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quarta-feira, 29 de abril de 2026

PSG VS Bayern, como se pode defender tão mal!

Catano! Está por todo o lado. Verdadeiros verdadeiros, MDCSDQT, talibans da internet, especialistas especializados, paineleios encartados, cientistas do planeamento, catedráticos das contratações e expert em acções Benfica-SAD, sem excepção - todos se mostram maravilhados com o estratosférico PSG-Bayern! Magnífico, fantástico, frenético, fenomenal, hino ao futebol, o caralhinho que os refoda. Quem todas as semanas elogia equipas que não saem do ferrolho, que passam o tempo a fingir lesões ou a mergulharem no relvado, jogadores que pisam a cabeça aos adversários e clubes que escondem as bolas quando se encontram em vantagem, não tem o mínimo de moral para elogiar o futebol de ataque e muito menos duas equipas que apenas quiseram jogar futebol. E mais. Eu vi o Benfica ser derrotado 4-5 pelo Barcelona (e nem vou falar do execrável trabalhinho de Danny Makkelie) e não vi nenhum elogio ao futebol de ataque e à incerteza do resultado até ao fim. Pelo contrário. Só vi ódios destilados - disfarçado de exigentes analises - e criticas acintosas a roçar o achincalho para quem sofreu tantos golos na Champions. Bruno Lage, treinador do Benfica na altura, foi 'naturalmente' arrasado.  

Quem como eu, que bebe sofregamente os ensinamentos dos especialistas (são uma bíblia para mim) da especialidade, sabe que um score 5-4 resulta de duas equipas que defendem muito mal, consequência de tácticas manhosas que envergonham os ferrolhos da liga da farsa, estratégias mal enjorcadas e pouco ou nenhum (muito à semelhança de Roger Schmidt) conhecimento do adversário. Luís Henrique, no Benfica, seria completamente arrasado por, depois de estar a vencer 5-2, acabar de calças na mão a defender a vantagem mínima. Porque é que não meteu fulano ou sicrano? Porque não fez alterações mais cedo? Porque razão substituiu este e não aquele? Obviamente porque ser um treinador ultrapassado, líder de equipa destrambelhada, incapaz de defender uma vantagem alargada.

Vincent Kompany, com um resultado de 2-5 aos 59 minutos, teria sido trucidado pelos talibãs da internet, destruído pelos paineleiros da televisão alemã. Os verdadeiros exigentes do Bayern (mesmo com a recuperação parcial) jamais lhe perdoariam o desaforo e muito menos ao presidente do clube, um banana certamente, que formou um plantel (in)capaz de sofrer 5 golos na maior competição de clubes.

O descontrolo e a falta de acerto do Bayern de Munique foi tão grande que um jogador com 174 cm (Messi mede 170 cm e chamam-lhe anão em Portugal) marcou um golo de cabeça na sequência de um pontapé de canto! Imaginem a destrambelhada defesa do Benfica composta por Neuer (193 cm), Alphonso Davies (185 cm), Upamecano (186 cm), Stanisic (187 cm) e Jonathan Tah (195 cm), sofrer um golo de cabeça, num canto, do jogador mais baixo em campo! É que para além dessa rapaziada crescida ainda estavam plantados na área alguns bons rapazes, como Harry Kane, que mede uns modestos188 cm! Ficaram todos a ver o ex-Benfica cabecear! 

Luis Enrique, um tonto - «Foi, sem dúvida alguma, o melhor jogo em que estive como treinador» - mostrou-se maravilhado com a exibição dos jogadores. Vincent Kompany - “Devemos ganhar o jogo e precisamos do apoio de 75.000 pessoas no estádio. Elas têm que jogar o jogo conosco” (...) “Se alguém comprou um ingresso e se sentir mal no dia do jogo... fique em casa e dê seu ingresso para a pessoa mais saudável que possa contribuir para esta FORTALEZA que é a Allianz Arena” - aproveitou para enviar recados aos exigentes do Bayern.

Roger Schmidt no Benfica: "quero dizer obrigado aos adeptos que nos apoiaram hoje. Houve muitos nas bancadas que apreciaram o que os jogadores fizeram aqui hoje, que lutaram até ao final. Mas os outros, os mais negativos, por favor, fiquem em casa. É o meu pedido (...) Se não estão felizes com esta equipa do Benfica, então o melhor é ficarem em casa". Trucidado, acabou escorraçado.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Prestigio intocável!

História gloriosa dividida em duas partes. Até 1964/65 duas vitórias (e uma Taça dos Campeões) para o Benfica, uma vitória para o Real Madrid. Agora, 52 anos depois, mais três confrontos directos. Duas vitórias para o Real e uma vitória para o Benfica. Total, 3 vitórias para o Benfica, 3 vitórias para o Real. Nos 3 jogos mais recentes, que todos assistimos, no subjetivo jogo jogado jamais o Benfica foi inferior ao Real. 5-5 em golos e em objectivos um empate. No primeiro confronto, com um árbitro honesto, o Benfica precisava de vencer por dois golos para chegar ao playoff. O Real apenas precisava não perder para não se sujeitar ao Playoff. 4-2 para o Benfica. O Benfica conseguiu os objectivos. Real Merdid, MDCSDQT e UEFA também não. E de um jogo épico passamos a um roubo épico num ápice. A UEFA, com a nomeação do árbitro e com o pidesco castigo a Prestianni, decidiu a eliminatória em Lisboa e o resto é história. 

«Foi bom mas não chegou». A capa da «nem de borla» diz tudo. Foi bom para abolha (as derrotas do Benfica sempre lhes proporcionam vendas extra) mas não lhes chegou para achincalhar ainda mais o Prestianni e o Benfica. Quem olha hoje para o Benfica, apesar de alguns dos melhores jogadores estarem em recuperação de ausências prolongadas, vê uma equipa personalizada, compacta, que joga olhos nos olhos com qualquer adversário mas que, ainda assim, continua incapaz de vencer arbitragens inquinadas como as de João Gonçalves/Tiago moedas no Braga-Benfica ou a do execrável François Letexier no Benfica-Real Merdid. Letexier não só ajudou o Merdid a vencer em Lisboa como, definitivamente, condicionou o Benfica (José Mourinho fora do Banco de suplentes) e, ainda mais, as escolhas de Arbeloa (com um árbitro honesto jogaria sem 4 titulares de Lisboa em Madrid) para a segunda parte da eliminatória. Não por acaso, dois  dos prevaricadores (Tchouaméni e Vinicius) que, pelos regulamentos, estariam ausentes acabaram por marcar os golos do Real. 

A estratégia da UEFA, de retirar Mourinho e Prestianni do jogo de Madrid permitindo a presença no relvado de Valverde, Carreras, Tchouaméni e Vinicius Junior, resultou em pleno. O resto da matilha (mediática) que ajudou o Real Merdid na 'sua' prova também teve uma noite à maneira. Não foi, longe disso, a goleada que desejavam - mas não deixaram de fazer a festa. Ponto final, parágrafo. Estão de parabéns a UEFA, Luisão e François Letexier, os paineleiros do telelixo, a medialivre e o resto da MDCSDQ.

Os verdadeiros verdadeiros ficaram verdadeiramente aziados. Pelo que tenho lido e ouvido por aí, estão tão putos da vida por o Benfica perder com o Real como ficaram aborrecidos com as vitórias por 2-0 infligidas o Ajax e ao Nápoles, onde Pavlidis, sem um pingo de classe, foi substituído na nobre missão de fazer abanar as redes contrárias por Richard Ríos Leandro Barreiros (2) e Samuel Dahl! Os quatro juntos, na peneira dos verdadeiros exigentes, não fazem meio Iordanidis, uma perna do Samu ou um joelho de Luuk de Jong. 

Nené era o rei do assobio. Cardozo era um manco, Saviola um anão, Jonas, Aimar e Dí Maria tinham caruncho. Todos falhavam pacaralho! Ríos e Dahl são tão carentes como eram Carreras, Grimaldo, Raúl Jiménez, Darwin Núñez, Gonçalo Ramos, Orkun Kökçü e Aktürkoğlu. No Benfica é assim. Todos falham muito. Pavlidis e Rafa também falham muito. Marcaram ambos ao Real mas (há sempre um mas) falham muito. E, claro, nenhum esbanja classe como o Terem Moffi. Como se diz na minha terra. Não há piroca que lhes sirva. 

Golos de Pavlidis na Champions League, época 2024/25: 7 golos e duas assistências. Golos de Pavlidis na Champions League época 2025/26: 2 golos e duas assistências. Fui comparar estes números 'irrisórios' com goleadores verdadeiramente afamados. Lewandowski: 2024/25, 11 golos e 0 assistências, 2025/26, 2 golos e 0 assistências. Lamine Yamal:  2024/25, 5 golos e 3 assistências,  2025/26, 3 golos e 3 assistências. Vinicius Junior: 2024/25, 1 golo e 1 assistência,  2025/26, 3 golos e 4 assistências. Ousmane Dembélé, The Best FIFA 2025 e Bola de Ouro 2025, vencedor da Champions League 2024/25: 2024/25, 8 golos e 6 assistências. 2025/26, 1 golos e 1 assistências. Melhor Rónalde do munde:  2025/26, 0 golos e 0 assistências, 2024/25, 0 golos e 0 assistências. Samu do clube da fruta 2024/25, 0 golos e 0 assistências.  2025/26, 0 golos e 0 assistências. 

Golos e assistências são influenciados pelo número de jogos (Dembélé, por exemplo, chegou à final da Champions) e, claro, pelos penaltis marcados e, sobretudo, pelos clubes onde jogam e pelo colinho dos árbitros. Estes números servem apenas para demonstrar como são volúveis e implacáveis os verdadeiros verdadeiros, eternos insatisfeitos, do Benfica. E como nem nas vitórias são capazes de disfrutar...

