sábado, 29 de junho de 2013

Bye Bye Sportv


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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Moniz entrevista Jesus - essa não vou perder!

Notícias de fim de semana...
Primeira entrevista na "nova" BenficaTV
Não poderia começar melhor - o mestre da televisão entrevista o mestre treinador!
Moniz entrevista Jesus - essa não vou perder...
Mais um facada no orgulho dos petardeiros!
Tanto lutaram para espalhar a notícia que Moniz estava de saída, e agora, ainda levam com ele (literalmente com ele) a entrevistar Jesus. Um escândalo!
Recomenda-se vaselina - muita vaselina, e posta com muito jeitinho, para não magoar os meninos!
Mais um rombo na credibilidade da ''Maya'' da blogosfera...


Aguardam-se novas e ferozes criticas aos 9,99 €, preço previsível da BenficaTV. (vale uma aposta em como vão começar a marrar com os 99 cêntimos?)
Mas aí até se percebe - pagar 25 € a Joaquim Oliveira e à sportv está de bom tamanho e quem quiser "luxos" que os pague. Agora, pagar menos de 10 € ao Benfica, deve ser uma ofensa sem igual!
É que o dinheiro não chega para tudo e os petardos estão caros comó caraças...
Comunicado do Sport Lisboa e Benfica (AQUI)

Entretanto, a administração da SAD benfiquista, vai aumentando o património, criando novas e melhores condições aos treinadores e jogadores que trabalham no centro de estagio do Seixal...

«O Benfica e a câmara municipal do Seixal assinaram esta sexta-feira um protocolo para a permuta de terrenos entre as duas entidades. 
Mais um exemplo de (boa) gestão de Luis Filipe Vieira, que já esta semana, (AQUI) tinha provocado o esgotar do 'stock' vaselina, obrigando a que ''Maya'' da blogosfera e mais umas quantas carpideiras, tivessem de recorrer ao... halibut.
(não será a mesma coisa mas parece que alivia)

Agora já não são 104!!!!

Nolito será jogador do Celta de Vigo nas próximas quatro épocas. Os galegos chegaram a acordo com o Benfica e vão pagar 2,6 milhões de euros por metade do passe do extremo, de 26 anos. Nos cofres da Luz entram 2,08 milhões de euros, já que a SAD tem de pagar 20% ao fundo de investimento [520 mil euros], entidade de quem já havia recebido 1, 3 milhões de euros. Em suma, Nolito, que chegou a custo zero, rende ao clube 3,38 milhões de euros.

Nolito, que chegou a custo zero, rende ao Benfica (para já) 3,38 milhões de euros.
Mais vaselina...


Terminamos em grande e com muito estrondo!

Agora que não há AG's para 'dinamitar' e enquanto não chegam os jogos a sério, a malta do petardo tem um novo alvo com que se entreter - A novel BenficaTV!
Podem não ter 10 Euros para assinar o canal, mas para petardos, estou certo que nunca lhes faltará a mão amiga que lhes "sustenta o vício"!

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Estatutos do Benfica.

Por José Albuquerque

Tendo acabado de receber uma cópia de uma “proposta de revisão dos Estatutos do Clube”, alegadamente publicada no “livro das caras” por um Nosso famigerado Companheiro (adiante designado por Autor), sinto-me obrigado a dar a minha opinião, por tratar-se de uma matéria capital para a vida do Glorioso e, naturalmente, para o Nosso futuro colectivo.

Porque, na minha humilde opinião, se trata de uma proposta profundamente populista e orientada para o restabelecimento de uma espécie de ‘democracia directa’ completamente desajustada do presente e do futuro do Nosso Clube: de facto, o cerne de toda a proposta assenta numa tentativa de submeter os Corpos Sociais eleitos em AG’s eleitorais, pela vontade expressa de mais de 20 mil Sócios, aos circunstancialismos de AG’s ordinárias e do voto por “braço no ar”.

Ao contrário do Autor, eu sou apologista da estabilidade na gestão do Clube. Sou e sempre fui, mesmo nos terríveis tempos em que estive na oposição aos Nossos Corpos Sociais (nas eras de Damásio e JVA) e mesmo quando não existia um Grupo Benfica que representa mais de 150ME de Proveitos anuais, mais de uma dúzia de centenas de nomes numa folha salarial e mais de 11 mil Atletas federados.
O Benfica de hoje já assumiu uma dimensão que tornaria suicidário qualquer modelo de gestão estruturado sobre o poder de poucas centenas de Sócios reunidos em AG.

