Por José Albuquerque
Além de eu não ser (mais) “um especialista” e deste texto ser impossivelmente longo (já estou a avisar), ainda estamos a uma eternidade do fecho desta “janela de transferências”, ou seja: boa parte desta “avaliação” pode ir direitinha para o lixo.
Além de eu não ser (mais) “um especialista” e deste texto ser impossivelmente longo (já estou a avisar), ainda estamos a uma eternidade do fecho desta “janela de transferências”, ou seja: boa parte desta “avaliação” pode ir direitinha para o lixo.
Axiomas.
Para que os Leitores possam interpretar o que aqui
escrevo e, coerentemente, discutir as minhas preferências, há que estabelecer
alguns axiomas sem os quais eu não consigo pensar em futebol …
Axioma A – o futebol é mais um desporto do que um
jogo, pelo que a disponibilidade atlética é fundamental para quem o pratica;
Atletas “pequeninos” podem ser futebolistas geniais, desde que não haja mais
que 1 na Equipa (ok, 2, no máximo) e não caiam para o lado com um encosto.
Axioma B – o futebol joga-se com uma bola, pelo que
quem não tem a técnica mínima para a tratar como deve ser, não pode ser Atleta
do Benfica.
Axioma C – o futebol é um desporto colectivo, pelo
que um rapaz (por mais artista de circo que seja) que “só olha para a baliza”
ou nem isso faz (aqueles que não tiram as fuças da bola), não pode ter lugar
nas Nossas Equipas; por outras palavras, eu detesto futebolistas estúpidos.
Axioma D – por mais que eu prefira, em condições de
igualdade, Atletas mais jovens, se possível portugueses e, melhor ainda, se
formados no Seixal, nunca vi nenhuma grande equipa fazer uma época inteira com
uma média de idades inferior a 24 anos, especialmente quando, como é o caso do
Glorioso, uma época representa quase 60 desafios oficiais, fora eventuais
convocatórias para as seleções, boa parte dos quais concentrados nos 3,5 meses
entre fevereiro e meio de maio
Axioma E – apesar de adorar Atletas cheios de
“garra” e que nunca dão uma bola por perdida, eu abomino o futebol de
“sarrafada”: nunca gosto e, no Nosso caso, com o “apetite” dos BOIS para
produzirem amarelos e vermelhos, creio que a agressividade excessiva se pode
confundir com burrice.
Axioma F – eu prefiro ver a Nossa Equipa empatar a 4
golos num desafio sublime, a ver uma Vitória ridícula por “meio a zero”; por
isso sou um adepto fervoroso dos sistemas com 3 centrais (3x5x2 ou 3x4x3) e
prefiro ver a Nossa Equipa sempre a pensar em fazer golos, mesmo quando não tem
a posse da bola e, pelo menos, até ter “o resultado na mão”.
Concordem, ou não, com estas minhas regras de ouro,
façam-me o favor de ler o que aqui escrevo considerando que eu estou
“condicionado” por estes princípios.
Regressemos ao principio …
E o principio foi uma época brilhante de todo o
Benfica, terminada na tremenda dor de 3 derrotas, imerecidas, que fizeram
recordar e despertar fantasmas e esqueletos que já tínhamos vencido há muito:
tivemos de superar o que não merecíamos e num momento em que se iniciava a
época mais importante desde há mais de 20 anos para o Nosso futebol, com o
lançamento da “nova” Benfica TV.
Desafios que fizeram apelo ao que de melhor o Clube
tem nas suas idiossincrasias e desafios vencidos de forma esmagadora, a ponto
de se prever o sonho sonhado há mais de 30 anos: podemos e vamos Vencer o POLVO
…
Pouca coisa? Ou razão mais que suficiente para
levantarmos ao alto todas as bandeiras que Nos tentaram roubar, ou, no mínimo,
sujar?
