Quando vemos Pavlidis, derrubado (a sua perna esquerda parecia articulada tamanha foi a pancada!) à entrada da grande área, a olhar incrédulo para o sevandija do apito que, numa decisão de provocar o vómito, lhe exibiu o cartão amarelo, só podemos ficar ainda mais incrédulos ao tentar perceber como é que Florentino (62 mts) conseguiu escapar ao cartão vermelho, ferozmente caçado por um adversário, que só não lhe partiu o tornozelo por milagre. Pavlidis, com medo de ser expulso, ficou desde esse minuto (27) impedido de chegar a menos de um metro que qualquer adversário e o Benfica com um a menos a defender. É assim que se constroem as maiores farsas. Mais sorte tiveram Otamendi, que escapou ao cartão por sofrer falta clara no lance do golo do Estoril, e o Belotti por não ver dois cartões amarelos de enfiada. Um quando a sua perna direita, dentro da área de rigor, teve o azar de chocar com a perna esquerda de Pedro Amaral e o outro, numa disputa com Boma, por ver o central do Estoril fazer um 'amorti' com o braço direito dentro da área de rigor!
Trubin, vá lá saber-se porquê, escapou a igual castigo por defender com as mãos o remate (penalti) de Begraoui, razões mais do que suficientes para Pedro Álvaro, misturando foras-de-jogo com o beneficio do infrator (que não existe em lances de penalti), puxar dos galões anti-Benfica e (haverá filha da putice mais suprema?) queixar-se da arbitragem! Arbitragem que demorou 'horas' a decidir a legalidade do primeiro golo do Benfica (Aursnes estava em jogo escassos 93 cm) e três quinze dias no de Otamendi, em jogo por 16cm. E como o Pedro Álvaro (tanta, mas tanta merda que já passou pelo Benfica!) não se queixou do prolongamento, fico com a nítida sensação que os 8,30 mts adicionais (no ultimo jogo, na Luz, com o Benfica a forçar o 7-0, foram concedidos 2) não terão sido excessivos.
E é assim que, enquanto a potência do Lumiar encontra pela frente os seus Abascal do Boavista, o Benfica, além de arbitragens tendenciosas, leva com os seus ex ressabiados, como o Pedro Álvaro e o João Carvalho, ligado à corrente até ao final do prolongamento.
A «nem de borla» substituiu a 'nossa opinião' do Duarte Gomes pelo teclado sujo de um antigo avençado da potência! Nem as moscas, nem a trampa, nem o cheiro. Nada mudou. É como tirar um lobo do galinheiro e meter lá uma raposa com um cagalhão no alto da cabeça. Todos vimos uma actuação canalha, incompetente, persecutória e prenhe de decisões aberrantes que visaram sempre o mesmo alvo. Pedro Henriques, forrado a sapo por dentro e por fora, viu uma arbitragem com decisões maioritariamente boas num jogo difícil de arbitrar. E é por estas e por outras que, salvo o tempo que passou como assalariado da potência, nunca terá um pingo de credibilidade.
Ian Cathro, treinador do Estoril citando a potência como exemplo: «não faz parte do nosso trabalho ser a primeira equipa a ganhar ao Sporting». O mesmo individuo🤮🤮, agora com o Benfica na mira, passados 6 meses: marquei dois golos. Não vou falar de arbitragens.
Os pés-de-microfone voltaram à carga com as palavras - "que sejas campeão" - de César Peixoto para Bruno Lage. Rui Borjão aproveitou a carga para pedir respeito. Eu não peço a César Peixoto que diga a Rui Borjão o mesmo que o sapo orelhudo, ao serviço do V. Guimarães, confidenciou aos pés-de-microfone - "vim jogar a alvalade e no fim disse ao Ruben que o Sporting ia ser campeão" - quando se deslocou ao alvalixo para defrontar os sapos. Mas se lhe puder, com todo o respeito, afiambrar duas ou três batatas no olho do bujão...

