sábado, 15 de junho de 2013

Politica de aquisições, Custos e “Lucros”

Por José Albuquerque

Tal como prometido no texto em que comentei as Nossas ‘Contas’ do 3º trimestre deste exercício (31.03.2013), eis-me a escrever para facilitar a compreensão destes assuntos a todos os que não estudaram ‘contabilidades’. Para o efeito e em vez de vos castigar com uma qualquer espécie de ‘aula’, tentarei atingir o objectivo através da exemplificação de questões muito práticas e, como estamos em plena ‘janela de mercado’ vamos começar por falar das “Operações com Passes de Atletas”, uma rubrica que, todos o sabemos, assume uma importância determinante no ‘negócio da Nossa SAD’. E se tu, Companheiro, és daqueles que dizem que “estou-me nas tintas para as contabilidades, porque o que eu quero é ter bons Atletas e que a Equipa conquiste títulos”, então fazes bem em ler este texto, a ver se compreendes, por exemplo, a razão pela qual o Glorioso não pode adquirir o passe de um atleta como o Ansaldi, ou a que permitiu que o crac Nos “roubasse” alguns atletas que a SAD já quase contratara.

Politica de aquisições
Comecemos, então, pela politica de aquisições da SAD, tal como aprovada e confirmada por sucessivas AG’s de Accionistas. Em síntese e simplificando, temos:
1 Adquirir jovens Atletas de elevado potencial; e
2 Estar activa no mercado, por forma a aproveitar oportunidades que possam constituir reforços importantes.

No 1º grupo, podemos enquadrar a esmagadora maioria das aquisições das últimas 6 épocas e, no segundo, cabem casos como os do Aimar, Saviola, Lima e o do próprio Garay, não sendo a idade dos Atletas o único factor a diferenciar estes dois grupos.
E qual é esse factor adicional a fazer a diferença?
A estrutura dos custos que cada Atleta representa para a SAD, uma vez que os primeiros, mesmo que os seus ‘passes’ custem bastante (como o Ola John ou o Sidnei, por exemplo), recebem salários relativamente baixos, enquanto no 2º  grupo encontramos Atletas que, estando ou não em fim de contrato, exigiram um investimento inicial relativamente pequeno (quando comparado com a classe confirmada dos Atletas), mas, em contrapartida, ‘furam’ o teto salarial e, eventualmente (como no caso do Saviola), exigem manobras de ‘optimização fiscal’ (ahahah) para viabilizar o acordo.

Custos
Ou seja, cada Atleta contratado pela SAD implica impactos em 2 diferentes rubricas dos ‘Custos”:
3 Por um lado, naturalmente, os seus salários contratuais (uma parte dos “Custos Operacionais”; e
4 O custo das “amortizações’ anuais do valor de aquisição do “passe”.           

E eis-nos chegados a este chavão – as amortizações, cujo entendimento é indispensável para entender as “contas”.
Não se trata de “amortizar um empréstimo”, que é coisa diferente. Trata-se de “amortizar” os valores de alguns itens do Activo, nomeadamente os respeitantes aos passes dos Atletas, no sentido de ‘distribuir’ esses custos de aquisição ao longo de toda a vida prevista para o contrato..
Vejamos o seguinte exemplo: adquiriu-se um Atleta por 10M (incluído comissões, eventuais ‘prémios de assinatura’ e demais custos de aquisição), com um salário anual de 1M e por um prazo de 5 anos. Qual será o “custo” anual deste Atleta? 11M no primeiro ano e 1M em cada um dos 4 anos seguintes?
Não! O custo de cada Atleta (fora eventuais prémios de desempenho e admitindo que o contrato não é renegociado ao longo da sua duração) é constante em cada um dos 5 anos e é igual à soma do salário (1M) com 1/5 do custo de aquisição (10/5=2), ou seja, 3M em cada ano.
Olhando para o Activo e independentemente da forma de pagamento, o passe deste Atleta “entra” com o seu Valor de aquisição (10M) e, depois, em cada ano, reduz-se pelo montante da “amortização”, passando, sucessivamente, a 8M, 6M, 4M … até ser igual a zero no final do contrato (fazendo sentido que possa sair “a custo zero”).
Quer isto dizer que, imaginando que o Atleta sai, dois anos após a compra, vendido pelos mesmos 10M que tinha custado, dessa operação resultará uma mais valia (Proveito extraordinário) de 4M, igual à diferença entre o valor da venda (10M) e o valor restante (“liquido”) do passe no Activo, após duas amortizações anuais (6M). Naturalmente e caso a forma de pagamento inicial do passe tenha implicado um recurso a financiamento (ou a simples emissão de garantias bancárias), haverá lugar à existência de “custos financeiros” (que não são amortizáveis) e que onerarão o exercício da compra.
Todo este arrazoado tem um único objectivo: o de explicar que a compra de um passe, sejam quais forem o seu montante e forma de pagamento, só pode implicar um “lucro” (mais valia), ou um “prejuízo” (imparidade), no exercício em que se verifique a venda desse Atleta. Ate lá, anualmente, o que emerge dessa compra são os ‘custos” em salários e amortizações do valor do passe (fora eventuais custos financeiros, obviamente).
Reparem que no momento da aquisição 3 tipos de movimentos contabilísticos podem acontecer: (a) Activo e Passivo não se alteram, porque “sai dinheiro da rubrica ‘caixa e bancos’ por contrapartida do ‘valor do Plantel’”, caso o pagamento se faça a p.p., ou (b) a compra faz-se 100% a crédito e Activo e Passivo aumentam ambos pelo valor de aquisição (no Activo pelo aumento do “Valor do Plantel” e no Passivo pela inscrição dessa verba na rubrica “Fornecedores”, ou, finalmente, (c) por uma qualquer combinação das anteriores alternativas.  
Toda esta embrulhada serve para que quem não estudou contabilidade, possa compreender que o conceito de “Custos” não é igual ao de “pagamento” e/ou “despesa”, tal como “Proveitos” não são todos os “recebimentos” e/ou “receitas”.
No exemplo em causa, no ano da aquisição do passe podem os pagamentos chegar a 11M (caso a compra seja liquidada “a pronto”), mas os “Custos” serão de 3M e iguais aos do segundo ano (em que os pagamentos já se resumirão ao salário de 1M). Já no exercício em que o passe é vendido (admitindo o pagamento igualmente imediato), a receita pode ser de 10M, mas o “proveito” será de apenas 4M, uma vez que, deixando o Atleta de fazer parte do “Activo”, haverá que “retirar” os 6M que restavam amortizar, indo o “saldo” contribuir para o “lucro” desse exercício.

