segunda-feira, 17 de julho de 2017

Uma questão de (falta) de credibilidade.

"falta de credibilidade dos testemunhos de Carolina Salgado" testemunha importante no processo "apito dourado" foi uma das razões que levou os juízes do CJ da FPF a tentar apagar do mapa mais de trinta anos de roubos comprovados...

Carolina Salgado, do "calor da noite" e mais tarde Fernanda Miranda, da "taverna do Infante" de Reinaldo Teles, ambas foram recebidas pelo Papa, em Roma! Primeiro por João Paulo II e anos mais tarde por Bento XVI. Num processo contra pinto da costa teriam estes religiosos credibilidade suficiente para convencer os justiceiros da FPF? 

Eu não li o acórdão do CJ (parece que ninguém leu uma vez que a FPF ainda não o publicou apesar de datar do dia 5 deste mês) para perceber o porquê de uma dama que foi recebida pelo Papa João Paulo II acompanhada por uma comitiva de notáveis onde além do seu companheiro de alcova fizeram parte Reinaldo Teles e esposa (ex-colega de profissão de Carolina Salgado), Luís Filipe Menezes (presidente da câmara de Gaia) e esposa, o secretário de Estado Miguel Macedo, Adelino Caldeira (administrador da sad), Lourenço Pinto (advogado, presidente da associação futebol do porto), António Mortágua (presidente do CJ), Joaquim Oliveira (empresário e dono da sportv), Adolfo Roque (Revigrés), Paiva Brandão (director-geral da SAD do foculporto), José Guilherme Aguiar (director executivo da Liga de Clubes), Adriano Pinto (presidente da Associação de Futebol do Porto), Osório Castro (advogado), o padre Jorge Duarte e Antero Henriques (vice-presidente e CEO da SAD da fruta), ser acusada de "falta de credibilidade dos testemunhos". 

Serão todos estes senhores cegos surdos e mudos para aceitarem, de comum acordo, uma companhia sem credibilidade para depor num processo tão badalhoco onde a única coisa limpa terá sido a caneta que assinou o despacho final? Terá Carolina Salgado uma doença mental tão perigosamente contagiosa que a impeça de, no processo, assumir parte da responsabilidade pela autoria moral do crime e por ter contactado os meliantes que viriam a concretizar uma agressão a um cidadão com um currículo que vai desde advogado, consultor e CEO de várias impressas a deputado da nação? Ricardo Bexiga existe mesmo, teve alguma ilegalidade na escuta, ou também ele é uma ex-puta do "calor da noite" sem credibilidade para um depoimento?

Para os doutores do CJ o paradigma de credibilidade parece ser um tipo que passou metade da vida enfiado no putedo, que dava ''conselhos matrimoniais'' aos árbitros em sua casa em vésperas dos jogos, que escolhe companheiras sem credibilidade jurídica em bares de alterne e que as leva ao Vaticano e as apresenta ao Sumo Pontífice como dignas companheiras!

Às escutas autorizadas por um Juiz é o que se sabe; declaram-se ilegais e ponto final. E como raio é que se consegue apagar os registos do Hospital de Santo António onde Ricardo Bexiga recebeu tratamento a um braço partido, sendo suturado com 17 pontos na cabeça depois de brutalmente espancado a bastão e pontapé? E como raio se apaga o comunicado do foculporto onde o conselho de administração da SAD da fruta decidiu, por unanimidade, aceitá-la e não recorrer da sanção aplicada?

60 comentários:

  1. A santa aliança continua forte e parece que encontraram-se de novo se calhar houve sexo pelo que vejo nas últimas declarações do Saraiva o maior corrupto da comunicação social em Portugal,famoso pelos jobs for the boys do jornalismo em Portugal,este pug através dos seus amiguinhos comanda vários jornais como diário de noticias e expresso e outros mais.
    Depois da decisão dos amigos colocados pelo Fernando gomes do conselho de disciplina da fpf,imaginem este Fernando gomes responsável pela bilhetica da fruta para dormit do camarote de continuo,escolhe a sua equipa para decidir este caso do apito dourado,fantástico. Que puta de credibilidade tem estes senhores que se dizem advogados.
    De novo voltando ao pug saraiva esse senhor acaba de arranjar uma guerra,vai ter muito jornalista que vai ser investigado.

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    1. Esse parece um ponto que anda a passar pelos pingos da chuva, mas qd lhes tocar, a essa corja que diz jornalistas, vai doer e muito

      Jornalistas é comentadores

      Pedro Santos Guerreiro (Expresso)
      Nicolau Santos (Expresso)
      Pedro Candeias (Expresso)
      Pedro Boucherie Mendes ((Sic Radical)
      Rui Santos (Sic Notícias)
      Sousa Martins (TVI24)
      Pedro Braz (TVI24)
      Pedro Sousa (TVI24)

      Mas há mais

      Riem-se hoje...passeiam-se pelos seus jornais, blogs e internet como crianças sem rumo e controlo num parque infantil

      Quando lhes mostrarem que tem barba, que são maiores de 18, uma carteira profissional, uma entidade patronal, filhos, mulheres, amantes, namorados maricas, perceberam que entraram no mundo real, e aí vão-se sentar no banco dos réus e responder por tudo isto

      O GRUPO IMPRESA E a GLOBAL MÉDIA também não estão isentos de culpas

      Vai ser muito saboroso ver esta escumalha guinchar que nem porcos e a ver o Penta do Benfica

      João Sereno

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  2. Que CAMBADA!
    Um elenco de filme de mafiosos.

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  3. Todos esses nomes que mencionastes qual e a justica portuguesa que tem a coragem de porem as maos em cima desses sacanas mafiosos e culparem-nos de todas essas barbaridades que cometeram ate o Ricardo Bexiga que esteve a um passo de viajar para a outra banda nao tem credibilidade alguma,mas digo-vos pinto da costa e seus comparsas nunca poderao viver em paz com a sua consciencia sabendo do que fizeram a justiça agpra iliba-os sao inocentes quando todos os portugueses viram e ouviram no youtube todos esses crimes,um criminoso nunca olha pro ceu o pinto da costa olha pro papa e engana-o mas a Deus que esta acima ele nao o engana o dia do pinto da costa chegara tenho pena que ele nao leia este blogue eu chamo-lhe aldrabao canalha daqui a distancia mas se me encontra-se com ele de frente a frente chamava-lhe de tudo ja que as autoridades nao o sao capaz de o castigar a justica popular deviam fazer como na lei antiga apedreja-lo ate lhe partirem o ultimo dente e lhe arrancarem o ultimo cabelo para nao dizer outras coisas,vou deixar de comentar porque estas coisas me fazem mal a saude detesto que se castiguem inocentes e se poupem vigaristas como esse.

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  4. Caro amigo permita este tratamento:
    O Benfica e os benfiquistas não devem desgastar-se com este negócio entre putas e cabrões, provavelmente vão acabar por se foder-se uns aos outros
    Esta gentalha tem um doença do foro psíquico, que infelizmente é comum a muitos portugueses A ENVEJA, que os leva a ter este tipo de comportamentos que, aparentando normalidade, são obviamente patologias complicadas que podem considerar-se psicopatias depressivos.
    Para esta gentalha o crescimento económico desportivo e patrimonial - algo que se vê a olho nu - que não é treta nem cagança – é para eles um grande trauma.
    Não conseguindo esconder dos seu adeptos o que é obvio e notório, e, como têm à muito tempo nos vários órgãos que coordenam o desporto gente da sua laia, entretêm-nos com aquelas questiúnculas, sempre tentando atingir o Benfica.
    Não podemos cair nesta teia, temos o nosso rumo e não vamos sair dele.
    Para estes casos existem os tribunais, as prisões e os manicómios.

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    1. Concordo

      Peido da Costa e Brunalgas, vão acabar juntos a lutar no poço de merda que eles e próprio estão a cavar

      O minion sem Pescoço e o cuco Jumento Traques serão os anões que entretém o público dos gays dragões e das gatinhas jovens.

      Vai ser um fartote vê-los agarrados a lutar por um lugar.

      Quanto nos reserva-nos o Penta

      Luís Gomes

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  5. Ora vamos lá relembrar o que se passou. Parece que muita gente se esqueceu.


    As Irmãs Salgado.
    A estratégia dos implicados no Apito Dourado congeminada pelos advogados de defesa, Gil Moreira dos Santos, Adelino Caldeira e Lourenço Pinto, passou desde o princípio por desacreditar a principal testemunha de acusação, a ex-companheira de 6 anos de Pinto da Costa, Carolina Salgado que mostrando uma coragem assinalável, escreve um livro onde denuncia muita coisas que toda a gente ou já sabia ou desconfiava. Para além disso utilizaram um plano ainda mais diabólico. Utilizaram pagando e corropendo a irmã gémea de Carolina, Ana Salgado, uma pessoa que sofre de bipolaridade e possui grande instabilidade emocional, para além de estar casada com alguém é desempregado, ter três filhos e ter grandes dificuldades económicas, para mentindo tentar desacreditar e fazer crer que tudo o que Carolina é mentira e apenas motivada por vingança pessoal. Não olharam a meios, através de uma estratégia de mentira e desgaste, para o conseguir, desde acusações falsas à testemunha até ensaios de interrogatórios mentirosos a Ana Salgado, passando por ameaças de morte e até tentativas de assassinato da própria Caorlina. Que ainda de acordo com a PJ teria sido morta, como já havia planos, se não tivesse sido aconselhada para o evitar dar a cara e vir a público. A pouca vergonha foi tal que até tentaram desacreditar o próprio MP.
    Maria José Morgado (MJM), a procuradora-adjunta, aludiu à importância de Carolina Salgado como testemunha no processo agora reaberto. Mas as recentes declarações de Ana Maria, mais do que tentar descredibilar Carolina, puseram em causa aprópria justiça e os métodos utilizados nas inquirições. As acusações (de Ana Salgado) GERARAM REVOLTA entre os investigadores e, acima de tudo, ENORME SUSPEITA. Ana Maria acusou elementos da equipa de MJM de instruírem CS cirúrgicamente. "A gravidade do depoimento, entre outras acusações, envolvendo, por exemplo, LFV, alegado "patrocinador" não só do livro, "Eu, Carolina", mas também da colaboração desta com as autoridades já motivou a reacção de MJM. Para além disso Ana S. acusou Leonor Pinhão de ter patrocinado a aproximação de CS a LFV, afirmando que um inspector da equipa de MJM tinha facultado provas para dar credibilidade ao livro e incriminar determianadas pessoas.
    O DN sabe que a equipa de Maria José Morgado vai AVANÇAR COM PROCESSOS CRIME contra a irmã de Carolina.

    E será por isso que as declarações de Ana Maria “no que as implicações processuais diz respeito, não deverão ter repercussões". 