João Gonçalves e Tiago moedas, que roubaram 2 pontos ao Benfica em Braga, estão nomeados para o Gil Vicente-Benfica. A liga da farsa, à semelhança da UEFA, pretende jogar em dois campos. E como, na jornada seguinte, o Benfica recebe na Luz o campeão predefinido, caberá à malfadada dupla decidir não só o Gil Vicente Benfica como, à semelhança de Letexier, influenciar decisivamente o próximo Benfica-foculporto. Os verdadeiros exigentes apostam as fichas na descredibilização de Pavlidis, 9 golos e 4 assistências em duas épocas de Champions League ao serviço de um dos piores Benfica que há memória. Não é verdade, verdadeiros exigentes?  

sábado, 31 de janeiro de 2026

Olha o cabeção!

Muitos benfiquistas, inebriados com o hollywoodesco golo de Trubin, ainda não perceberam que o Benfica, na Champions League, amassou o Real Madrid sem Barrenechea (meia dúzia de minutos em campo mais preocupado com o ombro do que com qualquer outra coisa), sem Manu Silva e Bruma, no banco de suplentes mas em processo lento de recuperação, sem Richard Ríos, Bah e Lukebakio. Rafa e Sidney Cabral, outro jogador, como Barreiro, à imagem de Mourinho, também não jogaram impedidos pelos regulamentos. Outra coisa é a corja mediática que, mesmo com as cornaduras inchadas, de imediato partiram para cima de Mourinho e do Benfica tentando abrir uma brecha por causa do que 'falhou' no Benfica 4-2 Real Madrid! Eles sim, perceberam logo o que está em causa. Parar a onda vermelha que, liderada por Mourinho, ameaça tornar-se imparável. Assim Rui Costa e os seus conselheiros o queiram.

O Benfica que perdeu pontos em casa - incapaz de vencer João Pinheiro, Sérgio Guelho e António Nobre - derrotou na Luz (4-2) o campeão dos campeões na competição mais forte do mundo, desperdiçando mais meia dúzia de oportunidades flagrantes! E fê-lo, com jogadores como Leandro Barreiro, com toda a naturalidade. Enquanto no resto do mundo só se fala da jornada épica do Benfica e de José Mourinho a corja mediática agarra-se a um pormenor para desmerecer a importância do momento. Reparem bem. Para a corja anti-Benfica, se José Mourinho soubesse dois ou três minutos antes que era preciso marcar mais um golo - veja-se como o Real Madrid passou de maior colosso mundial a mija na escada a quem marcar um golo é brincadeira de meninos - bastava ao Benfica adiantar as suas linhas, cagar para o Mbappé e o Vinícius Junior, carregar em cima dos pobres espanhóis, marcar o golo redentor (quiçá mais dois ou três que o tempo chegava para tudo) e, cereja em cima do bolo, poupar Trubin à chatice de subir à área para fazer o trabalho de Pavlidis. 

José Mourinho dorme no Seixal, fica na fila com o tabuleiro na mão, come com os jovens, assiste aos jogos da formação e já deu oportunidades a Samuel Soares, Rodrigo Rêgo, Ivan Lima, Tiago Freitas, José Neto e Daniel Banjaqui na primeira equipa do Benfica. João Rego jogou frente ao Real Madrid, no banco estavam Diogo Prioste, José Neto, Gonçalo Oliveira, Banjaqui, Diogo Ferreira. A «nem de borla» depois da vitória épica do Benfica frente ao Real Madrid conseguiu meter Tomás Tavares - «A saída de Bruno Lage prejudicou-me, tal como a outros jovens que estavam no plantel» - a fazer o papel de pulha que lhes cabe. 

Agora mesmo, enquanto evacuo um Luís Mateus, passo os olhos pela imprensa online. O chefe de redação do rascord, Luís Pedro Sousa, vomita a sua bílis - «Vídeo é bonito, mas não mostra que os jogadores do Benfica eram os únicos que não sabiam que precisavam de marcar um golo» - sem conseguir disfarçar a frustração e a enorme cornadura.

Não há volta a dar, Luís Mateus - «Mesmo dizendo que críticos estão errados, Mourinho tem ido ao encontro do que a crítica defende.... E bem» - gosta de ser escroto.

Na «nem de borla» um tal de Hugo Vasconcelos - «O que Mourinho disse é grave. Vamos todos ignorar?» - demostra bem como escrever de pé deve ser foda.

Caríssimos. Quando o Sismómetro do Instituto Dom Luiz registou um evento de magnitude 0,5 na Escala de Richter no momento épico de Trubin com toda a certeza não levou em linha de conta o barulho de tantas cornaduras a baterem nas paredes.

No vídeo mais abaixo deixo uma pérola do fruteiro Bitó Puinto (uns dias antes) a gozar com Schjelderup. Como é que o coisinho ainda se consegue sentar não é fácil de explicar.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Benfica 4-2 Real Madrid. Jornada épica que perdurará para sempre!

Pela primeira vez em muito tempo, apesar da carraspana e do nariz entupido, consegui dormir descansado. Não foi apenas espetar 4 (que podiam ser o dobro sem nenhum tipo de facciosismo) ao Real Madrid, a qualificação para os playoffs, nem o extraordinário hollywoodesco golo de Trubin no ultimo suspiro do encontro! Foi, como disse José Mourinho, pensar na quantidade de grunhos a precisarem de consulta psiquiatra para não se suicidarem, saltando das varandas desesperados, esquecidos que, com a tremenda sorte que o Benfica tem nos sorteios - Real Madrid ou Inter de Milão já a seguir - um empate ou uma derrota redentora não é de todo improvável. E mais, com o sapo Godinho nomeado para o Tondela-Benfica, talvez nem tenham de desesperar tanto para voltarem a marrar com o Benfica. Pedir à corja mediática para respeitar um bocadinho os jogadores e o Benfica, isso, José Mourinho, é que já me parece pedir demasiado. Pois se eu, no meio da euforia, consegui ver no camarote do Benfica um ou outro elemento com cara de quem não peida há mais de três quinze dias, como é que se pode exigir respeito a uma gentalha que depende da falta de caráter para comprar Rennie, Gaviscon ou Gastrol?

Este jogo só foi épico porque o (abençoado) autor do guião decidiu que, mesmo marcando 4 golos ao Real Madrid, não o queria decidido (Mbapé considerou que 5-1 seria um resultado justo) ao intervalo. Jogando sempre a grande velocidade, com acerto no passe, recepção a roçar a perfeição, certeza nas tomadas de decisão e rapidez na pressão à perda de bola, o Benfica como que atropelou os madrilenos, enjeitando 5 ou 6 oportunidades de golo feito e mais não sei quantas aproximações a cheirar a golo à grande área do Real. Se a isso lhe juntarmos o penalti (carga evidente pelas costas a Prestianni) não assinalado pelos árbitros, percebe-se como o 2-1 no final do primeiro tempo era um resultado tremendamente lisonjeiro para Vinicius Júnior, Carreras (que devia ser expulso), Jude Bellingham, Courtois (o melhor do Real) Valverde e comp. Mas, apesar do penalti não assinalado e da expulsão perdoada a Carreras, não se pode dizer que os árbitros entraram em campo para prejudicar o Benfica. Isso é na liga da farsa. O golo (de Trubin), do nosso contentamento, que deixou as redações e os paineleiros com uns enormes melões, aconteceu na sequência de uma falta mal assinalada sobre Aursnes. Há que dizê-lo. 

Com um árbitro português jamais viveríamos tamanha emoção. O penalti não assinalado sobre Prestianni, na liga da farsa, já seria bom se não visse o amarelo por simulação. A grande penalidade sobre Otamendi nem seria objecto de consulta do VAR. A Sporttv - como fez no pisão de Mora a Leandro Barreiro, no foculporto-Benfica, escondendo as imagens por trás da baliza - não passaria as imagens e o intervalo chegaria com o Real Madrid a vencer (0-1) confortavelmente o Benfica. Xau Champions, xau playoffs, xau vitória épica, lugar à corja que José Mourinho, exemplarmente, identificou. E haveria bastante menos gazes contidos na tribuna presidencial do Benfica.

Uma palavra mais, a mais importante, para os nossos (todos foram) heróis. Mourinho, imperial a preparar a equipa (uma verdadeira equipa na verdadeira acepção da palavra) não pode ser esquecido, mas, o que dizer de Dhal (exibição de sonho), Aursnes (monstro), Prestianni (rato atómico), Sudakov (classe e uma garra nunca vista) Schjelderup (dois golos marcados, dois perdidos e uma exibição exuberante) Pavlidis (um golo e duas assistências para Schjelderup) que os talibãs, lesados do 8 de novembro, tanto lutam para pôr borda fora do Benfica! Mesmo Trubin, ignorado pela mídia dos blowjobs ao melhor Diogo Costa em campo, Otamendi (estava velho e era uma toupeira do clube da fruta), Dedić, de longe o melhor lateral da liga da farsa, Leandro Barreiro (jogador à imagem de Mourinho) que, segundo os mesmos catedráticos não tem perfil de jogador do Benfica, têm sido sistematicamente achincalhados. Ontem, esmagaram o Real Madrid das 15 Champions! Salva-se Tomás Araújo (mais uma exibição cheia de classe) o único jogador do Benfica que, desde que António Silva passou a fazer perigar o G. Inácio dos sapos na selecção do Rónalde, pode errar à vontade que nunca tem culpa de nada. Nada - muito pelo contrário - contra Araújo, que é um dos centrais mais excitantes do futebol europeu. Apenas uma (triste) constatação da realidade. 

Tudo seria tão simples sem os Pinheiros, Godinhos, Cláudios, Malheiros, Veríssimos, Nobres, moedas, Gustavos e Gonçalves desta vida!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Tomem lá Champions!