Foram anos e anos de Determinação, com os quais
conquistamos o direito de olhar os “Mais Novos”, bem de frente, Orgulhosos de
estar a lutar para lhes deixar um Benfica ainda Maior do que aquele que
recebemos dos “Mais Velhos”: e ainda há quem Nos veja a perder esta
oportunidade, coitados.
Nasce janeiro e um Atleta ao qual o salário tinha
sido aumentado duas vezes em dois anos, sai a troco de 25ME (não tenho nada a
adiantar ao que então escrevi a este propósito) … um rude golpe que,
felizmente, tinha sido antecipado bastante bem, pelo que foi pequeno o prejuízo
desportivo.
Em seguida, uma oportunidade para concluir uma
operação sobre os “passes” de outros dois Atletas, com a garantia imediata de
mais 45ME e sem dano desportivo imediato: começava, assim, a preparação da
época 2014/15.
Fora garantido o equilíbrio económico e financeiro
por, pelo menos, mais um ano, a melhoria da relação entre Activos e Passivos, o
inicio da reconstrução dos Capitais Próprios e conquistada a autonomia para
novos investimentos: excelente!
Depois, depois tivemos de “pagar”, antecipadamente,
a Vitória tripla nas competições nacionais com o adeus a dois dos Nossos
Melhores …
Doeu-Nos tudo e, no meu caso, doeu-me ainda mais ver
partir dois dos que fizeram o Maior Benfica, sem conseguir que eles o vissem
ainda Maior: essa é uma divida que teremos de “pagar”, com juros, pelo que não
chega o primeiro maio: temos outros “maios” para engrandecer, só por conta do
(D)Eusébio e do (Senhor) Coluna.
A nova época.
Sem surpresas, demonstrando o atempado planeamento …
10 aquisições sucessivas, rápidas: 2 jovens europeus, altamente promissores (o
Pawel e o Frisenbichler), que já começam a justificar na Equipa B; 3 jovens
brasileiros (um dos quais já tinha passado pela “Fábrica”, pelo que, creio eu,
poderá ser inscrito na Lista B para as provas da UEFA), todos eles muito
elogiados (Talisca, César e Victor) e que já demonstraram ser futebolistas;
outros 2 brasileiros conhecedores do “futeluso”, um quase de borla (Djavan, 200
mil) e o outro muito baratinho (Derley, 2,5ME) para o número de golos que
marcou; um português, profissional reconhecido, longe de genial, a custo zero;
outro jovem brasileiro, muito elogiado na sua terra, também a custo zero; e,
finalmente, um jovem talento chegado da Suíça, mais um que já provou ter sido
dinheiro bem investido.
Sim, a lista de 11 ficou-se pelos 10!
A SAD não conseguiu concretizar, sucessivamente,
outros dois jovens alvos que seriam os mais caros: dois centro campistas, um
alemão e o outro italiano, que reconheceram o lisonjeio das propostas do
Benfica, mas não aceitaram.
Respectivamente, aquisições para as posições (se o JJ
não os quiser reinventar) 6 (Pawel), 9 (Fris), 8 (Talisca), 4 (César) , 7
(Victor), 3 (Djavan), 9 (Derley), 7 (Candeias), 2 (Benito) e 3 (Felipe).
Aquisições falhadas, duas, para a posição 8.
Faltam “nomes sonantes” e “titulares nas selecções
A”?
Mas quando é que o Benfica “comprou” trutas dessas?
Mantorras, Simão, Aimar, Balboa e Saviola! 5 Atletas
em quantos anos (Garay não era internacional A)?
E o Balboa foi o “sucesso” que foi, quando eu
acreditava nele, depois de o ter visto jogar em Madrid.
Quando é que alguns se convenceram que o Benfica era
capaz de competir por atletas já reconhecidos como sendo de top? Ou preferem
que se insista na fórmula das aquisições com intervenção de “fundos” que Nos
tratam como “barrigas de aluguer”?
Luís Felipe não parece justificar a utilidade?
Veremos, mas se tiver sido o único insucesso …
considerando que não implicou investimento, não Nos podemos queixar..
