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sábado, 4 de julho de 2020

Injecção de (sapismo) moral!

Fedorico Vagandas! Não se tem falado muito dele (o que é sempre bom, sobretudo para ele) mas tem alavancado os sapos a um nivel que há muito - desde que Jorge Jesus arrasou, com três campeonatos vencidos em outros tantos anos seguidos - não se via via! E os biliões (acabarão por ser, não duvidem) que tem abixado só em renovações e cláusulas de rescisão faraónicas merecem ser caso de estudo. Já ultrapassou Braga e Famalicão, olha para os nove pontos atrás do Benfica como o balsamo curativo que o levará a festejar no Marquês o titulo de campeão do clube da fruta e não estará longe o dia em que as cinco laranjas que trouxe do Algarve (Benfica 5-0 Sporting) - agora que o campeão nacional se arisca a não ganhar nada esta época - tenham sido o titulo mais saboroso dos sapos desde os quatro campeonatos Peyroteo que o brunalgas brilhantemente venceu. Tem o titulo pandémico, pós confinamento, praticamente nas mãos e prepara-se para entrar na próxima temporada na linha da frente para vencer mais cinco ou seis campeonatos seguidos. Dá 10-0 a Vieira.

Vem a propósito a capa brilhante da bolha onde o actual salvador dos batráquios enche a primeira pagina do pasquim do Serpa com uma mão que deu a Paím. Uma história de encantar que Vagandas também pretende capitalizar. «Cresci a ouvir as histórias do Fábio. Dos sonhos e das qualidades que ele tinha. Do que ele poderia ter sido», confessa o presidente sapino. Melhor descrição do batraquismo; as histórias romanceadas dos ''Fábios'', os sonhos e as qualidades que eles tinham, o que eles poderiam ter sido e as constantes primeiras páginas dos jornais, dificilmente se encontra melhor. Eu não sei se o Fedorico Vagandas ouviu a estória do bom do Fábio, apanhado em Agosto com dinheiro da droga nas cuecas, mas creio que a bolha tinha tudo a ganhar se promovesse um encontro do presidente dos sapos com Paíto, durante largos anos estrela da MDCSDQT por um túnel (a chamada cueca futebolística) a Luisão, num jogo da Taça de Portugal que o Benfica ganhou, mas que perdura na memória do sapismo militante como uma das maiores proezas da sua história!

Bem faz o Vagandas que aproveita todos estes escassos momentos de pausa. Após o apocalíptico Marítimo-Benfica eu escrevi que seriam dezenas de horas televisivas a falar do Benfica. Rectifico; serão centenas de horas televisivas (à razão de seis, sete treinadores contratados por dia) a falar do Benfica. E mesmo que o boneco Conceição e clube da fruta venham a ganhar o campeonato COVID, não terão mais do que dois ou três dias de fama. Como eu digo há demasiado tempo, e ao contrario que que muita gente quer fazer crer, para a MDCSDQT (liga e federação) um Benfica perdedor vende incomparavelmente mais do que um Benfica sistematicamente vencedor. E fica muito mais fácil de entender a razão dos ataques sucessivos a tudo quanto é sucesso do Benfica.  

Santa Clara 0-1- Marítimo. «Não é fácil para os jogadores suportar este estágio sem estar junto das famílias e isso começa a pesar. Estamos a acusar a fadiga mental, estamos nos limites». João Henrique demorou 11 dias a trocar a bazófia e as faltas de respeito na Luz pelas saudades da família e pela fadiga mental! Confessa-se nas lonas, o peneirento cagão. Que jeito lhe daria agora a injecção de moral de uma nova visita ao Benfica, para recarregar baterias, ou uma outra cuspidela do boneco Ceição para lhe renovar alegrias!

«De saída do Bétis, William Carvalho deverá rumar ao futebol inglês. O Leicester surge como a hipótese mais provável, mas, avança o Estadio Deportivo, o Wolverhampton também entrou na corrida». Hehehehe! «o Wolverhampton também entrou na corrida». Diz que o padre Nuno tem tanta pressa em contratar o soneca que já está a preparar a época 2023 como medo do moço chegar atrasado...

domingo, 11 de março de 2018

Viva o Benfica, porra!

