sábado, 14 de fevereiro de 2026

Liga da farsa cada vez mais rasca.

Agradecimentos à liga da farsa por ajudar o Benfica a preparar o Real Madrid. Depois de apanhar um monte de merda e um pedaço de estrume no Estádio de São Miguel qualquer antónio nobre ou manel dos camarotes enviados pela UEFA para segurar o Real Madrid na Champions será peanuts para Tomás Araujo, António Silva Otamendi & comp. O Santa Clara-Benfica também foi uma grande, excelente, oportunidade para o rolha Proença vender os jogos da liga da farsa na Europa. Com a imprensa europeia de olho no Benfica, por força dos embates com o colosso espanhol, observar ao pormenor a qualidade dos estádios, dos relvados e, sobretudo, das arbitragens, injinheiros macacos me mordam se a liga terá quaisquer dificuldades em promover esta bosta. Vão ser aos magotes os interessados em ver de perto a qualidade dos árbitros e dos relvados da farsa! E quando souberem que os adeptos do Benfica - apesar de continuarem a comprar gato por lebre a preços de Champions League - são proibidos de entrar nesses pardieiros com adereços afectos ao seu Clube, em vez dos 300M€ prometidos pelo rolha são bem capazes de dobrar a oferta. Sem o vermelho do Benfica há outro colorido nos estádios!

O lance sobre o Barreiro é gigante e o do Prestianni, se não é gigante, é pelo menos 'grandalhão'» assim resumiu José Mourinho as muitas canalhices do monte de merda e do pedaço de estrume de serviço. Vejamos: aos 2 minutos de jogo dois jogadores na disputa da bola levantam o pé simultaneamente. Sem sombra de falta nem de um lado nem do outro. O do Santa Clara deu um berro e queixou-se. O do Benfica, não. Falta contra o Benfica. 5 mts, Rafa é abalroado pelo guarda redes que chega ao lance atrasado. Gabriel Batista em nenhum momento tocou na bola. Pelas marcas de Rafa, murro na cara muito provavelmente. Siga. 31 mts, Barreiro lançado para a baliza abalroado pelas costas dentro da área. Siga. 42 mts, Prestianni pisado no calcanhar dentro da área de rigor. "Proteção perfeita do defesa", diz o canalha da sporttv após a repetição da falta. Siga. 78 mts, Otamendi travado dentro da área do Santa Clara. Uma repetição filmada de uma câmara colocada num poste de iluminação na Vila da Aves (AFS-Sporting) deu em nada. Siga. Cartões amarelos mostrados a Prestianni e Tomás Araújo por perdas de tempo numa liga em que as perdas de tempo desde o primeiro minuto quase superam o jogo jogado. 90+2 minutos, cartão exibido a Lucas Soares. Tinha feito 7 faltas, 5 merecedoras de cartão amarelo. Há mais dois lances duvidosos dentro da área do Santa Clara, derrubes de Pavlidis e de António Silva, que foram resolvidos da mesma forma. 

A corja (combinação letal de uns valentes montes de merda com uns estratosféricos pedaços de estrume) de comentadores de arbitragem, ex-árbitros em boa parte ligados ao Apito Dourado, espalhados como uma praga pelos diversos canais mediáticos, admitiu a contra gosto um penalti não assinalado a favor do Benfica. E porquê? Porque o defesa da casa teve o azar de pisar a bota a Prestianni. Sem esse pormenor que a sporttv não conseguiu esconder, teria sido mais uma arbitragem perfeita. 

Sejamos francos. António Nobre de nobre não tem nada. Nem como pessoa nem como árbitro. O mesmo para o manel dos camarotes dajantas que, mesmo sentado atrás de 20 televisores, não quis ver o que todos vimos. Não que o excremento do apito lhe desse qualquer crédito, como não deu no Benfica e o Arouca, da época passada, quando chamado pelo VAR manteve uma decisão aberrante de assinalar penalti por uma rasteira de cabeça num lance onde o jogador do Arouca, claramente, mergulhou para o relvado. Se manteve essa decisão canalha, apesar de alertado pelo VAR e de ele próprio assistir às imagens (sem esse penalti quase de certeza o Benfica seria campeão nacional), certamente que seria tempo perdido. Afinal ninguém morreu atropelado em campo. No final nem foi assim tão mau. Se não assinalaram nenhum penalti a favor do Benfica pelo menos não assinalaram nenhum contra. Mesmo não havendo lances suspeitos, como rasteiras com a cabeça, dentro da área do Benfica - com essa dupla de pulhas nada é impossível. Quanto ao clube da casa - recordando aqui os 13 minutos que o João da fruta demorou a descortinar um dedo na cabeça de um sapo, assinalando penalti contra o Santa Clara - foi mais beneficiado num só jogo (em penaltis, faltas inventadas e cartões perdoados) do que no resto da sua respeitável história.

