Quatro foculportistas - Francisco J. traques, Fedelho Faria, Aníbal Pinto e Rui pirata Pinto (este com um lugar especial no coração derretido da matrafona) - dos muitos amores da ex-deputada Gomes que escaparam pelos pingos da chuva, depois do forrobodó mediático que durante anos tomou conta do dia a dia dos portugueses, encontram-se condenados pelos tribunais, onde a justiça deve ser feita. Ontem, apesar da condenação, a julgar pelo rosto de satisfação do bando de advogados, foi possível perceber (Aníbal Pinto apresentou-se na CMTV como se o clube das putas tivesse ganho dois campeonatos) como estão todos satisfeitos! Pudera! A Juíza foi fofinha até dizer chega e o governo de tão amigo - com a visita do Papa Rui Pinto viu serem-lhe amnistiados 79 dos 90 crimes que estava acusado - fez lembrar o desaparecido electricista que cortou a luz ao VAR. Rui Pinto responderá por mais mais 377 crimes e pelo mal que ajudou a fazer ao Benfica. A julgar pela sentença agora lida estou em crer que, na próxima amnistia, não deixará de ter o reconhecimento publico pelas suas meritórias acções e o acesso facilitado à mais do que merecida «Ordem do Mérito», medalha atribuída por "actos ou serviços meritórios no exercício de funções públicas ou privadas que revelem abnegação em favor da colectividade" foculporto.
Selecção do Rónalde...
Sem a obrigatoriedade de levantar a cabeça à procura do filho da melhor Dolores do mundo, a ordem de soltura permitiu o remate à baliza a qualquer um e, pasme-se, dois dos avançados de serviço que, assoberbados de trabalho, normalmente quase nem tocam na bola, bisaram! Em ritmo de treino mais acelerado, que o adversário, quase tão fofinho como a Juíza das penas suspensas, a mais não obrigou a selecção dos vassalos do Rónalde, os golos foram aparecendo com a naturalidade que a legião de grandes jogadores portugueses justifica. A receita há muito que é conhecida de todos e já levou a que dois dos maiores talentos portugueses (Rafa e João Mário) fugissem dali para fora. Por mim, que há anos me recuso a ver aquilo, com a partida do outro para as arábias, fui como que convidado a dar uma vista d'olhos até que, aos 75 minutos, com a entrada do badalhoco cuspidor, me vi obrigado a mudar de canal.
Para trás tinha ficado um festival de blowjobs ao melhor Bruno Fernandes em campo - quase, quase, ofuscado pela defesa extraordinária do segundo melhor Diogo Costa em campo, obviamente candidata a melhor do ano, que os deixou a babar de bajulação - dos inchados RTPeiros. O que estes cretinos gozaram com os pobres luxemburgueses, que tentaram sempre jogar o jogo pelo jogo - não se atirando para o relvado em simulações patéticas, nem usando os cotovelos e as patas, como grande parte das equipas do nosso campeonato - não tem classificação possível! Que nojo, na televisão pública, ser obrigado a ouvir as graçolas e as cagativas piadolas a cada finta do Leão ou perante os passes fantásticos, estratosféricos do Bruno e as movimentações de génio do Dalot...
E o Bruno isto e o Bruno aquilo, e o Bruno respirou e o Bruno para aqui e mais Bruno para ali, num festival de aleivosias que, se não estivéssemos num país de faz de conta, seriam todos despedidos na hora. Ora chupa um, ora chupa o outro...os dichotes com os atletas luxemburgueses, uns atrás dos outros, sem parar até ao fim, que nem com o golo, esse sim, de génio, de João Felix, terminaram. Tive conhecimento, pouco depois, que depois do 9-0, com as bem audíveis gargalhadas de escarnio, começaram a pedir um resultado de dois dígitos. Pena que o jogo não tenha sido disputado najantas e o árbitro não fosse o Miguel Nogueira. John Brooks deu apenas três minutos de compensação, menos 20 que o árbitro de Braga, da AF Lisboa, impedindo os alarves comentadores RTPeiros de festejarem os desejados quinzazero, sketch dos "Gato Fedorento" usado pelos engraçados durante a transmissão para gozar com o Luxemburgo!
Pensar que, quando o Benfica, num jogo a sério e completamente diferente, espetou 10-0 ao Nacional do lagarto Costinha, não houve cão nem gato (nem deputadas incomodadas) que não se atirassem à postura profissional do Benfica; porque devia ter levantado o pé do acelerador, que faltou ao respeito ao adversário e a grandíssima madre PQOP. Basta ver pelo forrobodó nas primeiras paginas dos pasquins desportivos de hoje, a importância que dão a essas merdas, do respeito pelo adversário quando os resultados se avolumam.
