Quem, não conhecendo os resultados e o lamaçal mediático da tugolândia, ouvisse as análises de Sporting-Arsenal e Mónaco-Benfica, ficaria convencido que os sapos ganharam (o que a Maria ganhou no meio do centeio) tudo o que podiam ganhar e que o Benfica, ganhando, perdeu tudo o que (não) podia perder. O culpado, afirmavam os condoídos cientistas, foi Di maria - a quem maltratam desde que regressou ao SLB - que, jogando mal comócaralho, acabou por fazer dois passes (pelo menos nos cruzamentos e "bolas paradas" ainda serve) que bateram na cabeça dos desajeitados Zeki e Cabral. Bruno Lage - um malcriado por comparação com postura de visconde de João Mandão - errando em quase todas as opções que tomou (se o Benfica não dá a volta ao jogo já tinham preparado o arsenal que definitivamente enterraria o Arsenal) teve a sorte de meter os dois proscritos da MDCSDQT que, por acaso, levaram com os misseis teleguiados de Di Maria na cabeça. Génio é o outro que por estes dias anda a ensinar o bê-á-bá do futebol aos ingleses.
Sejamos francos. Contra os meninos do Mónaco, foi um jogo muito mau do Benfica, marcando apenas 3 golos fora de casa na Liga dos Campeões. E, para piorar ainda mais a noite, os seus avançados desperdiçaram oportunidades de golo tão escandalosas que até a minha tia marcava. Coisa pouca, mas de envergonhar a sua história, frente a uma equipa que esta época ainda não tinha perdido na Champions. Infelizmente, para os cientistas da bola, o Benfica não jogou sozinho, sofreu dois golos e, pasme-se, com este mau resultado (o que eu me rio com o 'não era preciso sofrer tanto'!) ficou muito aquém da desilusão que os estruMeiras desde cedo desejaram/prognosticaram.
Se de véspera o ambiente de funeral tomou conta das TVs ontem foi-lhes impossível disfarçar uma dor de corno tão grande como a raiva com que se atiraram a Bruno Lage por não ir a correr para os milhares de benfiquistas nas bancadas, optando por uma roda onde soltou uns gritos e uns impropérios que - no entender de uns quantos pulhas sodomizados com o resultado - horrorizaram as criancinhas que aquela hora ainda não estavam na cama. Em Munique é que era, zurravam em uníssono! Em Belgrado, como se recordam, a mesma escumalha tinha marrado com o treinador do Benfica por ir a correr bater palmas aos adeptos depois de vencer, outra vez à rasquinha, o Estrela (mais um Estrela fraquinho) local. Ontem, esse Estrela Vermelha a quem o Benfica, segundo a exigência dos cientistas da bola, tinha obrigação de golear, passou a ferro (5-1) o Estugarda com a mesma facilidade com que a potência ia trucidando o Arsenal.
Com os sete do Benfica-Estrela na algibeira e os cinco do Arsenal à potência do Lumiar enfiados na seira (Obrigado Enid Blyton pela oportunidade) são por demais evidentes as ramagens de tamanho gigantesco nas cabeças! Nunca o Mónaco, que venceu o Barcelona na prova, teve tanta escumalha mediática a torcer por si contra o clube que lhes põe palha na mesa. Francamente, e apesar de eu ter a pretensão de pensar que poucas coisas são capazes de me assombrar, tenho de reconhecer que ainda existem uns espécimes mais rastejantes do que eu ousaria imaginar. Se alguém ligou a TV no exacto momento em que Arthur Cabral cozinhou a terceira picanha em 4 dias (2-2 nas minhas e nas contas de milhões de telespectadores em todo o mundo) ficaria estarrecido com o avolumar (3-1) de mais um Apocalipse do Benfica. Percebeu-se como o sapo de serviço, seja lá ele quem for, estava nervoso e com o dedo no gatilho.
Sem mais explicações, fiquem a saber que um br🤡che da rua escura, um sapo com nome de Andrade e um seboso Zé bolotas, juntos, conseguem cheirar menos mal da boca que um monte de merda Calado. Ah, e o francês Kickoff Gomes (também) é uma boa bosta.