Luís Filipe Vieira - "Quem nos fez mal, está bem identificado e exigimos tratamento igual. Vão a casa de quem têm de ir. Não queremos o nosso nome manchado, queremos libertar-nos rapidamente do que está a acontecer. Todos os que mancharam o nosso nome têm de ser penalizados. Não vamos perdoar ninguém. Acabou a paródia instalada neste país". 

Eu - Contra tudo e contra todos. Contra a ralé marchar, marchar! Força Companheiro Luís Filipe Vieira. 
Juntos nunca nos vão derrubar. Viva o Benfica, porra! Rumo ao 37º. A caminho do Penta. Chega. Vão gozar o caralho.

O jogador do Aves sai em corrida tentando dar inicio a um contra-ataque. Jonas tenta interceptá-lo mas bate com o pé na relva, a vinte centímetros do jogador, que se atira para o chão como se fosse atingido por uma marrada do Felipe vale-tudo. Simulação grosseira, mesmo em frente ao banco do Aves, que levou o morcão Mota, mais a sua tropa de combate, a entrar dentro do relvado protestando com o árbitro, pedindo castigo para o jogador do Benfica. Jonas, incrédulo, olhava para aquele circo todo como se caísse ali vindo de outro planeta! Rui Costa, o árbitro do Porto (sim, o Benfica voltou a levar com um árbitro do porto) nomeado pelo pai do juvenil dos batráquios, correu para Jonas, ameaçando-o, e só não lhe mostrou o cartão amarelo porque, à laia da compensação, minutos antes tinha perdoado um, evidente, a um defesa do Aves que cortara uma jogada de contra-ataque do Benfica, com a mão. 
Este é o filme do campeonato do macaco e do Felipe-vale tudo. Este é um remake do forrobodó que se instalou na justiça portuguesa, onde se protegem os enganadores e se ameaçam os cumpridores. Onde se protegem os agressores e se fazem buscas em casa dos agredidos. Onde se achincalham os que são assaltados e se protegem os crápulas, as cuspideiras, os piratas, os caloteiros e os insolventes.
As bolas atiradas para dentro do relvado (com o jogo a decorrer) surgidas do banco do Aves e as constantes lesões do guarda-redes, até que o doutor Jonas lhe curasse as maleitas, são a cara do rolha proença, sempre muito mais preocupado com o óleo que lhe escorre dos cornos, empapados em gel, do que com a credibilidade da competição que lhe compete promover e engrandecer.

Nunca cheguei a duvidar que o Benfica não fosse capaz de chegar ao golo e ganhar, como era de sua obrigação. Já vi demasiados jogos sofridos, na Luz, para não perceber que os campeonatos e os títulos se constroem com jogos muito semelhantes a estes. Nem sempre é possível jogar bem e golear, sobretudo contra adversários que estão ali para fazer tudo menos jogar. Gostei da serenidade da equipa, que nunca se desuniu nem deu mostras de desesperar, e fiquei deveras agradado com o público que apoiou sempre sem assobiar! Muito, mas muito, muito bem. Grandes adeptos que perceberam com exactidão que o momento não permite nada mais que essa absoluta união. 

Pizzi; os seus muitos detractores talvez tenham percebido um pouquinho melhor a falta que o bragantino faz ao futebol do Benfica, bem como a sua real dimensão futebolística. A falta dos seus passes teleguiados para Jonas (o que mais sentiu a sua ausência) da sua clarividência, do discernimento e fluidez do meio-campo, ontem meio perdido sem o farol que mais o tem iluminado. 


João Henriques antes de receber o Benfica: «Para nós, um resultado normal serão os três pontos»
O treinador do Paços de Ferreira antes de receber o foculporto; «A nossa possibilidade de conquistar pontos é mínima»
E assim voltamos ao meu - "vão gozar com o caralho".

Cada golo, cada vitória, cada conquista, cada troféu, cada campeonato, custa-nos o TRIPLO do esforço dos CORRUPTOS.
Que orgulho tão grande! Viva o Benfica, porra!