Ouvir um verdadeiro exigente, sentado atrás de mim na bancada, vociferar a cada posse de bola do Nápoles, invectivando José Mourinho (o escasso 2-0, para o furibundo verdadeiro, era um resultado frustrante) por lançar no jogo António Silva (aos 76 mts) para suster o jogo aéreo das duas torres (Højlund & Lucca) do Nápoles, convenceu-me definitivamente que, tal como afirma o batráquio Pinotes Baptista, o treinador do Benfica não só não integra o lote dos 20 melhores treinadores portugueses como fica muito aquém do perfil avassalador (menos de 15-0 é uma derrota) exigido pelos verdadeiros verdadeiros. José Mourinho não o fez na conferência de imprensa de pós jogo mas faço-o eu aqui com todo gosto. Humildemente vos endereço - MDCSDQT, verdadeiros exigentes, cientistas das contratações, catedráticos das substituições e demais paineleiros especializados - sinceras desculpas pelo frustrante resultado do Benfica.

E mais, não me custa reconhecer que, perante a prestigiante derrota dos sapos (junto-me aos coro dos que sentiram um orgulho imenso pelo feito) em Munique, esta vitória sofrida do Benfica frente ao desfalcadíssimo campeão italiano (certamente um dos piores Nápoles da história) lhes tenha sabido a fel. Obviamente deixou os verdadeiros exigentes e os especialistas da especialidade atolados numa diarreia cerebral: "que caralho vamos inventar agora" - subjacente aos flops da firma Ríos & Barreiro, Ivanovic e Comp. Ltda.

Foi sem grande espanto que, ao chegar a casa, sintonizado na sporttv+ vi um sapo (Vidigal) da pior espécie extremamente condoído com os ausentes (citou quase uma equipa inteira) da equipa italiana! Quanto às ausências de Lukebakio, Bah, Nuno Felix e Bruma, nem uma palavra que o plantel do Benfica dá 10-0 ao Nápoles em quantidade e qualidade. Basta olhar para o banco de suplentes onde se sentaram Samuel Soares, Rodrigo Rêgo, João Rego, Tiago Freitas, Joshua Wynder, João Veloso, para se perceber como o batráquio (recordar que o Nápoles 2 meses atrás derrotou os sapos 2-1) tinha todos os motivos para estar inchado! A sporttv sapos, no entretanto, enchia o papo com um fora de jogo de quilómetros do Nápoles, exibindo-o como uma grande oportunidade desperdiçada pelos italianos. À falta de melhor compreende-se, mas, que se mostraram como uns fdp tremendamente aziados, disso não há a mais pequena dúvida. 

E por falar em saponoides, ainda a saparia não tinha regressado ao sapal e já o execrável rascord, do repugnante💩Bernardete, tinha concluído que, como os belgas e os holandeses também perderam, no Ranking UEFA a «derrota do Sporting não teve consequências nas contas portuguesas». Na visão verdasca desta tenebrosa folha de couve, para as contas nacionais o Sporting perder é igual ao litro. Só haveria consequências, presumo, se o Benfica perdesse frente ao Nápoles. Como o Benfica ganhou, a prestigiante derrota dos sapos ainda se tornou mais deslumbrante! Não ser David Neres a marcar o golo da vitória do Nápoles foi a sua maior frustração! 

Observando a arbitragem (exemplar) de Slavko Vinčić e da sua equipa fez-me recordar a vida difícil do Benfica nas competições nacionais. Como é fácil não complicar o que é simples! E porquê falar de arbitragem quando ninguém de lembra dela? Porque no próximo domingo os flops de Mourinho deslocam-se a Moreira de Cónegos onde o SL Benfica baterá de frente com Hélder Carvalho/Rui Oliveira. E aí, como é da praxe, virão ao de cima todas as "deficiências" de José Mourinho e da firma Ríos & Barreiro, Ivanovic e Comp. Ltda.

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

Confirmaram-se as piores expectativas.


Não há muitas coisas na vida tão boas como apreciar o tamanho da cornadura do Jorge Batista, do Rui Santos e do André cocó da Pipa, logo a seguir a uma vitória do Benfica! Melhor só evacuar um João Rosado fresquinho (hoje de manhã foi certinho e direitinho) enquanto dou o gosto  às falangetas. Para essa corja maldita, quando um golo é anulado ao adversário, por fora de jogo que até um cego vê, é pura sorte do Benfica que o VAR /arbitragem cumpra as regras. E não se coíbem de o repetir cobardemente. Já quando nos roubam penaltis (Aktürkoğlu) claros ou anulam golos limpos (Pavlidis e Barreiro) amanhem-se que é para não estranharem a bandalheira da liga da farsa. Vale a pena interromper umas ferias magníficas só para mirar as cornaduras de alguns pedaços de bosta. 

Para desgosto dos corruptos da UEFA (a nomeação do Fábio Veríssimo esloveno, amigo de Mourinho, diz tudo das suas reais intenções) e dos fazedores de opinião, aí está a quinta (duas nos quartos de final da prova) presença consecutiva na Liga dos Campeões e a presença no top dez da competição!


Confirmaram-se as piores expectativas. Este Fenerbahçe, que ainda chegou a dar muitas esperanças aos especialistas, muito mais fraco que o Nice, é o pior Fenerbahçe da história. Nem com o árbitro mais amigo do Mourinho foi possível dar uma alegria aos especialistas. A UEFA sabe escolhe-los. 


Algumas certezas. Pavlidis marca o primeiro golo independente da ação de Barreiro. Barreiro está à frente de Nelson Semedo, é verdade, mas está atrás, no mínimo em linha (que não foi considerada), de outro defensor do Fenerbahçe (foto). O segundo invalidado é uma aberração do árbitro, pura e simplesmente. O penalti não assinalado sobre akturkoglu diz tudo do caldinho que a UEFA tinha armado. 


Obrigado aos apitadores que relegaram o Benfica para o segundo lugar do campeonato oferecendo 4 jogos extra aos adeptos quadruplicando a cornadura dos verdadeiros verdadeiros, MDCSDQT, cientistas da redondinha e especialistas da especialidade. Barreiro é, de facto, um pezudo e Richard Ríos um flop dos antigos. Há gajos que só têm merda no capacete. 


Aktürkoğlu não festejou? Depois dos golos limpos invalidados minutos antes, pelo amigo de Mourinho, queriam que o avançado do Benfica festejasse o quê, cambada de arruaceiros da palavra?




quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Numa Nice, Florentino! Numa Nice.

Estava deliciado a ver uma noite foda para os paineleiros anti-Benfica, para tropa de choque da media livre, da cofina e do canalhadas tv. Depois do que ouvi na BTV, que me obrigou a mudar de canal, nem vontade tive de escutar ou ver mais nada. O Nice que, imediatamente, desde que saiu na rifa ao Benfica se tornou no Cascalheira da Merdaleja, foi tratado pelos catedráticos da CMTV como o pior Nice da história. Desde jogadores importantes lesionados até jogadores transferidos, dados como baixas para o embate frente ao Benfica, a tudo deitaram as manápulas para menorizarem ao máximo a vitória do Benfica. No Benfica, claro, olvidando a participação no mundial de clubes, a longa temporada anterior e os apenas 15 dias de férias, não existem lesões e, muito menos, jogadores nucleares que saíram do clube. Da equipa titular, a quem Luis Godinho e Fábio cinco cêntimos roubaram a Taça de Portugal no Jamor, não estiveram na Allianz Riviera, Aktürkoğlu, Tomás Araújo e Bruma por lesão, Carreras e Kökçü, vendidos ao desbarato, mais Trubin por opção de Bruno Lage. Mais de meia equipa pois então. Entraram durante a final da roubadinha, Fredrik Aursnes, ontem titular, Di María, Belotti e Renato Sanches que já não se encontram no Clube. Arthur Cabral e Adrian Bajrami também foram vendidos ao desbarato. Ou seja, no Benfica não foram vendidos os melhores jogadores, não há atletas contratados com meia dúzia de treinos nas pernas e, muito menos, lesões a lamentar.
 
Ouvindo as carpideiras, fecundadas com a vitória clara do Benfica, lamentando as ausências dos franceses, não é para nos sentirmos um tanto repugnados? É. Mas quando eu ouço na televisão do Benfica um dos comentadores, no pós jogo, começar por afirmar que o Nice que conseguiu a qualificação para os playoff da Champions é superior ao Nice que o Benfica defrontou - qualquer coisa como o pior Nice da história - como raio queremos nós que os resto dos paineleiros tenham um pingo de respeito pelo Benfica? Que tenham uma réstia de cortesia profissional pelos nossos jogadores, pelos atletas lesionados, pelo treinador quase sem tempo para preparar a temporada, e, já agora, pelo Presidente Rui Costa que se desunha para contratar jogadores acima da média num mercado tremendamente inflacionado. Dos ressabiados eu ainda consigo compreender a dor de corno. Que indivíduos, que ganham a vida na televisão do Benfica, professem a mesmíssima cartilha - deixa-me, por assim dizer, sem argumentos para olhar para eles com menos náusea do que para outros engajados paineleiros. Se somos nós a desvalorizar os nossos, como raio podemos exigir o respeito que nos é devido por direito? 

Cartilha (o pior Nice de sempre) por cartilha (faltam criativos ao plantel do Benfica) a segunda é bem capaz de ser mais inteligente que a primeira, que já cheira mal, todas as época repetida até ao vómito. Não há muito tempo - quando a teoria dos resultados melhores que a exibições era o pão nosso de cada dia dos especialistas da especialidade - o Benfica não jogava um cu mas possuía individualidades que ganhavam jogos. Agora, com o paineleiro da BTV empenhado em dar milho à narrativa, as exibições continuam a não valer um cu mas, vá lá saber-se como (sem as altas individualidades) lá vão aparecendo, aqui e ali, uns golinhos que vão enganado os menos sábios. 