    "Entre os investigadores, os argumentos de Ana Maria estão longe de convencer. Até o "TIMING" escolhido para "repor a verdade" é considerado... SUSPEITO. Um dia antes, entregou uma série de obras de arte que havia guardado, a pedido de Carolina, a Pinto da Costa".


    "MJM diz mais, "As pessoas que têm trabalhado comigo no processo Apito Dourado são pessoas de elite e não são de fácil intimidação". “Vou apresentar queixa por difamação, denúncia caluniosa e falsas declarações”. Diz que tem mais de 30 anos de magistratura e nunca assistiu à practica de quaisquer métodos de investigações ilícitos por parte dos magistrados quer das forças policiais.
    “São manobras de intimidação que não irão afectar o trabalho que está a ser feito no combate à corrupção no futebol. São uma manobra de um tal D. Corleone que se revela desesperado”, Carolina Salgado.


    Já o advogado de PC, Gil dos Santos, (o verdadeiro mentor das falsas declarações de Ana Maria) diz que as declarações pecam por tardias e devem ser juntas ao processo.

    (continua)


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  6. De acordo com Carolina, a irmã Ana encontrou-se com Gil dos Santos, o advogado de PC, a 19 de Junho.

    Noutro jornal:


    "O depoimento da irmã de CS - que só agora se lembrou (porque será?) de falar - é uma óbvia tentativa de DESACREDITAR o processo e toda a equipa dirigida por MJM. Neste caso aconteceu o que alguns dos principais arguidos julgavam já não ser possível: o MP acusou. Todos os episódios que ficaram para trás, desde o execrável processo de afastamento da equipa da PJ do Porto que fez a investigação à forma como o procurador de Gondomar foi pressionado são hoje uma inestimável MARCA DO ALARME que este caso causou. Tanto no MUNDO DO FUTEBOL COMO DA POLÍTICA.
    A própria desacreditação de Carolina Salgado com a ESTIGMATIZAÇÂO do seu passado profissional mais não foi do que uma ESTRATÉGIA TORPE.
    A questão é que o regime de intocabilidade de alguns acabou e só isso chega para se sentirem um pouco menos seguros. Por isso, daqui até à instrução dos processos muitos depoimentos instantâneos hão-de aparecer".


    Carolina Salgado afirma:


    “Foi mais uma das muitas tentivas para me descredibilizar. Em local próprio falarei sobre o chorrilho de mentiras que a minha irmã disse. Ela terá de provar o que disse porque será alvo de processo. ALGUÉM ANDA MUITO DESESPERADO E LHE PEDIU PARA DIZER AQUILO".


    Joaquim Salgado, PAI de Ana Maria e Carolina Salgado, está convito que alguém pagou à filha para que desmentisse Carolina:


    “Já lhe perdoei quando bateu na mãe e roubou a irmã. A Ana Maria é uma traidora”. "Eles (Ana Maria e marido) não tinham dinheiro e, de repente, começam a fazer uma vida de luxo. Será que lhes saiu o Euromilhões? Será que César, marido de Ana Maria, é um futebolista de renome? De onde apareceu o dinheiro?".
E afirma, "A ganância da minha filha (Ana Maria) é tão grande que é capaz de vender as filhas".


    E o pai diz mais, "Estou apenas do lado da verdade. Sinto uma profunda mágoa e tristeza por ter uma filha, Ana Maria, que se permite aos mais terríveis papéis". “Ela, Ana Maria, mente compulsivamente. Se não é um problema de saúde é um problema de carácter". Segundo o empresário as acusações feitas pela irmã de CS são uma vingança.
    “Estou muito preocupado com o seu estado de saúde. Ela já esteve internada com problemas mentais. Tenho medo que esteja a ser explorada e a ser manipulada para colocar em causa a credibilidade da Carolina. Podem estarse a proveitar do problema dela. Por isso é urgente que as autoridades a localizassem”. 

    "A minha mulher contou-me que o César (marido de Ana Maria) disse à Carolina que se se juntassem ao velho (PC) eram 500 mil euros".
    (Meio milhão de euros de "gratificação" para mentirem à justiça!

Então quem mente e quem compra as pessoas para mentirem? O suspeito do costume, O VELHO, O PADRINHO DA MÁFIA!)

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  7. Benfica prejudicado:

    O PÚBLICO sabe que as declarações de Carolina Salgado serão agora alvo de certidões e enviadas para outras comarcas, uma das quais a do Funchal, no processo em que o clube prejudicado terá sido o Benfica.

    Carolina Salgado confirmou, portanto, a existência de um esquema para beneficiar o FC Porto e sustentou que António Araújo era um dos intermediários. A ex-companheira de Pinto da Costa foi clara: o empresário actuava sempre a mando do FC Porto e nunca por moto próprio.

    Na Polícia Judiciária da Madeira, onde o processo que envolve o Benfica está a ser investigado, os autos estão agora parados à espera de instruções da equipa que dirige as certidões. Também poucas diligências acessórias poderão ser feitas (já todos os arguidos foram ouvidos e os seus interrogatórios mantêm-se válidos) e tudo indica que o interrogatório a Carolina Salgado vá servir apenas para sustentar a acusação pública.

    Nesse inquérito, há outras semelhanças com o processo que envolve o FC Porto-Estrela da Amadora. Mais uma vez, é referida a existência de um serviço de prostitutas para oferecer aos árbitros que seria patrocinado por Rui Alves, presidente do Nacional. Quem o diz é Pinto da Costa, que, numa conversa com Pinto de Sousa, ex-presidente da arbitragem da federação, refere que é normal o Nacional "presentear" as equipas de arbitragem com "bacanais", realizados sempre nas vésperas dos jogos.

    Também nessa investigação, o Ministério Público interceptou outras chamadas telefónicas que indiciam que o Benfica foi prejudicado a pedido do FC Porto. Aliás, Rui Alves e Pinto da Costa terão falado no final do encontro e, segundo o presidente do Nacional, o seu "amigo" do FC Porto não escondia a alegria pela derrota do Benfica. "Esses já não nos vão chatear mais!", terá dito.


    Testemunho de Carolina Salgado:

    Carolina Salgado em entrevista à TVI disse que Pinto da Costa recebia em casa árbitros, Augusto Duarte e Martins dos Santos, por exemplo, para “preparar os jogos” e que se “estes de portassem bem”, recebiam dinheiro e “favores de meninas” como recompensa.

    “Eram reuniões normais para preparar os jogos, como toda a gente sabe, incluindo os portistas: eles que me perdoem mas enquando o clube continua a
    ganhar… Os árbitros eram pagos para isso; se se portassem bem, depois ainda tinham uma meninas para os acompanhar, beber uns copos… Era a recompensa”.

    “Pinto da Costa por ser muito cuidadoso nunca falou com um árbitro ao telefone, nem precisava de o fazer, visto que eles iam lá a casa confraternizar”.

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  8. IV - Erros de Jacinto Paixão ajudam FC Porto a ganhar
    A juíza Ana Cláudia Nogueira terá considerado que Jacinto Paixão, na época passada, poderá ter ajudado o FC Porto a ganhar (2-0) o encontro que disputou, nas Antas, frente ao Estrela da Amadora, a contar para a 19.a jornada da SuperLiga.

    Segundo apurou o CM, a magistrada do Tribunal de Gondomar defenderá que o árbitro Jacinto Paixão e os auxiliares José Chilrito e Manuel Quadrado, até ao segundo golo dos “dragões”, prejudicaram o Estrela com erros que interferiram no resultado. Já dos lances que beneficiaram os ‘tricolores’, como alguns foras-de-jogo mal assinalados, a opinião da juíza seria que não tiveram qualquer interferência no desfecho final.

    Dos oito erros mais evidentes, Ana Cláudia Nogueira terá destacado uma rasteira de Paulo Ferreira a Semedo (14 minutos), quando este se isolava em direcção à baliza de Vítor Baía. Jacinto Paixão nem falta assinalou. Confrontado com este lance, o árbitro terá referido que, no campo, não apreciou qualquer falta, mas que depois de ver na TV concluiu que, afinal, só não marcou falta por estar mal posicionado.

    No minuto 17, é assinalado um ‘off-side’ inexistente a um jogador dos ‘tricolores’. Doze minutos depois, o FC Porto inaugura o marcador, por McCarthy. O golo é alcançado na sequência de um pontapé de canto, que teve origem numa jogada onde Sérgio Conceição parece estar em fora-de-jogo. A dois minutos do intervalo não é sancionado um fora de jogo ao sul-africano e é assinalado uma falta idêntica, duvidosa, aos portistas. Já nos descontos da primeira parte, McCarthy volta a facturar, beneficiando de uma nítida posição de fora-de-jogo.

    Quanto ao segundo tempo, a juíza alegadamente sublinha dois foras-de-jogo assinalados aos ‘dragões’ que deixam muitas dúvidas. Além disso, Jacinto Paixão foi complacente com jogadas duras dos futebolistas de ambas as equipas.
    Deste rol de erros, nomeadamente os foras-de-jogo, o árbitro da Associação de Futebol de Évora terá lembrado que são lances da responsabilidade dos seus assistentes. Em relação aos golos do FC Porto, Paixão referiu, soube o CM, que estava longe do local das jogadas que deram origem aos mesmos.
    Do facto de ter sido complacente com alguma violência dos jogadores terá salientado ser uma situação normal, constituindo uma opção da arbitragem deixar decorrer o jogo.

    As explicações que Jacinto Paixão, José Chilrito e Manuel Quadrado não terão convencido a juíza sobre os erros que cometeram no FC Porto-Estrela da Amadora, pelo que foram todos indiciados de um crime de corrupção desportiva passiva, cuja moldura penal prevê pena de prisão até quatro anos.

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  9. V - Jacinto Paixão confirma prostitutas:
    O árbitro Jacinto Paixão, arguido no caso de corrupção no futebol "Apito Dourado", confirmou hoje a presença de prostitutas no seu hotel, após arbitrar o jogo FC Porto- Estrela Amadora, e apontou o dedo a dirigentes dos "dragões".
    "Quando chegámos ao hotel, estavam lá as senhoras. Três meninas que eu não sei quem lá as meteu. Eu corri com elas e, a partir daí, não sei o que se passou. Mas eu não tive relações sexuais.

    Pensava que tinha sido uma brincadeira entre amigos (durante a viagem, com os dois assistentes e outros dois indivíduos de Évora)", disse Jacinto Paixão, em entrevista à TVI.
    O "juiz" eborense contou que, durante o percurso para o Porto, ele e os seus companheiros de viagem falaram sobre o recurso ao serviço de prostitutas, tendo alguém avançado com o nome do empresário António Araújo, ligado a negócios de jogadores com o FC Porto e igualmente arguido neste processo.