Não deixa de ser interessante que o Autor comece a sua proposta dizendo …  "Há muito que me oponho aos actuais estatutos do Sport Lisboa e Benfica.”, ao que eu acrescentaria que ele se tem oposto a tudo e todos no Benfica, incluindo ao próprio Benfica: pelas mentiras e omissões com que tem prejudicado expressamente o Clube e pelos serviços prestados ao POLVO e ao respectivo cabecilha, eu considero que o Autor não tem conseguido ser oposição ‘no Benfica’, mas tem feito de tudo para ser oposição ‘ao Benfica’.

Igualmente, eu registo que o Autor começa por enunciar o mesmo principio democrático que eu defendo, quando escreve … “Bem sei que foram aprovados (referindo-se aos actuais Estatutos) pelos sócios, mas tal foi feito em cenário pós-eleitoral (em Abril de 2010), onde quase todos os devaneios são permitidos a quem ganhou as eleições, e foram aprovados numa Assembleia Geral em que estiveram presentes apenas 200 sócios.”, ou seja e interpretando-o pela letra, serão de evitar aumentos na frequência eleitoral e, para evitar os tais “devaneios”, as decisões tomadas em AG’s ordinárias.

Mas não, este reparo do Autor ao mau (no seu entender) resultado do modelo de governação baseado no poder de uma AG ordinária, que lhe serve para colocar em causa a legitimidade democrática dos Nossos Estatutos, não passa de circunstancial e, como bom democrata de “sol na eira e chuva no nabal”, esquece-se rapidamente do que acabou de escrever e, num pináculo de incoerência, faz nada menos de 3 propostas (Pontos 4, 8 e 9) de alteração que promovem o aumento da frequência de AG’s eleitorais e 4 propostas de acréscimo de poder das AG’s ordinárias (Pontos 8, 9, 10 e 11).

Vejamos, então e ponto por ponto, o que Nos propõe o Autor:
Ponto 1 - Equiparação dos direitos dos Sócios Efectivos aos dos Sócios Correspondentes;
Ponto 2 – Alteração do peso dos votos de cada Sócio;
Ponto 3 - As Casas do Benfica, Filiais e Delegações deixam de ter direito a voto;
Ponto 4 - Duração de 3 anos dos mandatos dos Órgãos Sociais;
Ponto 5 - Alteração das condições para se poder ser membro de um Órgão Social do Benfica (antiguidade e idade);
Ponto 6 - Qualquer membro de um Órgão Social, inclusivamente o Presidente da Direcção, poderão ser remunerados;
Ponto 7 - Só poderá haver voto electrónico, desde que acompanhado de voto físico que permita recontagens;
Ponto 8 - Proibição estatutária de exercícios com contas de exploração negativas;
Ponto 9 - A não aprovação do Orçamento ou do Relatório e Contas do Sport Lisboa e Benfica em Assembleia Geral obrigará a Direcção à sua representação em nova Assembleia Geral que decorrerá, exclusivamente para esse efeito, no prazo máximo de 30 dias após o chumbo inicial. Um segundo chumbo implicará a queda da Direcção e de todos os Órgãos Sociais e a convocação de eleições no prazo de 60 dias;
Ponto 10 - Alteração das condições mínimas exigidas para a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária, passando a ser necessários 4.000 votos e exigindo-se a presença de somente 50% dos subscritores do pedido;
Ponto 11 - Alterar o actual sistema de contagem de votos nas Assembleias Gerais e substituí-lo por um que permita a eficaz e correta contagem dos votos;
Ponto 12 - Remuneração dos sócios, pelo menos, a cada 5 anos em vez dos 10 actuais; e
Ponto 13 - Obrigatoriedade na participação em pelo menos dois debates, com o mínimo de 1 hora cada, dos candidatos a Presidente de Direcção. Os debates deverão ser realizados, em directo, pelo canal de televisão do Clube. No caso de haver um só candidato, os debates serão substituídos por duas entrevistas que deverão ser conduzidas por, pelo menos, 3 jornalistas de órgãos de comunicação social independentes do Clube e que deverão ser convidados para o efeito pelo canal de televisão do Benfica

Numa apreciação geral, eu considero que este conjunto de propostas tem como únicos objectivos os de (a) tornar o Benfica ingovernável (propostas 2, 3, 4, 7, 8, 9 e 10), facilitar (b) uma candidatura do Autor (propostas 1, 2, 3, 4, 5, 6, e 13) e inflacionar (c) as contas do Clube com custos desnecessários (propostas 1, 4, 6, 7, 9, 10, 11, 12 e 13), mesmo que isso implique ‘inquinar’ (d) os Estatutos com comandos que não pressupõem dignidade estatutária (propostas 7, 8, 11 e 13) e desde que isso facilite (e) uma ‘tomada de poder’ em AG não eleitoral, contra a vontade manifestada pelos Sócios em AG eleitoral (propostas 1, 2, 3, 9 e 10). Por tudo isto e o que adiante juntarei, obviamente … DISCORDO!

