Não há que duvidar. A potência do Lumiar está a arrasar esta liga e pouco ou não há a fazer para conseguir pará-la! A máquina de Rúben Amorim está cada vez mais afinada e os jogos tornaram-se um passeio para os sapos! As capas dos pasquins desportivos de hoje não enganam! Esqueçam o aquecimento global. O glaciar (gostei desta, de onojo) nórdico ameaça gelar mundo e a galáxia. O Sporting do Lumiar já têm não só o melhor ataque da liga (ultrapassou ontem o Sporting de Braga) como viu o melhor Gyokeres do mundo, com os dois golos que marcou ao Vizela, ultrapassar Marcos Leonardo no ano de 2024 (2 para o sueco 1 para o Marcos) ficando apenas a um golo do melhor marcador da liga (Simon Banza) que já não joga pelo Sporting de Braga desde que marcou ao Casa Pia, quatro jornadas atrás! Se depois deste feito (mais um) extraordinário de Gyokeres, o Chelsea - antecipando-se aos grandes tubarões europeus - não enviar uma msg/proposta de 450M€ ao Viana, é porque ninguém ouve o Amorim ou lê a MDCSDQT. Pelo caminho, lamentavelmente, ficou aquele momento à Bryan Ruiz do sueco que tantas e boas recordações deixou no sapal. Custa a crer, Rafa, como se evita falar disso.
Ao que parece voltaram os descontos - até os Sporting's marcarem - à bruta. Em Vizela o árbitro Narciso, com os sapos a perderem, deu 5 mts na primeira parte esticando-os até ao oitavo que permitiu ao glaciar sueco empatar quando tudo e todos já deviam estar nas cabines a descansar. Em Famalicão, o Braguilha que voltou a não jogar um caracol (consequência dos milhões das contratações falhadas do Benfica) mercê de um canto marcado aos 101 minutos levou para casa três pontos deixando os da casa a chuchar no dedo. Se em Famalicão não gostaram mesmo nada da fruta do Manel dos camarotes, em Vizela a coisa foi bem mais pacífica. De Rúben para Rúben. O treinador da casa, Rubén de la Barrera (vale uma aposta em como o espanhol não gosta nada de alemães?) no lançamento da partida deu o mote: "gosto muito da equipa do Sporting e admiro Rúben Amorim", admiração que se estendeu aos seus jogadores com a excepção de Bruno Wilson, afastado (vá lá saber-se porquê) da equipa antes da bola começar a rolar. E só o Bruno escapou ao glaciar.
«Os nossos inimigos é que apoiam um candidato para o meu clube? Aqui há gato...». Na bulha eleitoral, Pinto da fruta identificou mais um inimigo, Billas-Boas, a juntar ao demónio de Lisboa que lhe tolhe a mioleira. Identificado o gato, que não o tareco de estimação, Pinto da fruta, que até não queria nada candidatar-se, não terá outra opção que não a de proteger o clube da fruta do perigoso Billas-Boas. A argumentação - o inimigo de Lisboa e o gato com que pretende fazer frente ao face-rat - na linha da que lhe deu fama e proveito (2,9 mil milhões de euros em receitas só nos últimos 20 anos), é daquelas que nunca falha. Se eu, aqui e agora, tivesse de fazer uma resenha da eficácia, diria Gyokeres na lista dos melhores marcadores e o fugitivo de Vigo na perspicácia. Está como nunca o velho putanheiro.
Najantas, o proscrito Luís Godinho, com a ajuda do foculportista Rui Oliveira no VAR, voltará a arbitrar um jogo do clube da fruta 6 meses depois da supertaça que o foculporto perdeu frente ao Benfica. Será o perdoa-me definitivo ou só voltará a Contumil lá para o ano três mil? Na Luz, outra vez com casa cheia, lá teremos de nos contentar o alemão que não percebe nada disto e um 11 inicial mais que visto.
Uma palavra para Gyokeres e Paulinho, fulgurantes goleadores e figuras maiores desta liga. Com os grandes tubarões das finanças dispostos a cobri-los de ouro: Paulinho, com propostas mirabolantes que lhe chegaram da Rússia e da Arábia Saudita, recusou, segundo a mídia, receber 5 vezes mais do que os 1,2 milhões limpos que limpa no alvalixo. E de Gyokeres, numeros desconhecidos, nem é bom pensar. Quase a ultrapassar o Banza na lista dos melhores marcadores e com os dois golos que marcou ao Vizela eu nem posso imaginar os milhões que o glaciar terá rejeitado. Deste que o Beto Severo recusou as trinta e nove abordagens do Real Madrid, preferindo terminar a carreira em Espanha, no UD Alzira, que não se via no sapal um amor tão grande à camisola!