Sem possuir tamanha competência remeto-me à minha insignificância analítica. Olhando para o futebol fluido, inteligente, cumplice, posicional e vertical, e para a forma como se completam, não é que já não me recordo de ver no meio campo do Benfica uma dupla, Barrenechea/Richard Ríos, tão acima da média? Devo ter merda nos olhos, eu sei, mas depois de ver Benfica-Fenerbahçe, Benfica-sapos e o Nice-Benfica da Champions, foi essa a (im)percepção que me deixaram. Terá sido o meu exacerbado fervor clubístico - colocado acima da capacidade analítica de tão excelsas criaturas - que  me leva a fazer estas tristes figuras? A assistência de Aursnes para o remate vitorioso do desajeitado Ivanovic soube-me a criatividade pura. E não é que o tiro, com o pé que tinha mais à mão, de Florentino teve em mim o mesmo efeito que um passe (do ouro da casa) de magia? Como diria Carlos Daniel (tudólogo, decano e catedrático da televisão pública) com João Felix no 11 inicial estaríamos agora a falar de mais uma (a outra seria contra a saparia) goleada das antigas! 

quarta-feira, 12 de março de 2025

De cabeça erguida!

No dia em que o Liverpool foi eliminado em casa pelo PSG, para gaudio dos estruMeiras e da MDCSDQT, também chegou ao fim a participação do Benfica na Champions League. Cai o favorito a ganhar a prova e sai o flop da competição! De cabeça erguida e com o sentimento que, sendo justa a passagem do Barcelona, fica um sabor (muito) amargo pelas muitas oportunidades de golo, sobretudo em Lisboa, desperdiçadas pelo Benfica. Com outra eficácia outro galo cantaria. Pedia-se um jogo perfeito, como o que aconteceu frente ao A. Madrid, mas não foi possível. Prestigio intacto manchado pela actuação de um grupo de desmiolados nas bancadas - sempre que fazem merda o Benfica perde - que não quer saber do Benfica para nada. Nota menos para o equipamento apresentado pelo Benfica, simplesmente horrível. Ainda bem que, com os novos estatutos, semelhante aberração passa a ser uma impossibilidade. A semana limpa do Barcelona fresquinho para defrontar o Benfica obviamente que nada teve a ver com o resultado.

Nota positiva para o fim do Ramadão que muito limitou alguns futebolistas do Benfica. E nota de asco para a "nossa opinião" do Duarte Gomes sempre de faca na liga contra o Benfica. Nem a Champions League, longe do cheiro a fruta e a saparia, o demove. Olhe-se para a imagem em cima e, para o vídeo (Benficabook) mais abaixo, e veja-se como é possível escrever semelhante aberração: «77' Daha rematou bola que bateu no braço esquerdo de Iñigo Martínez. Apesar da opção de risco do defesa blaugrana, a verdade é que este tinha o braço encolhido, junto ao corpo e estava de costas quando se deu o contacto. Lance bem analisado na área dos visitados». Além de mentir descaradamente - é óbvio que o defesa tinha o cotovelo a fazer volumetria - descobriu que, por estar de costas Iñigo Martínez podia fazer como o Cristo Rei que não haveria lugar à marcação da grande penalidade! Que fulano🤮 mais intragável!


 

terça-feira, 11 de março de 2025

Estão todos borrados de medo!

Bruno Lage e o Benfica tentam sobreviver a vários terramotos mediáticos. A MDCSDQT, que odiava o Barcelona quando o Rónalde, todas as semanas, batia os seus recordes de penaltis em Madrid, olha agora para o clube catalão com um amor tão desinteressado como o sapo Bernardete é equidistante quando, em dia de Barcelona-Benfica, escolhe para a capa do rascord os penaltis do Gyokeres e o iminente regresso de Pote aos mergulhos após o demorado desmame. Os verdadeiros verdadeiros, meio divididos, também têem um carinho especial pelo Barça. Se o Benfica passar fica foda - ainda por cima o próximo adversário sairá do Lille-Borussia - confirmar a politica desastrosa de contratações e até o deitar abaixo os estatutos aprovados ficará comprometido até às próximas eleições. E ainda há os bufos/montes de merda/mentirosos/trapaceiros, como os farinhas desta vida, que tentam avacalhar Bruno Lage e o Benfica por todos os meios. Uns e os outros estão todos borrados de medo! Veremos se, como a Rosinha, não levam todos no pacote.

Jonas marcou 22 golos de penalti em 186 jogos pelo Benfica. Gyokeres já leva 23 em 90 jogos de sapo ao peito. Desde que ultrapassou o desmame, o fuma shisha, que mesmo assim jamais largou os escaparates, regressou às primeira páginas dos pasquins mais forte que o Marega depois de uma viagem relâmpago à China! Os penaltis caem-lhe no prato a cada sopro e o melhor é que quantos mais marca mais a MDCSDQT garante que a potência do Lumiar está disposta a deixá-lo ir fumar shisha para outro lado muito abaixo da cláusula. O Samu foculportista sobe a cláusula de rescisão a cada degrau da escadaria que consegue ultrapassar sem cair. No fuma shisha, cada vez mais goleador, o efeito é contrário. Quanto mais penaltis marca mais os sapos estão disponíveis para vender o craque ao desbarato.

Com o regresso do fuma shisha aos penaltis, passou um bocadinho despercebida uma sondagem da Pitagórica (a mesma empresa que garante que o Montenegro vai ganhar as próximas eleições) que diz que os «adeptos consideram que Benfica e Sporting erraram ao não enviar condolências por Pinto da Costa». A mesma sondagem garante que 76% dos inquiridos acreditam que «Pinto da Costa contribuiu para a credibilização do futebol português» e que apenas 14% «acredita que Pinto da Costa contribuiu muito pouco ou nada para a credibilização do futebol português». Asondagem da pitagórica foi «realizada entre 23 e 27 de fevereiro, para O JOGO, JN, TSF, TVI e CNN Portugal». Foda-se! Só faltou o canalhadas da manhã para o ramalhete ficar completo! Os inquiridos, onde as mulheres, segundo a Pitagórica, tiveram papel preponderante na lavagem do presunto, saíram de um lote selecionado para o efeito, de onde sobressaem o inginheiro macaco e a doutora Sandra burrié, as ex-empresárias do Calor da Noite e da Taverna do Infante, três dúzias de viúvas da rua escura, uma Grosa de varinas do bolhão, o Zé Ribeiro do canal 11, Francisco traques, Nuno Farinha, boneco Ceição, Rodolfo Reis e o plagiador Tavares antes de mudar o bico ao prego. O boby e o tareco - com um x de patas por encomenda - votaram por correspondência. 

Em Espanha investigam-se todos os negócios entre Jorge Mendes/Peter Lim. Em Portugal, na sequência das notícias, a MDCSDQT🤮 e a outra🤮- em vespera de Champions Legaue - diz que o MP está a investigar os negócios do Benfica. 

quinta-feira, 6 de março de 2025

Um erro estupido e o desperdício do costume.

Alguma infelicidade, um offside de uma unha, muita intranquilidade na hora de rematar, oportunidades desperdiçadas suficientes para ganhar dois ou três jogos e um erro individual estupido, displicente - inadmissível numa Champions League - que nem nos treinos se admite. E não é o primeiro, sequer o segundo ou o terceiro. É um padrão que se repete jogo após jogo, época após época. Na temporada passada, quando vencia o Marselha tranquilamente 2-0, naquela mesma baliza e com o mesmo protagonista, o Benfica foi fortemente penalizado por um golo oferecido que o levaria ao afastamento da meia final da Liga Europa. Agora, sem nada estar definitivamente perdido, o êxito da eliminatória ficou francamente comprometido. Não sou especialista nem sei o que deve ser feito. Uma coisa eu sei. É tempo de arrepiar caminho. Erros todos cometemos qualquer que seja a profissão. A displicência não é de todo admissível.  

O resto é futebol. Já nos aconteceu a nós, perder quando muito merecíamos ganhar, e ao Barcelona a mesma coisa. Em Paris aconteceu exactamente o mesmo. O PSG passou 90 mts a massacrar a baliza contraria mas quem venceu foi o Liverpool. Há jogos assim. Podíamos estar ali a noite toda que a bola não entraria na baliza do Barcelona. Pode ser que o filme seja diferente já na próxima terça-feira. 

Rasca, muito rasca, a pirotecnia que obrigou o jogo a parar. E como tantas vezes aconteceu, com a pirotecnia, o regresso às derrotas. Dá vontade de mandar tudo pró carrilo. Tem de haver uma solução para expurgar esta gente dos estádios. E nem o Benfica nem os seus Presidentes podem continuar a meter a cabeça na areia fingindo que nada acontece. Queremos aumentar o número de cadeiras para quê? Obriguem essa gente a apresentar-se na polícia na hora dos jogos que não faltarão lugares para todos. Os prejuízos monetários são imensos. Os de imagem conspurcam a grandiosa história benfiquista. De uma vez por todas, quem é que acaba com isto?

A alegria, indisfarçável, que se vê nas capas dos jornais desportivos é paradigmática da campanha anti-Benfica que existe! Um asco.


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

Minuto de silêncio pelos cientistas das previsões.

O Benfica, que nunca esteve em desvantagem na eliminatória, "teve muita sorte em ambos os jogos", segundo o tri-ressabiado treinador do Mónaco que, assim, encheu a alma negra dos cientistas das previsões em permanente negação. Fica aqui o meu minuto de silêncio, singela homenagem, pelos velórios dos indefectíveis monegascos das televisões portuguesas que tanto choraram baba e ranho pelo desaparecimento (da Champions) do clube francês. Este é o primeiro balanço da réplica fraquinha, 4,3 na escala de estruMeira, que só vitimou especialistas da especialidade. Dificilmente se chorou tanto nos últimos 4 dias como nos velórios de ontem à noite. 