    Na partida em causa, disputada a 24 de Janeiro de 2004, o FC Porto recebeu e bateu o "lanterna vermelha" Estrela Amadora, por 2-0, com dois golos do sul-africano Benni McCarthy, aos 30 e 49 minutos, embora o segundo tento tivesse sido obtido em posição irregular, no quarto minuto de compensação da primeira parte.

    Após essa 19ª ronda da Superliga, os "dragões" mantiveram a vantagem de cinco pontos sobre o segundo classificado, Sporting, antes de uma decisiva visita a Alvalade, na jornada seguinte. Em caso de empate ou derrota com os amadorenses, a distância para os "leões" ficaria encurtada para três ou dois pontos, respectivamente. Reinaldo Teles estava no restaurante. Foi ele que nos levou.

    Quando acabou o jogo, disse para nós o acompanharmos e, depois do jantar, levou-nos ao hotel. “Caí numa cilada, sem saber de nada", disse Jacinto Paixão, referindo-se ao responsável portista pelo departamento de futebol do clube "azul e branco".

    A operação "Apito Dourado", cujas diligências mais visíveis começaram em 20 Abril de 2004, levou à constituição de cerca de 200 arguidos, incluindo o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, Valentim Loureiro, o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, a presidente da Câmara Municipal de Leiria, Isabel Damasceno, além de outros árbitros e dirigentes do futebol português.

    "Se eles (Pinto da Costa e António Araújo) combinaram alguma coisa, então que sejam punidos", disse ainda Jacinto Paixão. "Não tenho razões para me arrepender. Foi um jogo igual aos outros. Depois, na cassete, vi alguns erros que podiam ter sido colmatados, como o golo, em que havia fora-de-jogo, mas, lá dentro, não se pode ver tudo", acrescentou, sobre o FC Porto-Estrela Amadora.

    Jacinto Paixão argumentou depois que não faria sentido beneficiar os "dragões", uma vez que, com José Mourinho como treinador, os "azuis e brancos" já dispunham de onze ou nove pontos de avanço sobre o segundo e o terceiro classificados, mas a equipa orientada pelo actual técnico dos ingleses do Chelsea só tinha cinco pontos a mais do que o seu perseguidor, Sporting.

    Entretanto, a imprensa portuguesa noticiou no início de Abril o fim da fase de inquérito do processo "Apito Dourado", ao cabo de dois anos e um mês de investigação, realizada por 10 inspectores, tendo a PJ do Porto feito seguir os autos para o Tribunal de Gondomar.
    Ao todo, terão sido ouvidas 370 testemunhas e realizadas mais de uma centena de buscas domiciliárias a empresas, clubes e residências, num processo com cerca de 15 mil folhas, que promete transformar-se num dos maiores casos que alguma vez chegará a julgamento.

    Confissão de Jacinto Paixão
    http://www.dailymotion.com/video/x16z8nx_ex-referee-jacinto-paixao-exposes-fc-porto-corruption_sport

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  10. VI - Carolina e a Substituição de Juizes
    Numa conferência de imprensa convocada para debater as incidências do processo na gestão autárquica de Gondomar, Ricardo Bexiga sublinhou que à transferência dos dois principais investigadores do caso para Cabo Verde e França se soma agora a substituição da juíza responsável pelo inquérito, Ana Cláudia Nogueira.

    Carolina Salgado afirmou hoje na TVI que Pinto da Costa recebia em casa, entre outros, os árbitros Martins dos Santos e Augusto Duarte para "preparar os jogos", e que se estes "se portassem bem", recebiam dinheiro e favores de "meninas" como recompensa.
    A mulher que viveu com o líder portista durante 6 anos lançou hoje um livro autobiográfico em que trata a relação terminada com um dos homens mais influentes do futebol português, e fez afirmações graves às câmaras da privada. "Eram reuniões normais para preparar os jogos, como toda a gente sabe, incluindo os portistas: eles que me perdoem, mas enquanto clube continuar a ganhar... Os árbitros eram pagos para isso; se se portassem bem, depois ainda tinham umas meninas para os acompanhar, beber uns copos... Era a recompensa", avançou, sobre as afirmações contidas no livro a antiga companheira de Pinto da Costa.

    No seu livro, Carolina Salgado esclarece que o presidente do FC Porto, "por ser muito cuidadoso, nunca falou com um árbitro ao telefone, nem precisava de o fazer, visto que eles iam lá a casa confraternizar.
    “O PS de Gondomar estranhou a substituição da juíza. Os socialistas disseram que "há claros indícios de que alguém quer matar o processo". O presidente do PS de Gondomar, Ricardo Bexiga, disse estranhar a substituição da juíza do caso "Apito Dourado", afirmando que Paulo Abreu Costa, o juiz que vai substituir Ana Cláudia Nogueira no processo, no âmbito do movimento anual dos juízes, é filho do assessor de Valentim Loureiro para a área jurídica na autarquia local e irmão do fiscal municipal de obras na mesma Câmara.
    Numa conferência de imprensa convocada para debater as incidências do processo na gestão autárquica de Gondomar, Ricardo Bexiga sublinhou que à transferência dos dois principais investigadores do caso para Cabo Verde e França se soma agora a substituição da juíza responsável pelo inquérito, Ana Cláudia Nogueira. "O juiz que vai substituiu Ana Cláudia Nogueira [no âmbito do movimento anual dos juízes] é Paulo Abreu Costa, filho de João Araújo Costa, assessor para a área jurídica de Valentim Loureiro na Câmara de Gondomar, e irmão de Nélson Costa, fiscal municipal de obras na mesma autarquia", adiantou Ricardo Bexiga.



    O líder do PS de Gondomar acrescentou que Paulo Abreu Costa é "um juiz muito jovem que estava colocado no Tribunal de Menores de Braga e que tinha indicado o Tribunal de Gondomar em 61º lugar na sua lista de preferências em caso de transferência”.
    “Há claros indícios de que alguém quer matar o processo, com movimentações que põem em causa a independência da justiça", disse Ricardo Bexiga. "Esta situação põe em causa a independência da magistratura", afirmou Ricardo Bexiga, acrescentando que compete agora ao Conselho Superior da Magistratura "explicar as razões deste movimento".



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  11. VII - Ricardo Bexiga considerou também "lamentável" que Valentim Loureiro insista em permanecer à frente da Câmara Municipal de Gondomar nas actuais condições. Valentim Loureiro é suspeito, no âmbito do processo "Apito Dourado", de 18 alegados crimes de corrupção activa, quatro de tráfico de influência e um crime de corrupção passiva. No âmbito do mesmo processo, que envolve um total de 16 pessoas em alegados crimes ao nível do futebol, encontra-se preso preventivamente, desde há dois meses, o vice-presidente da autarquia e presidente do Gondomar Sport Clube, José Luís Oliveira, enquanto um outro vereador se encontra sob medidas de coacção e impedido de contactar o presidente. O PS de Gondomar reiterou a sua posição de que Valentim Loureiro "deveria pôr os interesses dos gondomarenses à frente dos seus e suspender o seu mandato até ao cabal esclarecimento de toda a situação". Ricardo Bexiga considerou ainda que a autarquia se encontra paralisada na sequência do processo "Apito Dourado", com apenas três vereadores a gerir todos os pelouros da Câmara".

    Os elementos do MP do Porto deviam era ter vergonha por ter sido necessário esperar mais de um ano até que todo o processo fosse levantado pela equipa da procuradora e se verificasse que não tinham sido feitas quaisquer diligências no sentido de deram caça aos agressores.
    Mais recentemente, logo após Ricardo Bexiga ter sido agredido brutalmente, o advogado portuense apresentou queixa na PJ. Um ano e meio depois, quando a equipa de Maria José Morgado pegou na situação para a investigar deparou-se com um processo sem uma única diligência. Incrível!! A única coisa que contava do processo era a queixa apresentada por Ricardo Bexiga. No dia 14 de Dezembro último o CM deu à estampa po relatório que a PSP fez sobre as investigações das últimas mortes, mencionando nomes e factos e a forma como tudo foi conduzido. O que fez a PJ do Porto? NADA!!


    Carolina e a compra de testemunhas
    Carolina alega que uma das testemunhas que o MP usou no processo em que está indiciada, Paulo Lemos, foi coagida por Pinto da Costa a testemunhar contra si, com o seu advogado a afirmar, à agência Lusa, que Lemos apresentou em Junho de 2006 uma queixa na GNR de Vila Nova de Gaia na qual dizia estar a ser perseguido por um segurança do prosidente do FCPorto. Pelo qual terá sido ameaçado de morte caso não testemunhasse a favor de Pinto da Costa.
    Rui Passeira, diz o advogado de Carolina Salgado, José Dantas, que se trata de uma pessoa com cadastro judicial que neste momento se encontra em prisão domiciliária, reclamando que o seu depoimento “não tem credibilidade”. Segundo a defesa de Carolina Salgado, Lemos terá sido abordado à saída de um ginásio pelo alegado segurança de PC que o ameaçou com uma pistola, obrigando-o a sair do carro e apredindo-o com vários socos. Lemos terá indicado o nome do agressor bem assim como a matrículo do carro em que se deslocava.

    No requerimento de instrução aos crimes de que está (falsamente) indiciada aponta numa dessas peças, Lemos pede desculpa a Carolina e confessa que mentiu no depoimento que deu origem a este caso colateral do processo Apito Dourado. José Dantas alega ainda que Carolina não pode ser acusada dos incêndios porque actos preparatórios não são puniveis no Código Penal.
    Mas vamos esquecer o caso Bexiga e vamos focar-nos em casos semelhantes nos últimos 20 anos. Entre jornalistas e pessoas ligadas ao futebol foram agredidas em emboscadas ou em sítio públicos, mais de 20 pessoas e só um único caso conseguiu chegar à barra dos tribunais por muito insistência do agredido. Falamos do ex-jornalista do desportivo A Bola, João Freitas. Mesmo neste caso, ninguém foi condenado apesar do jornalista ter sido obrigado a recorrer ao serviços de urgência hospitalar e os agressores terem sido identificados.

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  12. VIII - PC, acompanhado do seu avogado Gil Moreira dos Santos, foi constituido arguido por suspeita de ter sido o mandante/autor moral das agressões a Ricardo Bexiga no dia 25 de Janeiro de 2005, cerca das 19h30, quando este se preparava para entrar na sua viatura estacionada num local pouco iluminado no parque da Alfândega no Porto, sendo agredido na cabeça com um barrote e pontapeado por dois encapuzados.. Juntamente foram constuitdo arguidos Fernando Madureira, Líder da claque dos SD, e Carolina Salgado.
    As agressões à integridade física é punida com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa. Tanto é punido quem executa como quem manda executar. Carolina Salgado terá confirmado que contactou Fernando Madureira para tratar das agressões a Bexiga.