Parece unânime que a SAD está a tentar adquirir um
GR e um médio de transição, depois de ter confirmado a aquisição de um 3
internacional português (1,5ME), embora “velho e gordo”, além de um Bebé que
parece poder ser “polivalente” (“custo zero”, podendo chegar a 3ME).
Resumindo, temos as seguintes posições de campo: 2 e
3 (um Atleta para cada lado da defesa, mais o Djavan), 4 (um central
“direito”), 6, 8 (posição para a qual foram tentadas mais duas aquisições), 7
(dois Atletas, um dos quais português) e 9 (dois Atletas).
Até agora, falamos de um investimento da ordem dos
16ME, valor que vai subir bastante caso a SAD adquira 100% dos passes dos 2
futebolistas “em falta”, que totalizariam 14 aquisições.
Confusos?
Eu já escrevi antes que não vou aceitar “desculpas”
por conta de eventuais “surpresas” que considero terem-se resumido ao triste
caso do oblak e mesmo esse, se quisermos seguir a sabedoria popular (“cesteiro
que faz um cesto …”), não podia ter deixado ninguém impreparado.
Relacionemos, então, as aquisições (e “reforços” por
eventuais “promoções” da Equipa B):
1 Havia a certeza de ter de “substituir” 3 Atletas,
sendo 2 nas posições 6/8 (Matic e A. Gomes) e um “9 ou nove e meio” (Rodrigo),
foram, imediatamente, adquiridos o Talisca (4ME) – falharam 2 outros alvos, o
Pawel (por ora na B, por 2ME), o Derley (2,5ME) e o Fris (“custo zero”, na B),
que se juntam a 2 possíveis “promoções” (Teixeira e Bernardo) e a possível
integração do Nelson, do Jara e do Farinha;
2 Havia a “certeza” da saída do Garay na posição 5,
foi adquirido o César (3ME), que se juntou ao regresso do Lisandro e a uma
possível (eu não acredito) integração do Sidnei;
3 Sabia-se que haveria que tentar negociar o
Siqueira e o Sílvio (posições 3 e 2, respetivamente) e, porque se acreditou
nesse sucesso, “deixou-se” que o Eliseu renovasse com o Málaga, o que acabou
por Nos custar 1,5ME; “perdeu-se” o Siqueira mas já estava contratado o Benito
(P3, 2,5ME), o Djavan (P3, por 200 mil) e o Luís Felipe (P2, “custo zero”), que
se veio juntar a uma eventual integração do Cancelo (P2, que também pode fazer
a P3); posteriormente, contratamos o Eliseu (P3, por 1,5ME)
4 Receava-se (e ainda receamos) uma eventual saída
do Gaitan (posição 11, há 3 anos e meio no Clube, pelo que eu nunca lhe
“cortaria as pernas”), que ainda não tinha renovado o contrato (se ainda não o
fez, já está fora do “período de protecção”) e foram contratados o Candeias, o
Vítor Andrade e o Bebé (todos P7/11 e a “custo zero”, embora eu acredite que o Bebé,
tal como o Bernardo, vão render mais como “nove e meio”), juntando-se aos
regressos do Ola e do Pizzi; nestas mesmas posições (7 e 11), perdemos o
Markovic, na minha humilde opinião, um futebolista “insubstituível”; e,
finalmente,
5 Caso paguem 30ME (a cláusula), ainda podemos
perder o Enzo e eu imagino que, nesse caso, a Nossa SAD tenha algum outro alvo
identificado (ou um regresso aos 2 alvos que foram falhados há umas semanas)
para o tentar substituir.
Ou seja e em resumo … uma vez mais a Nossa SAD
demonstrou ter a nova época devidamente preparada, quer na antecipação das
primeiras aquisições, quer nas duas “afinações” posteriormente efetuadas.
Vejamos, agora, os casos mais complicados.