O Feyenoord - equipa fraquinha, lembram-se? - que venceu o Benfica na fase de grupos, eliminou o super favorito Milan do super treinador Ceição. Benfica, Feyenoord, A. Madrid, Barcelona e Bayern (do grupo do SLB) já estão nos 'oitavos' da Champions. O Mónaco foi eliminado pelo Benfica e a Juventus, com vantagem (2-1) na primeira mão da eliminatória, ainda tem de descascar fora o PSV.  

Bruno Lage - "essa tem sido a minha sina, eu quando ganho tenho sempre sorte" - muito bem, respondeu ao tri-ressabiado austríaco e eu dou-lhe inteiramente razão. Treinar o Benfica é muito mais do que sina ou sorte. Mesmo que o acusem de deter todos defeitos da humanidade, Bruno Lage vive o sonho de uma vida, algo de muito grandioso para contar aos netos, que o tri-ressabiado nunca terá. Melhor, só se o Bruno fosse corrupto e trafulha até a medula, ser ex-presidente do clube da fruta, morrer, ser canonizado pela MDCSDQT a ponto de lhe garantirem um lugar no Panteão Nacional, depois de lhe erguerem a merecida estátua no centro de estágio dos árbitros. 

Objectivamente, o Benfica, nos 180 minutos regulamentares e mais uns 25 de descontos no conjunto dos dois jogos, nunca esteve atrás na eliminatória. Sei que não chega, de nenhuma maneira, para satisfazer os estruMeiras e, ainda menos, os verdadeiros exigentes mas é o que temos e ainda vai dando para os gastos. Bruno Lage, como é elementar em qualquer treinador do Benfica, fez tudo mal na eliminatória - olhando às sentenças dos especialistas, tem feito tudo mal desde que chegou ao Benfica - desde o 11 inicial à estratégia e à tactica, acabando nas substituições que, como é tradicional em todos os treinadores do Benfica, foram feitas tarde e a más horas. 

Dito isto, até a mim me apeteceu armar em esperto e hoje, abrindo uma excepção, vou-me meter por caminhos apertados. Não percebi o porquê de Aursnes jogar tão adiantado, abrindo espaços de uma forma incompreensível, quando o jogo gritava por um Benfica compacto a meio campo, onde o pequenino Barreiro - uma vez que Kökçü também preferiu esticar em vez de agrupar - foi triturado pelos calmeirões adversários. Ainda mais porque Aktürkoğlu e Schjelderup, certamente cumprindo ordens do treinador, posicionaram-se do meio campo para a frente deixando os laterais sem proteção adequada. Com a saída de ambos e com Aursnes à direita e Dahl (que belo pé esquerdo!) à esquerda, Barreiro pode finalmente respirar e o Benfica recompôs-se. Os lançamentos da linha lateral são uma desgraça completa. Nem nos juvenis se vê tamanha incompetência! Como (também) se tem visto na liga, quer Carreras quer Tomás Araújo, conseguem, sempre, passar a bola aos adversários, com custos terríveis (em golos sofridos na sequência) para o Benfica! Que é que se passa, rapazes?

Quatro anos seguidos (três na Champions League) nos oitavos-de-final das competições uefeiras, três jogos super desgastantes, plenos de sucesso, disputados em seis dias. Ufa!!! Com tudo isto cheguei a casa tão cansado como os jogadores do Mónaco que caíram como tordos assim que o árbitro mandou toda a gente para casa! Para aclarar as ideias (foi aí que me deu para isto) corri a evacuar um Bruno Prata e então sim, senti-me como o Leandro Barreiro depois das substituições do Bruno Lage. Leve como um passarinho a caminho dos oitavos-de-final da Champions League onde o Benfica tem tantas presenças nos últimos 4 anos como a potência em toda a sua história.

Deixo-vos um pedaço de bosta de Nuno Travasso, colonista da «nem de borla» que, prevendo a passagem do Benfica e o colapso da superfavorita potência do Lumiar, começou ontem a preparar - e já não é o primeiro estruMeira a fazê-lo - o futuro do Benfica e dos sapos na liga da farsa: «Renunciar à frente europeia — pelo menos de forma assumida — seria um risco para qualquer dos treinadores (Bruno Lage e Rui Borjão) envolvidos, no contexto de instabilidade atual, mas um eventual apuramento pode revelar-se também um sucesso envenenado». Qualquer resultado dos sapos em Dortmund será considerado um sucesso. Se perder por poucos será um feito tão épico como a derrota frente ao Benfica na Taça da Liga. Se regressar a casa com a sacola cheia, pois bem, até é bom para respirar melhor na liga da farsa. O SL Benfica, coitado, além de levar com os estruMeiras, não consegue livrar-se do "sucesso envenenado".

O desajeitado Pavlidis já está no top-5 de jogadores do Benfica com mais golos (7) apontados no formato Champions League. Verdadeiros exigentes: que tal largarem, por um momento, a braguilha a Anatoliy Trubin e ajudarem-me a levar, de borla, o flop grego ao aeroporto?

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Vencer fora na Champions League já não dá tusa aos especialistas

Tirando a potência do Lumiar e o Brest - derrotados (0-3) em casa pela 'margem mínima' - todos os outros resultados foram goleadas de um golo de diferença. Real Madrid, Bayern Munique e Benfica, com resultados tangenciais fora de casa - aos olhos dos especialistas da especialidade - foram os grandes perdedores da jornada. Assim foi a primeira mão dos playoff da Champions com vista para os 'quartos'.

Pela primeira vez em 121 anos de história, o Benfica obteve 4 vitórias fora de portas na maior competições de clubes do planeta. Para os estruMeiras da especialidade esta seria a equipa desilusão da competição. A MDCSDQT que, antes do embate, se pelava por uma vitória arrasadora, como a dos sapos frente ao 11º do campeonato alemão, no final do jogo bateu forte e feio (quem não soubesse do resultado parecia que falavam de uma derrota) na fraca exibição da maioria dos jogadores. Vencer fora pela margem mínima na Champions League já não dá tusa aos especialistas. A unanimidade é total. Foi um SLB cinzento, a exibição não foi boa e para a segunda mão, em Lisboa, o Benfica só trouxe um enorme saco de problemas: o resultado tangencial, mais duas lesões causadas pelo relvado da Luz, a suspensão de Florentino e vários jogadores na porta de saída, à beira do despedimento, pela performance insuficiente no jardim do principado. 

Foi tudo mau. E nem o escasso resultado escapou à má onda que se abateu sobre o Benfica, apesar de ganhar no Mónaco duas vezes de enfiada. Se não acreditam puxem a cassete atrás e ouçam os especialistas do canal 11 dos sapos e da federação do Rónalde, onde o fruteiro Ze Ribeiro da Ribeira, vá lá saber-se porque artes mágicas do diabo, conseguiu caber em estúdio apesar da gigantesca cornadura que exibia! Puta que pariu! Como é possível vomitar as tripas todas a cada vez que fala do Benfica! Um outro moço, especialista dos bonequinhos de computador, ministrava uma aula tentando explicar as graves deficiências de Pavlidis, mas nem tanto seria necessário...

Todos sabiam o local exacto onde o flop do Benfica devia colocar a bola, permitindo a Aursnes isolar-se (e falhar, muito provavelmente) na cara do guarda-redes. Lá por marcar o golo (leva 6 na Champions e 8 nos últimos 6 jogos) da vitória, Pavlidis não se livrou das críticas pela notória falta de jeito que ainda o levou a falhar, pelo menos, outras tantas oportunidades de golo! Na verdade, os cabeçudos em estúdio, tinham ficado tão entusiasmados, de véspera, com a veia goleadora dos sapos e a extraordinária exibição do Gyokeres, que o resultado exíguo do Benfica e o desajeitado Pavlidis ficaram muito aquém do exigido. Aktürkoğlu foi (des)tratado como um jumento e Schjelderup, às portas de voltar ao flop que sempre foi, perdeu a grande oportunidade de sair do Benfica sem ser vendido ao desbarato. 

Pelo que eu já soube, nas outras estruMeiras televisivas, a puta da azia andou sempre a volta disso. Resultado fraco, pior a exibição e vários jogadores sem classe para representar o Benfica. Levar 3 batatas no alvalixo até acabou por ser positivo para a potência do Lumiar por ajudar o sagaz Rui Borjão na gestão física da saparia. Vencer duas vezes no Mónaco, onde o Barcelona perdeu, é uma autentica desgraça por obrigar o Benfica a trabalhos forçados que não estavam no(s) seu(s) programa(s). Mais lhe valia trazer 3 batatas para casa tornando a gestão do campeonato tão facilitada, como a da potência, depois de trucidar o Dortmund.  

Na liga da farsa o golo de Pavlidis seria, naturalmente, anulado pelo VAR, Carreras não se livraria de ir tomar banho mais cedo e a expulsão de Al Musrati (pensou que ainda estava no Braga) como é óbvio, jamais aconteceria com árbitros como Fábio Veríssimo, Fábio Melo, Tiago moedas, João Pinheiro & comp. Apesar de alguns dejectos arbitrais como Danny Makkelie, Felix Brych, Michael Oliver e outros adestrados, qualquer comparação das arbitragens internacionais com as da liga da farsa será sempre um exercício inexequível.

PS: nos próximos dias, quem quiser seguir o GV no facebook terá de o fazer na página https://www.facebook.com/guachos.vermelhos. O perfil "Joaquim Gonçalves", da mesma rede social, manter-se-á inactivo até ver. 

sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

Cientistas da chincha!