PS I: estou a gostar muito da comunicação do Benfica. Obrigada pelas declarações de Mourinho a dizer qualquer coisita, além de fofinha, agora também é catita! «Dois penaltis por marcar é o critério habitual» é de génio! Na próxima jornada, com os árbitros cagados de medo, Iancu Vasilica ou David Silva serão uma boa aposta da liga. Entalado entre dois jogos do Benfica frente ao Real Madrid nunca mais na vida o AFS, como o Santa Clara, voltará a ter um jogo na liga onde lhe será tão fácil agarrar, abalroar e bater.

PS II: A forma enviesada e persecutória como são analisados os lances do Benfica. Aos 63 mts, lance Sidney Lima/Pavlidis. Comentador da «nem de borla» que usa um cagalhão no alto da cabeça: «Sem penálti. Sidney Lima estica a sua perna direita e de raspão toca na bola pela linha de baliza, depois é Vangelis Pavlidis que, com o seu joelho esquerdo, vai ao contacto da perna direita do jogador insular, que já estava meio sentado em virtude do corte que fez na bola».

Sobre Rafa, abalroado pelo guarda-redes: «Sem penálti. Com imagens pouco esclarecedoras, Rafa chega primeiro e toca a bola meio com a cabeça, meio com a cara, daí ter ficado no chão a queixar-se do rosto. Gabriel Batista, esticou o braço direito, chegou depois, mas não acertou com a mão na cara de Rafa. Apesar das imagens pouco esclarecedoras, o cagalhão de abolha não teve duvidas que o guarda-redes não tocou na cabeça de Rafa. O resto do corpo do jogador do Benfica, presume-se, ainda não chegou de İstanbul

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Guerrilha de comadres, farinha do mesmo saco.

Ver o foculporto das falhas de energia (corte de electricidade) no sistema de VAR, do enxofre, falta de luz e da creolina nos balneários do Benfica, do Delane Vieira e da bruxa de Matosinhos, dos apanha bolas a esconder as ditas, dos bonecos insuflados (com as cores do Benfica) enforcados às portas do estádio, do Paulinho Santos e do burro Alves, do injinheiro macaco e da doutora Sandra burrié, dos ataques ao centro de estágio dos árbitros, do guarda Abel, da fruta e dos quinhentinhos, dos e-mails truncados roubados ao Benfica, do doutor milagres e da W-52, das escutas do Apito Dourado, das primeiras damas  do Calor da Noite e da Taverna do Infante e da fuga do velho peidoso para Vigo, acusar outros (mesmo que os outros sejam os complexados sapos do alvalixo) de «evidente complexo de inferioridade», só pode ser uma piada. Piada rasca, como tudo o que diz respeito ao clube da fruta, mas uma piada, ainda assim.

Os ecos do clássico da criatividade vão enchendo chouriças nos programas da especialidade e também as capas da MDCSDQT. As acusações mutuas dos ex-compadres agora desavindos (chama-lhes putas, minha filha, chama-lhes putas antes que te chamem a ti) e o tsunami de complexos de inferioridade comuns às duas agremiações regionais, chutaram para um canto a tão propalada ausência de criativos do Benfica! No meio do chiqueiro mediático, saltam à vista as muitas lesões (a carga vitaminal foi/tem sido tanta que rebentaria mais cedo ou mais tarde) comuns às agremiações e - olha que menino! -, a agressão à patada de um grunho do alvalixo. Com o grunho Matheus Reis de saída para a Rússia (sem escândalos de dinheiros russos recebidos pelos sapos) Hjulmand assume as duas patentes. Melhor do que ter dois grunhos à solta só um (Hjulmand) com a dupla função de phoder a cabeça dos árbitros durante 90 mts quando não está a dar coices nas cabeças dos adversários estendidos no relvado. Os sapos são (mesmo) um clube diferente! (ver vídeo mais abaixo).