Na proposta número 1, o Autor trata as quotas que pagamos como se de uma qualquer ‘multa’ se tratasse, neste caso uma multa a aplicar aos Sócios residentes a menos de 50 Km da Nossa Sede, o que seria mais do que inconstitucional e assumiria foros de absurdo. Um tal disparate só poderia sair da autoria do paladino do defunto “Novo Benfica”.  

Na segunda proposta, o Autor manifesta concordar com o principio da legitimidade crescente com a longevidade do estatuto de Sócio, mas contradiz-se ao pretender interromper esse principio a partir dos 10 anos de associação e sem uma razão ponderosa. Eu, como concordo com o principio e não sou incoerente … discordo!

Na proposta 3, o Autor, na sua sanha contra as Nossas Casas, pretende eliminar os respectivos votos e, desse modo, negar uma evidente representatividade, uma das formas de representação eleitoral dos Sócios Correspondentes e dos Adeptos e um dos mais fundamentais ‘canais’ de crescimento (quantitativo e qualitativo) do Clube. Eu, que em tempo útil propus que as Nossas Casas tivessem ainda maior peso eleitoral (entre 100 e 500 votos, de acordo com a respectiva dimensão) e que acredito em todas as formas de incentivo e apoio ao crescimento das Casas … discordo!

Na quarta proposta, o Autor advoga o regresso aos triénios eleitorais, uma alteração de somenos, da qual eu discordo por sentir que vai no caminho inverso ao que a realidade já hoje recomenda. Ou seja, caso o Autor propusesse mudar para ciclos de 5 anos, contaria com o meu acordo, quer por razoes económicas, quer por razoes de estabilidade.

Na proposta número 6 (não, não me esqueci da número 5, apenas a ‘guardo’ para o final), o Autor revisita o já gasto tema da remuneração aos membros eleitos dos Corpos Sociais e, por escolher o argumento do ‘amadorismo’, trata de ofender a memória de todos os Companheiros que, há mais de um século, se dedicam á Nossa Causa sem serem remunerados. Na minha humilde opinião, bastaria o reconhecimento pela absurda tendência que os Benfiquistas demonstram pela vertigem da ‘funcionalização” do Presidente (ao qual se arrogam o direito de escolher horários, destinos, almoços, companhias e, pasme-se, amizades), para destruir completamente esta proposta, mas, muito além desse argumento, eu, elitista assumido, acredito que não só os candidatos aos Nossos Corpos Sociais devem ser pessoas que já conquistaram a liberdade material (sintoma de competência e sucesso), como tenho a convicção de que o exercício dessas funções (nos Corpos Sociais) não deve passar por uma dedicação exclusiva e, finalmente, acredito que um Clube com a dimensão do Nosso deve possuir uma estrutura de Quadros executivos altamente qualificados, quer nas diversas áreas desportivas (os Directores Desportivos), quer nas múltiplas áreas de Gestão, nomeadamente o “Chief Financial Officer” do Grupo. Aliás e em reforço de um eventual aumento do ciclo eleitoral, eu considero que (mesmo sem comando estatutário) toda e qualquer candidatura aos Nossos Corpos Sociais deveria usar da transparência suficiente para incluir no seu programa eleitoral os nomes dos seus “homens fortes” para cada uma dessas áreas fundamentais, especialmente o do CFO e sempre que entendessem substitui-los em caso de eleição. Em resumo … discordo veementemente!

Com a sua nojenta e arcaica sétima proposta, o Autor tenta que o seu “Novo Benfica” fique ancorado na era do papel e lança mais um anátema sobre a honorabilidade dos Benfiquistas eleitos para os Corpos Sociais, ‘acusando-os’ de serem capazes de fazer trafulhice na contagem electrónica dos Nossos votos, num comportamento que me não surpreende, vindo de quem receia nos outros os pecados dos quais se confessa escravo. Obviamente, discordo!

Na proposta número 9 (sim, também guardo a oitava para o final), o Autor assume, tão descarada quanto incoerentemente (como vimos atrás), que gostaria de voltar a ver o Clube gerido a partir da muito limitada forma de democracia directa que poderia resultar de sucessivas AG’s não eleitorais, atribuindo-lhes mais poder do que ás próprias AG’s eleitorais. Pelo ridículo, ineficiente, subversivo e perigosíssimo carácter desta proposta, eu … discordo!