“Lucros”
Agora que ficou claro que a aquisição de um Atleta não origina nem “lucro” nem “prejuízo” (“mais” ou “menos valias”), há sempre quem questione se estes resultados não podem, de alguma forma, ser ‘manipulados’, ao que eu respondo que sim e dou o exemplo seguinte …

Há uns anos o crac entendeu vender um seu activo ao Inter de Milão, activo esse que tinha uma “cláusula” de 40 ME, fazendo o negócio por cerca de 18 ME, valor que decidiram inflacionar, “criativamente”, avaliando em 6 ME o passe de um garoto com nome de grande futebolista (Pelé) e aceitando a respectiva devolução como parte do pagamento.
Sinceramente, não sei se o Agente desse rapaz recebeu a comissão sobre esses 6 ME (a que teria, legalmente, direito incontestável), mas duvido muito que o Inter lhe tenha pago o que quer que fosse, ainda que seja assunto que me não interessa absolutamente nada.
Já quanto ao Clube formador do miúdo, esse Nós sabemos que exigiu e muito bem, que lhe fosse pago (ainda que tarde e a más horas) o que lhe era devido por uma transacção de 6 ME: como o crac se andava a comportar como caloteiro, a Nossa SAD chegou a anunciar que não lhes enviaria os bilhetes regulamentares a que teriam direito para um desafio na Catedral, a menos que, finalmente, cumprissem com essa obrigação legal.
Contabilisticamente, o crac conseguiu, com essa “criatividade”, empolar em 6 ME os resultados desse exercício, tendo “pago” essa descarada manipulação de valores nos exercícios subsequentes em que teve de amortizar esse mesmo valor, em que teve de pagar (pagar-Nos) as inerentes responsabilidades e, finalmente, suportar a imparidade restante quando cedeu o garoto (em troca de nada, claro) a uma qualquer sucursal.

Voltando ao principio, ao caso do Ansaldi que exemplifica todos aqueles pedidos de “um lateral confirmado e que não seja uma adaptação”, atleta que estaria no mercado por cerca de 5ME, mas que tem um salário anual liquido de impostos de quase outro tanto, um contrato de 5 anos apenas custaria 1ME em “amortizações”, mas custaria uma verba insuportável em salários anuais, alem de colocar em causa a sempre necessária coesão no balneário.
Acresce que a fiscalidade em Portugal também não ‘ajuda’ nada, por não ser competitiva com a da esmagadora maioria dos outros países europeus (neste momento, creio que apenas a França segue pior), diferença essa que parece ter estado na origem das operações de “engenharia fiscal” que envolveram os empréstimos do Reyes e do Sálvio e as aquisições do Saviola (que teria um salário de 3,5ME em Madrid) e do próprio Garay (idem).

Seguramente que quase todos nos surpreendemos quando o técnico do B. Dortmund afirmou que “toda a equipa custou 38ME”, mas eu não necessito de ir pesquisar as “Contas” desse clube para garantir que aquela equipa custa muito mais do que esse valor e só em salários anuais, além de ter a certeza de que o respectivo valor de balanço também ultrapassa e muito, esse suposto custo.

Finalmente e como conclusão, a menos que queiram ver o Glorioso regressar a uma gestão de alto risco, seria bom que parassem de sugerir aquisições de alguns atletas (dos tais “confirmados e que não são adaptações”) cujos salários seriam incomportáveis para a SAD.

Viva o Benfica!      

sexta-feira, 14 de junho de 2013

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Os resultados são o combustível dos Campeões

Por José Albuquerque

“Os resultados são o combustível dos Campeões”

Esta frase, que aprendi há mais de três décadas, deveria ser vivida, constantemente e a todos os níveis da vida do Grupo Benfica, Sócios e Adeptos incluídos.
  
