Mostrar mensagens com a etiqueta guarda abel. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta guarda abel. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

O regresso do guarda Abel!

Longe vão os tempos em que provocar o Clube rival era recebê-lo à pedrada, partir-lhe os vidros do autocarro à entrada do curral (estádio), encher o balneário com creolina e detritos tóxicos que obrigava os jogadores a equiparem-se nos corredores emporcalhados, contratar feiticeiros, mães de santo e bruxos para o staff especializado, enterrar galinhas pretas no relvado em vésperas dos jogos, atirar bolas de golfe para cima do guarda-redes adversário e, em caso de força maior, encostar a cabeça aos árbitros - atempadamente amassados no tristemente celebre túnel dajantas - e persegui-los ferozmente como lobos esfaimados. 

A versão «beto da Foz» face rat Billas-Boas é meter vídeos interruptos na cabine dos árbitros sem que estes os possam desligar, decorar as paredes do balneário com recortes do pasquim do clube, onojo, alusivos aos troféus da fruta e manter o ar condicionado (sem comando) ligado com a temperatura no máximo! Os foguetes a estoirar em frente ao hotel de madrugada, na véspera do jogo, sendo uma novidade para os sapos, há decadas que fazem parte da rotina do Benfica. Se não mandarem para lá a macacada os jogadores nem adormecem! Modernizem-se, pá! Mandar colocar cortinas e colunas de som em cima dos adeptos para abafar os seus cânticos é bem melhor do que os obrigar (os do Benfica) a descalçarem-se e só os deixar entrar no curral já decorrer da segunda parte.

Ficamos sem saber se Luis Godinho, muito elogiado pelo Billas, também teve o seu balneário decorado. Obviamente com fruta, que nunca falta naquele antro de malfeitores e - como não podia deixar de ser - com imagens (de o nojo) do guarda Abel espalhadas pelas paredes, fotos icónicas como a de José pratas a correr espavorido à frente dos jogadores do foculporto, outras com as donzelas do Calor da Noite e da Taberna do Infante, as que mostram o assalto dos super dragões ao centro de treinos dos árbitros, as do talho partido do árbitro Manuel Mota e, entre muita outras conquistas gloriosas, imagens do restaurante (Taberna da Esquiça) do pai do árbitro Jorge Ferreira atacado pelos muchachos do injinheiro macaco que na véspera do foculporto-sporting foi finalmente libertado da pildra. 

A versão beto Billas-Boas pode parecer menos 'grunha' mas a canalhice está toda lá e os métodos medievais - herança histórica de quem não sabe, nem gosta de ganhar sem batota - também. E pasme-se, também se jogou bom futebol onde a magia andou à solta no curral de Contumil. Quando assistimos a estes jogos, prenhes de criatividade, é que percebemos como o Benfica está órfão de jogadores com essas características. Num jogo com tanta riqueza técnica, ainda assim, duas jogadas épicas ficarão para sempre na memória do clássico. A jogada do clube das putas ao esconder a toalha do Rui Silva foi de génio e mandar retirar as bolas regulamentares ao redor do relvado assim que o foculporto marcou, foi épico. Do lado do sapal, a marcação cerrada (durante os 99 mts) de Hjulmand ao sapo Luis Godinho é pura magia. O penalti salvador aos 98 mts foi de antologia. E o Benfica a colecionar penaltis não assinalados e oportunidades perdidas. 

sexta-feira, 12 de maio de 2023

Pistolas, bruxarias, ácidos nos balneários...

Pacheco seguiu as pegadas de Sousa, um ingrato a quem o Benfica dera tudo, trocando o maior clube português pelos sapos, ao rasgar uniteralmente o contrato, num episódio reles, com Sousa Cintra a vestir a pele de chefe do gangue que tentou tomar de assalto o Benfica. Eu, que os admirava enquanto futebolistas, nunca mais pude olhar para a cara deles. Hoje, passados trinta anos, Pacheco recuperou uma parte do respeito perdido desde então. Não são muitos, eu não me lembro de nenhum, os antigos futebolistas, benfiquistas ou não, que falem de forma tão desassombrada dos esquemas do crime organizado. Pacheco, goste-se ou não, prestou hoje um grande serviço ao Benfica e ao futebol. Numa entrevista ao jornal Abola - de quando em vez o pasquim do João Mauzinho parece ganhar alguma vergonha na cara - Pacheco põe a nu o que, aqui, neste espaço, denuncio e que a MDCSDQT tenta a todo o transe esconder. Sem esquecer que Rui Costa, com uma proposta mirabolante nas mãos, lhes deu tampa e que João Vieira Pinto, que também foi assediado, já a caminho do alvalixo foi resgatado à ultima hora por Jorge de Brito, por uma pipa de massa, deixo parte da entrevista que fala por si própria...

