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domingo, 4 de maio de 2025

Siga a farsa!

É cada vez mais difícil ao Benfica que promove, limpa o ranho e dá de comer a tanta gentinha ingrata, actuar nesta liga da farsa. Dentro e fora de campo não há cão nem gato que não desrespeite o SL Benfica, os seus profissionais e, muito menos, os seus fieis adeptos que o acompanham por esse Portugal adentro, obrigados a suportar as maiores humilhações sem um pingo de desânimo! Para além dos relvados (o do Coimbra da Mota até me pareceu em bom estado), dos estádios terceiro mundistas - onde os petardos circulam à vontade mas os adeptos são barrados à entrada por uma barra de cereais para mitigar a fome na algibeira - e da hostilidade das autoridades (a GNR revela-se de uma incompetência atroz para tomar conta destes eventos), ainda pagam os olhos da cara por lugares (sujos e mal tratados) que qualquer um pode ocupar, e têm de fazer verdadeiros malabarismos para conseguirem ver o jogo, tamanha é a confusão nas bancadas. As arbitragens, mais uma repugnante do artista de serviço, são ainda mais sujas que as cadeiras porcas dos estádios.

Quando vemos Pavlidis, derrubado (a sua perna esquerda parecia articulada tamanha foi a pancada!) à entrada da grande área, a olhar incrédulo para o sevandija do apito que, numa decisão de provocar o vómito, lhe exibiu o cartão amarelo, só podemos ficar ainda mais incrédulos ao tentar perceber como é que Florentino (62 mts) conseguiu escapar ao cartão vermelho, ferozmente caçado por um adversário, que só não lhe partiu o tornozelo por milagre. Pavlidis, com medo de ser expulso, ficou desde esse minuto (27) impedido de chegar a menos de um metro que qualquer adversário e o Benfica com um a menos a defender. É assim que se constroem as maiores farsas. Mais sorte tiveram Otamendi, que escapou ao cartão por sofrer falta clara no lance do golo do Estoril, e o Belotti por não ver dois cartões amarelos de enfiada. Um quando a sua perna direita, dentro da área de rigor, teve o azar de chocar com a perna esquerda de Pedro Amaral e o outro, numa disputa com Boma, por ver o central do Estoril fazer um 'amorti' com o braço direito dentro da área de rigor!

Trubin, vá lá saber-se porquê, escapou a igual castigo por defender com as mãos o remate (penalti) de Begraoui, razões mais do que suficientes para Pedro Álvaro, misturando foras-de-jogo com o beneficio do infrator (que não existe em lances de penalti), puxar dos galões anti-Benfica e (haverá filha da putice mais suprema?) queixar-se da arbitragem! Arbitragem que demorou 'horas' a decidir a legalidade do primeiro golo do Benfica (Aursnes estava em jogo escassos 93 cm) e três quinze dias no de Otamendi, em jogo por 16cm. E como o Pedro Álvaro (tanta, mas tanta merda que já passou pelo Benfica!) não se queixou do prolongamento, fico com a nítida sensação que os 8,30 mts adicionais (no ultimo jogo, na Luz, com o Benfica a forçar o 7-0, foram concedidos 2) não terão sido excessivos.

E é assim que, enquanto a potência do Lumiar encontra pela frente os seus Abascal do Boavista, o Benfica, além de arbitragens tendenciosas, leva com os seus ex ressabiados, como o Pedro Álvaro e o João Carvalho, ligado à corrente até ao final do prolongamento. 

A «nem de borla» substituiu a 'nossa opinião' do Duarte Gomes pelo teclado sujo de um antigo avençado da potência! Nem as moscas, nem a trampa, nem o cheiro. Nada mudou. É como tirar um lobo do galinheiro e meter lá uma raposa com um cagalhão no alto da cabeça. Todos vimos uma actuação canalha, incompetente, persecutória e prenhe de decisões aberrantes que visaram sempre o mesmo alvo. Pedro Henriques, forrado a sapo por dentro e por fora, viu uma arbitragem com decisões maioritariamente boas num jogo difícil de arbitrar. E é por estas e por outras que, salvo o tempo que passou como assalariado da potência, nunca terá um pingo de credibilidade. 

Ian Cathro, treinador do Estoril citando a potência como exemplo: «não faz parte do nosso trabalho ser a primeira equipa a ganhar ao Sporting». O mesmo individuo🤮🤮, agora com o Benfica na mira, passados 6 meses: marquei dois golos. Não vou falar de arbitragens. 

Os pés-de-microfone voltaram à carga com as palavras - "que sejas campeão" - de César Peixoto para Bruno Lage. Rui Borjão aproveitou a carga para pedir respeito. Eu não peço a César Peixoto que diga a Rui Borjão o mesmo que o sapo orelhudo, ao serviço do V. Guimarães, confidenciou aos pés-de-microfone - "vim jogar a alvalade e no fim disse ao Ruben que o Sporting ia ser campeão" - quando se deslocou ao alvalixo para defrontar os sapos. Mas se lhe puder, com todo o respeito, afiambrar duas ou três batatas no olho do bujão...