Mais uma noite apocalíptica após um mau resultado do Benfica. O que Bruno Lage precisa para preencher os requisitos necessários de grande treinador é declarar-se a cagar para os críticos que o insultam, rasgando-o, e às suas opções, nas redes sociais. Em menos de um fósforo terá os especialistas da especialidade encantados com a sua espontaneidade. E a sua facilidade para explicar a eliminação da Champions aos pés do Krasnodar será usada como tese durante decadas para formatar as novas gerações de talibans da internet.
Estão sempre à espera de uma derrota para mostrarem o quanto são miseráveis. Sempre à espera de uma derrota para rasgarem a excelência de um projecto que já foi centenas de vezes explicado. Sempre à espera de uma derrota para rasgarem miúdos de vinte anos que apenas uns meses atrás competiam na equipa b do Benfica. Sempre à espera de uma derrota para rasgarem o treinador - seja lá ele qual for - e toda estrutura que criou e montou o futuro do Benfica. Sempre à mama. A olhar para o umbigo. Apostados em aumentar o ruído. Apostados em ajudar os inimigos. Miseráveis que tão mal tratam a honestidade intelectual.
Honestidade intelectual é explicar como é que se contratam melhores jogadores (e com que dinheiro) do que aqueles que o Benfica já tem. Onde é que se vão buscar craques capazes de tirar o lugar a Pizzi, Florentino, Tomás Tavares, André Almeida, Grimaldo, Gedson, Rúben Dias, Ferro, Jardel, Vinícios, Rafa, Cervi, Raúl de Tomás, Seferovic...Onde é que estão os jogadores melhores que os citados, já feitos e com experiência de Champions, que o Benfica possa comprar sem ter de vender o estádio, a segunda circular e o centro de estágio? E ainda com a honestidade intelectual como pano de fundo, o que diriam esses permanentemente insatisfeitos se o Benfica ousar vender qualquer deles por valores abaixo dos 100 milhões de euros? Não os teríamos de imediato com as bazucas nas mãos a exigir eleições?
Estão sempre à espera de uma derrota para mostrarem o quanto são miseráveis. Sempre à espera de uma derrota para rasgarem a excelência de um projecto que já foi centenas de vezes explicado. Sempre à espera de uma derrota para rasgarem miúdos de vinte anos que apenas uns meses atrás competiam na equipa b do Benfica. Sempre à espera de uma derrota para rasgarem o treinador - seja lá ele qual for - e toda estrutura que criou e montou o futuro do Benfica. Sempre à mama. A olhar para o umbigo. Apostados em aumentar o ruído. Apostados em ajudar os inimigos. Miseráveis que tão mal tratam a honestidade intelectual.
Honestidade intelectual é explicar como é que se contratam melhores jogadores (e com que dinheiro) do que aqueles que o Benfica já tem. Onde é que se vão buscar craques capazes de tirar o lugar a Pizzi, Florentino, Tomás Tavares, André Almeida, Grimaldo, Gedson, Rúben Dias, Ferro, Jardel, Vinícios, Rafa, Cervi, Raúl de Tomás, Seferovic...Onde é que estão os jogadores melhores que os citados, já feitos e com experiência de Champions, que o Benfica possa comprar sem ter de vender o estádio, a segunda circular e o centro de estágio? E ainda com a honestidade intelectual como pano de fundo, o que diriam esses permanentemente insatisfeitos se o Benfica ousar vender qualquer deles por valores abaixo dos 100 milhões de euros? Não os teríamos de imediato com as bazucas nas mãos a exigir eleições?
Só jogam os que é preciso vender! Metem-nos na Champions, dá-se-lhes uma mexidela e despacham-se para os grandes clubes europeus - uma cambada de totós dispostos a encherem a algibeira a Jorge Mendes - por um comboio de euros. Esta é das que mais se enquadra na honestidade intelectual ou na falta dela. Ideia peregrina a do Benfica de meter na montra os seus piores jogadores. Sim porque só uma aventesma ao quadrado é que pode imaginar que os melhores ficam resguardados no banco (ou nas bancadas) ou em casa para promover aqueles que o Benfica e o Mendes preferem despachar...