O Glorioso Sport Lisboa e Benfica, todos o sabemos, é muito mais que um Clube: a Nossa História, desde sempre e hoje ainda mais, constitui prova insofismável disso mesmo e essa realidade está completamente vincada nos Nossos Valores essenciais (Solidariedade, Universalismo, Democracia, Desportivismo e Ecletismo, entre outros).
Esta última década, pressinto-o, ficará na História, na Nossa e na de Portugal, como a da resistência ao POLVO, desde o quase abismo em que ele (com a Nossa ‘autorização’, há que o confessar) Nos lançou, até ao Clube pujante que nunca deveríamos ter deixado de ser e que, hoje mais do que nunca, não só Somos, como prometemos vir a ser, a um nível antes inimaginável.

As coisas chegaram a tal ponto, nesta parte infame do “des porto porto guês” (pobre Invicta, que tal mancha te permitiste), que, regressados à Nossa História e aos Nossos Valores, não podemos alijar a responsabilidade patriótica que detemos, enquanto Maior Clube do Mundo, de crescer ainda mais e mais, secando este lamaçal vergonhoso que a Nossa crise permitiu. De tudo isto, sinto-o até aos ossos, tem a maioria dos Benfiquistas alguma consciência, pelo que só adianta repeti-lo para que ninguém se distraia, nem por um instante e por mais que a amestrada da mérdia e a incompetente ordem institucional não se cansem de tentar branquear, ou dourar, o nojo destas últimas três décadas.

E temo-lo feito, em pequeno número no início, que não fomos muitos a perceber o verdadeiro móbil e objectivos do “Bando dos 4 pintos”, em número crescente, sempre crescente e sempre crescente em capacidade, competência e motivação. Honra e Glória aos Benfiquistas que, por esse planeta fora, por este país dentro, em centenas de locais e milhares de oportunidades, hoje com o bastião da blogosfera Benfiquista, desde simples Adeptos até aos membros dos Nossos Corpos Sociais, TODOS, UM e fazendo jus ao Nosso mote “Raça, Querer e Ambição”, desmascarámos e combatemos o POLVO, assegurando o único bastião que lhe foi e sempre será inacessível.

Poderíamos ter feito mais e melhor? Claro que sim, mas essa é uma verdade universal e permanente.
O que, realmente, importa é que o vimos a fazer cada dia mais e melhor, amplificando constantemente as Nossas capacidades e competências, ganhando cada dia mais terreno ao POLVO, obrigando-o a entrar em túneis e a deles sair pior do que entrara, empurrando-o para um descaramento que tem tanto de inaudito quanto de desesperado e assegurando-lhe que o seu fim se aproxima a passos largos. Tomem nota do que aqui escrevo e recordem-se que o POLVO se instalou e desenvolveu no e do obscurantismo: como todas as outras formas de tirania e ilegalidade, ele não resistirá a uma plena revelação. 
Melhor ainda, fizemos isto sem nunca prescindir dos Nossos Valores, sem recorrer a quaisquer esquemas obscuros, sem espertalhices: com toda a transparência. Do sofrimento fizemos energias, do que poderia ser ódio fizemos Alegria e da derrota anunciada fizemos as Vitórias prometidas e já cumpridas.  
E é por tudo isto, Companheiros, que eu, olhando sobre o ombro, só consigo descobrir razões para ter ainda maior motivação. Mesmo quando reparo no que deveríamos ter evitado, logo me envaideço do tanto, tanto que conseguimos, no chamamento de uma ambição que, obrigando-me a aprender com os erros, me obriga a festejar os sucessos, todos e cada um, como semente da exigência sem limites que tenho para o futuro.

Eu nunca senti o Benfica sem um Imenso Orgulho, mas, confesso, tempos houve em que esse orgulho tinha a letra apequenada pelo sofrimento e pela sombra da dúvida. Hoje, já não consigo sentir o Nosso Clube sem sorrir de uma Vaidade que, por ser Universalista, nada tem nem de mesquinha, nem de arrogante, nem sequer de egoísta.
Hoje, com a certeza absoluta de que os meus Filhos e Netos viverão o Benfica no Desporto Português, sem pintos moluscos, prometo-me não só não esquecer, nunca, qual tem de continuar a ser o caminho, como garanto que não permitirei que a ignomínia que resta me impeça de festejar e celebrar a Vitória, seja a de ontem, a de hoje ou a de amanhã. 

Ainda bem que a Nossa Festa incomoda o POLVO: assim, podemos fazê-la quer por Paixão, quer por Razão! 

