinhos do Guímaro, do pasquim da fruta, da sporttv, das linhas do offside enviesadas e das imagens sonegadas. Ao face rate Billas-Boas, até por tudo o que já vomitou posteriormente, só lhe falta mostrar-se de braço dado com uma quenga, regurgitar o «nós só queremos Lisboa a arder» e o «Filhos da Puta SLB».

Hwang Inbeom participou em 8 jogos do crime organizado. No final do jogo correu às redes sociais mostrar como estava - «feliz por ganhar ao inimigo em dia de aniversário». Há vídeos que mostram a turba azul e bronca a tentar invadir os camarotes. Há um vídeo (ver ⬇) de um espectador nas bancadas a agredir o treinador-adjunto do Benfica, Ricardo Rocha, com uma garrafa de água pelas costas. Dois agentes da PSP abordaram o grunho sem o identificarem ou obrigarem a sair do recinto, algemado. Esse comportamento, ainda por cima comprovado com imagens, não obriga ao encerramento da pocilga? Será que os agentes já foram chamados a responder pela sua incorrecta actuação? O que fez o Benfica para obrigar as autoridades, policiais e desportivas, a cumprirem o que está regulamentado? 

Concertados. Primeiro foi o estatuto a pedir o regresso dos seus vassalos ao Estádio do SLB. Hoje, enquanto evacuava um Maninhe ressabiado, li algures que o rolha Proença deseja fazer as pazes com o Benfica para que o grupo de vassalos do estatuto volte a jogar no Nosso estádio. Contudo, não encontrei uma única palavra do rolha nesse sentido. O que vi (o que li, na realidade) foi mais um amontoado de futilidades, à imagem do Football Summit, feira de vaidades onde pululam as mais diversas personalidades. Brilhantina e sapatos caros, às toneladas. Algo de utilidade, como acabar com arbitragens nojentas como a que assistimos no antro do crime organizado, zero. Se Rui Costa ceder o Estádio da Luz a essa gente ignorando o asco dos sócios, parece-me que o seu (triste) destino está traçado. 


 

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Jesus Cris...


Estatuto: regulamento, regimento, constituição, lei, decreto, regime, norma, regra, código, regulamentação, status, situação, condição, posição, estado, classe, categoria, nível... Bom, adjectivos do panhonha existem para todos os gostos. Classe, categoria ou nível para jogar até cair de podre, não, não estou a ver. Sem surpresas, o novo serviçal da FPF já garantiu que tudo continua na mesma. Joga e estatuto +10 e não se fala mais nisso. Respaldado nas risadas submissas e nos aplausos adestrados da plateia recheada de vassalos, o novo «lambe Cris» explicou como é tão importante o estatuto: «Fizemos jogo em Hong Kong com 55 mil pessoas. Quando ele (o estatuto) jogou estavam 55 mil, quando não jogou estavam 3 mil. É a diferença». Muito grande, de facto. Mas nem é preciso ir a Hong Kong para se perceber a importância do palhaço. Diz o povo, e com razão, que sem o dito cujo não há circo. Mas é bom não esquecer que sem plateia o palhaço não existe. Acordem, esse não é meu circo e muito menos o meu palhaço. E se um dia o circo arder? Onde metem o estatuto?

Entre uma e outra laracha, das muitas que fizeram rir às gargalhadas o amontoado de vassalos/pés-de-microfone adestrados, o estatuto não apenas demonstrou que joga sempre que quer e que só joga quem ele quer, como também já sabe ler: "acho que agora não jogamos mais no estádio do Benfica, pelo menos foi o que eu li, mas espero que possamos voltar...". Pois muito bem, que leia tudo até ao fim. Que eu saiba, o Estádio da Luz ainda não é uma coutada do estatuto. E como o estatuto já aproveitou o estádio do SLB para - enquanto nos mostrava o dedo do meio - cuspir na minha e na direcção dos benfiquistas no que, ainda hoje, considero o pirete mais badalhoco da história, eu, enquanto sócio do Benfica, exijo que o SLB não ceda a pressões estatuarias e cumpra o que publicamente se comprometeu fazer: «informar a FPF que, enquanto a verdade desportiva não prevalecer nas competições nacionais, o Sport Lisboa e Benfica não estará disponível para acolher jogos da selecção nacional (leia-se, grupo excursionista dos amigos do estatuto) no seu Estádio». E é só.