"Após a epidemia o mundo nunca mais será o mesmo", titulo do post anterior onde, através de fotos, se mostra a falência da ideia. Foi fofo mas já teve o seu tempo. É o mesmo quando morre alguém de repente; "tão boa pessoa que ele/a" era. Se o/a ressuscitássemos na hora voltaria a ser o/a ''filho/a da puta'' de sempre. As televisões já começaram a reabrir o esgoto e em breve os especialistas da especialidade regressarão ao activo mais raivosos do que nunca. Já não há duvidas. Naquilo que o mundo era mau, na melhor das hipóteses ficará como era. No que não valia um chavelho continuará a não valer um chavelho. As palminhas nas varandas pelos profissionais de saúde facilmente se transformarão em violentas palmadas no toutiço - para aprenderem que quem manda é o utente -, os polícias voltarão a ser os bandidos que eram e os cadastrados regressarão das férias pandémicas revigorados e com mais direitos do que nunca.
O Calor da Noite voltará a aldrabar no numero de espectadores e o circo do Campo Grande vai querer manter os quatro titalos Peyroteo. O filho do meio bilhete (Marques Mendes) continuará a trabalhar com o padrinho Isaltino na câmara de Oeiras, a filha da hiena Gomes já terá subido inumeros degraus na escadaria do sucesso imediato - começou em 2010 com a direcção do Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais - e o Miguel seja Tavares prosseguirá sem se recordar dos milhões investidos no GES...
Corruptos serão sempre corruptos e os sapos...anuros. São dois os meses que levam a acumular ódio ao Benfica! Mais de sessenta dias em que a MDCSDQT, o clube da fruta e os sapos, para além de ampliar o desejo de nivelar o campeonato por baixo, pouco mais fizeram do que empilhar resmas de contas, facturas adiadas e calotes por pagar. Durante o confinamento obrigatório, o nojo (e o fruta canal) comercializou ódio ao Benfica. A bolha vendeu Diogo Leite "aos espanhóis" por um valor acima dos 20M€, o rascord disponibilizou 30,5M (capa de Domingo passado) aos sapos "sem perder jogadores" e o CM; provisoriamente no lugar do pasquim da fruta, analisou as SADs dos três maiores clubes para concluir que, durante a pandemia, o Benfica passou a valer menos 33 milhões, os sapos desvalorizaram 7M e os corruptos de Contumil (com o aumento de 3 cêntimos por acção) já valem mais 700 mil! Um pouco menos do dobro do realizado (390 mil) na venda do Óliver Torres! E sem precisar ir à China abastecer-se de baba de caracol e placenta de burro! Nem mesmo o fantástico brunalgas - exemplo de gestão para a MDCSDQT antes de ser escorraçado pelos sapos - conseguiu tamanho desiderato!
Cada vez menos benfiquistas (nem com ofertas de máscaras e parcerias com a Santa Casa) gastam dinheiro com a MDCSDQT e pouco mais lhes resta do que lamber uns entrefolhos entre Gaia e Contumil. Sobram as boas acções do macaco madureira - tão importantes para os pasquins desportivos como as deliciosas crónicas do Rui Gomes da Silva num blog anti-Vieira - e o milionário patrocinador do boxe do foculporto que se tem redobrado em reuniões com o injinheiro das rachas (palavra do pasquim da fruta) disposto a investir milhões no Canelas 2000, fazendo do clube dos superdragões, do doutor burrié e do lourenço pinto, o novo Portimonense para lá da pandemia...
A ida do injinheiro burrié e dos superdragões ao Olival - «agora o vírus é outro» - serviu (se duvidas houvesse) para mostrar ao mundo que quem manda é o macaco, que as regras não foram feitas para ele, e que, à boa maneira da Amoreira, o campeonato acaba na hora que ele queira. São batoteiros, não sabem, nem gostam, de ganhar de outra forma e tudo farão para a prova nem sequer recomeçar. Sabem que basta um jogo para saltarem do primeiro lugar e que chega um caso positivo, numa equipa qualquer, para o campeonato acabar. Não correrão tamanho risco. Com menos margem de manobra acabaram com o penta do Benfica. Na Amoreira bastou-lhes pôr (literalmente) o injinheiro das rachas em campo. A macacada invadiu o Coimbra da Mota ao intervalo, acabou com o jogo em que estavam a perder, recuperando o controle 37 dias depois, já com os lesionados recuperados e os cansados devidamente recauchutados...
O Estoril Praia regressou com a algibeira reforçada (o clube da fruta chegou-se à frente com 784 mil euros que não constavam das contas) e com mais de metade da equipa "tocada" pela mosca mosca tsé-tsé (basta ler as declarações do seu treinador). A equipa de Vasco Santos, a única que nada mudou, manteve os graves problemas de visão. E sem a desculpa da pandemia! Apertem os narizes, rapazes.

















