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segunda-feira, 22 de maio de 2023

Rumo ao trinta e oito!

Enquanto que Roger Schmidt - com uma equipa remendada, maioritariamente composta por futebolistas rejeitados, que no inicio da época foi apontada, já com alguma benevolência, pelos especialistas da especialidade ao terceiro lugar, se o Braga não se intrometesse no seu caminho - escapava à justa (mas não muito) de um coro de protestos dos exigentes benfiquistas, ao não ser capaz de trucidar os sapos em sua casa, logo nos primeiros 45 minutos, Rúben Saporim goleava Guardiola, Xavi, Edin Terzic, Luciano Spalletti e Christophe Galtier na conferência de imprensa pela 33ª (falta uma para carimbar o pleno) vez consecutiva! Schmidt sairia pela esquerda baixa ao mesmo tempo que Saporim tentava a todo o custo escapar a Liverpool, Real Madrid, Bayern Munique, Juventus e Marselha, que se acotovelavam à saída para contratar o sapo ao lagartedo. Como diria a minha mãzinha que Deus tem: mais vale cair em graça do que ser engraçado. 

Que me desculpem os meus queridos amigos benfiquistas mas, expressões como, «demos 45 minutos de avanço», e outras frustrações (que partilho a 100%) que lhes encheram o peito na noite de ontem, não passam de tretas. Os jogos ganham-se e perdem-se (ou empatam-se) tanto nos primeiros como nos últimos minutos. Os campeonatos, como o Arsenal e o Bayern Munique esta época tão bem experenciaram, também se podem ganhar ou perder nas últimas jornadas. É a vida. E já agora, digam-me quantos campeonatos, nos últimos mais de quarenta anos, é que o Benfica ganhou à larga antes da última, ou com alguma generosidade, vá lá, da penúltima jornada. O que esteve mal ontem não foi a má exibição, até porque os outros também jogam, na primeira parte no alvalixo. O que falhou redondamente foram os três pontos que João fruteiro nos surripiou em Chaves e os 10 ou mais pontos oferecidos pelos árbitros ao boi do Jamor e ao clube das putas. Sem isso, como seria justo e Schmidt e a equipa mereciam pelo futebol apresentado, já teríamos festejado o titulo 2/3 jornadas atrás! O último, se bem se recordam - fez na quinta-feira 4 anos - chegados à última jornada com dois pontos de avanço, foi conquistado frente ao Santa Clara (jogo arbitrado pelo dragão Jorge Sousa) no nosso estádio, catedral do futebol em Portugal!

Contas feitas, no mini campeonato entre os quatro da frente, o Benfica não perdeu para nenhum dos considerados favoritos no início da época. Ganhou um jogo e perdeu outro, contra Braga e clube das putas, e empatou a dois golos os dois jogos com os sapos. Se em vez dos empates tivesse pelo menos ganho um jogo, mesmo que perdesse o outro, tinha feito ontem a festa de vencedor do campeonato. Não foi bom? Não foi, de facto. Podia ser muito melhor. Ainda assim chegou e sobrou para sentenciar o quarto lugar do Sporting do Lumiar, confirmar o terceiro do Sporting de Braga e para escorraçar definitivamente, da Champions League, a saparia! E não será fácil ao Sporting lá voltar. A Liga Europa já lhes deu as boas vindas. É de aproveitar. Depois de Portugal perder a terceira equipa nos playoff e a um passo de perder a segunda por classificação directa, nos próximos longos anos, na liga dos grandes, sapos só para jogar o pau com os ursos. No final até nem foi assim tão mau. Festejar em nossa casa é muito melhor do que fazer dos sapos cabeçudos. E deixá-los felizes com a sua maior conquista: evitar por dias a glória do Benfica, apesar de um futuro que se prevê escuro como o breu...é seu maior castigo.

Da visita do Benfica ao alvalixo, duas novidades vieram abrilhantar o protoaocolo da liga do lixo. Sofrer um empurrão pelas costas e deixar-se cair (qual é mesmo o árbitro que assinala penalti sem uma queda aparatosa?) ao ficar fora da jogada passou a ser, na opinião dos aliados do Altis, da MDCSDQT e dos especializados especialistas da especialidade, um mergulho para o relvado (Ah, Taremi que, no Benfica, não tens a mínima hipótese de fazer escola!). Já o fora-de-jogo posicional (ignorado decadas a fio em Portugal) sem interferência na jogada, passou a erro claro do árbitro por via de um mergulho - lá está, o tal mergulho - grotesco de Coates. Primeiro para cima de Florentino e, depois, para o relvado! Os mergulhos da liga do lixo são como a fruta do pomar de Contumil. Cada um papa a que quer.

