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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Ridículo, estúpido, ridículo, estúpido, ridículo, estúpido, ridículo...

Hoje vamos falar um pouco de gentalha estúpida, de gentalha ridícula...

O jornal a marca voltou a entrevistar o treinador dos batráquios. Diz quem ouviu, que dos oitchenta e oitcho minutases da entrevista, a maior parte do tempo, como é hábito, foi passada a falar do Tricampeão português, e, no resto, falou-se de como o visconde novo terá reinventado o futebol, como 'refundou' o Benfica no passado e, também, de como irá refoder o lagartedo no futuro. 
Euro 20016, a pérola; «do Benfica nem um jogador» - Renato Sanches e Eliseu, não eram, como qualquer batráquio burro compreende, jogadores do Benfica. Ridículo, estúpido, ridículo, estúpido...

Jorge Costa; «voltamos ao tempo em que o foculporto tinha que jogar muito mais que o adversário para combater arbitragens infelizes». A chatice é vivermos num tempo em que jogar menos que um caracol e ficar à espera que arbitragens infelizes desbloqueiem os resultados, parece já não resultar! Ele é o pinto da costa em pânico, ele são os antigos jogadores incrédulos, ele são os paineleiros do foculporto aterrorizados, ele é o "chorões diário" horripilado, ele são os paineleiros lagartos solidários com o clube da fruta...ridículos, estúpidos, ridículos, estúpidos, ridículos, estúpidos, ridículos...

Depois de três decadas a mamar em arbitragens 'felizes', para usar o eufemismo empregue pelo capitão Costa, um arruaceiro que usava os pitões da mesma forma limpa que o Slimani usava os cotovelos, os adoradores da fruta e dos chocolatinhos continuam sem perceber que agora têm mesmo de jogar melhor que os adversários se quiserem ganhar. Não sou eu que o digo; são os inúmeros especialistas de arbitragem que durante 30 anos nos repetiram até à exaustão essa velha máxima do futebol português; "No fim as contas arbitrais ficam sempre equilibradas." habituem-se, pois, ao equilibro.