A substituição do oblak parece-me imperiosa (a
Equipa de Honra está só com 2 GR) e, se for possível, a SAD tem de ser
ambiciosa nessa contratação. Não me surpreendem os rumores que insistem em
atletas alemães e eu gostaria de ver qualquer um dos 3 seguintes: Tino Horn,
Maxym Koval e Bernd Leno, todos eles bem diferentes, dentro das Nossas
capacidades económicas e capazes de garantir competitividade com o Artur.
Evidentemente que não gosto de ver a SAD a,
aparentemente, demorar muito tempo para concretizar esta aquisição, mas tenho
consciência de que nem sempre é fácil acertar na primeira “sondagem”.
A eventual saída do Gaitan, deveria, na minha
humilde opinião, provocar uma tentativa para recrutar um dos futebolistas
jovens que mais me impressionou neste mundial: o holandês Menphis Depay, mesmo
que fosse necessário “bater o record” do valor das aquisições do Glorioso
(Sálvio, por um total de 13,5ME).
Finalmente, a eventual saída do Enzo deveria causar
o mesmo tipo de resposta. Nesse caso, eu começaria por melhorar as propostas
feitas ao alemão e ao italiano e, se não tivesse sucesso, tentaria o Claessen.
A minha avaliação das aquisições e dos “reforços”.
Posição 2 – Gostaria muito que a SAD conseguisse
contratar o Sílvio (que pode fazer 2 e 3) e acredito que o Cancelo vai ficar na
Equipa; não gosto do tipo de Atleta que o Felipe tem demonstrado ser, mas sei
que ainda é muito cedo para escrever um juízo sobre a sua aquisição.
Posição 3 – Tenho gostado imenso de ver o Benito,
pelo que com a capacidade e maturidade imediata do Eliseu, creio que estamos
mais fortes nesta posição.
Posição 4 – Embora me preocupe a actual lesão do
Nosso Capitão, não tenho receio nenhum de considerar que a Equipa também ficou
mais forte nesta posição de campo, uma vez que o César me parece uma aposta
risonha no futuro e todos conhecemos a capacidade do Jardel para não
comprometer quer a 4, quer a 5.
Posição 5 – Depois de ter visto muitos desafios do
Lisandro, estou absolutamente convicto de que, em poucas semanas, ele vai fazer
esquecer completamente o Garay e com vantagem no jogo pelo ar: considero-o um
central muito inteligente, de belíssima técnica e bem mais rápido que o Garay
(embora menos que o Jardel ou o César).
Posição 6 (que eu prefiro designar por “médio de transições”
– Para surpresa de todos, vou escrever que considero a posição ideal (e de
futuro) para o Talisca (explicarei mais abaixo), além de estar deliciado com o
que tenho visto do Pawel (19 anos … brutais!); a curto prazo e enquanto não
pudermos contar com o Fejsa, eu confio inteiramente no André Almeida,
especialmente por saber que também contamos com o Ruben (especialmente para os
desafios contra “10 defesas e 1 GR”); infelizmente, parece-me que o Lindeloff
ainda necessita de mais “rodagem” na Equipa B.
Posição 7 – Quando o Sálvio aperfeiçoar o seu jogo
colectivo, vai ser um dos melhores alas do mundo e, nos seus impedimentos, a
Equipa tem várias alternativas válidas (Ola e Candeias); como já defendi que
uma eventual saída do Gaitan deveria ser compensada, libertando o Ola para
poder jogar na direita, creio que esta posição continua bem preenchida.
Posição 11 – Com o Gaitan e o Ola John, estou certo
de que teremos uma ala esquerda fortíssima e capaz de assegurar os quase 60
desafios da época; esta parece ter sido a posição que mais beneficiou, no caso
pelo “renascimento” do Ola; importa recordar que, para as posições 7 e 11,
ainda podemos contar com o Sulejmani, um Atleta que Nos pode surpreender com
uma época ao nível do que prometia aos 20 anos.