Outra novidade é a bola que bate, pela parte de fora, num braço (de Musa) encostado ao corpo do jogador. João fruteiro, maior figura do trio do meio campo sportinguista que empurrou o Benfica para perto da sua grande-área durante a primeira parte, com mesma certeza que o levou a ignorar um penalti a favor do Benfica em Chaves, jura que é falta (de vergonha na puta da cara)! Duas infrações banais a meio campo de Chiquinho, devidamente sinalizadas com os dedos por João fruteiro, dão direito a cartão amarelo ao centro campista do Benfica. Ugarte, abaixo do pescoço é canela durante 99 minutos, conseguiu chegar ao fim do jogo sem ver a cartolina! É obra! E ainda ganhou o prémio de melhor Otávio em campo! No meio de tudo isto, recordando o mergulho de Paulinho (na primeira volta) que resultou no penalti desbloqueador de resultados, muita sorte teve o Benfica por o sapo enganador só conseguir tombar drasticamente longe da grande-área! 

domingo, 14 de maio de 2023

João Neves, António Silva, Ramos, Musa, David Neres e comp. Ltd

Quando ao 84 minutos o filho mais velho do boneco Ceiçao agarrou Gonçalo Ramos pelo ombro (desequilibrando-o dentro da grande área) quando este se preparava para cabecear, esteve perto de acontecer um roubo como o de Chaves que impediu o Benfica de festejar em Portimão a conquista do campeonato. Na sequência, contra ataque da segunda equipa do foculporto a que só o desarme milagroso de Aursnes impediu o Benfica de sofrer (com o inevitável 2-3) até ao fim sob a ameaça do espectro do empate. O pasteleiro da fruta🤮, que no estádio da luz assinalou um penalti sobre Paulinho por um toque incapaz de tombar um moscardo, olhou para o lado e o superdragão🤮 que o 'auxiliava' na cidade do futebol fez questão de não ver nada. Lance de grande penalidade descarada que ficou por assinalar...

Viu-se no estádio. Viu-se na TV. Viu-se na China. Só aqueles dois degenerados do apinto é que não viram! Com o golo do foculporto b (que São Aursnes impediu) os golos de Musa, que vieram trazer um pouco de justiça ao resultado, nunca mais aconteceriam e nem é bom imaginar o sofrimento dos adeptos naqueles minutos finais. Os minutos de compensação do pasteleiro passariam de 4 para 10/12 e nunca saberemos se não aconteceria um penalti milagroso a favor dos da casa a impedir o Benfica de ganhar. Quando alguns idiotas dizem «joguem mas é à bola» para calar as criticas do Benfica sobre os árbitros eu dou este exemplo de como, em apenas 5 minutos, um reles fruteiro pode transformar um resultado gordo de 5-1 num sofrimento indescritível, quem sabe se adulterando o vencedor do campeonato!

No futebol jogado foi mais um arraso do Benfica! O espectáculo de encantar, vendaval de futebol de ataque, do início de temporada viajou em primeira classe até ao Algarve! Está de regresso o perfume de João Mário, a acutilância de Gonçalo Ramos e a classe pura de David Neres. O comendador Rafa ligou as turbinas novamente e o Musa até a uma estátua é capaz de dar tusa. Aursnes (aquele corte nos minutos finais, meu Deus!) joga bem até a dormir e Grimaldo já marca golos da marca Vitor Baía, bem menos evidente do gamado por Olegário Benquerença a Petit. António Silva, centralão que pede meças aos melhores do mundo - que apenas uma corte de sabujos sem vergonha tem impedido de ser titular indiscutível, ao lado de Rúben Dias, na selecção da federação - é um muro que joga e faz jogar!

A. Silva e João Neves, dois gigantes do tamanho do mundo! Que classe, que benfiquismo brota por todos aqueles poros! A cada corte, a cada passe, a cada jogada de magia! Que orgulho imenso terão os seus pais naqueles nossos (sim, também são nossos) dois rapazes! Que orgulho terá o presidente Rui Costa por apostar num treinador desengajado, que caga muito nos especialistas da especialidade! Que orgulhosos nos sentimos por vermos repetidamente e ao mais alto nivel as brilhantes actuações destes nossos dois meninos!