Que ninguém se iluda e ainda que eu use as aspas quando escrevo a palavra “Guerra”, estou, de facto e como pedem muitos de Nós e há vários anos, a falar de um combate sistemático e em todas as frentes possíveis contra todos os “braços” que formam essa coisa que subverteu o Desporto em Portugal e que Nos tem como alvo: com o próprio crac e o olibeiredo à cabeça, sim, mas não esquecendo a Liga, a FPF (e algumas outras Federações), a amestrada da mérdia e, até, boa parte do aparelho político e judicial, forçando uma reformulação radical quer nos Regulamentos (Disciplina e não só), quer, obviamente, na apintagem.
Tal como, já bem dentro do nosso horizonte temporal, houve muitos de Nós que confundimos o papel determinante que o Presidente teve como “disparador” dos processos Apito Dourado e Apito Final, bem como na tentativa de fazer com que a UEFA retirasse consequências deste último e eu espero que não subsistam dúvidas de que, sem a intervenção directa e duradoura do Presidente do Benfica (e a ajuda do então Presidente do SCP), nunca esses processos teriam visto a luz do dia, confundimos, dizia, com o início do tal confronto “final”.

Há muitos de Nós, entre os quais alguns Enormes Benfiquistas, que só lamentam que o Clube (e o Presidente, claro) não tenha feito uma aposta ainda maior nesses combates, talvez antecipando a rescisão com a sporcostv e, pelo menos, usando de mais “malandrice”. Muitos outros preferem que o Clube se continue a fortalecer e que venha a lançar-se nessa “Guerra” agora, com o fim do contrato com o olibeiredo e ainda há outros que definem outras etapas (como os 300 mil Sócios, por exemplo) como “tiro de partida”.
Ou seja, as questões permanecem vivas: (1) sim, ou não, uma estratégia de confronto aberto e generalizado contra o POLVO será necessária para a sua erradicação e, em caso afirmativo, (2) quando é que essa estratégia deverá ser colocada no terreno de forma declarada?

Como derradeiro contributo para a discussão, quero recordar-vos que, especialmente nas fases em que o crac mais acossado esteve, o principal “argumento” do POLVO sempre foi um só: “porque não conseguem vencer em campo …”.
Isto é tão, ou mais, importante, quanto todos estaremos de acordo que, a um POLVO (pelo menos) aparentemente mais forte (com mais guita da sporcostv, com a mérdia mais dominada que nunca e, principalmente, com um controlo absoluto sobre Liga e FPF, “Disciplina” e apintagem incluídas), corresponde um Benfica muitíssimo mais forte, sob todos os pontos de vista (capacidade financeira, o seu próprio grupo de média, 250 mil Sócios, etc.), incluindo … muitas, muitas Vitórias em quase todos os campos.

Por tudo isto, eu exigi-me escrever esta palavra de absoluta confiança em todos Nós e no Clube que Somos.
Cometemos alguns erros? Sim, cometemos, mas mantemos a determinação necessária para os erradicar!
Em resultado desse trabalho, desse Benfiquismo, o POLVO tem sido obrigado a ‘revelar-se’ e, assim, a ‘arriscar’ a própria subsistência. Há anos que procuro, no meio de outros, convencer os meus Companheiros de como o POLVO medrou e subsiste por mercantilismo puro e o “tempo que o tempo tem” tem-se encarregado de nos dar razão.

Nestes últimos dias, o POLVO sonha contra atacar-Nos onde mais lhe doeu: na Nossa BTV.
Ridículos e incompetentes, ‘esquecem-se’ dos motivos que obrigaram ao “Spin Off” da ZON a partir da PT e ‘imaginam’ uma via ilegal para manter um monopólio que já feneceu, implodido, e que não pode renascer através de nenhuma troca accionista.
A aquisição dos direitos de transmissão dos desafios da “Premier League”, assustou-os ao ponto de lançarem alguns boatos sobre a coesão entre o Presidente e um Administrador da SAD – o “Senhor televisão”. Infelizmente e como quase sempre, alguns Companheiros morderam o anzol e amplificaram a boataria.
No primeiro texto que escrevi para o GUACHOS VERMELHOS, disse que esta é uma hora para Benfiquistas e para Benfiquismo e hoje sinto que não posso fazer nada melhor do que recordar isso mesmo.     

Viva o Benfica!

Agarra que é ladrão!

Só um pequeno exemplo do execrável comportamento dos mérdias portugueses...
Se for no Benfica, são roubos, ultrapassagens - humilhações!
Se for no clube do putedo... peanuts!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

A “Estrutura”, os “poderes’ do Técnico e … o “Maestro”

Por José Albuquerque

Há quase duas décadas que o “Maestro” é tema recorrente das conversas e escritos dos Benfiquistas e ainda bem. Para ser absolutamente claro, considero de uma irracionalidade gritante todos os que tentam atacar o Presidente através do “Maestro” e não deixa de ser quase hilariante verificar que esses que o fazem são, exactamente, os que, recorrentemente, acusam o Presidente de usar em proveito próprio (eleitoral e não só) a quase unanimidade que o Rui constitui entre Nós.

Já se chegou ao descaramento de sugerir ao Rui a demissão, como se ele não fosse um vértice fundamental em todos os recentes sucessos quantitativos e qualitativos do Nosso futebol.  Acontece que, quando, assim, “atacam” o Rui, mesmo que o verdadeiro visado seja outro, eu considero que cometem um erro quase imperdoável.