Posição 8 – (que eu prefiro chamar “médio de
organização” Mesmo que o Enzo saísse (o que nem desejo, nem acredito), creio
que o Talisca e o Teixeira já’ vão ser capazes de competir pela posição,
assegurando um bom desempenho global; eu não acredito que o Bernardo tenha
condições atléticas para fazer de médio de organização.
Posição “9 e meio” – Derley e, sobretudo, Lima são
talhados para esta posição, quer pela mobilidade, quer pela simplicidade de
processos que os caracteriza (mais a velocidade de que dispõem), mas eu talvez
vá surpreender alguns Leitores ao escrever que, muito humildemente, considero
que o Bernardo Silva tem todas as condições para vir a preencher este lugar com
brilhantismo, ficando por saber quanto tempo ele pode necessitar para assumir
esse papel tao determinante.
Posição 9 – Embora o Lima e, sobretudo, o Derley possam
fazer bem esta posição, importa não esquecer que a Equipa também tem um
excepcional 9 chamado Óscar “Tacuara” Cardozo, capaz de ser decisivo em todos
aqueles desafios “contra 10 defesas e 1 GR”; pessoalmente, admito que o Bebé
pode vir a transformar-se no melhor 9 português desta geração e acredito que a
eventual competição com o Nelson Oliveira venha a ser muito benéfica para
ambos.
Conclusão.
Por enquanto, considerando que a Nossa SAD consegue
contratar um bom GR e que o Enzo e o Gaitan não saem da Equipa ou, caso saia
algum, ou ambos, veremos a Equipa reforçada com argumentos inteligentes, eu
creio que a Equipa vai ficar altamente competitiva, embora tenhamos de lhe dar
algumas semanas antes que o trabalho colectivo possa garantir aquela
“transformação dialética” que a vai definir como uma Grande Equipa, como a que
vimos na maior parte dos encontros desde janeiro de 2013.
Estamos mais fortes que em maio passado?
Não! Nem sequer creio que isso seria possível.
Estamos mais fortes que em agosto passado?
Não! Idem idem, aspas aspas.
Estamos mais fortes que em agosto de 2012?
Sim, definitivamente e na minha humilde opinião!
Se continuarmos a ser melhores no Nosso papel de 12º
jogador, não vejo nenhuma razão para admitir que esta Equipa não pode fazer
mais uma época brilhante.
Posfácio.
Sinteticamente, a melhor dupla de médios centro que
me recordo de ver no Glorioso foi a formada pelo Enzo e o Matic, que produziu
algumas exibições absolutamente notáveis (por exemplo a da Arena de Amesterdão,
onde “engoliram” até 5 atletas do Chelsea) e que eu considero o ideal para
aquelas posições, classicamente chamadas de 6 e 8.
Desde esse exemplo, eu passei a preferir os Autores
que designam por “médio de transições” o vulgar 6 e “médio de organização” o
comumente chamado 8, ou “box to box”.
Ambos são, obrigatoriamente, Atletas capazes de
intervir em todos os momentos do jogo (defensivos e ofensivos, em transição e
organização) e, idealmente, ser capazes de se “substituir entre eles” durante
cada desafio.
Ambos são fortes em termos atléticos e técnicos,
embora um deles deva ser mais alto, com maior “raio de acção” e preocupado em
garantir a cobertura defensiva aos ataques organizados (o 6), enquanto o outro
(8) tem de ser mais competente no transporte de bola (no 1x1, para ultrapassar
a primeira linha defensiva adversária) e na chamada “temporização” (aqueles
segundos de espera para que se formem os triângulos, laterais ou centrais, que
permitam uma eventual superioridade numérica).
Ambos os Atletas devem ter muita inteligência na
“leitura do jogo”, sendo um deles mais criativo (8), enquanto o outro deve ser
mais “reactivo” (6).
Teoricamente, 2 miúdos como o Talisca (6) e o
Teixeira (8), podem vir a constituir mais um destes pares quase perfeitos.
Viva o Benfica!
P.S.: em anexo, um quadro copiado do Companheiro
Djeiti, do “Deixa Passar o Maior de Portugal”.
