quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025
Vencer fora na Champions League já não dá tusa aos especialistas
Pela primeira vez em 121 anos de história, o Benfica obteve 4 vitórias fora de portas na maior competições de clubes do planeta. Para os estruMeiras da especialidade esta seria a equipa desilusão da competição. A MDCSDQT que, antes do embate, se pelava por uma vitória arrasadora, como a dos sapos frente ao 11º do campeonato alemão, no final do jogo bateu forte e feio (quem não soubesse do resultado parecia que falavam de uma derrota) na fraca exibição da maioria dos jogadores. Vencer fora pela margem mínima na Champions League já não dá tusa aos especialistas. A unanimidade é total. Foi um SLB cinzento, a exibição não foi boa e para a segunda mão, em Lisboa, o Benfica só trouxe um enorme saco de problemas: o resultado tangencial, mais duas lesões causadas pelo relvado da Luz, a suspensão de Florentino e vários jogadores na porta de saída, à beira do despedimento, pela performance insuficiente no jardim do principado.
Foi tudo mau. E nem o escasso resultado escapou à má onda que se abateu sobre o Benfica, apesar de ganhar no Mónaco duas vezes de enfiada. Se não acreditam puxem a cassete atrás e ouçam os especialistas do canal 11 dos sapos e da federação do Rónalde, onde o fruteiro Ze Ribeiro da Ribeira, vá lá saber-se porque artes mágicas do diabo, conseguiu caber em estúdio apesar da gigantesca cornadura que exibia! Puta que pariu! Como é possível vomitar as tripas todas a cada vez que fala do Benfica! Um outro moço, especialista dos bonequinhos de computador, ministrava uma aula tentando explicar as graves deficiências de Pavlidis, mas nem tanto seria necessário...
Todos sabiam o local exacto onde o flop do Benfica devia colocar a bola, permitindo a Aursnes isolar-se (e falhar, muito provavelmente) na cara do guarda-redes. Lá por marcar o golo (leva 6 na Champions e 8 nos últimos 6 jogos) da vitória, Pavlidis não se livrou das críticas pela notória falta de jeito que ainda o levou a falhar, pelo menos, outras tantas oportunidades de golo! Na verdade, os cabeçudos em estúdio, tinham ficado tão entusiasmados, de véspera, com a veia goleadora dos sapos e a extraordinária exibição do Gyokeres, que o resultado exíguo do Benfica e o desajeitado Pavlidis ficaram muito aquém do exigido. Aktürkoğlu foi (des)tratado como um jumento e Schjelderup, às portas de voltar ao flop que sempre foi, perdeu a grande oportunidade de sair do Benfica sem ser vendido ao desbarato.
Pelo que eu já soube, nas outras estruMeiras televisivas, a puta da azia andou sempre a volta disso. Resultado fraco, pior a exibição e vários jogadores sem classe para representar o Benfica. Levar 3 batatas no alvalixo até acabou por ser positivo para a potência do Lumiar por ajudar o sagaz Rui Borjão na gestão física da saparia. Vencer duas vezes no Mónaco, onde o Barcelona perdeu, é uma autentica desgraça por obrigar o Benfica a trabalhos forçados que não estavam no(s) seu(s) programa(s). Mais lhe valia trazer 3 batatas para casa tornando a gestão do campeonato tão facilitada, como a da potência, depois de trucidar o Dortmund.
Na liga da farsa o golo de Pavlidis seria, naturalmente, anulado pelo VAR, Carreras não se livraria de ir tomar banho mais cedo e a expulsão de Al Musrati (pensou que ainda estava no Braga) como é óbvio, jamais aconteceria com árbitros como Fábio Veríssimo, Fábio Melo, Tiago moedas, João Pinheiro & comp. Apesar de alguns dejectos arbitrais como Danny Makkelie, Felix Brych, Michael Oliver e outros adestrados, qualquer comparação das arbitragens internacionais com as da liga da farsa será sempre um exercício inexequível.
PS: nos próximos dias, quem quiser seguir o GV no facebook terá de o fazer na página https://www.facebook.com/guachos.vermelhos. O perfil "Joaquim Gonçalves", da mesma rede social, manter-se-á inactivo até ver.
terça-feira, 24 de dezembro de 2024
É Natal é Natal!
É de quem quer ir à falência. No dia em que o Benfica meteu a potência do Lumiar no seu devido lugar o pasquim abolha, jocosamente conotado pelos adversários com o Benfica, encheu a sua primeira página com o novo treinador dos sapos que daqui a 4/5 anos (João Mandão demorou apenas 1 mês a cumprir a profecia do maqueiro Vagandas) encantará o mundo e os arredores do alvalixo.
Vai ser assim - sofrido, sofrido, sofrido - o Natal da MDCSDQT. Na SIC, no pós Benfica-Estoril, dois refinados velhacos retorciam-se nas cadeiras agastados com as fracas performances do Benfica. Um, Jorge Baptista, dizia que o SLB não lhe enche o olho inchado. O outro, David Borges, concordando que também tem sentido o olho alargado, o mais lhe dá pesar é ver o Benfica vencer mas a não o convencer.
Pois a mim, embora o primeiro lugar com apenas um ponto de vantagem me deixe um tudo nada dessincronizado, o Benfica 3-0 Estoril não me passou perto de nada a precisar de ser untado. Confesso que gostei bastante da exibição e ainda mais do resultado. É verdade que eu não sou paineleiro ressabiado nem não faço parte dos verdadeiros exigentes habituados à ópera servida em Contumil e Lumiar, mas, olhando para o plantel sem classe - recordam-se? - e para o treinador de terceira escolha - lembram-se? - as 3 batatas ao Estoril Praia, sem expulsões nem penaltis desbloqueadores de resultados, souberam-me a quatro ou cinco mergulhos do Gyokeres.
Que grande jogo fez o Kökçü que os verdadeiros exigentes, em devido tempo, declararam como mais uma negociata do Benfica! Encheu o campo do principio até ao fim ofuscando outras belas actuações, desde Tomás Araújo e do capitão António Silva ao Vangelis Pavlidis e ao flop (Zeki) Amdouni, numa equipa talhada - já que vence mas não convence e nem sequer lhes enche o olho - para fecundar especialistas.
Pavlidis não marcava desde mil novecentos e carqueja? Tomem lá um presente de Natal. Os avançados, todos juntos, marcam menos golos que os penaltis do Gyokeres? Chupem lá, especialistas da especialidade, dois Pais Natais de chocolate oferta do suíço Amdouni. Foi difícil? Foi, que a nós ninguém nos dá nada. E até o António (nada) Nobre, imbuído no espirito natalício, aos três minutos de jogo já tinha perdoado dois amarelos (que a tarde/noite foi pintada de vermelho) ao Estoril. O cartão amarelo mostrado a Kökçü, por fazer o que minutos antes um estorilista tinha feito (atirar a bola para muito mais longe) sem castigo, é de um traste que odeia o futebol. O penalti prontamente assinalado, revertido pelo VAR, diz (quase) tudo de um árbitro, VAR do Chaves-Benfica que quase entregou o titulo 2022/23 à potência do Lumiar e que, no Chaves-Sporting da mesma época, recolheu a unanimidade dos especialistas nos dois erros graves que cometeu: «um penalti mal assinalado sobre Paulinho e não assinalou um penalti por mão na bola de Coates na grande área». Como imortalizou Diego Armando Maradona. "A los que no creían, con perdón de las damas, que la chupen, que la sigan chupando"
Um Santo e Feliz Natal para todos.