Um outro “verbo de encher” nos maus momentos do Glorioso é a famigerada “Estrutura”. Ainda por cima, muitos Companheiros não hesitam em a criticar por oposição com a alegada “estrutura perfeita e vencedora” do crac, numa comparação que eu me recuso a qualificar, para não desatar a Sinceramente, eu não consigo entender como alguns Companheiros se satisfazem quando ‘culpam a estrutura’, sugerem a substituição de uma das suas figuras (talvez por não conhecerem os nomes das muitas dezenas de outras), admitem como solução algo que seria uma real despromoção do “Maestro” e terminam a dizer … “Eureka”!

Permitam-me uma só pergunta: como é que alguém que não trabalha com uma certa organização, se sente capacitado para fazer avaliações individuais e/ou colectivas dos seus desempenhos individuais?
Mesmo não sendo um especialista em avaliação de competências (recursos humanos, para os mais ‘antigos’), a única resposta que me parece possível seria … por não terem melhor que fazer.  

Finalmente, o terceiro vértice deste ‘problema’ (aquele que define uma espécie de “triângulo das Bermudas” no qual pretendem que desapareça o Carraça) e como ‘subproduto’ de serem confrontados não tanto com a renovação do Técnico, mas sobretudo com a não diminuição (?) do seu salário, nasceu a ‘critica’ ao “aumento dos seus poderes”.

Mas, que raio, como é que se aumentam os “poderes” de um Técnico, alguém sabe dizer-me?

Pior ainda e caso alguém soubesse explicar-me essa impossibilidade, ainda não descobriram que esse “aumento de poderes” estaria a tornar o respectivo salário mais ‘baixo’ (fazer mais pelo mesmo dinheiro), tal como tão veementemente defenderam?
Ora “digam la se pode, ou não, falar-se o Fado” … …   

Companheiros,

Eu não sou de endeusar ninguém (nem sequer Deus), mas creio que temos, todos Nós, profundas razões para “protegermos” o “Maestro”, sem o imiscuir em tricas e sem o envolver em “desabafos” …

O Rui é um de Nós, um dos Melhores, é um símbolo do Glorioso! Ele tem um passado, como Atleta, como Benfiquista e como Homem, que lhe confere um lugar ímpar na História do Glorioso, que o qualifica como um dos mais valiosos “activos” do Clube e lhe auguram um papel importante no Nosso Futuro.
O “Maestro” ainda é, hoje, o mais brilhante de quantos Atletas saíram da “Fábrica” (tendo recusado convites para ir para alcoshit), ele também foi colocado “a rodar” para amadurecer como futebolista, regressou para nos encantar e para ser Campeão (com salários em atraso), condicionou a sua carreira em prol do Clube (recusando o Barcelona e a “fortuna” que lhe ofereciam), foi estrela do “cálcio” por 11 épocas (7 na Florentina e 4 no Milão, sem nunca ter sido apanhado pelos paparazzi), chorou quando fez golo contra a Nossa Equipa, assinou “em branco” para regressar e terminar a sua carreira como Atleta e, finalmente, aceitou o convite do Presidente, recusando pelo menos uma (que eu saiba) alternativa muito melhor remunerada.
O Rui é Sócio de quatro dígitos, é Sócio Fundador e é Accionista da SAD (dez mil títulos, só em nome próprio). O Rui é Benfiquista e é Pai de Benfiquistas.  

Que se “levante” quem tenha dado metade (ou melhores) das provas de Benfiquismo nestas duas últimas décadas!

Eu não vou endeusá-lo, mas não aceito que o ataquem por lhe exigirem a … perfeição! Eu não aceito que pretendam dar-lhe lições de futebol, nem aceito que coloquem em causa nem a sua inteligência (foi sempre Benfiquista e, como Atleta, não se conquista o titulo de “Maestro” com demonstrações de burrice), ou a sua integridade como Profissional, como Homem e como Chefe de Família!
Há mais de 20 anos que o Rui é alvo dos holofotes da fama e nunca, ninguém, teve nada a apontar-lhe. Nem fora nem dentro dos relvados: NADA vezes NADA. NADA!
Se todos Nós merecemos respeito, o “Maestro” não pode merecer menos. Se todas as Nossas opiniões têm direito a ser ouvidas, as dele também e por maioria de razão, mesmo que ele entenda guardá-las para o CA da SAD!

Mas não é só pelo passado e pelo respeito que ele Nos merece, que atacar o Rui de forma ínvia constitui, na minha humilde opinião, um grave atentado ao Glorioso.

Pelo passado, sim, mas principalmente pelo presente e pelo futuro do Clube, quem escolhe o “Maestro” como subterfúgio para objectivos que ele não subscreve e negou repetidamente, quem o elogia e/ou desaprova por comparação (e/ou falsa oposição) ao Presidente, quem o tenta “misturar em tricas”, tem de ser obrigado a pensar mais e melhor. Quem isso faz, mais ou menos directamente, ou esquece ou finge esquecer o desafio que LFV lhe lançou há 5 anos, desconhece, ou simula desconhecer, o que representa ser Administrador de uma SAD com um Activo (conservadoramente avaliado, sobretudo pelo valor contabilístico do Plantel) de cerca de 400 milhões de euro e nela deter o pelouro do “core business” – o Futebol.

