Na ressaca da derrota do clube da fruta, o pasquim da dita aceitou dividir o protagonismo dos Taremis com o inimigo de Lisboa e o melhor Gyokeres da história! Tripartida, com Benfica (aquela inesperada derrota no Restelo soube-lhes que nem dióspiro maduros) sapos e foculporto, a capa de o onojo toda ela é um poema. Vê-se como quando os mergulhos repugnantes de Taremi não resultam (é um asco o comportamento do batoteiro do foculporto) a mossa que provocam na irmandade da fruta! Para se aferir como o seu trabalho está a ser bem feito, o Benfica, até na pré-época, mantém essa preocupação de perder, sempre que o clube das putas se espalha...
Além da tradição e do hábito, pelos vistos para manter, três importantes premissas estão a ser ensaiadas na perfeição. Levantar a moral do clube das putas, em negação sempre que o inimigo de Lisboa vence, não estragar a festa dos sapos (e a euforia do rascord e de Abolha) e preparar os adeptos para a guerra que aí vem. No que diz respeito a capitalizar os desaires do foculporto - não pensem que eu estou a brincar que para eles é mesmo assim que funciona - podemos ter a certeza que, para os responsáveis do Benfica, é para o lado que melhor dormem. A MDCSDQT agradece - dá muito mais pica debater uma derrota na pré-época do Benfica do que dez sucessos do clube das putas - e o Maqueiro Vagandas, na pior das hipóteses, já mandou pintar mais um titalo Gyokeres no autocarro da saparia!
Do jogo treino do Restelo fiquei com a ideia que o Roger Schmidt, quiçá escaldado com o optimismo exagerado da época passada que esteve a pontos de nos causar imensos dissabores, não quis correr nenhum risco de aumentar a euforia. Se precisava de tanto gelo, ao ponto de entregar a Jon Snow o posto de lateral direito e continuar a apostar em 11 jogadores diferentes a cada 45 minutos de jogo, é algo que só o técnico alemão pode explicar. Por mim, que sou leigo na matéria, dá-me a entender que a supertaça está a ser encarada como um mero degrau na preparação da caminhada para o titulo. Valeu a ajuda do árbitro (jogada de mestre de Fatelas Gomes) que tudo fez para imitar o Soares Dias - ignorando os agarrões e tackles por trás dos avisados gladiadores do Burnley - preparando os jogadores para foculporto-Benfica que se aproxima. Se Roger Schmidt esboçou uns tímidos protestos com a actuação de Pedro Ramalho é bom que se mentalize para o que aí vem. Numa coisa o técnico do Benfica pode apostar sem receio de errar. Vai encontrar um adversário - ou será um inimigo? - que na sua mente só tem um objectivo: chegar a Aveiro, no dia 8 de Agosto, no máximo das sua capacidades.
A jogada de mestre do Benfica foi a escolha das camisolas azuis dos guarda-redes. Fiquei tão agradado que, assim que acabou o jogo, fui ao site do SL Benfica encomendar três de uma só vez. A minha preferida, de Odisseas, com o melhor Diogo Costa em campo nas costas, uma do Samuel Soares e outra do André Gomes. Procurei nas alternativas a ver se localizava uma verde (de riscas horizontais) mas, obviamente por incompetência minha, não consegui encontrar. A não existir parece-me um temendo falhanço do departamento de marketing do SLB. Resta-me uma consolação. Vai dar um gozo do caralho ir a Aveiro apoiar o Benfica com a camisola azul do Odisseas!
Uma palavra de apreço para Esgaio, completamente ignorado pela MDCSDQT, que leva tantos golos como o Gyokeres e já tem mais remates certeiros que o Paulinho! E outra para Lopetegui, acusado pela cartilha foculportista de só querer espanhóis no clube das putas mas que, no Wolverhampton, mesmo sem a famosa torre Lopetegui a orientá-lo, vê mais portugueses - José Sá, Nelson Semedo, Pedro Neto e um (Matheus Nunes) naturalizado no seu 11 predilecto, que o boneco: Romário Baró, o melhor Diogo Costa em campo e dois arruaceiros (Pepe e Otávio) naturalizados. Sapos com 3, Esgaio, Paulinho e Inácio e, Benfica, com quatro, António Silva, João Mário, Gonçalo Ramos e Rafa, fazem-me recordar quando o SLB era ferozmente criticado por ter poucos jogadores portugueses no 11 titular.
Um fulano é um vómitos...

