Quem ama o futebol, ama o Benfica! Quem ama o futebol, tem de amar Roger Schmidt! Quem ama o futebol, indubitavelmente amará o admirável homem (João) da Neves! Que monstro! Que me desculpem os meus amigos benfiquistas que o comparam à "maçã podre" mas mais me parece uma despromoção que outra coisa! Tirando o tamanho e a morfologia não vejo nada que os assemelhe. Se há jogador que me parece incapaz de uma fita ou de um mergulho batoteiro é o João Neves! É como comparar um frasco de Imperial Majesty por uma garrafinha de água de cheiro! O que João Neves tem apresentado em campo, desde que agarrou a titularidade, nunca se viu parecido em nenhuma maçã podre. E mais: nenhum Wolverhampton desta vida tem dinheiro para comprar meia perna do Jon Snow! Ou tem?

Depois de levarem com Rafa (AQUI) tomem lá o Gonçalo Ramos. Mais um escândalo a debater pelos especialistas da especialidade nas próximas semanas. Gonçalo Ramos já não marca desde ontem! D cabeça vai para três meses que não cheira! E de penalti, vejam lá, não acerta nas balizas desde o início da época! Que me caia um Taremi na sopa se isto não dá uma boa novela até ao fim do campeonato. Se não for suficiente agarrem-se às canelas do João Mário que caminha para uma seca de golos que mete dó ao Evanilson mais pintado.

Por último quero reconhecer razão aos cartilheiros da fruta que, na MDCSDQT, debitaram trampa a toda força durante todos os dias desta semana. Só o grande nervosismo, que se via da Perseverance, do Benfica impediu que os 5-1 finais não chegassem pelo menos aos 15-0!

quinta-feira, 16 de julho de 2020

Chegada a hora dos parabéns os sapos são sempre os primeiros!

Terminou o pesadelo. Há muitos anos, decadas, que eu o digo. Enquanto que o Benfica não perceber a importância dos clássicos vai continuar a perder campeonatos onde tem tudo o que precisa para ganhar. Enquanto que o Benfica não olhar para os confrontos directos com o clube da fruta como uma guerra que é preciso - pelo menos - não perder, vai continuar a coleccionar dissabores. Enquanto formos uns anjinhos nos confrontos directos vamos ganhar menos vezes. Só muito pontualmente, numa época atípica, não é campeão quem vence os confrontos directos. Mesmo com todos os erros e o miserável percurso a partir do jogo dajantas - lá está, o confronto directo - Bruno Lage podia engolir as duas batatas do Portimonense tranquilamente, cagar-se para isso, ir ver o mar com presidente, e, ainda assim, ser campeão facilmente. Bastava vencer nos jogos contra o clube da fruta. 79 menos 6 são 73. 71 mais seis são 77. Agora pensem.

Insistir nas fisgas para enfrentar chaimites tem tudo para continuar a dar merda. Essa treta de que os campeonatos se ganham contra os pequenos nunca foi verdade. Os campeonatos perdem-se com os pequenos e ganham-se com os grandes. Em jogos que valem 6 pontos, que deixam o derrotado na merda, dão vantagem psicológica preciosa a quem vence e o embalo suficiente para chegar ao fim em primeiro. Essa é que é a verdade. O primeiro a percebê-lo foi Pedroto, criador da guerra norte sul, que tantos dividendos tem dado ao clube da fruta. O campeonato (primeiro) deles é ganhar ao Benfica. Nem que seja a feijões. Minar a nossa confiança...pôr-nos a todos uns contra os outros, ao ponto de darmos parabéns a quem nos chama de filhos da puta para baixo. Convenhamos que o fazem com estrondoso sucesso. O resto é conversa para boi (do Jamor) dormir - outro capitulo onde o Benfica continua reiteradamente a capitular.

Paradoxalmente, o seu maior trunfo - falo do clube das putas - é também a sua maior fraqueza. Se é o ódio contra o Benfica que os sustem e alimenta é o reiterado ódio a tudo quanto é vermelho que sempre os impedirá de crescer. O mesmo que se passa com os sapos. Só clubes muito pequeninos, dirigidos por gente ainda mais rasteirinha, demonstram mais prazer em festejar as derrotas do Benfica do que as suas próprias conquistas. Eles não ganham campeonatos. Derrotam os FDP SLB. E nunca passarão de clubes periféricos.