    Carolina Salgado iria ser assassinada

    Quem financiou o livro da Carolina Salgado foram as editoras, que se mostraram interessadas em ganhar dinheiro, o que resultou muito bem. Se LFV teve alguma influência é possível, mas ainda bem, porque a verdade deve vir ao de cima e a corrupção deve ser desmascarada.
    A Carolina levou muita porrada e iria ser brevemente assassinada (porque sabia demais) e a táctica passou por se tornar uma pessoa pública e deste modo estar iluminada e segura publicamente.

    Maria José Morgado foi a única juiza procuradora que em 6 meses meteu na prisão 3 personalidades públicas acusadas de crime de colarinho branco e corrupção: Vale e Azevedo, Caldeira e o empresário lisboeta que andava fugido e cujos crimes sempre prescreveram. Ela nunca teve nada a ver com o Benfica e não gosta de futebol.

    O bufo do Ferro Rodrigues é o Adelino Salvado, antigo Director da PJ que demitiu os principais agentes nacionais da PJ (crachás de ouro) quando estes estavam no ponto mais alto das investigações do processo “Apito Dourado”. Adelino Salvado foi apanhado em inúmeras fugas de informação e mesmo assim não se demitia, tendo de ser uma entidade superior a fazê-lo.
    Quanto às fugas de informação, saberá que na PJ há bufos azuis em toda a parte, ou não se lembram do inspector da PJ que informou o PC para fugir do País?

    AMEAÇAS À VIDA
    CS está com protecção e alvo de apertada vigilância de dois agentes da PSP pois tem sido alvo de ameaças contra a sua vida. O MP diz que tem-se verificado uma campanha intimidatória com pessoas estranhas a invadirem a zona do prédio onde vive com insultos e ameaças de morte.
    As declarações de Ana Maria também foram importantes para que o perigo aumentasse. As declarações de CS são importantes para o MP pois sem elas as acusações contra PC caem por terra.
    CS: “Tenho sido vítima de ameaças de morte ao ponto de haver presenças incómodas dentro do condomínio onde vivo. As intimidações foram feitas verbalmente pois quem as manda está provavelmente sob escuta.
    O protagonista é sempre o mesmo. A mesma pessoa que desde que me separei até agora tem estado a montar toda esta campanha contra mim na tentativa de destruir a minha credibilidade. Alguém que se julga inume à justiça a acima da lei, diria até que é um autêntico D. Corleone à portuguesa”.

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  13. IX - Carolina Salgado resiste

    A ex-namorada do líder dos dragões revela que recusou "aceitar dinheiro" para se calar no âmbito do Apito Dourado daquilo que define como uma "organização formada, que tem muito dinheiro e que está habituada a comprar tudo". E acrescenta que foi "muito complicado dizer não a pessoas que estão habituadas a que lhe digam sempre sim".


    Carolina Salgado fala ainda da "máfia existente" no mundo do futebol e nota que muitos jogadores são enganados relativamente à sua condição física pelas equipas médicas.



    Numa publicação onde relata mais uma vez pormenores íntimos da sua vida com Pinto da Costa, Carolina Salgado fala ainda de uma tal casa amarela onde alguns jogadores do FC Porto terão encontros de caráter sexual com acompanhantes e prostitutas. Refere-se em particular a um episódio concreto em que algumas das mulheres contratadas terão sido "maltratadas" e cita um jogador muito conhecido, sem lhe divulgar o nome, que seria frequentador habitual e que teria comportamentos violentos e que passado algum tempo terá deixado o FC Porto.

    Estratégia de defesa de Pinto da Costa passa por descredibilizar Carolina Salgado
    A defesa do presidente do Porto requereu a junção do testemunho de Ana Maria Salgado (AMS), irmã de CS aos processos em que o arguido é acusado de corrupção desportiva activa.
    D acordo com o advogado Miguel Moreira dos Santos (MMS) “o objectivo é que o depoimento seja tido em conta para aferir da credibilidade da testemunha” CS.

    Recorde-se que AMS prestou depoimento recentemente como testemunha, no âmbito do inquérito por difamação que o médico Fernado Póvoas moveu a CS, na sequência das declarações em que é visado no livro. No entanto, o médico acabou por não avançar com a acusação particular tendo o processo sido arquivado.
    A defesa do presidente portista quer explorar as divergências entre os depoimentos entre irmãs. Enquanto CS afirma ter presenciado a entrega do envelope com €2500 ao árbitro Augusto Duarte a 16 de Abril de 2004, a irmã AMS assegura que CS lhe terá confessado que “não conseguiu ouvir grande coisa e que não podia garantir ter sido entregue qualquer envolope”.
    As declarações de AMS motivaram a abertura de um inquérito autónomo e o Procurador-Geral Pinto Monteiro já anunciou que o MP pretende investigar as circustâncias em que o depoimento de AMS foi prestado.

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  14. XI - Carolina Salgado nega todas as acusações que lhe são imputadas.

    Carolina Salgado negou, esta terça-feira, no Tribunal de São João Novo, todas as acusações que lhe são imputadas nos processos que a opõem ao líder portista, alegando não ter feito «nada que o fosse de qualquer modo prejudicar», relata a Lusa.
    «O que tenho a dizer é que é tudo falso», disse no início das suas declarações, depois de confrontada pelo juiz-presidente Rafael Azevedo com um dos processos em que está acusada do crime de incêndio por, alegadamente, ter mandado pegar fogo nos escritórios de Pinto da Costa e do advogado Lourenço Pinto, após a separação do casal em 2006.
    A ex-companheira de Pinto da Costa foi também confrontada com a acusação de ofensa à integridade física na forma tentada ao médico Fernando Póvoas:
    “Não tenho nada contra o Póvoas nem mandei incendiar nada pelo senhor Paulo Lemos” (que já não é arguido).
    A arguida alegou «nunca ter tido qualquer envolvimento amoroso» com Paulo Lemos, que apenas conheceu quando este «foi mudar as fechaduras do apartamento» que havia partilhado em Gaia com Pinto da Costa. Nessa altura, segundo Carolina, Paulo Lemos terá contado que tinha sido contratado por um segurança de Pinto da Costa para arrombar a porta de Carolina.
    Quanto aos incêndios nos escritórios de Pinto da Costa e Lourenço Pinto, a autora do livro «Eu, Carolina» explicou que só teve conhecimento deles «pela comunicação social».
    Em relação à alegada tentativa de agressão a Fernando Póvoas, que segundo a acusação terá sido encomendada por Carolina, que o culpava pela sua separação de Pinto da Costa, pois terá promovido encontros entre Pinto da Costa e a jornalista Maria Elisa, a arguida respondeu que mantinha uma relação de amizade com o médico e que após a separação este lhe «deu algum apoio».
    Carolina defende que as acusações doram feitas para a “descredibilizar”, depois de em Março de 2006, ter falado à comunicação social sobre as alegadas agressões de que foi vítima por parte de Pinto da Costa, na altura da separação do casal.
    O julgamento prossegue no Tribunal de São João Novo a partir das 14h00, depois de ter sido interrompido a pedido de Carolina Salgado, que se manifestou cansada e com fome após ser interrogada pelo juiz, pelo procurador e por um dos advogados de Pinto da Costa.

    Carolina Salgado e o Incêndio da treta

    Carolina Salgada foi constituida arguida num caso em que é acusada por PC, Lourenço Pinto e Fernando Póvoas de ser a mandante de um acto de fogo posto nos escritórios de PC, de Lourenço Pinto e de um solicitador portuense, no sentido de fazer desaparecer documentos que eventualmente a comprometiam. No plano teria usado Paulo Lemos e Rui Manuel Passeira.

    Carolina alega que Paulo Lemos foi coagido por PC a testemunhar contra si, com o seu advogado a afirmar que ele mesmo aprecentou em Junho de 2006 queixa na GNR de Gaia na qual dizia estar a ser perseguido por um segurança de Pinto da Costa. Pelo qual terá sido ameaçado de morte caso se não testemunhasse a favor de PC.

    Sobre Rui Passeira, diz o advogado de Carolina, José Dantas, que é pessoa com cadastro judicial que neste momento se encontra em prisão comiciliária e que o seu “depoimento não tem credibilidade”.
    Segundo a defesa de Carolina, Lemos terá siso abordado à saída de um ginásio pelo segurança de Pinto da Costa, que o ameaçou com uma pistola, obrigando-o a sair do carro e agredindo-o com vários socos. Lemos terá indicado o nome do agressor assim como a matrícula do do carro. Lemos terá mais tarde pedido desculpas a Carolina e confessar que mentiu no depoimento que deu origem a este caso colateral ao Apito Dourado.

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  15. XII - Depoimento falso de Ana Salgado ensaiado no Hospital

    Duas amigas de Ana Salgado testemunharam à equipa de Agostinho Homem, procurador-adjunto, que a irmã géma de Carolina Salgado foi treinada no hospital dias antes de depor no DIAP do Porto. O advogado de Ana Salgado levou mesmo um computador portátil para a unidade de saúde onde a testemunha se encontrava internada, a partir do qual Ana teria acesso ao que deveria dizer quando fosse ouvida no âmbito do “Apito Dourado”. Ana chegou mesmo a decorar algumas passagens do depoimento que eram ditas em voz alta. Noutras ocasiões foram feitas pesquisas na internet para tornar verosímeis alguns factos. Designadamente os que envolviam dirigentes do Benfica, em particular Luis Filpe Vieira e os que incriminavam inspectores que trabalhavam com Maria José Morgado.
    Estes testemunhos foram considerados credíveis por as depoentes nada terem a ver com Carolina Salgado. As mesmas garantem que não conhecem a irmã géma de Ana (Carolina) e que não depuseram por vingança. Relataram ainda que Ana estaria a ser bastante pressionada por diversas pessoas, que identificaram, para que não recuasse nas suas declarações.

    Terá sido num daqueles momentos em que Ana se sentia que traíra a sua família que prometeu contar tudo ao procurador Agostinho Homem. Ana estava a falar de um telemóvel em casa dos pais. Prometeu que iria depor de livre vontade num dia determinado, mas acabou por não aparecer. O CM sabe que Ana deverá ser agora formalmente intimada para prestar declarações no processo onde se investiga a forma como foi obtido o seu depoimento. Se voltar a faltar Ana poderá ser alvo de mandado de detenção.
    Ana Salgado este durante meses sem pagar a prestação da casa onde vivia com o marido, os 3 filhos e 2 enteados. O lítígio já estava a ser tratado pelo contencioso do banco, que ameaçava com uma acção de despejo quando Ana resolveu o conflito com o Banco.
    Quinze dias depois de ser ouvida no DIAP do Porto, Ana e o marido, que entretanto se despedira da empresa onde trabalhava, abriram uma empresa de ar condicionado.
    Ana vive agora em Famalicão, numa vivenda geminada do Corredoura Park. A casa tem 300 m2, 4 pisos, incluindo sótão e garagem para 2 carros.


