
«O Ministério Público (MP) pede a condenação de Francisco J. Marques, diretor de comunicação do FC Porto, no processo da divulgação dos emails do Benfica no Porto Canal. Nas alegações finais do processo, que decorre no Juízo Central Criminal de Lisboa, a procuradora Ana Pais considerou provado que Francisco J. Marques cometeu três crimes de violação de correspondência não consentida. Sobre o diretor de comunicação do FC Porto recaem ainda crimes de devassa da vida privada, de acesso indevido e de ofensa a pessoa coletiva agravado. Ana Pais deixou a pena «à consideração do tribunal», lembrando «a ausência de antecedentes criminais» de Francisco J. Marques. Sobre os restantes arguidos neste processo, a procuradora considerou que Diogo Faria, diretor de conteúdos do Porto Canal, que responde por um crime de violação de correspondência ou de telecomunicações e um crime de acesso indevido, terá auxiliado Francisco J. Marques, mas defendeu que «o tribunal fará a qualificação dos factos». Sobre Júlio Magalhães, antigo diretor do Porto Canal, Ana Pais afirmou que «nunca teve participação direta no conteúdo do programa, nunca teve conhecimento antecipado dos emails e não participou na sua seleção», colocando, por isso, também, à consideração do tribunal uma eventual condenação.»
A mim, que sou leigo na matéria, esta transcrição de Abolha deixa-me a ideia que a Dr. Ana Pais - tal o cuidado com que trata Júlio Magalhães (és tu Madre Teresa de Calcutá?), o fedelho (coitado, se calhar até foi obrigado pelo Benfica!) Faria e o insolvente espanca Marques, condenado a pagar ao Benfica 2M€, detido com pulseira electrónica por violência doméstica (a procuradora lembrou «a ausência de antecedentes criminais») - se enganou na vocação. E tenho serias duvidas que os advogados de defesa conseguissem reunir melhores argumentos para esgrimirem nas alegações finais. Injinheiros macacos me mordam se este caso não me fez lembrar o processo Operação Fénix, quando nas alegações finais no Tribunal de Guimarães, foi o próprio MP a pedir a absolvição de Peido da Costa e Antero Henrique, deixando cair os crimes de associação criminosa e exercício ilícito de atividade de segurança privada ao presidente do clube da fruta.
Fernando Santos (há gajos que nasceram com o cu virado para o sol) depois de desprezado pelo Rónalde e pelo Naundinho das facturas do foculporto, rapidamente encontrou o seu caminho. A Federação Polaca de Futebol (em modo masoquismo continuado) que antes apostou em Paulo Sousa e que tinha como primeira opção Paulo Bento ("recusou apesar da forte insistência") não conseguiu melhor do que convencer o proprietário da Femacosa a substituir Czesław Michniewicz. No nome o Femacosa leva vantagem. No resto, veremos se prefere receber o salário através da empresa, optando por burlar o fisco e o povo polaco, ou se pagará os seus impostos sem trafulhices. Quanto aos naturalizados, temos de esperar para ver quantos brasileiros tem o foculporto da Polónia, a pressa de os internacionalizar, tendo em vista as vendas para fora do país do Holocausto (Auschwitz). Sem Rónaldes na Polónia - Robert (Lewandowski) é o mais parecido que encontrará na sua (prevê-se curta) estadia - oremos para que o bom do Robert não exija a melhor (mãe) Iwona Lewandowska do mundo sempre presente nos estágios e que a sua irmã (Milena Lewandowska) seja tudo menos uma aziada azeiteira.
Começa mal, Rudi García, treinador do Al Nassr: "Temos de trabalhar para não fazer cruzamentos à toa só porque Ronaldo está na área". Cheira-me que este francês mal avisado não durará muito tempo no cargo. Sentindo o perigo, Aboubakar foi o primeiro a basar. Rudi García se começa já com estas falhas de comunicação o mais certo é já estar despedido mesmo que ainda não saiba.
Taliscados. Depois do Wrestling do dia da apresentação chegou a verdadeira provação. Apesar de muito fraco, no campeonato saudita, ainda é preciso correr. Três tentativas de finta, uma bicicleta e dois livres desperdiçados, foi o melhor que o melhor do mundo conseguiu mostrar. Em Portugal o forrobodó também foi do melhor. AbolhaTV transmitiu o acontecimento e não houve telejornal que não assinalasse a primeira conquista de Rónalde no Al Nassr. Talisca foi o único que esteve mal. O golo que lhe foi atribuído merecia ser do Rónalde.
Só um cego não viu que o salto prodigioso do astro português é que permitiu ao atrevido brasileiro cabecear (em vez de passar a bola ao melhor do mundo) para a baliza. "Primeiro jogo, primeira vitória" escreveu o craque nas redes sociais. «Força meu rei», «Deus no comando», digo eu, com licença da Kaka Aveiro. Com Rudi García na corda bamba, José Semedo que, segundo a MDCSDQT, "comunicou retirada a Ronaldo" - pode muito bem ser a solução. Vale uma aposta como nos próximos dias teremos notícias do bom Semedo, ao lado do Regufe, a reabastecer baterias em Riad? No foculporto o doutor milagres trata deles. No Al Nassr é (d)o Ródalde.