Cartilheiros do clube da fruta. Sete anos atrás também comemoraram rijamente o ajoelhar de Jesus. Daí para cá festejaram o campeonato do EstorilGate e este do COVID-19. Filhos da Puta SLB à parte, os 52 M€ de prejuízos do primeiro semestre não desapareceram, os 70 milhões de empréstimos obrigacionistas a pagar em 2021 não vão ser pagos pelo VAR, a pastelaria Soares Dias não vai doar o dinheirinho para fazer face aos problemas de tesouraria, os calotes continuam aí para pagar, os prémios de jogo aumentaram as dividas e os melhores jogadores continuam a um pequeno passo, à boa maneira de Herrera e Brahimni, de saírem sem deixar um cêntimo a ganhar. 

Chegada a hora dos parabéns os sapos são sempre os primeiros. Desde os quatro campeonatos Peyroteo, brilhantemente conquistados pelo brunalgas, que não festejavam tão merecidamente (em campo) o titalo que mais gostam. E porque é justo fazê-lo, há que parabenizar o benfiquistão, que domina o país de lés a lés, que obrigou o maior clube português a perder os sete pontos de avanço com que entrou na pocilga transformando-os nos oito de vantagem para o clube das putas, que lhe permite chegar a duas jornadas do fim com o titulo COVID-19 no bolso. Dos que mais se empenharam em campo, o destaque maior vai para Fontanelas Gomes, Pasteleiro a Dias, Dragon Sousa, Barrasco Santos e Canalha Xistra. Menções (des)honrosas para Hugo "Macron" Miguel, Rui e Manuel Oliveira. Medalhas de (des)mérito desportivo para Fábio VARíssimo, Tiago 'moedas' Martins e Rui 'foculporto' Costa. Merecem um espaço no museu da fruta.

Ainda para meditar; quem tiver tempo para pesquisar que vá ver os resultados sapos-foculporto nas fases mais decisivas da época. Verifique se quem vence os confrontos da santa aliança não é sempre a equipa que está a disputar palmo a palmo o titulo com o Benfica.

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Alegrem-se, catano!

Talvez que uma mudança drástica possa combater a falta dos e-mail roubados ou das toupeiras em férias. Às vezes é tudo uma questão de oportunidade. Os sapos mandavam para Contumil o Dumbo e o bom do Marcel e para o alvalixo seguiam o boneco, o Danilo Pera e o macaco das rachas. Najantas, o Dumbo podia explanar melhor as badanas e o Keiser - devidamente espevitado pelos superdragões - era menino para inventar um haka holandês menos bimbo que a desastrada rodinha do Sérgio. Nos sapos - agora que o macaco já aparece na tv ao lado do château blanc, adquirindo o glamour de Cascais tão necessário a um visconde - punham o Danilo Pera a comandar as tropas do Mustafá e o boneco Conceição a servir refeições rápidas a partir do 60 mts de jogo. E todos ficavam mais felizes. O Vagandas acabava com as segundas partes de 30 e eu estou convencido que até o bordel Albuquerque era rapaz para não bater mais na mulher.

Foi um bom arranque dos compadres. Ainda é cedo para tirar conclusões mas preocupa-me que os dois juntos já tenham um terço dos pontos conquistados pelo Gil Vicente, acabado de chegar da terceira liga. Depois dos patéticos pedidos de desculpas de Vítor Oliveira soube bem não assistir a mais um excepcional exercício de culambismo do treinador do Marítimo! Valha-nos isso.

Os (sapos) mais ressabiados dirão que o empate foi mau. Eu não vejo as coisas assim. Mesmo que o Marítimo tenha perdido dois pontos importantes, no lado dos batráquios salvou-se o (bonito) equipamento apresentado. Talvez que o Hugo Miguel, representante da marca dos sapos, tenha metido uma cunha. A verdade é que a rapaziada ficou bem melhor na fotografia do que na última deslocação ao Algarve! Olha-se para aquelas blusas e até nos esquecemos dos tijolos que sobressaem dos pés do Coates ou da espondilose crónica e da reiterada lentidão do velhinho Mathieu. Mesmo que o Dumbo (chorão) esteja cada vez mais parecido com um bezerro e o armário Luiz Phellype - a fazer relembrar os guarda-fatos de Paços de Ferreira - tenha representado muito bem o enterro...