O pasquim desportivo, hoje por hoje o mais ordinário da MDCSDQT, para esconder o coice de Hjulmand, resolveu meter em destaque uma foto de Taarabt com a camisola do Benfica para ilustrar um pedaço de merda em forma de artigo. Podia escolher o arruaceiro Pepe, com um historial capaz de preencher todas as paginas de vómito desse jornal merdoso, assim como burro Alves, Paulinho Santos, Felipe vale tudo, Fernando Coito, Sergio Conceição... Mas não. O autor do escarro, Diogo Amaro Nunes, entendeu misturar noitadas com coices, escarretas com bêbados e cotoveladas com discussões entre jogadores/treinadores! E assim, como num passe de magia, fez desaparecer do mapa os coices dos grunhos Matheus Reis e Hjulmand. A «nem de borla» vale o mesmo que uma reles cuspidela do Josué.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

O regresso do guarda Abel!

Longe vão os tempos em que provocar o Clube rival era recebê-lo à pedrada, partir-lhe os vidros do autocarro à entrada do curral (estádio), encher o balneário com creolina e detritos tóxicos que obrigava os jogadores a equiparem-se nos corredores emporcalhados, contratar feiticeiros, mães de santo e bruxos para o staff especializado, enterrar galinhas pretas no relvado em vésperas dos jogos, atirar bolas de golfe para cima do guarda-redes adversário e, em caso de força maior, encostar a cabeça aos árbitros - atempadamente amassados no tristemente celebre túnel dajantas - e persegui-los ferozmente como lobos esfaimados. 

A versão «beto da Foz» face rat Billas-Boas é meter vídeos interruptos na cabine dos árbitros sem que estes os possam desligar, decorar as paredes do balneário com recortes do pasquim do clube, onojo, alusivos aos troféus da fruta e manter o ar condicionado (sem comando) ligado com a temperatura no máximo! Os foguetes a estoirar em frente ao hotel de madrugada, na véspera do jogo, sendo uma novidade para os sapos, há decadas que fazem parte da rotina do Benfica. Se não mandarem para lá a macacada os jogadores nem adormecem! Modernizem-se, pá! Mandar colocar cortinas e colunas de som em cima dos adeptos para abafar os seus cânticos é bem melhor do que os obrigar (os do Benfica) a descalçarem-se e só os deixar entrar no curral já decorrer da segunda parte.

Ficamos sem saber se Luis Godinho, muito elogiado pelo Billas, também teve o seu balneário decorado. Obviamente com fruta, que nunca falta naquele antro de malfeitores e - como não podia deixar de ser - com imagens (de o nojo) do guarda Abel espalhadas pelas paredes, fotos icónicas como a de José pratas a correr espavorido à frente dos jogadores do foculporto, outras com as donzelas do Calor da Noite e da Taberna do Infante, as que mostram o assalto dos super dragões ao centro de treinos dos árbitros, as do talho partido do árbitro Manuel Mota e, entre muita outras conquistas gloriosas, imagens do restaurante (Taberna da Esquiça) do pai do árbitro Jorge Ferreira atacado pelos muchachos do injinheiro macaco que na véspera do foculporto-sporting foi finalmente libertado da pildra. 

A versão beto Billas-Boas pode parecer menos 'grunha' mas a canalhice está toda lá e os métodos medievais - herança histórica de quem não sabe, nem gosta de ganhar sem batota - também. E pasme-se, também se jogou bom futebol onde a magia andou à solta no curral de Contumil. Quando assistimos a estes jogos, prenhes de criatividade, é que percebemos como o Benfica está órfão de jogadores com essas características. Num jogo com tanta riqueza técnica, ainda assim, duas jogadas épicas ficarão para sempre na memória do clássico. A jogada do clube das putas ao esconder a toalha do Rui Silva foi de génio e mandar retirar as bolas regulamentares ao redor do relvado assim que o foculporto marcou, foi épico. Do lado do sapal, a marcação cerrada (durante os 99 mts) de Hjulmand ao sapo Luis Godinho é pura magia. O penalti salvador aos 98 mts foi de antologia. E o Benfica a colecionar penaltis não assinalados e oportunidades perdidas. 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Desculpa, Anísio Cabral, por não ter tido tempo para ti!