Sinceramente, estou convencido de que, pelo menos na esmagadora maioria, não têm nem ideia. Tal como nunca estiveram num balneário, nunca disputaram uma partida de futebol a sério e, ainda assim, têm sempre muitas coisas a dizer sobre as táticas, sobre os Atletas e sobre os “negócios” que deveriam ser feitos.

Somos, todos, muito lestos a identificar os problemas e os “erros” (sobretudo á segunda feira), mas muito “poupados” no que toca ás soluções e/ou alternativas. Só que uma coisa é dar largas á frustração por um lance falhado ou por um mau resultado e outra, bem diferente, é não pensar nem no pouco que se sabe, nem admitir o tanto que se desconhece no momento de “botar tese” sobre a gestão do Nosso futebol. E o anonimato da internet não pode desresponsabilizar!

O “Maestro”, que foi um Atleta de eleição, que tem um curricula exemplar de Benfiquista e que é um Senhor em tudo o que se lhe conhece, não teve o privilégio de uma formação académica em Gestão …

Quer dizer … não tinha tido esse privilégio ate há cinco anos!
Trabalhando directamente com o Presidente e com o DSO, entre outros, com o pelouro do Futebol (todo ele) e as suas responsabilidades, enquanto Administrador, relativamente a TUDO o que diz respeito á SAD e ao Grupo, o Rui já está a fazer como que um “Mestrado” em Management. Que ninguém tenha a menor dúvida!

E o que pretendo com tudo isto que aqui digo, será defender que o “Maestro” vai ficar imune ao erro?

Longe disso e a minha “tese” é bem simples e objectiva. Para a traduzir por uma só equação, permitam-me que pergunte: quanto vai “valer” o Rui daqui a dois anos? E dentro de cinco? Quanto já vale ele, hoje? Não percebem que ele tem demasiadas competências para ir substituir quem quer que seja que trabalhe com ele? Não entendem como ele está bem colocado para contribuir para as soluções de que o Benfica necessita?
Para o Glorioso, para a SAD e para todo o Grupo, o Nosso “Maestro” representa muitos milhões em “goodwill”. Ele é um “Activo intangível” (não contabilizado) de valor tão crescente quanto difícil de calcular.
Benfiquista como poucos e identificado com o Clube desde que nasceu, irmanado desde as humildes raízes aos Valores mais nobres, um Senhor do Futebol reconhecido á escala planetária e cuidadosamente preparado como Gestor o Rui poderá não ser insubstituível, mas é e será, com toda a certeza e tal como sempre foi … ÚNICO!

O Benfica somos Nós, mas o Clube não é Nosso, não me canso de o repetir. O Benfica está nas Nossas mãos “a crédito” das gerações futuras, dos que o transportarão até á eternidade e para além dela. Nas últimas décadas já desperdiçámos demasiado tempo e recursos. Demorámos demasiado a perceber que o “jogo” estava viciado e escolhemos más soluções ou “não soluções”.

Malbaratar os talentos do “Maestro” … seria um “crime de lesa Glorioso”.

Pretender que a Nossa “Estrutura” trabalhe para ‘seduzir’ técnicos, atletas e equipas que devem ser, sempre, adversários, ou pretender que ela se otimize na capacidade de intervenção junto da mérdia e dos Tribunais de Família e dos serviços de estrangeiros e fronteiras e das comissões de justiça e das de disciplina, ou, ainda, que ela invente e administre ‘aditivos’ aos Atletas, etc., etc., etc. … seria outro “crime de lesa Glorioso”. 

Manchar a Nossa Estrutura com um qualquer ‘vosé jeiga’, que desse razão a campanhas “a la capela”, isso então já não se resumiria a um “crime lesa Glorioso” e passaria a ser verdadeiramente anti Benfiquista e anti Patriótico.    

Viva o Benfica!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Festa de arromba - o próximo campeonato já está ferido de morte!

Ultimamente, não tenho estado muito atento às noticias, mas não me lembro, desde há anos, ver alguém do Benfica, anunciar publicamente o interesse em qualquer jogador!
A estratégia dos corruptos, devidamente apoiados no interesse dos empresários e da merda de imprensa que temos, passa por, plantar diariamente notícias do putativo interesse do Benfica num determinado jogador que, passados minutos, está a caminho do Porto!

Não tem nada que saber; qualquer empresário manhoso já sabe que se quer valorizar o seu produto só tem que telefonar para a imprensa a dizer que o Benfica está interessado...
Qualquer empresário sabe que isso desperta a cobiça do peidoso, que corre atrás desses moços como se fosse o pito da Fernandinha...

Qualquer pasquim que se preze, sabe, que, ao anunciar (mais) uma "derrota" do Benfica, vende muito mais, não paga impostos, e não dá nenhum trabalho de investigação.
Vende muito, mantêm, sob controle, a bimbalhada seguidora do papa-pitas corrupto e mantêm em acção a blogosfera e as redes sociais afectas ao Benfica, que assim têm matéria para grandes e animadas tertúlias!
Tudo lucros!
Não sei se no Benfica já perceberam isto (acredito que sim) mas se fosse comigo era um pratinho - notícias plantadas, sim, mas à minha maneira.
Dar-lhes-ia que fazer - podem estar certos!