Modesto, Marcel Keiser diz que a sua equipa esteve bem até aos 6,5 mts de jogo, esquecendo uma ponta final demolidora, demonstrativa do poder de fogo dos sapos. Só nesse período eu contei cinco passes teleguiados (para golo) do Dumbo, sete assistências para o lado do fenómeno da Maia, dois penaltis por assinalar (que lhe proporcionariam a liderança dos melhores marcadores da liga) e um atraso para Renan que pôs em delírio os representantes do Real Madrid, PSG, Barcelona e do Krosnodar que seguem todos os passos do craque.

Dumbo à parte, que voltou a deslumbrar na Madeira, o rascord diz que o Vagandas abandonou os Barreiros com o semblante carregado. Depois de deixar o Algarve com a sacola bem cheia não deixa de ser uma grande melhoria. Com o Braga do sapo Pinto ali mesmo ao virar da esquina, o meu receio (sentido) é ver o maqueiro sair do alvalixo, no próximo domingo, debaixo de aplausos, com a marmita atestada.

Alegrem-se, catano! O Keiser não deu dois dias de folga e ninguém bateu no bordel Albuquerque. Já é um progresso.

domingo, 11 de agosto de 2019

Os cinco na Avenida dos Aleijados.

Ilustração de Patrícia Rodrigues
Está uma ventania que não se aguenta. É só penas no ar! A passarada é danada para estragar homenagens. Ele é o Pardal que não baixa a crista, o Galo a destapar a sujeira, a Águia que voa altaneira...Nuno Tavares o proctologista...Estou um bocadito desiludido com os merdia. Não sei se é do tempo mas acho-os um pouco murchitos. E com zero de criatividade. Safou-se o onojo, ainda assim, o melhorzito. Apesar do inchaço o pasquim da fruta continua a dar cartas. Trocadilhos com o galo até uma hiena é capaz de fazer. Nem uma piadola sobre o estado da relva, do congresso dos jeovás...nada. A ironia do costume, que aqueceu a homenagem de Esposende, esvaiu-se em Barcelos, constipou-se no douro e corre sérios risco de morrer de velha - mais logo, na avenida dos aleijados. Carrega (Brandão) Joni.

Com muito mais graça, apesar do amasso, o treinador do Paços de Ferreira teve presença de espírito suficiente para disfarçar o constrangimento na sala, provocado pelo inchaço de Barcelos e pelos destemperados meninos de Lage. «Fizemos um resultado igual ao do Sporting; se calhar não foi assim tão mau» - foi assim que Filipe Rocha provocou o único momento de relativa boa disposição vivido pelos pés-de-microfone no estádio da Luz. Foram cinco - Rúben Dias, Ferro, Nuno Tavares, Florentino e Jota - mas podiam ser mais, caso Rafa Silva, Pizzi e Chiquinho tivessem ''nascido'' no Seixal! Está cada vez mais fodido voltar às piadolas dos portugueses no onze inicial e na espinha dorsal das selecções...Até porque o flop João Félix não dá indícios de se cansar de fazer inchar cabeções. Razões de sobra tinha o Otávio "gosma" Lopes quando, preocupado com os dinheiros envolvidos, se cuspia todo com receio de o Atlético de Madrid falir.

Agora, cagões como eles são, eu não me admiraria nada se o Vagandas fizer queixinhas na federação e na liga, pondo em causa o direito à piada fácil do Filipe Rocha, reclamando para o museu das osgas a patente dos cinco. Não é qualquer plebeu que tem direito à manita.

Dois grandes golos (dois maus alívios no entender dos lagartos ou um par de calçolas lavadas do dizer da hiena Gomes) e mais uma ou outra chiquelina bem aplicadas pelo antigo jogador do Benfica deram o mote para um fim-de-semana (falta acender o Caldeirão) perfeito...

«"Classe", "recital", "sensacional": imprensa espanhola rendida a João Félix»
"Português faz capa este domingo nos diários desportivos de Madrid"
«"É um craque", "João Feliz" e "KO a Ronaldo": João Félix domina manchetes em Espanha»
«"Nasceu um craque" ou "É uma bomba": jornais internacionais rendidos a João Félix»
Alguns exemplos dos pasquins desportivos que hoje reproduzem títulos da imprensa internacional.