Esse afastamento da Liga dos Campeões surgiu no momento da quebra da equipa?

- Acho que a quebra com o FC Porto… ou melhor os jogos com o FC Porto têm de ser trabalhados de uma forma específica. Tem de se perceber bem o enquadramento em que se vive e adaptarmo-nos àquele jogo específico. Não tem nada a ver com os outros. O FC Porto faz isso bem e o Benfica não. O FC Porto tira partido de uma agressividade que não tem o mesmo critério em relação ao Benfica. Se nós formos analisar os jogos vemos isso com relativa facilidade. Se calhar, em média, um jogador do FC Porto para levar um amarelo a equipa pode fazer 8, 9 ou 10 faltas. O Benfica à segunda falta tem um amarelo e aqui e ali são condicionados por aquilo que o FC Porto tem de excelente, que é trabalhar os jogos na sua antevisão. E, quando chega ao momento do jogo, vão os árbitros, os jogadores, os adeptos e a comunicação social condicionados. Apesar de não concordar tenho de respeitar as estratégias de cada um. Dou os parabéns ao FC Porto por isso, apesar de ser totalmente antagónico a essa forma de estar. O Benfica tem de trabalhar o jogo do FC Porto de uma forma específica porque os desaires com o FC Porto podem repercutir-se nos jogos seguintes e foi o que aconteceu com o Inter e em Chaves.

Quando defrontavas o FC Porto como jogador já era assim?

— Era muito mais. Era assim vezes 6, 8 ou 10. Desde as pessoas nos mostrarem as pistolas, desde bruxarias espalhadas pelos corredores, desde ácidos nos balneários, desde não nos permitirem fazer o aquecimento no estádio principal e obrigarem-nos a ir para o campo secundário, passando estrategicamente pelo meio de centenas de adeptos a cuspirem-nos. Desde foguetes e motorizadas sem escape a noite inteira à porta dos hotéis onde estávamos a dormir…. Tudo. Tudo o que pode imaginar foi feito.

— Isso acontecia cada vez que jogavas no Estádio das Antas?

— Sempre. Sempre. Por exemplo: num dia de 30 graus fomos ver o relvado quando chegámos e estava completamente seco, depois já não conseguimos lá fazer o aquecimento e quando entrámos para começar o jogo as faixas laterais estavam completamente alagadas. Valia tudo! Desde o simples funcionário a chamar-nos nomes, a cuspir-nos e a ofender-nos. Tudo, tudo o que posam imaginar.

— Viveste isso só na década de1980 quando eras jogador do Benfica ou também quando estiveste no Sporting?

— O FC Porto tem um inimigo de estimação que é o Benfica e com o Benfica é tudo muito mais. No Sporting também, não tanto, mas também. O FC Porto não pode permitir que o Sporting se coloque no meio do seu inimigo de estimação. Por questões estratégicas quando é preciso apertar o Sporting eles apertam sempre. Foi visível o ano passado. Foi visível este ano. A nós só nos restava tentar vencer independente dos aspetos exteriores. Convém dizer que o FC Porto nessas alturas também teve excelentes equipas com jogadores de altíssima qualidade. Ao longo dos anos as coisas começaram a ser mais expostas e, entretanto, desenvolveram novas técnicas. Hoje as coisas já são diferentes, com o mesmo objetivo, mas estratégias diferentes. 

— Quais são agora?