Ontem, como desde há muitos anos faz, sem grandes alaridos e sem falar no negócio antes de estar concretizado, o Benfica anunciou a contratação de Markovic por cinco anos!
A "abolha" o tal jornal que é benfiquista, tinha lançado a "bomba" durante a manhã - Markovic viria sim, mas  por 2 anos e emprestado pelo Chelsea! 
Durante todo o dia foi esta "certeza" que dominou toda a CS portuguesa!
A fonte? O presidente do Partizan de Belgrado!!!! Jornalismo a serio!
Pegar no telefone e ligar a alguém do Benfica para confirmar a notícia, tá quieto!

Uma coisa é certa - nos sítios do costume, para os do costume, foi um pratinho que gozaram durante todo o dia!
Que rico feriado tiveram!
O jantar, imagino que tenha sido menos bom, mas logo arranjam defeito...
Se repararmos bem, o moço assinou só por 5 épocas (deveriam ter sido 10), tem cara de Bruno Caires e via-se que tinha uma unha encravada, tinha pelo menos um macaco no nariz e já há quem garanta que tem pé de...atleta!
Tudo devidamente escondido pelo malandro do Vieira.
Cheira-me que o empresário do rapaz tem uma empresa de pneus ou então vende tijolos e baldes de massa!
Negócios à LFV!

Hoje - para não variar, temos...
A "abolha" atira com Zapata, nome de um celebre guerrilheiro, herói do povo mexicano, e, com Lizandro, "xará" do famoso Lopez, celebrizado pelos inúmeros golos que marcava (em Portugal) em fora de jogo!
Será que o presidente do Partizan de Belgrado já confirmou o negócio?

No "rascord", mais um roubo, melhor; desta vez foi apenas uma ultrapassagem (certamente pela direita) ao Benfica! 

O "onojo", inebriado pelo anunciar do novo treinador, não tem tempo para essas miudezas. Nos próximos dias, qualquer notícia que não tenha nome de Paulo, ou na sua génese, um Fonseca, estará condenada ao ostracismo...

Sabe-se que o moço tinha uma clausula de 2 milhões mas ninguém perguntou se foi paga!
Mas já se sabe que o Paços vai jogar em Contumil a eliminatória da Champions e há muito que se sabe que o Cássio vai para Braga (anunciado em directo pelo presidente do Porto!!!) 

Sabe-se (viu-se) que os jogadores do Paços - na última jornada da liga, antes do jogo, já festejavam com bebidas alcoólicas e charuto na mão; sabe-se que Luiz Carlos (outro que vai do Paços para Braga) nesse jogo, fez o excelente passe que isolou James Rodriguez e ainda foi atrás dele para "obrigar" Hugo Miguel a marcar penalti, e, também se sabe que Josué odeia o Benfica, condição contratual para que todo pobre de espírito possa engrossar as fileiras do clube das putas!

Sabe-se que dois jogadores do Estoril também já assinaram (favor com favor se paga) e calcula-se que no futuro mais negócios estejam na forja...

Sabe-se que o Nacional perdeu facilmente e sem luta por 3-1 (num jogo que até deu para calar as vozes) em que pela primeira vez no campeonato (após o 3-0) se marcou um penalti contra os corruptos - tudo arrumadinho em 25 (!!!) minutos para não cansar a rapaziada...

Rapaziada (do Nacional) desta feita com os melhores jogadores em campo e subitamente tomados de uma vontade de correr como se não houvesse amanhã, que foram até Braga ganhar pelos mesmos 3-1, a um Sporting de Braga que parecia picado pela mosca tsé-tsé!!!

Curiosamente, desse mesmo dia, tínhamos o Paços do Paulo, a conquistar, em Coimbra, com a Académica do Pedro Emanuel, o pontinho necessário para ficar à frente do Braga!!!!
É como aquela anedota do gajo que passava o dia a responder 'foda-se' a quem quer que falasse consigo...
Levado a tribunal, e perante o Juiz, que o questionava, explicou;
D. Juíz; - eu sou branco, a minha mulher é branca, mas tivemos um filho preto!
Foda-se - respondeu o Juíz!|

O próximo campeonato já está ferido de morte - é o Paulo, é o Nuno Espírito Santo, é o Sérgio Conceição, é o Jorge Costa, é o Pedro Emanuel, é o Jesualdo...é o Costinha!
Escapou o Jardim, que já levou a que Bruno Carvalho tenha sido insultado por um lacaio do peidoso, mas a farra promete ser de arromba!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Será o Benfica demasiado grande? Não creio: “o Benfica tem tudo, só não tem comparação”!

Por José Albuquerque

Benfiquistas,
Temos pela frente algumas semanas de doloroso luto pela crueldade desta época desportiva e de saudade de vermos a Equipa e os Atletas a prepararem o que terá de ser uma nova época bem mais conseguida.
Se não formos capazes, agora e com o melhor uso da força da razão, de contribuir para o debate saudável do Clube, nunca o conseguiremos.
Humildemente, este texto tem por objectivo fazer um apelo a essa necessidade. 