    Agostinho Homem e as invenções de Ana Salgado
    Agostinho Homem, Procurador Geral Adjunto da República, em declarações à BTV disse que Ana Salgado, irmã de Carolina Salgado, prestou declarações no DIAP do Porto em que inventa uma história com acusações que se provaram ser falsas, não se sabendo quem a terá instruido nesse sentido, acusando Maria José Morgado de estar conluiada com Carolina Salgado, que havia uma prosmiscuidade enorme com o intuito de condenar PC e o FCP no Apito Dourado. Como tiraram uma certidão das declarações, teve acesso ao processo Apito Dourado ficando a saber de muita coisa que se passara. Por exemplo, ficou provado que os árbitros eram visita regular da casa de PC, assim como a existência de jantares com árbitros.

    Ficou encarregado de investigar pelo então PGR esse assunto pelo que teve de tomar conhecimento do dossier “Apito Dourado”. Ficou então a saber que Ana Salgado tinha uma casa em Famalicão paga por um testa de ferro do FCPorto, renda essa que não era declarada e que por isso podia ser objecto de crime de fraude fiscal pois não contava na declaração de renda.

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  16. XIII - A equipa de MJM foi alvo de ataques cerrados por parte de AS. A magistrada e alguns dos inspectores moveram processos de difamação contra a irmã gémea de Carolina depois de aquela os ter acusado de ter manipulado o depoimento de Carolina. Ana contava (mentia!) mesmo uma conversa que a irmã teria tido ao telefone com a procuradora-geral adjunta em que daria, segundo Ana, instruções a Carolina.

    Também Sérgio Bagulho, inspector da PJ, foi acusado de ser sócio do Benfica e próximo de Vieira. Ana afirmou (falsamente) ter assistido a uma reunião com a irmã e o inspector, tendo aquele indicado o que a mesma deveria dizer para incriminar PC.
    Na queixa apresentada pelo inspector contra Ana, aquele rebate as acusações fornecendo elementos que contrariam tal versão. Aliás, no dia em que Ana diz que presenciou a reunião do inspector com Carolina, o inspector estava em Lisboa a elaborar um relatório final do “AD”. Também não há registo de qualquer diligência no Porto nesse dia.

    Tentativa de suicídio
    Internada numa clínica em Vila Nova de Gaia – a CliPóvoa -, apesar do marido garantir que esta apenas sofreu uma gastroentrite, fontes hospitalares asseguram que não é este o motivo pelo qual Ana S está internada há 2 semanas.
    “Ela ingeriu uma série de comprimidos para pôr termo à vida. Assim que Ana deu entrada na clínica teve de se proceder a uma lavagem ao estômago”, enquanto que na cidade do Porto corre o rumor que ela tentou cortar os pulsos. Às avessas com a irmã Carolina, a verdade é que ela não recebeu a visita de nenhum familiar contando apenas com o apoio do marido.
    O pai das gémeas diz que, “Só soube da história porque a li no CM. Não posso ir visitar uma pessoa que só sei que está doente pelos jornais. A última vez que tentei contactar com a Ana foi o marido que atendeu para dizer que não tinha rede. Já lá vão muitos meses e nunca mais teve reda para falar comigo. Eu morri, fizeram-me o velório e enterraram-me a partir do momento em que a Ana deu entrevistas a fazer acusações à família!”.

    Ana acusou a irmã de ter ido ao seu escritório de propósito para a insultar e assumiu que é por causa de Carolina que tem passado mal. O pai diz, “quanto a isso não vou confirmar nem desmentir aquilo que não sei”. O próprio pai diz que desde miúda Ana sofre de crises psicológicas que apenas se agravaram desde que a sua vida deu uma volta de 180 graus.
    “A minha filha tem um grave problema de saúde. Suspeitamos que ela seja bipolar. A Ana tem de ser sujeita a exames por pessoas competentes”, disse, após tê-la acusado no MP.
    O marido César Curado já admite que a mulher sofre de crise nervosa, para de seguir apontar o dedo à cunhada.
    “Se ela está doente deve-se aos ataques da irmã que está sempre a tentar destruí-la por todos os meios até usa as amigas para a atingir”, diz rindo-se quando confrontado com a tentativa de suicídio da mulher. “Isso é um absurdo, admito que o problema de Ana é nervoso”, diz.

    Hoje as irmãs não se falam e Joaquim Salgado, o pai, revela-se incapaz de perdoar tudo o que Ana Salgado fez á gémea. “Não posso perdoar a pessoas que cuspiram no prato que lhes deu de comer. Sempre que precisava de dinheiro era a Carolina que os ajudava. Nunca vi nada assim”.
    “Quem faz isto a uma irma não é digno de qualquer crédito ou respeito junto dos seus familiares. A ganância da Ana é tão grave que até é capaz de vender as filhas. Estou preocupado”, lamentou.“Se dissesse tudo que me vai na alma só serviria para prejudicar alguém”. Comedido, o pai das gémeas opta pelo silêncio sobre a verdadeira causa pela qual a filha tentou acabar com a vida e só quer que, no final, tudo fique esclarecido e seja feita justiça. No entanto, não esconde a tristeza que as duas gémeas que antes eram inseparáveis agora se odeiem.
    “Tudo isto é um filme da vida real em que só é conhecida publicamente a actriz. O productor, realizador e financiador ainda não deram a cara. A minha convicção é que um dia se conheça o elenco todo. Agora falta saber neste filme da vida real quem são os outros intervenientes”, disse ironicamente.

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    1. Muito bom!
      Li tudo, saudações benfiquistas.

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  17. XIV -
    Juiz Lúcio Barbosa, ex-Presidente do Supremo

    O juiz “Dragão d´Ouro” que foi apanhado numa escuta a pedir 2 bilhetes para ele e para o filho para um jogo internacional do seu clube. Como “pagamento pelos bons serviços”.
    No jantar de Natal dos colaboradores da Liga de clubes, Valentim Loureiro teve uma intervenção que deixou o juiz-conselheiro Lúcio Barbosa (Dragão d´Ouro) novo presidente do Tribunal Administrativo (STA) e ex-vice-presidente do FCPorto e antigo membro dos órgãos jurisdicionais da FPF. Sobre o Apito Dourado disse em discuros “estar confiante na vitória da justiça, agora que Lúcio Barbosa preside ao Supremo Tribunal Administrativo”. (Foi verdade. Foram todos absolvidos!)

    *O Boavista foi despromovido porque o seu presidente João Loureiro e o seu pai Valentim Loureiro coagiram árbitros. A CD da Liga não tinha alternativa para julgar estes actos. Foi um fato feito à medida, porque os regulamentos foram feitos e aprovados precisamente pelos que mais crimes cometeram, Pinto da Costa, Valentim Loureiro, João Loureiro e Bartolomeu, os dirigentes que estiveram sempre na frente nas AGs que aprovaram os regulamentos.

    A única novidade reside no facto de todos eles terem informação privilegiada sobre o processo desde Outubro de 2007, sabiam quais as sanções que iriam sofrer. A partir daí foi “arrumar a casa” de forma a sofrerem o menor prejuízo.

    Todos foram condenados menos Valentim Loureiro. A mesma entidade que condenou um clube com pena máxima não foi capaz de condenar o seu presidente. Mas os regulamenteos são assim mesmo e só o CJ da FPF tem poder para julgar Valentim e a Liga vai ter de viver com um presidente da sua AG acusado de coagir árbitros.

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  18. O antigo presidente do Sporting Clube de Portugal, assumiu em declarações à BOLA ter corrompido árbitros durante o período em que liderou os leões. Pelos vistos o tal clube da “verdade desportiva” tem um passado de corrupção não muito distante.

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  19. É que o juiz, sereno, bem disposto, apesar de Valentim acenar com a cabeça em sinal de anuimento face à argumentação dos advogados, de uma penada, rápido, resolveu o imbróglio: invocou os argumentos do JIC, de que estava em causa "uma irregularidade inócua e inoperante" sem afectar as escutas telefónicas, isto é, o acto praticado. Assim, ajuizou, "não houve afectação de qualquer acto subsequente".

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  20. Apito Dourado: Ministério Público considera válidas as escutas a Pinto da Costa
    LUSA 20 de Junho de 2008, 13:57

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  21. O Ministério Público (MP) considerou hoje no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto, que são válidas as escutas realizadas a Pinto da Costa, no âmbito do processo Apito Dourado. O MP sustenta também que as informações dadas por Carolina Salgado justificaram a reabertura do processo em que vários árbitros são suspeitos de terem favorecido o FC Porto a troco de favores sexuais.

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  22. "A autorização das escutas a Pinto da Costa teve por base os conhecimentos obtidos pela investigação que decorria", justificou Olga Coimbra, procuradora do MP. A decisão resultou do debate instrutório, que hoje decorreu, no âmbito do processo relativo ao jogo FC Porto-Estrela da Amadora (de 2004) no qual Pinto da Costa foi acusado de crime de corrupção desportiva activa.

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  23. Face à alegação de ilegalidade dos advogados, a procuradora Olga Coimbra explicou que as escutas foram autorizadas pelo então juiz do processo no seguimento da investigação do caso Apito Dourado de Gondomar, tendo-se revelado "de grande interesse para a investigação".

    "Sem elas os arguidos dificilmente seriam confrontados com os factos ilícitos", disse a procuradora acrescentando que "a jurisprudência tem considerado as escutas válidas e não se vê nulidades nas mesmas". Olga Coimbra confrontou ainda o argumento da defesa que alega a incompetência da procuradora do Ministério Público que reabriu o processo dizendo que "a magistrada do MP que procedeu à reabertura do inquérito (referindo-se a Maria José Morgado) tinha plena competência".

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  24. Em causa está um jogo entre o FC Porto e o Estrela da Amadora, em 2004, após o qual aqueles árbitros terão alegadamente sido "agraciados com um jantar e favores sexuais em troca de uma arbitragem contra a lei do jogo, que favorecesse o FC Porto". O caso envolve, ainda, o vice-presidente portista, Reinaldo Teles, e um outro árbitro, Luís Lameiras, que terá assumido que foi ele quem sugeriu que se arranjasse a companhia de prostitutas - identificadas como "fruta" numa das escutas telefónicas - para os três colegas.

