«Manchester United afasta quatro órgãos de comunicação social da antevisão de Erik ten Hag. Sky Sports, Manchester Evening News, ESPN e Mirror não puderam entrar na antevisão de Ten Hag ao jogo com o Chelsea depois de terem publicado artigos que davam conta do descontentamento do balneário». “Estamos a tomar medidas contra uma série de órgãos de comunicação social, não por terem publicado artigos de que não gostamos, mas porque o fizeram sem nos contactarem primeiro para nos darem a oportunidade de comentar, contra-argumentar ou contextualizar. Acreditamos que este é um princípio importante que deve ser defendido e esperamos que possa levar a uma redefinição da forma como trabalhamos juntos”.
Não custa nada, é só copiar o que se faz bem feito por esse mundo fora. Ah, e ter tomates para tomar decisões cagando para o politicamente correcto. Quando estamos dentro da razão não podemos temer o confronto seja contra quem for. Eu estou de acordo que não se comprem guerras ou guerrinhas por dá cá aquela palha porque isso não leva a lado nenhum e só desgasta. Aceitar, sem estrebuchar, ser saco de pancada não contem comigo para dobrar a espinha e calar. Quando o SL Benfica não reage publicamente, e aqui tem de ser mesmo o clube oficialmente a reagir, ao ataque cobarde (xenófobo) que o comentador de arbitragem, ex-árbitro avençado na RTP, Pedro Henrique ousou fazer ao nosso treinador, não apenas perde o (resto do) respeito que lhe é devido pelo que representa para a mídia - a quem diariamente enche a barriga - e para o país, como começa a deixar escapar o apreço dos adeptos que não conseguem compreender o silêncio e a falta de protecção dos seus jogadores e treinadores, alvos demasiado fáceis das investidas da imprensa rasca!
Querem mais exemplos vindos do país do futebol? Em 2016 O técnico do Liverpool, Jürgen Klopp, recusou-se a falar com repórteres do jornal The Sun depois do tabloide britânico escrever um artigo sobre a vida privada do defesa Dejan Lovren. Em 2017 o Everton vetou o acesso do 'The Sun' ao Goodison Park e ao centro de treinos, depois da publicação de um um artigo que comparou o jogador Ross Barkley, que tem avô nigeriano, a um gorila. Em fevereiro do mesmo ano, o Liverpool, arquirrival do Everton, já havia proibido o acesso dos jornalistas da publicação, devido a cobertura sensacionalista da tragédia de Hillsborough, em que morreram 96 adeptos dos 'Reds'.
José Mourinho em Itália: «Falo em português porque o meu italiano obviamente não é forte o suficiente para expressar certos conceitos».
Na Arábia, Luis Castro, em bom português, não tem papas na língua. "Eu sou o treinador do Al Nassr, não sou um adepto. Respeito-te muito, mas não podes fazer essa pergunta sobre o Ronaldo" (...) «Não esteja a olhar assim para mim!» - irritado com um jornalista ao comentar gestão do jogador. Noutra situação, o coordenador da conferência alertou-o que o tempo para perguntas estava a esgotar-se. Luis Castro não gostou da atitude, levantou-se manifestado o desagrado: "desculpe, mas não me pode mandar parar a meio de uma resposta. Nunca mais me para a meio de uma resposta, nunca mais!" - ao mesmo tempo que abandonava a sala visivelmente revoltado.
Ficou famosa a conferência de imprensa (ver vídeo) de Toni, no Traktor, quando o treinador português (vetado pelos clubes portugueses por esse defeito do benfiquismo), sempre cordial com toda a gente, deitou tudo cá para fora furioso com as perguntas dos jornalistas.
E no meio dos ataques a Roger Schmidt o clube da fruta lá conseguiu meteu mais um ponta de lança na estrutura da liga. Com o Benfica mais uma vez a ver navios, Domingos Paciência assumiu direcção técnica da Liga de clubes liderando um grupo de trabalho que na Liga Portuguesa de Futebol Profissional vai refletir sobre oito vetores (oito inutilidades só para justificar o taxo) de atividade. Não vales um traque como treinador? Não te preocupes que nós garantimos-te o sustento. A vida é fácil para quem vive debaixo do manto protector do clube da fruta. Depois admiramo-nos da subserviência de treinadores como o do treinador do Estoril a quem só faltou lamber os tomates por correspondência (logo no final do jogo não lhe faltarão oportunidades) ao Ceição, antes de receber o clube de coração. Ele é o Sérgio para aqui, ele é o Sérgio acolá, ele é o Sérgio para ali...Mais uma paixoneta que deixou de ser secreta, é o que é.
A taça da liga da farsa «é o caminho mais curto para um titulo» diz o boneco. Não é, nunca foi e está muito longe de o ser. Pelo menos no clube das putas. O caminho mais curto para os títulos do foculporto, além da boleia das ditas, sempre foi o dos nomeadores e observadores, assim como o acesso ao número de telefone dos árbitros. É verdade que, para ajudar à pressa, há também o aditivo da amarelinha, W-52 se usarem a bicicleta, mas não se podem esquecer os titalos de um só jogo (supertaça) onde o clube da fruta (23) se lambuza desde o inicio dos anos oitenta! Ao contrario da taça da liga que, apenas na época passada, deixaram de considerar peçonhenta.
