
Protecção das espécies? «o Sporting quer colocar as próprias claques em caixas de segurança como faz com os adeptos adversários». Efeméride; Benfica 1-0 Sporting, Novembro de 2011. O Benfica iniciou no deibi a era da caixa de segurança; jaula na versão sapo, pocilga no entendimento do clube da fruta. Foi um desatino no reino da porcalhota. E que não, e que não, que as pobres claques não podiam ser assim mal tratadas. Parecia que lhes tinham enfiado um e-mail no pacote ou um pau de marmeleiro no cangote. Chiaram até não poder mais. Apelidada de "jaula" a caixa foi «encarada pelos responsáveis "leoninos" como uma provocação, razão pela qual o presidente Godinho Lopes e todos membros da administração e dos corpos gerentes decidiram não marcar presença na tribuna VIP do Estádio da Luz, num gesto de solidariedade com os seus adeptos». Roubadinhos desde o apito inicial, os batráquios dominaram grande parte do jogo, tiveram bués de posse de bola, jogaram maravilhosamente, esbanjando a classe de sempre. E só a bola é que não quis colaborar...
Javi Garcia não esteve pelos ajustes, contrariou os mandamentos da irmandade da fruta e marcou o golo do triunfo do Benfica. Encarcerado na jaula, em ''solidariedade'' com as claques lagartas, Paulo Cristóvão (vice-presidente do Sporting condenado por mandar depositar 2000 euros na conta de um árbitro sem consequências desportivas para os sapos) entendeu o gesto do espanhol como uma infame provocação do Benfica e ''mandou'' incendiar as bancadas. O prejuízo de 600 cadeiras destruídas e ardidas ascendeu a meio milhão de euros. Quase dois anos depois o DIAP acabou por mandar arquivar o processo por falta de provas. Dizer aqui que um incendido daquela envergadura não se propaga por combustão instantânea e ainda menos por acção de uma tocha ou de um isqueiro. O material altamente inflamável teve de ser metido na jaula dos sapos por alguém que não passou no controle dos portões do estádio...
Agora adivinhem quem foi o pirómano que entrou tranquilamente pelas garagens, escapando à revista. A verdade é que os investigadores não encontram vestígios de petróleo nas mãos do insigne vice-presidente e o caso terminou sem castigos. 19 anos depois são os próprios sapos a manter uma gaiola para os adversários e a anunciar uma jaula para segurar as claques. E o resto da maralha aplaude!
Andei a vasculhar em terrenos hostis, como blogs viciados em fruta e publicações a feder a batráquio, ouvi alguma MDCSDQT, escutei alguns dos mais credenciados especialistas da especialidade, consultei pasquins e afins e já tirei a minha conclusão. A estratégia do crime organizado e do que resta da aliança do Altis é fazer crer que, por estes tempos, está instalada no futebol indígena uma gritante falta de competividade. O que traduzido para linguagem corrente dá algo como; acudam-nos que o Benfica se recusa a perder. Parece que no tempo do José Mourinho, Jesualdo Ferreira e André Villas-Boas é que havia grande competividade na liga! E não dão ponto sem nó...
Não há muitos dias, Conceição queixava-se de um Benfica chato, fazedor de pontos, que «nem no tempo do Eusébio». Mais recentemente voltou à choradeira, reconhecendo que as antigas bazófias se deviam ao facto de pensar que «85 pontos bastariam para o título»!
E não é que o boneco cagão está coberto de razão. Em 2002/2003, 86 pontos chegaram ao foculporto campeão para ficar 11 pontos à frente do Benfica e a 27 dos sapos. Na época anterior, num campeonato cheio de competividade, foram campeões os batráquios, com o Benfica em 4º a 12 pontos do primeiro lugar. Em 2005/06, ao foculporto de Co Adriaanse, 79 pontos bastaram para deixar o Benfica a 12. Em 2007/08 a competividade esteve como nunca. O foculporto precisou de apenas 75 pontos (até o Jesualdo Ferreira ficou 23 pontos à frente do Benfica) para deixar os sapos a 20 e o V. Guimarães a 22! Este até ao Rui Pedro Braz lhe deve ter enchido as medidas!
Em 2010/11 voltamos aos campeonatos renhidos! Clube da fruta 84 pontos, Benfica 63, sapos 48. André Villas Boas, que nunca mais ganhou nada em lado nenhum, acabou campeão com 21 pontos de vantagem sobre o Benfica, 36 à frente dos sapos, com zero derrotas e 3 empates na liga! E com a MDCSDQT rendida perante tamanha sapiência! A fruta jorrava em catadupas imparáveis, o Calor da Noite soprava cálido, forte como nunca, e as arcas do Reinaldo Teles abasteciam a Taverna do Infante, encantando analistas e especialistas da especialidade. Tudo era perfeito. O rasteiro rui santos chegava ao balcão sem almofadas, o Céu era azul e a terra redonda.
Campeonatos acima da média, para quem não joga um caracol a maior parte dos jogos, eles sempre fizeram. A diferença é que o Benfica fortaleceu-se tanto que, mesmo com a oposição dos xistras e dos pasteleiros da fruta, ainda consegue ganhar. E não conseguem lidar.
Pasquim da fruta anuncia o funeral da taça da liga. «Liga e federação ponderam fim da competição» (...) «Clubes queixam-se da calendarização e Salvador pede mesmo o fim da prova». Por muito que o brilhantinas e a Sónia morcona pretendam extrair dali um cagativo campeão de inverno, a ausência do Benfica matou a prova. Na época passada não veio embora ao intervalo, deixando-os a falar sozinhos, mas passou a olhar para a prova como um incómodo furúnculo. Tanto quiseram achincalhar (aquele roubo abominável da dupla xistra/Veríssimo) o maior clube português, o único que lhe conseguiu emprestar alguma dignidade, que acabaram por lhe traçar o destino.
No rascord; "novo Soares tem dedo de Conceição". A piada está feita. Rir devagarinho ou à gargalhada só depende da grossura do dedo.
E quando pensas que há um limite para a imbecilidade cognitiva, surge o canalhadas da manhã para te provar exactamente o contrário: ‘Negócio tremido’ (...) “Mendes ajuda Varandas a segurar Bruno”.