O pasquim Abolha foi ouvir Toni e Oceano, antigos capitães do Benfica e dos sapos. Toni recordou uma vitória e as celebres 5 batatas do Benfica ao intervalo. O sapo (11 anos de Sporting) lembrou-se de uma festa que estragaram ao Benfica. É isto que define os dois clubes.
Sapos a serem sapos. Na época passada declararam guerra a João Mário. Ontem caçaram Rafa como um coelho. E as substituições do Saporim foram no sentido de (continuar a) rachar o Rafa a meio. Em comum, dois penaltis - um em cada jogo - por assinalar sobre Rafa que 'ninguém viu' ou quis saber. O árbitro que o permitiu foi o mesmo pasteleiro. No VAR, em Dezembro de 2021, esteve o lagarto Hugo Miguel. Ontem avançou o batráquio da moeda de dois cêntimos. Nos 1-3 da época passada, 63% de posse de bola para o Benfica. Ontem, ligeiramente inferior (58%) ainda a favor do S.L.B.. Receita dos sapos de sucesso comprovado: porrada de criar bicho e toda a fé mundo nas nomeações provocatórias do Fatelas (Gomes). Com o Benfica, quedo e mudo, foi Roger Schmidt a explicar...
"Penálti? Acho que o árbitro tinha tomado uma decisão muito boa. Viu o lance no momento e não assinalou nada. Do meu ponto de vista, as instruções para o VAR são óbvias: se não for claro, não é preciso interferir. O árbitro demorou cinco minutos para reverter a decisão, e se precisou de cinco minutos é porque não foi claro. Para mim não foi penálti". Para mim também não. Pulinho, a léguas da classe futebolística de Taremi, na falta de caráter e nos mergulhos patéticos para o relvado está muito à frente do mergulhador mor do foculporto. Apanhou António Silva desamparado, lançou-se para a sua frente, arrastou o pé no chão e esperou pelo contacto inevitável. Tiago moedas e o pasteleiro aproveitaram o teatro e fizeram aquilo para que estão formatados. O resto são palhaçadas e discussões de aviário.
Tenho de confessar que poucos seres humanos me provocam mais asco que o pasteleiro Soares Dias. Repugna-me a soberba (sempre com um sorriso de gozo irreprimível a bailar-lhe na focinheira) com que olha para os futebolistas do Benfica. E, porque sei de antemão, que, a menos que façamos uma exibição perfeita, dificilmente ganharemos um derbi ou um clássico com este hediondo personagem do apito, é fácil de perceber o esforço que faço para não vomitar sempre que me deparo com aquele sorriso velhaco pela frente. Se lhe juntarmos um pedaço de excremento, como o Tiago moedas Martins, no VAR - fica reunida a nata (com licença do Fábio Veríssimo) da liga da farsa dos apitadores anti-Benfica, capazes de meter a um canto boa parte dos assaltantes que o Apito Dourado pariu.
Penalti pró foculporto, só que pró sapos. Ontem vimos tudo o que a liga da farsa tem de pior. A equipa mais manhosa da liga. O árbitro mais foculportista da liga. o VAR mais execrável da liga. 90 minutos de jogo com o Sporting a tentar queimar tempo, mergulhos constantes para o relvado e sapos agarrados à cabeça queixando-se de agressões múltiplas. Confirmou-se que o Paulinho é um asco, que o Nuno Santos é um escarro, confirmou-se que o pasteleiro é um barrasco e confirmou-se que o 'moedas' sempre foi um repelente lagartaço.
Rafa, caçado sistematicamente, saiu de campo à beira de um esgotamento com um cartão amarelo (segue com seis na liga da farsa) na única falta que fez em todo o jogo, depois de 90 minutos a ser maltratado, à vez, por tudo quanto era sapo. Ugarte vestiu a pele do Otávio cuspideira, com patadas de criar bicho, distribuindo fruta a torto e a direito, sem gastar metade das pilhas (da bancada não consegui perceber se também tinha a língua azul) que lhe deram gás para três jogos de enfiada. Viu um cartão amarelo aos 62 minutos! Otamendi (duas faltas em toda a partida) amarelado aos quatro minutos vai ficar de fora (no jogo anterior foi Rafa a 'descansar') no próximo jogo da liga. Inchados como nunca, os sapos saíram da luz a doze pontos do Benfica, a oito do Sp. Braga e a sete do foculporto. O Casa Pia, com menos um jogo, está um ponto de os ultrapassar. Mostraram-se tão felizes como o Varzim por só ter perdido 2-0 com o Benfica!
Roberto Martinez, dias depois de prestar vassalagem ao melhor Rónalde das arábias, deve ter saído do Estádio da Luz (é pedir muito deitar foguetes apenas quando houver festa?) encantado com as peripécias da liga da farsa, com as palhaçadas dos sapos e as manigâncias dos árbitros! Que pena o espanhol não ter aproveitado a viagem ao deserto para levar os dois (o pasteleiro da fruta e o moedas dos sapos) a tiracolo antes de os enfiar bem no fundo do cu do primeiro camelo que lhe deu as boas vindas.
Liga da farsa. O Evangelista foculportista do Arouca confessou sem pudor que "ser eliminado pelo foculporto é um prémio justo". Contra (!) o Famalicão foi o fruteiro João Pedro Sousa - "Sou admirador da ideia de jogo do FC Porto, não me canso de elogiar o trabalho do Sérgio Conceição" - a explicar porque saíram dajantas com o saco cheio mas "de alguma forma, satisfeitos porque colocámos em jogo a nossa ideia. Fomos Famalicão. É isto que nós queremos. Com os nossos defeitos e virtudes, viemos competir. Nesse aspecto saio contente com os jogadores.". Jorge Simão, metade sapo, metade dióspiro, foi para o Santa Clara tentar parar o Benfica. É o circuito do felácio.