— Vê-se. Bonecos pendurados nas pontes, ataques permanentes de toda ordem, ataques às casas do Benfica, ameaças a tudo e a todos, controlando as pessoas que estão ligadas ao futebol, ameaçando através das famílias e dos negócios. Acho incrível como é que até hoje, sendo o Benfica um clube tão poderoso na sua dimensão, e sendo a indústria do futebol uma coisa que tem uma economia tão forte, não se legisla tudo de forma a salvaguardar todos os clubes. É só fazer como vemos noutros países. Nada mais. Adorava que isso fosse feito aqui para que o nosso campeonato fosse de referência a nível europeu. Alguém tem que paquerar e pensar no futuro do nosso futebol e perguntar o que é que nos impede de ir mais além.

— Nesta fase da época, o Benfica tem quatro pontos de vantagem sobre o FC Porto. A pressão é maior?

— O Benfica não tem de pensar nos outros. Tem é de definir muito bem o seu objetivo que é ganhar em Portimão e no mínimo empatar em Alvalade. Tem de prepará-lo e executá-lo, olhar para dentro, pois toda a gente sabe que tem capacidade. O Benfica tem qualidade para isso. Depois tem o último jogo com o Santa Clara em casa e até podia ser com o Bayern. Nem há conversa.

Esta e muitas outras estórias aqui - https://www.ligadafarsa.pt/

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Só mudam as moscas...



Pequena amostra da forma de como eram ganhos os campeonatos nos «gloriosos» anos 80/90...
Quem viveu, como eu vivi, esses tempos de roubos descarados - sabe que decisões como esta eram o pão nosso de cada dia. E também sabe que era praticamente impossível marcar um golo àquela organização de criminosos. 

E esta nem foi uma situação das mais gravosas. Assisti a coisas muito mais asquerosas em que apenas terá faltado serem os próprios árbitros a meter a bola na baliza...esqueçam os elmanos santos, os xistras, proenças, benquerenças e afins...são autenticos meninos de coro se os compararmos com velhos trastes como, donato ramos, rosa santos (que ladrão meu Deus!), mário leal, fortunato azevedo, juvenal silvestre, sepa santos, izidoro rodrigues, ezequiel feijão, francisco silva, veiga trigo, carlos calheiros, josé pratas, josé guimaro, vitor correia (o comentador deste lance) josé silvano (não, vocês, os mais novos, nem fazem ideia de como até um bizarro bisonte podia arbitrar em Portugal) e outros tantos que agora não me recordo...

Não falando no suplicio que era por essa  altura actuar no antro dos criminosos, onde não havia ninguém (árbitros e/ou equipa adversária) que não fosse cuspido e agredido nos túneis até entrar em campo...
Se por um mero acaso - ao intervalo; a equipa forasteira estivesse a ganhar (coisa rara mas que chegou a acontecer) passar naqueles túneis, onde "morava" a pior espécie da escoria azul às riscas, era um martírio e coisa de autênticos heróis.
Desde as putas do reinaldo até aos capangas do abel  - todos ''molhavam a sopa'' à passagem dos ''heróis"!

De tal foram que ficaram famosas as ''extraordinárias'' segundas partes dajantas, onde as goleadas apareciam como que por encanto; equipas adversárias cagadas de medo, sem ousar passar o meio campo e os árbitros já de cueca borrada e com as costas muito mais aquecidas (os famosos calduços do guarda abel e comp.) 

Ouvi um comissário confessar o seguinte; naqueles túneis passavam-se lá coisas que nem nós (eles a Policia) nos atrevíamos a meter lá os pés...era melhor nem tomar conhecimento! E foi assim que se construíram os títulos e o poder maléfico que embora mais diluído - ainda dura até hoje...

Mudam as moscas mas...
Sabem quem é o empresário de 14 dos seleccionados da selecção dos Fernandos?
Vá lá...eu espero...exacto; Jorge Mendes! Não é tão bonita a renovação?

As televisões continuam a maravilhar-nos com imagens dos treinos do novo treinador e dos ''novos'' craques convocados...só coisas boas e pasme-se; Fernando subiu ao palanque para observar os "gestifutes" e os outros...e é da sua ''torre de controlo” que, equipado a preceito, dentro de um azul esplendoroso, o moço posa sorridente para as fotos...
Estou mesmo a ficar velho! Vejam lá que eu ainda sou do tempo em que as cores da selecção portuguesa eram o vermelho e o verde!