Se o puto tivesse feito um assalto (na verdade acabou por fazer dois) o termo ''ex-jogador do Benfica'' estaria presente em todas as (re)publicações. Mas percebe-se o cuidado com que o campeão nacional foi exemplarmente excluído do sucesso (relativo) do moçe. O Atlético continua sem falir, João Félix continua a denotar as enormes dificuldades que os especialistas da especialidade previram nesta sua aventura em Madrid e a Juventus continua sem ganhar nesta pré-temporada, apesar dos incontáveis sucessos pessoais do Rónalde. Há que aprender a lidar e fazer o que fez, nas redes sociais, o melhor filho da melhor Dolores do mundo; «Feeling good and keep working»

Penúria. Acaba hoje, na avenida dos aleijados, no Porto, a volta ao norte de Portugal que se iniciou em Viseu, a 31 de Julho. Enquanto que o avô da Naundinha suspira por um lugar no pódio que lhe dê tusa para continuar com as graçolas, o Sporting já fez saber que os sapos não vão gastar os milhões do Dumbo em baba de caracol e placenta de burro. Diz que, por falta de sucessos desportivos, não há pilin para sustentar a cagança. Eu acho que o Vagandas faz bem. Se é para manter apenas as equipas que trazem vitórias retumbantes ao clube, canalizar o dinheiro das VMOC para pagar os salário do Dumbo, mais que uma necessidade premente, é o desafio consequente...

quinta-feira, 23 de maio de 2019

As razões da chinfrineira...

Grandes arbitragens até à 20ª jornada (Rui Vitória, apelidado de Rui Derrotas pela esmagadora maioria dos especialistas da especialidade foi despedido à 15ª jornada) e o VAR a bombar espectacularmente até ao dia em que o Benfica passou para a frente do campeonato, após a vitória najantas em casa do clube da fruta. Grande foguetório no jogo a seguir - com o empate (2-2) no Benfica-Belenenses - e um crescente desencanto sobre a bondade dos árbitros e do VAR assim que se percebeu que o Benfica não iria vacilar. À 21ª jornada já surgiram aflitos alguns dos lesados do dez, ainda que esse momento histórico fosse encarado como um 'fait divers' - algo incomodativo pelo inesperado alarido - mas com muita sobranceria à mistura da aliança do Altis. Os meninos de Lage ainda não tinham barba na cara e faltavam as terríveis saídas à Vila das Aves, Contumil, Moreira de Cónegos, Feirense, Braga e Rio Ave... 

O Feirense-Benfica, à 28ª jornada, deu inicio a um tremendo festival de chinfrineira doentia que perdura até depois do campeonato acabar. Dos primeiros 19 jogos, onde o Benfica foi miseravelmente roubado - com os sapos e o clube da fruta a beneficiarem de grandes favores arbitrais - e de um continuado festim onde tudo parecia apontar para que até o quarto lugar fosse difícil o Benfica segurar, passou-se a um chinfrim irracional com o pânico dos paineleiros a crescer na mesma proporção em que as jornadas passavam sem o Benfica quebrar.

Chegou-se ao cumulo da tarja da vergonha, apresentada pelo clube da fruta no último jogo da época, onde acusam de favorecer o Benfica árbitros e video-árbitros como, Fábio Veríssimo, Hugo Miguel, João Pinheiro, Luís Godinho, Bruno Paixão e Tiago Martins, com forte contribuição no único titulo do clube da fruta conquistado nos últimos seis anos, para não falar da classificação adulterada desta época, com alguns dos representados na tarja que foram dos que mais contribuíram para manter o interesse do campeonato até à última jornada. 

O momento crucial do campeonato não foi a vitória (o amasso dos sapos) no alvalixo nem sequer a grande exibição e os três pontos conquistados em Contumil. O meu momento do campeonato foi...a meia final da taça da liga, onde aconteceu um dos maiores roubos da história conturbada do futebol nacional - apito dourado incluído - mas onde se percebeu que o Benfica era muito mais forte que o clube da fruta. A conferência de imprensa (patética) do boneco Conceição - disparando desabridamente para todos os lados apesar da "grande" vitória por 3-1 - por contraste com a serenidade e a confiança de Bruno Lage e dos jogadores do Benfica no final da (roubalheira) partida, "disseram-me" que o foculporto ficara borrado de medo e que a confiança do Benfica, paradoxalmente, saíra exponencialmente reforçada.