Os benfiquistas jamais perdoarão ao comentador DAZN, fernando estruMeira, a filha da putice /canalhice/ imbecilidade/ cretinice/ NãoPercebesCornoDisto, que quis fazer aos profissionais do Benfica e ao Benfica - Clube que, infelizmente, um dia representou, à custa de Quem se projectou na selecção que ainda não era do Rónalde e, sobretudo, no Estugarda onde prosseguiu carreira. No meio da poeira e muito bem disfarçados o que não faltam são estruMeiras, lobos esfaimados/ressabiados com pele de cordeiro, prontos a espetar o ferrão. Um deles é Candido Costa, foculportista de coração/fruteiro por convicção que, grande parte dos benfiquistas - onde, com a graça de Deus, não me incluo - até lhe acha imensa graça. Na véspera do Juventus-Benfica, numa comparação entre os prováveis 11 iniciais, o brincalhão que se leva muito a sério escolheu 9 jogadores da Juventus e apenas dois do Benfica. Na opinião engraçadinho só Trubin e António Silva, que a Juventus, curiosamente, tentou contratar ao SL Benfica, tinham lugar no 11 inicial da Juve. Os restantes cómicos em estúdio, alguns deles desafortunadamente conotados com o Benfica, divertidos quanto baste, não discordaram muito do cientista bacoco. 

24 horas passadas e após a lição do Benfica (cabe aqui dizer que, sem qualquer hesitação, o humorista/fruteiro/foculportista preferiu Thiago Mota ao treinador do Benfica) candidamente, outros reputados cientistas em estúdio - alguns 'reconhecidamente' benfiquistas - já arrotavam (Carraça) que a Juve, afinal, "deixava muito a desejar" e o próprio Valdo, confessava que, ao ver o Nápoles-Juventus, não teve duvidas que o Benfica ganharia facilmente em Turim! Um dos especialistas do canal da federação do Rónalde viu tão bem o jogo que até viu o Bah dominar a bola com o pé esquerdo - "nem à direita ele fazia aquela recepção" - antes de assistir o flop Pavlidis (5 golos na Champions, 3 ao pior Barcelona da história e 1 à pior Juventus de sempre) com o pé que tinha mais à mão! Sorte de Bruno Lage a de ter um homem, com dois pés esquerdos, muito acima do habitual titular que, coitado, só tem um. E sorte do Benfica por o ladrão neerlandês, que esteve no Benfica-Barcelona, ter mostrado o cartão amarelo a Carreras que o retirou da equação. Àquelas alimárias só lhes faltou dizer - uma vez que a vitória, os 3 pontos para o ranking da UEFA e o apuramento para os palyoff não apagaram nada do que de mau, ou menos bom, que o SLB tem feito - que o Benfica ficou a dever à 'criteriosa' sanha justiceira do ladrão Danny Makkelie o golo do "improvável" (é assim que os especialistas mais capazes se referem aos marcadores dos golos do Benfica) Pavlidis.

UEFA Champions League: Benfica com o 7.º calendário mais difícil (Danny Makkelie, Barcelona, Bayern, A. Madrid, Juventus, Mónaco, Feyenoord, Estrela Vermelha, Bolonha), sapos com o 7.º calendário mais fácil (Manchester City, Leipzig, Arsenal, Club Brugge, Lille, PSV, Bologna, Sturm Graz). No final, para desgosto do canal 11 da federação do Rónalde e dos muitos estruMeiras desta vida, Benfica 16º classificado com 13 pontos, Potência do Lumiar 11 pontos, 23º classificada, no penúltimo lugar de acesso ao playoff. Com menos 15 minutos de jogo e sem o autogolo do guarda-redes do Bolonha ficava em casa a ver na televisão a equipa desilusão. 

Em 'pilim', a receita do Benfica já ultrapassou os 60M€ na presente edição da prova. Os sapos, com menos de 49M€, continuam a fazer a felicidade dos Carraças, dos bacocos e dos estruMeiras do canal11.  Ao sapo da SIC, no telejornal de ontem, também lhe custou a engolir a derrota da Juventus. Pavlidis, homem do jogo, autor de um golo e da assistência para o golo que selou o resultado, mereceu-lhe o seguinte comentário. "Em Turim voltou a ter várias oportunidades para marcar mas...apenas por uma vez acertou na baliza da Juventus".

Agora tentem encontrar relatos dos golos do Benfica em directo normalmente disseminadas nas redes sociais pelas respectivas rádios. Não há. Nada das emoções do momento a partilhar. Estavam todas sintonizadas na grande jogatana no alvalixo e na potência do Lumiar. 

Otamendi na equipa da semana da Champions League mostra como os cientistas da chincha percebem pacaralho desta merda. E mesmo que conseguido contra a pior Juventus que o, "digamos", especialista Carraça já viu, não foi só o resultado de Turim que agradou aos benfiquistas que não precisam de livre acesso à garagem do estádio da Luz. Jaime Antunes de saída da SAD é mais uma grande notícia. Por mim, nem devia ter entrado. Saindo, embora demasiado tarde, sempre deixa o ar mais respirável e a garagem bem mais limpa. 




quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

Brilhante SLB!

Brilhante! Depois de uma semana horripilante, tristemente masoquista, Bruno Lage e os seus jogadores mostraram - no sítio certo, no relvado - como podem ser, e são, profissionais de mão cheia, de inquestionável qualidade. Todos sem excepções estiveram ao mais alto nível. Três jogadores (4 como os mosqueteiros) Otamendi, Florentino, Trubin; Pavlidis - espinha dorsal da equipa - lideraram o SL Benfica em mais uma grande jornada europeia que honrou, e de que maneira, a sua história centenária. Desta feita - ao contrario do Benfica/Barcelona - nem o árbitro Istvan Kovács (M. Bonacieux) nem o VAR (neerlandês, olha que surpresa!) destacados pelo  cardeal Richelieu (UEFA) da obra de Alexandre Dumas, obstaram a uma vitória, clara, justa, que apenas peca por escassa. 

Todo a exercito do Conde de Tréville (Bruno Lage) é merecedor dos aplausos da enorme nação benfiquista. A noite foi deles e nenhum deles merecia que o Presidente Rui Costa lhes retirasse o palco que era deles e só deles. Está no livro dos grandes lideres. Dar o peito às balas nos momentos maus e deixar sempre o palco para os artistas na hora das vitórias. O jogador Rui Costa, estou certo, não gostaria que o Presidente Rui Costa ofuscasse o mérito de um 2-0 em casa da Juventus, na maior competição de clubes do mudo, chutando para canto a tremenda exibição e o colectivo do Benfica, fruto da brilhante estratégia congeminada por Bruno Lage, mas, sobretudo, o hino ao futebol que carimbou o 0-2 concretizado por Kökçü após passe de Pavlidis e assombrosa simulação de Aktürkoğlu!

As Miladys (meretrizes da MDCSDQT) desonestas, ardilosas, traiçoeiras, não perderam a oportunidade de se agarrarem ao supérfluo (declarações de Rui Costa sobre um assunto lastimável que já devia estar morto e, definitivamente, encerrado) esquecendo o essencial: a brilhante vitória do Benfica e o impressionante apuramento (que a execrável actuação do árbitro do Benfica-Barcelona quase estragou) que todos consideraram altamente improvável assim que foram conhecidos os seus adversários. Os estruMeiras, que então rotularam o Benfica como a futura grande desilusão na prova, passaram mais uma vez pelos intervalos da chuva por culpa exclusiva do Benfica.

Os jornalistas/cientistas da bola são uma bosta (sentindo o cheiro a sangue ainda são piores) mas toda esta confusão, é preciso dizê-lo, é das poucas que não se lhes pode assacar na totalidade. Se é verdade que a MDCSDQT e os cientistas da bola se estão cagando para a vitória do Benfica sobre a Juventus, para o apuramento, para a importância dos pontos no ranking da UEFA e também ninguém tem dúvidas do jeito que lhes daria - horas e horas a debater mais uma debacle do Benfica - uma derrota do SLB e a eliminação dos playoff, se ainda não largaram o osso lançado por Bruno Lage na garagem do estádio, reforçado com a palha que Rui Costa lhes forneceu com a conferência de imprensa e, ontem, após o Juventus -Benfica, a culpa não é deles. É de quem continua a alimentar a sua gula sanguinária.

Uma palavra para os incansáveis adeptos benfiquistas que (nunca deixaram de se ouvir durante os 90 minutos!) levaram a equipa ao colo.

Como prémio extra, a cara (de cu) do fedelho Ceição e a certeza de ter passado uma noite de merda a carpir mágoas (dor de corno). 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2024

Benditas goleadas de 1-0!


O Bolonha - vale uma aposta como passará a grande equipa italiana quando defrontar a potência do Lumiar? - encarado pelos especialistas da especialidade como se tivesse peçonha, veio a Lisboa para conquistar um ponto, que não lhe servirá de nada para o objectivo oitavos de final, não se cuibindo de deitar mão a todos os estratagemas permitidos pelo árbitro. O Benfica, que entrou bem no jogo, passou metade da primeira a correr atrás dos italianos, permitindo-lhes demasiada posse de bola que me pareceu propositada, ajudando-os a sair para o intervalo com a sensação de poderem discutir o jogo e o resultado. Na segunda parte foi outra história mas a bola - que já não tinha colaborado naquele espantoso remate de Di Maria perto do intervalo - teimou em não entrar e o guarda-redes polaco (com uma exibição para contar aos netos) foi o desmancha-prazeres que proporcionou à redonda uma ajuda do catano. Pavlidis está numa fase em que abana as redes sempre que está fora-de-jogo e falha quase sempre quando remata à baliza de posição legal.