Fejsa, Pizzi e Samaris, todos na casa dos trinta, não jogam porque o Benfica tem medo que o Barcelona e o Bayern os contratem por valores acima de João Félix. Em vez disso procura-se enganar os possíveis compradores com uma meia dúzia de putos imberbes que não têm o mínimo de categoria para jogar na Champions. Por outro lado, não se aposta no jovem Zivkovic porque o Benfica prefere tê-lo a engonhar no Seixal sem aproveitar a montra da Champions para o valorizar e e despachar para Espanha ou Inglaterra! Honestidade intelectual acima de tudo. Não prestam enquanto são nossos. Se for para sair já valem mais que a Katia Aveiro e o Rónalde juntos.
Por causa de João Félix, após dois jogos sem marcar, já andavam nas tertúlias, nas redes sociais e nos programas da especialidade a pedirem um banho de humildade no banco ou uns jogos de castigo na equipa b para ganhar corpo. Vendido, transformou-se no ai jesus dos talibans. O Samaris, por esta altura, é o Eusébio que nos pode levar ao Olimpo e o Zivkovic o dom Sebastião que nos vai resgatar do nevoeiro! A Pizzi basta o treinador metê-lo no banco para se assumir como o novo super homem encarnado. Até ontem, às vezes servia para o campeonato e nem a ponta de um corno na Champions. Seferovic passa de uma semana para outra de um autentico perneta para o gajo que o Lage nunca pode deixar de fora. Vinícios tanto é um flop e uma negociata do Veira como, de repente, se torna absolutamente (in)dispensável na Champions. Chiquinho também tem dias. Lesionado é o maior. Na Europa é porque não toca na chincha.
Fejsa, Pizzi e Samaris, todos na casa dos trinta, não jogam porque o Benfica tem medo que o Barcelona e o Bayern os contratem por valores acima de João Félix. Em vez disso procura-se enganar os possíveis compradores com uma meia dúzia de putos imberbes que não têm o mínimo de categoria para jogar na Champions. Por outro lado, não se aposta no jovem Zivkovic porque o Benfica prefere tê-lo a engonhar no Seixal sem aproveitar a montra da Champions para o valorizar e e despachar para Espanha ou Inglaterra! Honestidade intelectual acima de tudo. Não prestam enquanto são nossos. Se for para sair já valem mais que a Katia Aveiro e o Rónalde juntos.
Por causa de João Félix, após dois jogos sem marcar, já andavam nas tertúlias, nas redes sociais e nos programas da especialidade a pedirem um banho de humildade no banco ou uns jogos de castigo na equipa b para ganhar corpo. Vendido, transformou-se no ai jesus dos talibans. O Samaris, por esta altura, é o Eusébio que nos pode levar ao Olimpo e o Zivkovic o dom Sebastião que nos vai resgatar do nevoeiro! A Pizzi basta o treinador metê-lo no banco para se assumir como o novo super homem encarnado. Até ontem, às vezes servia para o campeonato e nem a ponta de um corno na Champions. Seferovic passa de uma semana para outra de um autentico perneta para o gajo que o Lage nunca pode deixar de fora. Vinícios tanto é um flop e uma negociata do Veira como, de repente, se torna absolutamente (in)dispensável na Champions. Chiquinho também tem dias. Lesionado é o maior. Na Europa é porque não toca na chincha.
Ao Benfica, se quiser valorizar os seus jogadores a um nivel estratosférico, basta que o treinador os sente no banco de suplentes.Não os convocar é o mesmo que fazer perigar o lugar que é, por direito próprio, do Marafona e, quiçá, os sonhos húmidos do Fernando Santos!
O Benfica europeu...
O Benfica europeu...
Só para se ter uma ideia, foram "apenas" 79 as equipas que se apresentaram nos blocos de partida, em 2019/20, mas somente uma (todas as outras terão falhado o objectivo) será coroada em Istambul, a 30 de Maio. Passaram à fase de grupos;
ESP: Barcelona, Atlético Madrid, Real Madrid, Valencia
ENG: Manchester City, Liverpool, Chelsea, Tottenham Hotspur
ITA: Juventus, Napoli, Atalanta, Internazionale Milano
GER: Bayern München, Borussia Dortmund, RB Leipzig, Bayer Leverkusen
FRA: Paris Saint-Germain, Lille, Lyon
RUS: Zenit, Lokomotiv Moskva
POR: Benfica
UKR: Shakhtar Donetsk
BEL: Genk, Club Brugge
TUR: Galatasaray
AUT: Salzburg
CZE: Slavia Praha
NED: Ajax
GRE: Olympiacos
CRO: GNK Dinamo
SRB: Crvena Zvezda
As quatro melhores equipas espanholas, quatro melhores inglesas, quatro melhores italianas, quatro melhores alemãs, três francesas, duas russas e demais países periféricos com uma, como Portugal e a Holanda. No início dos anos sessenta eram menos de trinta, e apenas o campeão nacional de cada país entrava nas contas. Havia um espanhol, um italiano, um alemão, um inglês, um francês... e com um sorteio favorável qualquer clube com alguma qualidade - e uma pontinha de sorte - podia chegar à final e...ganhá-la.