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  25. Amândio Alves, advogado dos árbitros assistentes sustentou que o jantar em causa foi "uma oferta o que cai no âmbito dos usos e costumes". Quanto aos favores sexuais, estes "seriam uma oferta do seu amigo (Lameiras a Paixão) e cai no âmbito da vida privada", relatou Alves. "Ficou demonstrado nos autos que os árbitros assistentes fizeram uma arbitragem isenta e isso é confirmado pelos peritos ao longo do processo. Não são erros de arbitragem dolosa, são erros inexistentes e indicados pela PJ e não pela peritagem", sustentou Amândio Alves. João Machado Vaz, advogado do empresário António Araújo, referiu que "o inquérito só poderia ser aberto se fossem produzidos novos meios de prova e Carolina Salgado não veio trazer nada de novo".

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  26. Face à alegação de ilegalidade dos advogados, a procuradora Olga Coimbra explicou que as escutas foram autorizadas pelo então juiz do processo no seguimento da investigação do caso Apito Dourado de Gondomar, tendo-se revelado "de grande interesse para a investigação".

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  27. A Relação do Porto considerou legais as escutas telefónicas feitas a Valentim Loureiro no âmbito do processo "Apito Dourado",

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  28. Continua a saga...Todos em liberdade no caso SPDE

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  29. Tribunal Constitucional considera escutas legais

    «As escutas telefónicas foram legais e o decreto-lei de 1991, que pune a corrupção no desporto, não é inconstitucional. Foram estas as decisões de quatro juízes do Tribunal Constitucional (TC), no primeiro recurso do processo Apito Dourado que chegou àquela instância. (...)

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  30. Jornalista apanhado António Tavares-Teles, jornalista de ‘O Jogo’ e autor da crónica semanal naquele diário intitulada ‘O Pato’, foi apanhado nas escutas telefónicas do ‘Apito Dourado’ a combinar um texto com Pinto da Costa, que iria ser publicado no dia seguinte no jornal desportivo. A conversa foi interceptada a 28 de Novembro de 2003 e foi o jornalista que contactou o dirigente desportivo.

    Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/desporto/detalhe/jornalista-apanhado

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  31. CONVERSAS As três conversas de Pinto da Costa – com Tavares-Teles, Deco e Antero Henriques – mostram que a ameaça de abandonar a selecção foi apenas uma forma de chantagem. A ideia foi do presidente da SAD do Porto. PINTO DA COSTA COM TAVARES-TELES TT - Então? Olha pá, eu já escrevi aquele história do Deco [...] o Manuel Tavares estava a querer pôr aquilo em grande destaque, pá! PC - Não, não! Tem mais impacto aí. TT- Entretanto, o Porto vai jogar e os gajos vão perguntar ao Deco! O Deco o que é que vai dizer? PC - Ó pá, o Deco vai dizer que está a pensar! […] TT - O gajo não é maluco o suficiente para dizer que não, que não é nada, que é tudo mentira? PC- Não!, eu falo com o Antero e ele avisa! […] PC - Um abraço! TT - Tem aqui coisas muito giras! Lê isto, amanhã PINTO DA COSTA COM DECO

    Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/desporto/detalhe/jornalista-apanhado

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  32. PINTO DA COSTA COM DECO PC - Olha, amanhã, como sabes, nós metemos o recurso do teu castigo, não é? [...] e vai sair aquela coisa do ‘Pato’ [...] que é como forma de pressão para o Conselho! Portanto, se alguém te perguntar se é verdade, tu dizes: “Na altura própria, direi…” PINTO DA COSTA COM ANTERO A - Esta do ‘Pato’, do Deco, vou-lhe dizer uma coisa, pá! Eu sabia que o presidente era um génio mas esta!, foda-se! PC - Como é que vem? A - Vem espectacular, pá! PC - Como é que está? A - Acho que é uma chantagem fantástica!..

    Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/desporto/detalhe/jornalista-apanhado

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  33. C – Decisão
    5 – Destarte, atento o exposto, o Tribunal Constitucional decide:
    a)

    Não tomar conhecimento do objecto do recurso quanto às normas referidas nos pontos3.1. a 3.5.; e, quanto ao demais,
    b)

    Negar provimento ao recurso. Custas pelo recorrente, com taxa de justiça que se fixa em 25 UCs.Lisboa, 23.09.2008Benjamim RodriguesJoão Cura MarianoJoaquim de Sousa RibeiroMário José de Araújo TorresRui Manuel Moura Ramo

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  34. Entende-se que os apontados prazos de 60 dias de duração máxima das escutas nãose pode considerar como implicando um intolerável descontrolo judicial da operação, mesmo queacoplados ao entendimento de que, se nada for judicialmente determinado em sentido contrário, é notermo de cada período de escuta, e não logo a seguir a cada conversação interceptada, que deve ser elaborado o auto de gravação com indicação, pelo órgão de polícia criminal, das passagensconsideradas relevantes para a prova.

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  35. A segunda nota que importa salientar é a de que, independentemente da interpretaçãodo direito ordinário vigente que se considere mais correcta, não é legítimo transformar o
    regime legal
    em
    regime constitucional
    . Isto é: não é lícito considerar toda e qualquer violação ao regime legalcomo uma violação da Constituição. Como inicialmente se salientou, o n.º 4 do artigo 34.º da CRP permite, embora com carácter de excepcionalidade, a ingerência das autoridades públicas nastelecomunicações, impondo directamente como limitação tratar-se de
    matéria de processo criminal
    esubmetendo-a a
    reserva de lei
    (mas não a sujeitando explicitamente a
    reserva de decisão judicial
    ,como fizera no precedente n.º 2 quanto à entrada no domicílio dos cidadãos), requisitos estes que semostram no caso preenchidos: as intercepções foram determinadas no âmbito de um processo criminalvisando a investigação de ilícitos que constam da enumeração legal dos crimes relativamente aos quaisé lícito o uso deste meio de obtenção de prova (artigo 187.º, n.º 1, alínea
    a)
    , do CPP), ao que acresceque todas elas foram previamente objecto de
    autorização judicial
    e que, em todas elas (diversamentedo que ocorria no caso em que foi proferido o Acórdão n.º 426/2005), o juiz de instrução procedeu à
    audição pessoal
    das gravações, antes de proceder à selecção das que considerava relevantes edeterminar a sua transcrição e aquisição processual.Neste contexto, a eventual inconstitucionalidade das interpretações normativasimpugnadas, todas elas reportadas aos termos em que se terá processado o acompanhamento judicialda execução da operação, apenas pode assentar em violação do
    princípio da proporcionalidade
    aplicável às restrições dos direitos, liberdades e garantias (artigo 18.º, nºs 2 e 3, da CRP).No citado Acórdão n.º 407/97 e posterior jurisprudência deste Tribunal que reiterou adoutrina nele definida, sustentou-se que a especial danosidade social desta intromissão nascomunicações implicava, não apenas um controlo judicial do desencadear da operação (não estandoora em causa saber se esse controlo tem de ser sempre prévio ou pode ser de validação dedeterminação do Ministério Público ou de órgãos de polícia criminal, como é admitido noutrosordenamentos jurídicos), mas um
    acompanhamento judicial da própria execução da operação
    .Acompanhamento este que deve ser
    contínuo e próximo temporal e materialmente da fonte
    , masque não implica necessariamente “
    que toda a operação de escuta tenha de ser materialmenteexecutada pelo juiz
    ”, como uma “
    visão maximalista
    ” exigiria.Há que fazer uma interpretação desse requisito jurisprudencial funcionalmenteadequada à sua razão de ser. E os propósitos visados consistem, como se assinalou, em propiciar queseja determinada a interrupção da intercepção logo que a mesma se revele desnecessária,

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  36. Juiz Lúcio Barbosa, ex-Presidente do Supremo
    O juiz “Dragão d´Ouro” que foi apanhado numa escuta a pedir 2 bilhetes para ele e para o filho para um jogo internacional do seu clube. Como “pagamento pelos bons serviços”.
    No jantar de Natal dos colaboradores da Liga de clubes, Valentim Loureiro teve uma intervenção que deixou o juiz-conselheiro Lúcio Barbosa (Dragão d´Ouro) novo presidente do Tribunal Administrativo (STA) e ex-vice-presidente do FCPorto e antigo membro dos órgãos jurisdicionais da FPF. Sobre o Apito Dourado disse em discuros “estar confiante na vitória da justiça, agora que Lúcio Barbosa preside ao Supremo Tribunal Administrativo”. (Foi verdade. Foram todos absolvidos!)

    *O Boavista foi despromovido porque o seu presidente João Loureiro e o seu pai Valentim Loureiro coagiram árbitros. A CD da Liga não tinha alternativa para julgar estes actos. Foi um fato feito à medida, porque os regulamentos foram feitos e aprovados precisamente pelos que mais crimes cometeram, Pinto da Costa, Valentim Loureiro, João Loureiro e Bartolomeu, os dirigentes que estiveram sempre na frente nas AGs que aprovaram os regulamentos.

    A única novidade reside no facto de todos eles terem informação privilegiada sobre o processo desde Outubro de 2007, sabiam quais as sanções que iriam sofrer. A partir daí foi “arrumar a casa” de forma a sofrerem o menor prejuízo.

    Todos foram condenados menos Valentim Loureiro. A mesma entidade que condenou um clube com pena máxima não foi capaz de condenar o seu presidente. Mas os regulamenteos são assim mesmo e só o CJ da FPF tem poder para julgar Valentim e a Liga vai ter de viver com um presidente da sua AG acusado de coagir árbitros.