Os 5-1 ao Boavista, 2-4 ao Sporting, 10-0 ao Nacional, 0-3 ao Aves, 4-0 ao Chaves até ao saboroso 1-2 de Contumil, comprovam-no sem margem para dúvidas. O Foculporto, claramente afectado pelo amasso (apesar da vitória) em futebol jogado, perdeu a final nos penaltis com os sapos, e, depois de despachar o 'amigável' com o Belenenses, empatou de enfiada em Guimarães e Moreira de Cónegos. Ficou-lhes bem caro o serviço de Carlos Xistra e Fábio Veríssimo (um dos visados na tarja) em Braga. O resto é história, azia e mau perder. O mau carácter de uns quantos jamais beliscará a justeza (nem os números) de um titulo que, a certa altura, pareceu impossível conquistar.

No meu álbum de recordações entra directamente para o primeiro lugar, logo após o Tri e o inédito Tetra. Este campeonato - que eu considero o reinicio do Penta - como o Tri de Rui Vitória, foram conquistados num clima de ódio ao Benfica, que se generalizou pela merda de comunicação social que temos, com o beneplácito da liga do rolha Proença e da federação do Nandinho (das) facturas. Ficou claro que o Benfica unido jamais será vencido. Ficou demonstrado que o trabalho, o planeamento, a persistência e a confiança na vitória superam largamente a arruaça, a inveja e o bota-abaixo dos ressabiados. E ficou provado que nem sempre vence o crime organizado.

Nos 6 jogos com os primeiros classificados, Braga, clube da fruta e sapos; cinco vitórias e um empate. 103 golos marcados contra 74 do foculporto, 72 dos sapos e 56 do Sporting de Braga. Oitenta e sete pontos (a um do recorde extraordinário do Benfica de Rui Vitória!). 

Números do campeonato 2018/19. Melhor jogador do campeonato para a UEFA; Pizzi. 7 jogadores do Benfica no 11 ideal da UEFA. Maior numero de vitórias - 28, 27, 23, 21. Menos empates - 3,4,5,4. Menos derrotas - 3,3,6,9. Segunda equipa menos batida. Melhor marcador - Seferovic, 23 golos sem penaltis, Bruno Fernandes 20 (6 de penalti) e Rafa - 17, também sem nenhum penalti no bornal. Com os 15 penaltis (só no campeonato) dos sapos, Seferovic podia chegar a esse numero (38) extraordinário de golos!

40 golos marcados fora contra 33 do clube da fruta e 34 dos sapos. 15 penaltis para os sapos, 7 para o clube da fruta e 6 assinalados a favor o Benfica! Maior vitória (10-0) da liga. Média (sem batotas) de de 53, 209 espectadores do Campeão Nacional, contra os números (43,623) adulterados dos sapos; contam como espectadores o numero de cadeiras compradas. Seguem-se-lhe os 42,674 do clube da fruta, que há anos adulteram os números oficiais (a casa decimal coincide sempre com o marcador do golo da vitória) sem que a federação e a liga os obrigue a comportarem-se como as pessoas sérias.

70 cartões amarelos, 2 duplos amarelos e 5 vermelhos para o Benfica, contra os 61 amarelos do clube da fruta, nenhum duplo amarelo e um vermelho mostrado no ultimo minuto do último jogo do campeonato! 100 amarelos para os sapos, 2 duplos amarelos e 5 vermelhos. 

12 jogos em casa do Benfica nos 12 primeiros lugares da tabela de espectadores. Foculporto no 13º e 14º lugar (com um foculporto-Benfica evidentemente) mais Benfica no 15º lugar e só depois aparecem os sapos com esse Sporting-Benfica (of course) numa honrosa 16ª posição da tabela classificativa!

Alguns outros dados interessantes; Campeonato...
Benfica-foculporto. Lema expulso aos 82 minutos.
Foculporto-Benfica. Gabriel expulso aos 77 minutos. Golo irregular (fora-de-jogo de Pepe) de Adrián López.
Taça da liga, primeira parte. Os dois primeiros golos do clube da fruta marcados irregularmente e um mal anulado ao Benfica.

Campeonato..
Sporting-Benfica. Odisseas expulso aos 85 minutos. Penalti de Bas Dost.
Benfica-Sporting. Penalti de Nani.
Taça de Portugal. Sporting-Benfica. Rafa expulso depois do jogo acabar.