Benfiquistas, 
Não há um só Benfiquista que, tendo podido viajar além da sua “aldeia”, não possa contar pelo menos uma estória que comprove a imensidão do Glorioso. Eu, que tenho tido o privilégio de viajar por este mundo, garanto que basta ter o nosso Hino gravado e pô-lo a tocar, alto, bom som e seja onde for, para começarem a nascer sorrisos à vossa volta, caras de Benfiquistas que vos perguntam se necessitam de ajuda. Podia contar-vos uma dúzia de exemplos, mas sei que, cada um de vós, também os têm.

Benfiquistas, 
Nós somos de todos os sítios, de todos os credos e cores, de todas as espécies (detesto a palavra “raças”, quando aplicada a pessoas), de ambos os sexos, de qualquer idade, origem e percurso. Também por isso dizemos que o Nosso Glorioso Clube é bem mais que Enorme, é além de Imenso ... porque ele é Único, sendo Universal. Ser Benfiquista é, entre muito mais, nem sequer conseguir escrever estas palavras sem ficar com lágrimas nos olhos, sem recordar tantos símbolos que temos, ou sem sentir a Chama Imensa, a Suprema Honra de transportar esta histórica herança de Valores, que temos para entregar aos Companheiros mais novos. Imenso, Único e Universal, o Glorioso Benfica, que não é novo nem velho, é a História Lusófona de mais de um século e, essa, é uma História de verdadeira aclamação de alguns dos mais legítimos e populares Valores Humanos. Reconhecer este facto, conhecer e respeitar a História e os Símbolos do Benfica, tem de ser obrigatório para todos os que querem dizer-se Benfiquistas. Amar e Lutar pelos Valores do nosso Clube, em plena consciência, nem é tanto o dever, é, bem mais, um Direito de todos os Benfiquistas 

Benfiquistas,
Depois da Equipa ter feito, em campo, mais que o suficiente para VENCER, será que o Glorioso é demasiado Grande e nele cabem alguns que preferem deitar “culpas” para dentro? A quem pode servir essa quebra da solidariedade a que estamos obrigados pelos Estatutos e que nunca pode deixar de ser a génese do Nosso Benfiquismo?
Vivemos uma longa série de roubos dos apintadores, roubos pontualmente disfarçados por uma ‘capelada’, roubos que nem tentam disfarçar a dezena de ‘capeladas’ que beneficiaram o crac, e há Benfiquistas que querem “culpar” o Artur, o Melga o Técnico ou qualquer outro dos Nossos?
Assistimos, ainda incrédulos, a sucessivas agressões, a tudo, a todos, sem exceptuar nem os próprios Regulamentos, nem o mais elementar bom senso e há Benfiquistas que entendem que vale a pena discutir as opções do Técnico?
Testemunhamos, TODOS, os compadrios e cumplicidades com que se faz de tudo para tentar salvar a equipa dos corruptos, num garrote á Verdade Desportiva que lhes renovou um título que já tinham perdido e ainda há Benfiquistas que entendem que os nossos Atletas deveriam ser castigados?
Estamos, TODOS, no núcleo de uma BATALHA COBARDE E SEM TRÉGUAS em que quase toda a mérdia não hesita em MENTIR, DETURPAR, INFLUENCIAR, DESESTABILIZAR e o mais que possa em prejuízo do Nosso Glorioso e Imenso Clube e querem que eu aplauda os Benfiquistas que se deixam desfalecer e querem discutir o sexo dos anjos?

Benfiquistas,
Está na hora (há anos, porra) de fazermos a separação das águas! Não me olhem “com olhos lassos”!
Hoje, no meio desta GUERRA PODRE E COBARDE, ser Benfiquista exige de Nós que não cometamos o erro de permitir que a árvore esconda a floresta. Um dos maiores e mais Sagrados Valores do Nosso Benfica é a Democracia, a capacidade crítica dos Sócios e, até, dos “simples” Adeptos. Isso, que ninguém o conteste!
Mas não me parece que este seja o momento para Nós despendermos nem um grama de energias em questiúnculas internas, quando ainda há tanto para melhorar, tanto por onde crescer. 
Que cada um faça a sua parte! E qual é a que Nos cabe?
APOIAR! APOIAR MAIS! APOIAR MELHOR! APOIAR CONSTANTEMENTE! APOIAR INCONDICIONALMENTE!!!
Com o máximo Benfiquismo de TODOS NÓS, sem nunca Nos deixarmos desviar dos Nossos INIMIGOS (não está nenhum dentro de portas) ... a única forma de contribuir para a erradicação do POLVO.
E PENSAR o Clube, imaginar-lhe o mais ambicioso futuro, exigindo-Nos o abandono de todo e qualquer preconceito, do facilitismo incompetente e infértil do anti Vieirismo, do anti JJ, ou qualquer outra variante da mesma falta de respeito ao Clube e aos Nossos Valores. Pensar o Clube e, humilde e democraticamente, criticar construindo e sugerindo aos que Nós elegemos. Pensar o Benfica com a humildade de quem quer contribuir e não com a arrogância de quem pretende determinar, sem educação e, sobretudo, sem legitimidade.

Sem tudo isso, já Nos derrotámos e já deixamos ficar mal o Glorioso! 
Viva o Benfica!