Florentino viu amarelo por reincidência que não foi aplicada aos jogadores contrários (o sueco Holm fartou-se de molhar a sopa) que abusaram das faltas, dos contactos físicos despropositados, provocações e perdas de tempo injustificáveis, espelhando a arbitragem de Radu Petrescu (escondeu a inépcia atrás de um festival de cartões amarelos), um daqueles árbitros de mão da UEFA nivelados pela 'categoria' dos internacionais portugueses, Tiago moedas, Fábio Verdíssimo, João Fruteiro, Luís Godinho, António nada Nobre, Gustavo Correia, Miguel Nogueira, Cláudio Pereira e João Gonçalves. Radu Petrescu fez uma arbitragem bem ao nível (rasca) dessa gente.

Otamendi, para mim, foi o melhor em campo seguido de Di Maria - dois jogadores que por vontade dos verdadeiros verdadeiros há muito estavam fora do Benfica - ficando-me na retina, além da muitas oportunidades não concretizadas, uma jogada de Zeki Amdouni (grande defesa de Lukasz Skorupski) que merecia muito mais sorte. O Benfica jogou bastante mais do que em Arouca e, em casa, frente ao Vitória de Guimarães. O conceito jogar bem e (não) ganhar é uma falácia que só interessa aos cientistas da bola e aos verdadeiros eternamente insatisfeitos. Por isso é que eu gosto tanto das goleadas de 1-0 que tantos cabeções fazem inchar. Se quisermos recorrer aos chavões futeboleiros, podemos dizer que «é futebol» e que «podíamos ficar ali a noite inteira que a bola não iria entrar». A realidade diz-nos que desperdiçamos mais 2 pontos em casa que, com os 3 perdidos frente ao Feyenoord, já nos tinham garantida a passagem à fase seguinte. 

Nem tudo foi mau. Dizem os 'calhamaços' que quando não se pode ganhar pelo menos safa-se o pontinho que no futuro pode vir a ser decisivo. E ademais, o resultado serviu para dar um pouco de cor aos rostos dos especialistas da especialidade demasiado doridos pelos sucessivos enterros das últimas 3/4 semanas. E com o apito final de Radu Petrescu quantos estruMeiras não terão respirado de alívio?

quinta-feira, 28 de novembro de 2024

"Prestígio" de Champions e um "diabo à solta"

Um destes dias, na sporttv, resumo do Moreirense 2-1 foculporto, ouvi um dos marradores da estação anti-Benfica referir-se a Francisco Moura (25 anos) como o jovem lateral esquerdo. Como continuam a bater na tecla dos meninos de tenra idade (foram os do Mónaco como já foram os do Boavista, dos sapos e do clube da fruta) que os jogadores do Benfica apanham sempre pelo caminho, fui ver quantos jogadores, abaixo dos 26 anos (a menos que um ano os transforme em veteranos) actuaram pelo Benfica no clássico da luz para o campeonato. Pavlidis 26, Aktürkoğlu 26, Alexander Bah 26, Kökçü 23, Florentino 25, Carreras 21, Tomás Araújo 22, Trubin 23. Entraram no decorrer do amasso Jan-Niklas Beste 25, Rollheiser 24, Arthur Cabral 26, Zeki Amdouni 23, escapando à justa o avô Renato (27). Não foram utilizados Samuel Soares 22, Schjelderup 20, Issa Kaboré 23, António Silva 21. É verdade, é muita a veterania do Benfica!

Só para se ter uma ideia das dificuldades dos meninos do Boavista do Principado que deram um baile aos veteranos do Benfica, o Mónaco apresentou no seu 11 inicial uma média de idades de 24,54. No Benfica, mesmo com Otamendi e Di Maria no 11 inicial, Bruno Lage abusou da veterania (média de 26,54) do plantel para não perder por muitos frente aos espermatozoides comandados por Adi Hutter!

Os filhos da Carolina (nada de poupar nos adjectivos) que andam às turras com o festejo de Gabriel Magalhães a imitar Gyokeres, no alvalixo, são os mesmos que rejubilaram com a celebração de Pedro Gonçalves a imitar (também em modo provocação) Granit Xhaka, em 2023, no Emirates Stadium, a contar para a Liga Europa. O contraste! No Mónaco mais de metade do estádio estava composto por adeptos do Benfica. Nas televisões e na imprensa portuguesa, salvo raríssimas excepções, torcia-se fortemente pelos franceses. 

O chavão: «Bruno Lage nunca ganhou fora de portas na Champions». Pelo menos este os cientistas das idades vão ter que o enfiar (novamente) na seira. Sofrer um golo a jogar contra 10, e mais isto e mais aquilo, o árbitro que devia ter expulsado meia equipa do Benfica, penalizando com amarelos os meninos do Boavista do Principado, os impropérios na espontânea roda do Bruno Lage, tudo isto mais um par de botas serviu na perfeição para marrar de frente com a equipa desilusão do estruMeira. Já na imprensa internacional...

In SLB - «As mais relevantes publicações desportivas espanholas reservaram crónicas repletas de emoção sobre o duelo da 5.ª jornada da fase de liga da Liga dos Campeões. Contando a história de um "espetáculo impróprio para cardíacos", o jornal Marca destaca a liderança de um "estelar" Di Maria num triunfo que permite ao conjunto encarnado recuperar a boa dinâmica na competição.

O campeão do mundo argentino também foi apontado como figura de proa do Benfica num "jogo louco" pelo jornal As. "Di Maria é imortal. O futebol pode mudar numa questão de minutos e nada melhor do que ter um veterano forjado em mil batalhas à disposição", pode ler-se. Pelo mesmo tom alinhou o Mundo Deportivo: "Ángel Fabián Di María é um desses jogadores que devia ser eterno."

As duas assistências do camisola 11 do Benfica na noite de 27 de novembro, no Principado do Mónaco, também foram destacadas na Argentina e em França, país no qual os monegascos disputam a Ligue 1. Numa notícia ilustrada pela fotografia de Di María a segurar o prémio de Player of the Match da UEFA, o diário Olé exaltou um talento "inoxidável", enquanto o jornal L'Équipe realçou um "diabo à solta" cuja exibição foi decisiva para a reviravolta das águias e para a primeira derrota do Mónaco na atual edição da liga milionária.

Já em Itália, o La Gazzetta dello Sport dá conta da subida de Di María ao 2.º lugar do ranking de jogadores com mais assistências na história da Champions: leva 41 e está a apenas uma de alcançar Cristiano Ronaldo no topo da lista. Na Suíça, o portal Sport.ch relevou os golos decisivos de Amdouni e de Arthur Cabral, ambos com passagem pelo Basileia, destacando o "toque de Midas" de Bruno Lage por lançar a dupla em jogo, desde o banco, ao minuto 65. A "martelada à Arthur", como referiu o treinador do Benfica na conferência de Imprensa pós-jogo, também mereceu destaque no Brasil. O portal Globoesporte referiu o "contributo brasileiro" na reviravolta do Benfica sobre o Mónaco, enquanto o jornal Gazeta Esportiva salientou a reação iniciada pelo "cabeceamento firme" do avançado das águias». 

quarta-feira, 27 de novembro de 2024

Potência do Lumiar continua imparável!

Depois de Moreira de cornos, onde os ditos cujos cresceram como nunca aos especialistas, mais uma noite bem (es)galhada com os cientistas de cabeção à roda a tentar explicar o cansaço, versão1.5 do sapal. A falta que um Roger Schmidt faz para encher a pança da imprensa escrita e falada. O meu realce vai inteirinho para a goleada de 1-0 imposta pelo Bayern ao PSG, que saiu de Munique em total descrédito, envergonhando a imprensa francesa e a sua gloriosa historia. Ao contrário do PSG, esteve muito bem a potência do Lumiar a esmagar o Arsenal, mercê de um ataque avassalador que encheu as medidas da MDCSDQT, fez transbordar o ego dos viscondes falidos e a bazófia dos verdadeiros Peyroteos. Até o Novo Banco teve vontade de comprar 5 sacas de VMOC a preços de ocasião. Não fosse o guarda-redes do Arsenal, melhor em campo a fazer palavras cruzadas, e um Apocalipse igual ao que aconteceu ao Benfica na Alemanha podia muito bem acontecer. Do que nós nos livramos, assim respiraram de alívio os verdadeiros verdadeiros arsenalistas!

Eu confesso que não percebi o João, de mão cheia a acenar à saparia, mas aposto que terá sido um golpe de génio do actual arrasador de conferências de imprensa. Exibindo o porte distinto, patente dos viscondes falidos, já depois de arrasar na flash interview - "adeptos sentem que pode ter sido um erro de casting" - foi na sala de imprensa que ficou bem clara a razão da UEFA fazer questão de escutar o João Mandão. Foi catita pacaralho - falou-se sobretudo de um dedo - mas reconheço que, por aí, não me foi possível chegar lá.

Se houve dedo deste ou daquele, se alguém levou com o dedo, se lhe meteu o dedo...fiquei com a ideia que o bolo apareceu queimado porque o cozinheiro, embora deixasse a receita infalível, foi ensinar os beefs a fazer omelets sem eggs. Talvez que o Sous Chef substituto, por erro de casting, tenha deixado meter o finger na moqueca. Uma confusão do catano! Vejamos...em Inglaterra o bolo do Manchester United, confeccionado em 80 segundos, foi obra do Chef Amorim. Já o cake estragado e as muitas tarts perdidas pelo Ipswich Town, foram culpa do lavador de pratos conhecido por Ten Hag. Pelo menos fiquei a perceber porque é que o Mikel Arteta é um básico a comunicar. Em vez do dedo deste ou daquele, bruto, aproveitou a trapalhada para meter uma mão cheia. Do que eu não duvido é da capacidade da potência em produzir comunicadores em massa. São de excelência interplanetária e florescem no alvalixo como cogumelos alucinógenos. 