Bruno Costa, de Viana do Castelo, subproduto dos famigerados irmãos Calheiros, e o VAR, João Casegas, de Viseu, bisonha criatura remanescente do facínora do apito Donato Ramos, corporalizaram o que de pior - que é quase tudo - tem a arbitragem nacional. Ver a "liberdade" que os avançados do Benfica tiveram dentro da área do Real Madrid e a caça ao homem que foram sujeitos, sem consequências para os adversários, contra o Tondela e o Alverca diz tudo sobre os resultados finais. Em Portugal, dentro da área, toda a gente pode bater nos jogadores do Benfica. Vale tudo, agarrar, bloquear, pisar, rasteirar, empurrar...O árbitro abre imediatamente os braços a dizer que não é nada e o os VAR aproveitam todos os lances de penalti para irem defecar. Um golo do Benfica, por muito que não deixe duvidas a ninguém, demora sempre um minuto ou mais a validar. Um lance de penalti na área adversária, para além das repetições e das câmaras que se desligam na hora, demora tanto (e às vezes nem isso) como uma corrida de 100 metros.

Faltas a meio campo, como a entrada sobre Prestianni ou a mão na bola que corta uma jogada prometedora, em lugar do cartão amarelo para os infractores, são terreno fértil para os adversários controlarem a seu bel prazer o Benfica. As barreiras colocadas a menos de 7 metros nos livres a favor, e a mais de 9 nos livres contra, são verdadeiras enciclopédias de como fecundar o Benfica. Os analistas de arbitragem - sobretudo os ex-árbitros🤮🤮🤮 - são um vómito. Dizem o mesmo e o seu contrario consoante a cor das camisolas. 

Os jogos do Benfica deviam ser todos objecto de análise. Como cagar nas regras significa progressão de carreiras seria a primeira convergência. Como interpretar e aplicar o portoaocolo do VAR, a favor ou contra o SLB, é a segunda. São duas das imensas questões patológicas que carecem ser profundamente analisadas por médicos especialistas em espinhas dorsais retorcidas. Ou por médiuns, que poltergeist's assim tão bizarros só podem ser explicadas à luz de fenómenos e do paranormal. E a nossa comunicação (ainda ontem o nosso corporativista analista de arbitragem, António Rola, deu voltas e mais revoltas para não corporizar a justa indignação de António Bernardo que, minutos antes, resumidamente, tinha dito muito do que o Benfica, como um todo, tem de dizer se não quiser ser engolido pelas circunstâncias. Desde as camadas jovens, como afirmou o António Bernardo, masculinos e femininos, e dos relvados até à quadras, o Benfica, nestes últimos anos, tem sido passado a ferro pelos árbitros. Não há cu que resista a tanta investida.  

O Benfica, preso a uma cagativa obrigação de defender o "produto futebol", recusa-se a perceber que os adversários se estão nas tintas (na verdade somos alvo das maiores chacotas) para as suas boas intenções. Não tenho palavras para descrever o asco que me vai na alma. Pavlidis, que em Tondela não caiu quando levou um pontapé dentro da área, foi ontem apanhado pelas câmaras a explicar a um colega que a bola lhe bateu na mão antes do peito. Nem precisava. A sua cara a olhar para o árbitro e o facto de quase não festejar não deixou muita margem para dúvidas. Somos uns papalvos e, o que é pior, ainda fazemos gala disso! E quando eu sou o obrigado a tirar por completo o som a BTV, revela bem o tormento que é ouvir a cada minuto o percurso dos jogadores adversários (todos de Messi para cima) desde quando não passavam do espermatozoide mais habilidoso da turma. Ter de aturar a voz insonsa, monocórdica, enfadonha e sem um pingo de emoção do songamona Rui Águas, diz muito do actual Benfica. Não se calam por um segundo! Assumir claramente uma posição contra um erro óbvio do árbitro, está quieto!  Atroz sofrimento para quem não tem a ventura de assistir aos jogos no estádio!

Lembram-se do golo anulado (por um sopro lateral) ao Benfica em Braga ou dos 13 minutos que o João Pinheiro demorou para, por um toque de uma unha, assinalar o penalti redentor que manteve os sapos na Taça de Portugal? Analisem o vídeo do Benficabook e tentem perceber o que se passa na cabeça do Presidente Rui Costa e dos responsáveis da BTV. Eu, por mais volta que dê à caraminhola, não consigo. Outra coisa, eu, se fosse José Mourinho, punha-me a milhas do Benfica. E nem sequer esperava pelo final da época.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

VAR aberto no sapal!