Para vencer a Taça dos Clubes Campeões Europeus de 1960–61 o Benfica precisou de ultrapassar o Hearts Escócia, Újpesti da Hungria, AGF Dinamarca, Rapid Viena e Barcelona de Espanha. Na Taça dos Clubes Campeões Europeus de 1961–62 venceu Austria Vienna, Nuremberg, Tottenham Hotspur e Real Madrid! E tinha jogadores, que manteve durante mais de uma década, como José Águas, José Augusto, Simões, Coluna, Torres e um senhor chamado Eusébio! Deixo as comparações de jogadores para os verdadeiros especialistas. Prefiro comparar os possíveis adversários. Barcelona, Atlético Madrid, Real Madrid, Valência, Manchester City, Liverpool, Chelsea, Tottenham Hotspur, Juventus, Napoli, Atalanta, Internazionale Milano, Bayern München, Borussia Dortmund, RB Leipzig, Bayer Leverkusen, Paris Saint-Germain, Lille, Lyon, Ajax...Até dói!
Quando se fala em Benfica Europeu é preciso observar as distâncias. Perceber o contexto, aliviar a pressão, medir a paixão, largar Marte e aterrar na realidade competitiva e financeira actual. Honestidade intelectual. O Futebol romântico e da "bola quadrada" já não volta mais!
ESP: Barcelona, Atlético Madrid, Real Madrid, Valencia
ENG: Manchester City, Liverpool, Chelsea, Tottenham Hotspur
ITA: Juventus, Napoli, Atalanta, Internazionale Milano
GER: Bayern München, Borussia Dortmund, RB Leipzig, Bayer Leverkusen
FRA: Paris Saint-Germain, Lille, Lyon
RUS: Zenit, Lokomotiv Moskva
POR: Benfica
UKR: Shakhtar Donetsk
BEL: Genk, Club Brugge
TUR: Galatasaray
AUT: Salzburg
CZE: Slavia Praha
NED: Ajax
GRE: Olympiacos
CRO: GNK Dinamo
SRB: Crvena Zvezda
As quatro melhores equipas espanholas, quatro melhores inglesas, quatro melhores italianas, quatro melhores alemãs, três francesas, duas russas e demais países periféricos com uma, como Portugal e a Holanda. No início dos anos sessenta eram menos de trinta, e apenas o campeão nacional de cada país entrava nas contas. Havia um espanhol, um italiano, um alemão, um inglês, um francês... e com um sorteio favorável qualquer clube com alguma qualidade - e uma pontinha de sorte - podia chegar à final e...ganhá-la.
Para vencer a Taça dos Clubes Campeões Europeus de 1960–61 o Benfica precisou de ultrapassar o Hearts Escócia, Újpesti da Hungria, AGF Dinamarca, Rapid Viena e Barcelona de Espanha. Na Taça dos Clubes Campeões Europeus de 1961–62 venceu Austria Vienna, Nuremberg, Tottenham Hotspur e Real Madrid! E tinha jogadores, que manteve durante mais de uma década, como José Águas, José Augusto, Simões, Coluna, Torres e um senhor chamado Eusébio! Deixo as comparações de jogadores para os verdadeiros especialistas. Prefiro comparar os possíveis adversários. Barcelona, Atlético Madrid, Real Madrid, Valência, Manchester City, Liverpool, Chelsea, Tottenham Hotspur, Juventus, Napoli, Atalanta, Internazionale Milano, Bayern München, Borussia Dortmund, RB Leipzig, Bayer Leverkusen, Paris Saint-Germain, Lille, Lyon, Ajax...Até dói!
Quando se fala em Benfica Europeu é preciso observar as distâncias. Perceber o contexto, aliviar a pressão, medir a paixão, largar Marte e aterrar na realidade competitiva e financeira actual. Honestidade intelectual. O Futebol romântico e da "bola quadrada" já não volta mais!