Gostei menos da arbitragem, miserável, a safar os sapos de uma noite de maior glória. Com dois penaltis por assinalar a favor do Arsenal e a expulsão de Diomande por duas vezes perdoada, Szymon Marciniak e sus muchachos fizeram lembrar outros trastes que pululam da liga da farsa. Os grandes tubaralhos europeus que, segundo a MDCSDQT encheram a tribuna para observarem os craques, não saíram do alvalixo decepcionados. Pondo de lado os centrais da saparia - que viram os seus passes exponencialmente valorizados - Fabrizio Romano já garantiu que estão mais do que decididos a bater 150M€ em Janeiro para levar do alvalixo o melhor Gyokeres em campo.

quinta-feira, 24 de outubro de 2024

Fair play da treta

Não há muito a dizer sobre justiça da vitória do Feyenoord que nunca deu a sensação de estar em causa. O Benfica não jogou um traque, a estratégia foi uma lastima - uma primeira parte inteira com os centrais a chutar a bola lá para a frente, com o meio campo a ver os aviões, pareceu-me tudo menos estudar bem o adversário - e, a começar pelo capitão Otamendi, com uma exibição horrível, não se viu um fogacho individual que disfarçasse (também houve, obviamente, dois ou três momentos de azar) a medíocre exibição colectiva. 

Com o árbitro Umut Meler a cumprir na perfeição tudo o que eu esperava dele - não fora o VAR e o Benfica sairia deste jogo severamente castigado - foi relativamente fácil aos neerlandeses manter o Benfica manietado e controlado. Bastou ao treinador adversário observar o Pevidém-Benfica aplicando, com melhores interpretes, quase todos os pressupostos, inclusive os de arbitragem, que vingaram nesse jogo. Não se riram dos espectadores como os jogadores do Pevidém mas na manha e no antijogo permitido pelos árbitros andou pelos cinquenta cinquenta. O ridículo movimento do turco de meia tigela a correr desenfreadamente para ameaçar, ainda na primeira parte, um neerlandês pelo continuado gozo de queimar tempo valeu tanto como o cartão amarelo que nunca lhe saiu do bolso até ao fim do jogo. 

No final, sem minimamente questionar a justiça do resultado - tenho a certeza absoluta que com um VAR nacional a derrota seria muito, mas muito mais pesada - a minha estupefacção é mais no sentido de sair do estádio com a sensação que, se o treinador do Feyenoord passou a semana a estudar o Pevidém-Benfica, o nosso treinador parece ter passado os últimos dias a ver filmes de gatinhos com os seus jogadores e, em casa, só assistiu ao canal Panda. Chamem-me o que quiserem mas, perante uma equipa que, para além da eficácia e de ter dissecado muito bem as fragilidades do SLB, passou grande parte do jogo a queimar tempo, oferecer-lhe por duas vezes a bola - perante o meu e o desespero das bancadas - não é apenas ser anjinho. É não ter noção do respeito que é devido aos mais de 61 mil espectadores. O anti-jogo não pode ser brindado com o fair-play da treta. Ainda mais com claro e óbvio prejuízo do Benfica.  

Como não questiono as opções dos treinadores, presumo que a saída de Di Maria, aos 64 mts (mais 4 do que exigem os especialistas) tenha resultado em pleno e que a entrada de Schjelderup, aos 88, foi no vinte para dizimar o que restava do adversário. Kökçü, substituído aos 72 mts, a olhar pela sua cara de felicidade no banco de suplentes, deu ideia de pensar - "Agora posso dizer que adoro jogar futebol".

quinta-feira, 3 de outubro de 2024

Aí está a equipa desilusão da nova Champions!

Olhos esgazeados de quem vai passar uma noite de insónia, nas televisões, no final do jogo, só se via gente com extremas dificuldades em sentar. Nada de sorrisos que o momento era inquietante. A tarde, que fora passada a fazer fé num resultado dilatado, mas ao contrário, resultou numa noite tão entusiasmante como uma música rock num enterro. Mais do que condoídos os catedráticos dos planteis estavam por demais desiludidos. As profecias dos estruMeiras tardam em consolidar e não ajuda nada um Benfica apostado em os azucrinar. 

Em vez de questionarem Bruno Lage sobre a conferência do Amorim ou o porquê da maior derrota de sempre do A. Madrid na Champions, os pés-de-microfone adestrados estavam mais preocupados em saber a razão de Bruno Lage correr para aplaudir os adeptos em Belgrado, quando ontem, o melhor que fez foi entrar no relvado para cumprimentar o árbitro antes de sair para o balneário! Cavalgaduras! Habituado a levar com a escória arbitral da liga da farsa quem não quereria cumprimentar um árbitro que, na maior competição de clubes do mundo, marcou o dobro dos penaltis a favor do Benfica que os João Pinheiros do Fatelas nos primeiros 7 jogos do campeonato?

Passado este teste de cornaduras palpita-me que o Benfica de Bruno Lage ainda necessita de um exame a sério. Este Atlético não serve. Só faltou o Simeone - nem parece o mesmo, lamentam-se os especialistas - aparecer de calções de rapaz pequeno para a desilusão dos estruMeiras ser maior. É óbvio que os moços estavam cansados do jogo com o Real Madrid e tinham demasiados campeões do mundo em campo. Se o Benfica fica fragilizado com Di Maria e Otamendi, imagine-se o A. Madrid com os 4 ou 5 que só pensam na selecção da Argentina. O que não vai ajudar nada é se o Bruno Lage insistir em substituir todos os marcadores - Aktürkoglu, Di María, Alexander Bah, Kökçü - dos golos do Benfica. Fica a dica. Bem esmiuçada dá para uns três quinze dias de intensa polémica nos programas televisivos.

Postura de um Homem com H grande. A forma como pediu aos adeptos - imediatamente respeitado - para pararem com os olés (estúpidos, embora compreensíveis para quem tanto tem sofrido) diz muito do seu caráter. Não fosse por mais nada, obrigado Bruno Lage.

Hoje quem está desiludido com a MDCSDQT sou eu. Que raio de primeiras páginas sem apropósito! Nenhum extrato da entrevista do Luis Mendes, zero sobre a excelência dos minutos de David Neres a brilhar intensamente no Nápoles e nada sobre a veia goleadora do Marcos Leonardo. Jorge Jesus já percebeu como o Benfica está a ganhar? E o calção do Bitó Bruno? O Gyokeres meteu férias, foi? 

Uma palavrinha final - a pensar nos puros, nos exigentes e nos verdadeiros verdadeiros - para os incompetentes que adquiriram flops tão grandes como Kökçü e Álvaro Carreras, por exemplo, vendendo ao desbarato e por tuta e meia todos os grandes craques da equipa. 

Quanto aos estruMeiras, parafraseando o grande Diego Maradona - Que la chupen...y la sigan chupando.

sexta-feira, 30 de agosto de 2024

Bambúrruio de sorte na Champions e os Morato ao desbarato!

Estar posicionado no pote 1, 2, 3 ou 4 vale zero nesta nova maneira que a UEFA encontrou de favorecer os clubes mais endinheirados. Basta olhar para os adversários da potência do Lumiar a partir do pote 3: Manchester City, RB Leipzig, Arsenal, Club Brugge, Lille, PSV, Bologna e Sturm Graz, ou do Sturm Graz do pote 4: RB Leipzig, Borussia Dortmund, Club Brugge, Atalanta, Sporting, Lille, Girona e Brest, em comparação com os do Benfica a partir do pote 2. Feliz do clube da fruta que não tem de se preocupar com estas bolinhas da sorte.

Foi como se assistisse a um sorteio caseiro da Taça ou da liga da farsa. As bolas quentes da UEFA alinharam 5 campeões europeus - 6 em 9 com o SL Benfica - na fase de liga da Champions, o que pressupõe um descalabro muito maior (o que pensar de uma equipa que perde com o Famalicão e se vê à rasca para vencer Casa Pia e Amadora!) do que os verdadeiros verdadeiros e especialistas anteciparam. No entanto, o meu palpite é que lhes vai passar depressa. Depois de recompostos chegarão facilmente à conclusão que o Benfica teve um bambúrruio de sorte. Comprovando essa tendência histórica em matéria de sorteios, os poucos jogadores do SLB que sobrarem da debandada, vão encontrar o pior Barcelona da história, o Bayern Munique mais fraco que há memória, a Juventus mais (vecchia) caduca que se recordam e o mais desastroso Atlético de Madrid. Dos fraquíssimos Monaco, Feyenoord, Bolonha (este com a ressalva de no jogo com a potência se transformar num colosso italiano) menos de 15-0 é uma derrota. Palavra de especialista da especialidade.

Temos aí grandes jogos pela frente na maior competição do mundo. Não é isso que queremos? Para quê o pessimismo? Não temos o destino na liga da farsa - atrás do superlativo Sp Braga, do superfavorito Sporting e do invencível foculporto - tragicamente traçado pelos especialistas da especialidade? Animem-se! Pelo menos na Champions escaparemos a colossos como o Famalicão, Casa Pia e Amadora e temos garantidamente 8 jogos onde não levaremos com o Basco Santos e o André Narciso, o Fabio Verdíssimo e o Tiago moedas. 

Chavões como a falta de projecto desportivo, descontrolo, debandada...foram adoptados pelos verdadeiros verdadeiros e especialistas da especialidade tão umbilicalmente ligados como o bêbado e a tasca ou a fossa e o mau cheiro. Só mesmo uma gigantesca dor de corno pela grandeza do Benfica, pelas ofertas (umas atrás das outras) milionárias por jogadores arrasados na MDCSDQT, que não valiam nada, justifica tamanha putaria. A falta vergonha na cara com a saída de Morato para Inglaterra já vejo os montes de esterco que se ofereciam para o levar de borla ao aeroporto ferrados nas canelas do Rui Costa por vender o fraco central ao desbarato.