Falta marcada ao contrário, depois revertida, sem sanção disciplinar. Isto é o cúmulo da filha da putice. Não interessa se teve intenção de partir. Tem de ser expulso. VAR aberto no sapal!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Lagartedomegalocéfalo!

O sapos-AVS, para a taça de Portugal, foi um jogo entretido, recheado de peripécias, com um desfecho que - mais do que os sapos nas bancadas - deixou radiantes os comentadores da lagartos TV, vulgo RTP, paga com o dinheiro de milhões de Benfiquistas. Como se não bastasse o canal 11, dito da federação, repleto de propagandistas do sapal, a RTP lagartos, conseguiu ser mais sapista que os sapos! 

O jogo foi marcado pela lesão grave (perna partida) de Baroan, com o comentador RTP a gritar FALTA do jogador azarado. O árbitro, que correu a marcar a falta !!!! (na reposição da bola em jogo decidiria ao contrário) de Baroan, não mostrou qualquer cartão ao infrator. Pelas regras aplicadas ao Benfica não teria de o fazer? E outras decisões onde o cartão vermelho foi mostrado (há exemplos por aí a dar com um pau) quando a lesão, resultante do lance, casual ou não, é grave? Nesses casos não importou a intenção do infrator. Só os factos. E o facto é que Luis Suárez, também para sua infelicidade (viu-se como ficou afectado), com um forte pontapé, partiu a perna a Baroan. 

Hjulmand, como grande FDP que é, correu imediatamente para cima do árbitro a exigir cartão para Baroan. Pelo caminho, como grande FDP que é, mandou levantar o jogador do AVS com a perna virada ao contrario. Avisado pelo árbitro, que entretanto se tinha apercebido da lesão, acalmou-se um pouco (a puta da língua azul dá cabo dos neurónios destes gajos!) mas não muito. João Miguel, avençado da RTP lagartos, diz então: "Hjulmand pede calma". Mais à frente, com imagens do mesmo FDP ainda e sempre a tirar satisfações do árbitro, João Miguel sai-se com este vómito: "os próprios jogadores do Sporting estão preocupadíssimos com o avançado da equipa do Aves". Mais à frente, Rui Amaro, seu colega de quarto e comentador adestrado, chora baba e ranho por um suposto penalti a favor do sapal que não chegou a ser por fora de jogo assinalado pelo VAR. Rui Amaro demonstra bem como a BTV já foi, e é, muitas vezes tão mal frequentada! João Queiroz, agora na CMTV, e Rui Amaro são apenas dois exemplos do que de (muito) mau se faz na BTV.  

Quando se critica a BTV, com comentadores como Rui Águas, que demonstra ser tudo menos sofredor da Nossa causa, vale a pena olhar para esta gente espalhada pelas restantes televisões e perguntar, sobretudo a Rui Costa e aos responsáveis da BTV, se é por causa deste lamaçal televisivo que estão tão empenhados em manter a televisão do Benfica como uma coisa amorfa, muitas vezes acéfala, sempre envergonhada na defesa dos superiores interesses do Sport Lisboa e Benfica. 

Com André Narciso e Bruno Esteves a darem mais uma demonstração de classe no apito, o jogo em que o AVS cometeu a proeza de marcar dois penaltis no alvalixo (se marcar um já é um recorde considerável, ter direito a dois rebentou completamente com a escala!) estendeu-se noite adentro, terminando com a inevitável vitória dos sapos no final de um prolongamento com três partes,16 mts após os 90+15+18. Não foi tão espectacular como o intervalo de 37 dias (recorde mundial do clube das putas) em que o foculporto aproveitou para fazer 8 substituições (só eram permitidas 3) e para pagar 784 mil euros ao Estoril Praia de uma divida inexistente, mas não deixa de ser um bom cartão de visita para o rolha Proença apresentar aos parceiros interessados em comprar o produto «futebol tuga». 

Eu não vi o jogo. Não gosto de wrestling onde as simulações e burlesco se sobrepõem à competição e o resultado final já se conhece à partida. Mas por 'dever' de ofício fui confirmar as minhas fontes para não escrever de ouvido. Contas feitas, são mais dois embates garantidos que vão pôr à prova não só os compadres (foculporto vs sapos) agora desavindos, como o CA, phodido com as nomeações para não desagradar a nenhum dos competidores. Será desta que sobra alguma coisa para o enjeitado João Pinheiro?