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  37. Mas para além das “escutas judiciárias”, são ainda admissíveis “escutasadministrativas”, determinadas pelo poder executivo visando objectivos de segurança interna e externa,as quais devem oferecer igualmente garantias adequadas que afastem o risco de utilização abusiva,garantias que serão naturalmente diferentes das previstas para as “escutas judiciárias”, mas que sempreexigirão a possibilidade de recurso aos tribunais, embora apenas
    a posteriori
    . Essas garantias passam,nalguns países, pela intervenção de entidades independentes, por vezes de origem parlamentar, queacompanham a actuação do executivo (cf. o Acórdão
    Klass
    , de 1978, em que o Tribunal Europeuconsiderou suficientes os recursos judiciais
    a posteriori
    previstos no direito alemão em caso deintercepção de conversações determinada pelo Governo alemão, para defesa da ordem e segurançanuma sociedade democrática e para evitar infracções, sem controlo judicial prévio, e a decisão daComissão Europeia dos Direitos do Homem, de 10 de Maio de 1985, relativa ao Luxemburgo, amboscitados no artigo de GÉRARD COHEN

    JONATHAN).De particular relevância para o presente recurso (em que, como se verá, a recorrentereclama a imediata destruição das gravações tidas por irrelevantes pelo juiz de instrução) reveste-se aconstante chamada de atenção, por parte do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, para anecessidade de as legislações nacionais tomarem precauções no sentido de assegurar “
    a comunicaçãointacta e completa das gravações efectuadas, para efeito de controlo pelo juiz e pela defesa
    ” eestabelecerem as circunstâncias em que se pode operar o apagamento ou a destruição das gravações,designadamente após o arquivamento definitivo do processo ou o trânsito em julgado da condenaçãofinal (cf. n.º 34 do Acórdão
    Huvig
    , de 24 de Abril de 1990; n.º 35 do Acórdão
    Kruslin
    , da mesmadata; n.º 59 do Acórdão
    Valenzuela Contreras
    , de 30 de Julho de 1998; e n.º 30 do Acórdão
    Prado Bugallo
    , de 18 de Fevereiro de 2003

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  38. .
    Grande parte das questões referenciadas no precedente número têm por suporte aapreciação da adequação do sistema legal actualmente vigente entre nós com as exigências que nestamatéria têm sido estabelecidas pela
    jurisprudência do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem
    ,face ao disposto no
    artigo 8.º da Convenção Europeia dos Direitos do Homem
    , que proclama odireito de qualquer pessoa ao respeito da sua vida privada e familiar, do seu domicílio e da suacorrespondência (n.º 1) e proíbe ingerências da autoridade pública no exercício desse direito, exceptose essa exigência estiver prevista na lei e constituir uma providência que, numa sociedade democrática,seja necessária para a segurança nacional, para a segurança pública, para o bem-estar económico do país, a defesa da ordem e a prevenção das infracções penais, a protecção da saúde ou da moral, ou a protecção dos direitos e das liberdades dos outros

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  39. acarretar, entende-se que uma tal lei deve conter uma série de garantias mínimas: – definir as categorias de pessoas susceptíveis de serem colocadas emescutas telefónicas; – a natureza das infracções que podem permitir essa escuta; – a fixação de um limite de duração dessa medida; – as condições do estabelecimento de processos verbais de sínteseconsignando as conversas interceptadas; – as precauções a tomar para comunicar, intactos e completos, osregistos realizados, para o controlo do juiz e da defesa; – as circunstâncias nas quais pode e deve proceder-se ao apagamentoou destruição das fitas magnéticas, nomeadamente após uma absolvição ou oarquivamento do processo.

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  40. XIV -
    Carolina Salgado ameaçada de morte
    CS é uma testemunha chave no processo Apito Dourado e aguarda apenas a concessão de estatuto de arrependida para começar a colaborar com a justiça. Os indícios apontam para a possibilidade de acusar PC como líder eventual de associação criminosa tendente a falsear os resultados dos jogos da Liga.

    Carolina Salgado está a receber ameaças de morte desde que chegou a sua casa em Gaia, todas feitas por telemóvel. Carolina só tinha dado o número a pessoas de confiança. Poderá passar a ter escolta do Corpo de Segurança Pessoal da PSP.
    As fugas de informação vindas da PJ do Porto são exemplo de que não se pode confiar em ninguém segundo fonte ligada ao processo, admitindo-se que a investigação passe da PJ do Porto para a DCCB (Direcção Geral Combate ao Banditismo) a unidade de elite da PSP porque santos da casa (PJ do Porto) não fazem milagres, segundo fontes próximas do processo.
    De acordo com uma magistrada do MP a oportunidade de combater a corrupção na arbitragem, negociatas com passes de futebolistas, fuga ao Fisco e crimes cometidos à sombra das claques é uma ocasião única e histórica que não pode ser desperdiçada.
    Os dados de Carolina Salgado cruzados com a informação recolhida pela PJ pode vir a dar uma machadada nos meandros criminosos dos clubes.

    Carolina Salgado pode até ter de mudar de identidade e sair do país com os filhos com o apoio do Estado.
    O processo do atentado contra Rivardo Bexiga continuará a cargo do DIAP do Porto pois o caso ocorreu no Porto e não apresenta complexidade que justifique a sua avocação.

    Carolina Salgado admite que após a informação prestada pelo «amigo da PJ (...)Ficou óbvio que o telefone estava sob escuta», e ainda que o «amigo da PJ» é o mesmo que «(...) ensinava a detectar escutas em casa»
    “Ficou óbvio que para nos o telefone estava sob escuta. Nem foi preciso que nos avisassem”. Neste caso poderá estar em causa um crime de violação do segredo de justiça.

    “O advogado punha todas as partes em contacto sem que ninguém arriscasse outro escândalo”, pelo facto dos arguidos do Apito Dourado estarem proibidos de contactarem entre si ou por interposta pessoa. O advogado poderá ter cometido crime de violação de medida cautelar.

    “O advogado informou que uns sujeitos de Lisboa tinham ordens para fazer buscas em nossa casa, do Reinaldo Teles e do António Araújo”. Neste caso está em causa um crime de violação de segredo de justiça.

    “Lembraram-se de telefonar ao juiz desembargador Mortágua que tem uma casa na zona de Cerveira para lá deixar pernoitar o Jorge Nuno pedido que o juiz acedeu”. Neste caso está em causa um crime contra a realização de justiça, de favorecimento pessoal.

    Tive o desprazer de ouvir de Joaquim Pinheiro, irmão de Reinaldo Teles, dizer em voz bem alta que se não fosse ele “o presidente estava engavetado”. Neste caso está em causa crime de violação do segredo de justiça.

    “Uma pessoa amiga da PJ do Porto cedeu um aparelho que permite detectar se havia ou não microfones instalados em casa”. Pode configurar crime de frustração de actividade probatória.

    Em relação à agressão a Ricardo Bexiga, Carolina diz que PC lhe deu €10 mil em dinheiro para entregar aos homens que ela contrataria para executar a agressão ao alegado denunciante do Apito Dourado. CS e PC teriam cometido crime de ofensa à integridade física.

    No caso de Lourenço Pinto que estaria a par da agressão e lhe terá dito no dia seguinte, “Oh, minha querida, mas ele ficou a falar!”, estará em causa crime de cumplicidade moral em relação a ofensas corporais.
    As referênias às contas que PC tem no estrangeiro e à gaveta na cómoda que estava sempre a abarrotar de dinheiro vivo, pode haver indícios de possívei negócios esquisitos que poderão ser investigados.

    PC já disse que levará ao autora do livro a tribunal.


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  41. XV -
    Pedro Mourão ex-líder do CD da Liga diz que foi ameaçado por um árbitro internacional e ainda no activo para não agisse, que não mexesse no processo. A ameaça física foi feita por uma jornalista de um diário desportivo que me ligou muito preocupada a dar conta do que esse árbitro tinha dito. Houve mais situações de ameaças quando era presidente do CD.
    Afirmou que enquanto era presidente recebeu cópias anónimas sobre situações obscuras relacionadas com o futebol e que à boa maneira portuguesa havia quem entendesse que as responsabilidades eram dos tribunais. Esses documentos continham factos suficientemente graves para se poder actuar porque eram pessoas ligadas ao futebol profissional e que estavam sob a tutela disciplinar da Liga e da Federação.

    Lamenta também que as recomendações que deixou quando deixou o cargo não foram cumpridas pelo actual CD da Liga e que quando exerceu a função se sentiu incomodado tal a resistência que encontrara nomeadamente por parte das entidades com competência para pôr cobro a isso.
    Entende que tem havido falta de coragem e que há ausência de vopntade em dignificar o futebol português. “Estamos a enveredar pela “italianização” do futebol português, por uma ausência de transparência idêntica à que se assistiu em Itália”.

    Carolina Salgado alvo de seis queixas-crime

    Já terão dado entrada nos Tribunais do Porto e Gaia seis queixas-crime contra Carolina Salgado. Estão em causa crimes de difamação, furto e extorsão.
    O JN noticia que CS vem colaborar com a PJ e a fornecer várias informações sobre PC. Tem revelado aspectos da vida financeira e bancária de PC. O JN garante que CS se esquivou a publicar no livro alegados documentos que provarão as sua alegações conta PC.

    Ordem do Porto recusa processar Lourenço Pinto

    O Conselho de Deontologia do Porto da Ordem dos Advogados não iniciará qualquer processo disciplinar contra Lourenço Pinto. No livro que escreveu, Carolina Salgado (CS) ouviu do advogado a respeito da tareia que Bexiga levou “Oh, minha querida, mas ele ficou a falar!”, Ao que CS terá respondido, “Mas eles partiram-no todo!”. Resposta de LP, “Sim, mas ele ficou a falar”.
    “Vendo-me a tremer LP recomendou-me a leitura de um romance intitulado “A Siciliana”, passado em Itália, sobre as guerras da Máfia, que ele tinha apreciado muito ler e que achava que me iria animar”.

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  42. As denúncias de Carolina
    O MP está a investigar várias denúncias de CS à PJ de Lisboa referentes a contas bancárias de PC designadamente no estrangeiro, onde o presidente do FCP depositaria quantias provenientes de actividades ilícitas, designadamente comissões de transferências de jogadores.
    Na mesma ocasião CS aludiu à Imobiliária de Cedofetia que nas sua versão não teria existência de facto e apenas serviria para “lavagem de dinheiro” provenientes de venda e compras de jogadores, bem como para intermediar a comprae venda de imóveis para hospedar cidadãs brasileiras que em Portugal se dedicariam à prostituição.
    Nos depoimentos que prestou a ex.companheria de PC acrescentava que o clibe deixou de receber verbas que foram parar à contas do seu presidente, aludindo ainda à venda de jogadores do FCP que seria intermediada por umempresário que teria um “acordo”com PC de “modo a enriquecerem ilegitatmente”. CS exemlpificou com as transferÊncias de 8 jogadores do Porto para clubes euriopeurs. Referiu ainda que os montantes recebidos por PC lhe foram sempre pagos em “notas de euro e em relógios de valor elevado, alguns de colecção montantes que estima em vários milhões de euros. As notas teriam sido transportadas em pasta tipo diplomáticas” sendo o dinehiro posteriormente depositado em contas no estrangeiro, nomeadamente num banco privado em Genebra, na Suíça.
    PC reagiu às declarações com uma queixa contra CS por crimes de denúncia caluniosa e falso testemuno, mas a Equipa de Coordenação do AD arquivou o processo, alegando matéria alvo das queixas está ainda a ser discutiro em três processos.
    O primeiro, referente aos crimes fiscais e de branqueamento de capitaos, ainda se encontra na fase de inquérito e dada a sua complexidade, assim deverá continuar por um período não inferior a 3 anos. Os outros 2 processos encontram-se na fase de instrução.
    Segundo o MP a questão da alegada denúncia caluniosa e do falso testemunho apenas poderá ser aferida concluídos que estejam os provessos em curso. A procuradora remeteu esta certidão para o inquérito em curso e lembrou que es~to em causa crimes públicos pelqo ue o prórpio MP poderá desencadear o procediento criminal contra CS.

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  43. Isto é de uma filha da putice sem precedentes, isto é uma declaração de guerra a gente que não se revê nestas práticas, isto que foi decidido é um nojo.Tenho vergonha do meu País, que gente reles sem escrúpulos que dirige o desporto, entretanto o Morcela foi ao hotel da fruta no México,era mesmo ao lado...disseram os canetas de aluguer... tá tudo bem encaminhado. Rumo à corrupção total. Corruptos ao poder já.

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  44. "Ter parte da vida passada nas putas ou ter sido puta uma parte da vida. Esta é diferença, segundo os juízes do CJ da Federação, entre a credibilidade, o descrédito e a humilhação publica."

    Dasse! Ca puta de frase que inventaste Guachos! OREMOS!


    Rossetti

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  45. O CJ DA liga não poderes para nada.

    Num estado de direito democrata e regido por uma constituição somente os tribunais podem julgar, condenar, anular sentenças.

    O TAD E TRIBUNAIS CIVIS irão pronunciar-se e depois desta brincadeira o APITO DOURADO será reaberto

    Depois veremos se a investigação sempres desce de Leiria para baixo, se pára em Lisboa ou se vai até Angola, guine equatorial, Colômbia, México, Costa Rica, Guatemala e umas quantas offshores.

    Abriram a caixa de pandora e deitaram a chave fora.

    ATE AO FIM E SEM VASELINA ASSIM VAI SER PARA SAPOS E CORRUPTOS

    Luís Gomes

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    1. Luis Gomes

      O CJ é parte integrante da federação do tipo das deusas, vulgo putas finas, de seu nome Fernando Gomes.
      Quanto ao resto, como eu, e qualquer pessoa de bem, gostava que fosse como pensas. Mas não. Não vai ser assim, nada de novo resultará desta falta de honestidade, dignidade e acima de tudo de honra, de que os ditos conselheiros carecem e fazem questão de demonstrar amiudadamente.
      Os alçapões da lei, os tais labirintos criados à imagem de quem as cria, associados à falta de carácter de quem a aplica, encarregar-se-ão de fazer injustiça. O resto, bem, esse ninguém apagará da memória das pessoas de quem a tem. Eu sei o que ouvi, não houve truncamentos, descontextualizações e afins. Houve putas sob a forma de deusas, houve instruções a árbitros sob a forma de aconselhamentos conjugais, houve tanta coisa para ganhar campeonatos, resumida numa palavra: corrupção!

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    2. É isso mesmo que espero que aconteça, depois de ouvir as declarações do director de comunicação do Glorioso quando afirmou que o Benfica iria exigir a reabertura do processo Apito Dourado!
      Desejo que o Benfica tenha uma posição de força, intransigente e implacável com esses corruptos!
      E em relação aos lagartos de merda, atitude igual sem dó nem piedade! Alguém me sabe dizer se o incêndio no Estádio da Luz já foi pago?
      E como está o caso do vice que depositou dinheiro na conta do fiscal de linha que tinha dados pessoais obtidos ilegalmente de centenas de árbitros? Os regulamentos não ditam a descida de divisão?

      Gonçalo
      Castelo Branco, cidade ENCARNADA

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  46. Não tenhamos dúvidas, isto é mesmo uma máfia. Por esta mesma razão, se torna tão fácil praticar crimes informáticos. O que são uns crimezitos informáticos comparados com uma vida de crime que envolve corrupção, lavagem de dinheiro, roubo, prostituição, fuga aos impostos, violência, extorsão ... o problema disto tudo é que actualmente nesta máfia já não manda PC, o poder foi redireccionado para outros intervenientes, porventura mais sofisticados, onde se incluem membros das forças policiais e da esfera da justiça. Como parar um polvo destes? Só mesmo com uma grande dose de coragem, que sinceramente, não vislumbro em Portugal. Não creio, aos dias de hoje, haver vontade política para mexer no futebol. O que mais nos interessa: o que pode o Benfica fazer para contrariar o polvo? Ser profissional. Isso implica ganhar dentro das 4 linhas, contra tudo e contra todos, incutindo em TODOS os seus profissionais uma mentalidade de esforço e de união, blindados de todos os ataques nojentos vindos da recente santa aliança dragarta. Benfiquistas: tal como nos últimos 4 anos, não nos deixemos levar por tretas vindos das bocas de saraivas e FJM, de escritos de rascords ou onojos, de cumentadores de TVI ou CM, temos de estar unidos e apoiar quem luta diariamente contra este polvo que não desaparecerá tão cedo da nossa sociedade.

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    1. Já aqui vários companheiros trouxeram um exemplo de como podemos e DEVEMOS combater a aliança dragarta.
      Entre os quais, deixar de comprar pasquins de merda e ver canais e programas verdes e azuis de televisão e rádio incluídos.
      Há uns tempos, vi uma lista num blogue que já não me recordo qual, onde apresentava uma lista com as marcas que patrocinam os dragartos.
      Peço a quem tenha a habilidade e voluntariedade que faça uma nova lista onde nós Benfiquistas possamos ver as marcas às quais TEMOS de boicotar.
      Da minha parte, só bebo Sagres. Não consumo água Vitalis. Quando andava a restaurar a minha casa, quando a minha cachopa me apresentou uma marca de azulejos chamada revigrés, disse-lhe que preferia borrar um pé todo a comprar aquela merda!
      Quando em tempos só a Meo tinha a BTV, e me telefonavam de outra operadora a oferecer contracto, perguntava-lhes se tinha a BTV, se não tinham nada feito!
      Por isso, reforço a ideia.
      Haja quem faça uma nova lista de marcas a boicotar, e fazer questão de espalhar essa ideia!
      E inclusivamente, informar os representantes dessas marcas do porquê do boicote!
      A força do Benfica são os seus adeptos! Os inegociáveis!
      Compete-nos defender o nosso Amor do maior ataque a que estamos sujeitos.

      Gonçalo
      Castelo Branco, cidade ENCARNADA

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    2. ... e quando patrocinam o nosso clube e ao mesmo tempo lagartos e/ou corruptos tipo CGD e NOS?

      O mais fácil é boicotar as mais importantes como toda a pasquinada, NB, NOS, MALO CLINIC, super bock, marcas de roupa e tenis, etc, etc.

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    3. Será pedir muito, exclusividade nos patrocínios? Talvez seja...
      Mas há que continuar o combate.

      Gonçalo
      Castelo Branco, cidade ENCARNADA

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    4. O Benfica não pode nem deve querer mandar na casa dos outros. Por isso, não podemos exigir ter a exclusividade dos patrocínios, essa decisão cabe aos patrocinadores.

      O que o Benfica pode fazer é pedir um valor bastante mais elevado do que aquele que pagam aos rivais. Isso poderá ter 2 efeitos, a win/win situation.
      Por um lado, ficamos com o proveito do patrocínio, por outro, limitamos a capacidade orçamental dos patrocinadores de financiarem os rivais. Todos os orçamentos são limitados.

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  47. Se passarmos a vida à espera que quem de direito faça justiça ,bem podemos esperar sentados.Temos que agir,vivemos num país sem lei.Temos que correr com esta porcaria que exala um cheiro nauseabundo.Que precisam eles de fazer mais para nos indignarmos?Ainda não chega,uma cambada de pacóvios,saloios,a passarem a todos nós atestados de atrasados mentais?

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  48. Dou comigo a pensar se esta estratégia de (vários anos) apoio ao atual presidente da fpf, corrupto comprovado, não teria por consequência (indesejável) este desfecho.
    Assim como o eventual recurso da absolvição, apenas tem como consequência o enxovalho do nome do Benfica na praça pública. Ninguém no futebol português está interessado em apurar as verdadeiras responsabilidades decorrentes do processo apito dourado. Os jornalistas estão se cagando para a verdade. Os dois nossos inimigos apenas defendem a DERROTA do Benfica. Moralidade e ética desportiva é para a pi§@!
    Salvaguardar a posição honrada do Benfica é a única justificação para o recurso. O futebol português tresanda a merda.
    Com já muitos aqui escreveram, cada vez estamos mais fartos disto...

    CARREGA BENFICA TRINTA E SETE!

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    1. Grande Nené

      Não tenhas dúvidas. É como disse em comentário a outro companheiro e que tu claramente aqui deixas, este esterco não passa de esterco que não passará do cheiro nauseabundo característico, e sobre o comprovado corrupto, bem sei que a vida obriga-nos às vezes a engolir sapos para não termos de engolir elefantes e então no futebol, foda-se, no futebol essa merda é exponencial e, face ao histórico de décadas de podridão, serão necessárias outras tantas para arredar os vícios enquistados dos filhos da puta como esse Gomes das deusas, tendo para isso que ir engolindo a penas os tais sapos até ao dia da, espero eu, libertação.
      Já foi tão pior e o Benfica vai-se ajustando, porque percebeu como se proteger, mesmo que, foi das coisas mais certas que li por aí algures, para os verdadeiros corruptos desde que o Benfica não seja prejudicado é porque é beneficiado. Mas bem se teme fodido.

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  49. Por falar em corrupção, soube que o Angel Vilar foi ensacado para ser presente a juízo.
    Não conheço nenhum pormenor dos factos suspeitos, mas sempre estranhei, como mero e leigo observador, que este gajo tenha até agora escapado pelos intervalos da chuva, quando vimos Blatters e Platinis a verem a careca desnudada. E, na minha perspectiva, quando tudo tem indiciado tratar-se do tipo com, provavelmente, mais poder dentro dos bastidores corruptos, sim, porque, é o que aparenta, a corrupção continuará nas instâncias que regem o futebol mundial e as algibeiras deles também.
    Se não perder a memória, jamais me esquecerei do inenarrável assalto da final contra o Sevilha, que se repetiu também contra o Liverpool, ainda que em menor escala, para nem falar da última meia final da Champions entre o Real, este reiteradamente, e Bayern. Clubes espanhóis são já de si os mais fortes e com este filho da puta a mandar pior ainda. Confesso e já o disse aqui várias vezes que o roubo contra o Sevilha marcou-me e decerto com mãozinhas deste gajo.
    Veremos se o resultado será como na merda deste país de deusas.

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    1. Totalmente de acordo; desde q este cromo tomou conta da arbitragem da UEFA q os espanhóis passaram a ganhar tudo o q há para ganhar... o esquema deve ser similar ao do futeluso no tempo (3 décadas) do apito dourado; se apitas mal vais para o jarro... se apitas bem tens boas classificações, és promovido a internacional e nomeado para os jogos importantes...

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Se pertenceres aos adoradores do putedo e da corrupção não vale a pena perderes tempo...faz-te à vida malandro.