Com a sua décima proposta, o Autor advoga que bastariam 80 “Aguias de Prata” (4 mil votos), ou 80 Casas, para obrigar a convocação de uma AG, ainda por cima exigindo que apenas 50% desses votos estivessem presentes na Assembleia. Creio que esta proposta, ainda mais que as outras, comprova não só ao que vem este Companheiro, o seu objectivo desestabilizador (para lhe não chamar pior), como, sobretudo, a sua mais absoluta alienação face ao que hoje já representa o Nosso Clube, completamente incompatível com este desvario pueril (‘autogestionário’) que me recorda os tempos da Universidade em 1975. Tal como o Autor bem sabe, apesar de escrever o exato contrário, a consumação desta sua proposta resultaria numa perigosíssima (e dispendiosa) banalização da convocação de AG’s extraordinárias não eleitorais, pelo que, uma vez mais e veementemente, eu … discordo!             

Na proposta número 11, o Autor reconhece as limitações da democracia direta de “braço no ar” e pretende vê-las ‘temperadas’ pela introdução de um melhor processo de votação e apuramento dos resultados. Uma vez que eu entendo as AG’s não eleitorais como uma instituição com mero alcance simbólico e informativo (a ser substituído, no futuro, por uma eficiente comunicação electrónica), não me oponho a esta proposta, embora não aceite que dela resulte um comando estatutário, devendo constituir uma simples prerrogativa da Mesa da AG.

Com a sua proposta 12, o Autor pretende obrigar a uma remuneração dos Sócios a cada cinco anos e, caso ele se oferecesse para pagar os respectivos custos (ou propusesse que eles fossem assumidos pelos Sócios) , eu não teria nada a opor-lhe. Como não é esse o caso e como tenho consciência do tremendo (e crescente, esperamos todos) custo de tais operações, … discordo!

Na proposta número 13, o Autor demonstra a mais absoluta incompetência para entender o que devem ser os Nossos Estatutos e pretende que eles confiram comandos que determinem a existência de debates entre os eventuais futuros candidatos a Presidente da Direcção, obrigando, também, a própria Benfica TV a transmitir (em directo, claro) esses debates e, finalmente, no caso de termos uma única candidatura, o Autor entende que os Estatutos devem declarar a incompetência dos profissionais da Nossa TV para o exercício das suas funções, excepto para convidarem “3 jornalistas independentes” para entrevistarem esse único candidato. Se o ridículo fosse matéria colectável para efeitos fiscais, este Nosso Companheiro acabava de garantir uma colossal receita ao Estado Português, não sendo esse o caso, com esta sua proposta ele comprova, uma vez mais e como se ainda fosse necessário, o que o motiva verdadeiramente e que nada tem a ver nem com o Benfica, nem com a adequação dos Nossos Estatutos. Assim, vai para ele a minha melhor gargalhada de desacordo!

Quase chegados ao fim, olhemos, pela ordem inversa, para as propostas 5 e 8 …

Recordemo-nos que o Autor se intitula ser um diplomado por escolas superiores de Gestão, que se apresentava como Empresário e, mais recentemente, como Gestor por conta de outrem, de tal forma que lhe podemos exigir um mínimo de conhecimentos bastantes para podermos considerar consciente e intencional esta sua proposta (a número 8) para impedir por comando estatutário a sobrevivência de quaisquer resultados de exploração não positivos (uma espécie de “lucros obrigatórios”), sob pena de queda automática dos Corpos Sociais e marcação de novas eleições.
Por outras palavras, o Autor pretende que os Nossos Estatutos definam os resultados económicos e financeiros – os ‘lucros’, como o Objectivo Fundamental do Clube e dos seus Corpos Sociais!
Se eu pretendesse estabelecer com o Autor um diálogo abestalhado, poderia perguntar-lhe se, sobre este comando estatutário, ele não considerou que seria necessário juntar-lhe um outro que estabelecesse as regras de “distribuição” dos lucros assim acumulados: de facto, a sucessão de lucros anuais, por pequenos que fossem (e não poderiam ser muito pequenos a menos que a Direcção quisesse arriscar novas eleições), resultaria, obrigatoriamente, numa acumulação de Capital Próprio irracional.
Felizmente, desde que ouvi o Autor afirmar que um “Project Finance” não era um empréstimo e por mais diplomas que ele invoque, eu considero-o um absoluto ignorante em matérias económicas e de gestão, motivo pelo qual não perderia tempo num diálogo (ou debate) para o qual o não considero minimamente preparado.
Nestes termos, desculpo-o pela ignorância com que se atreve a sugerir tal proposta e recomendo-lhe, vivamente, que estude, que estude muito, a ver se, daqui por muitos anos, consegue apresentar-se, como oposicionista, com um mínimo de credibilidade.
Obviamente, esta oitava proposta merece mais uma gargalhada de total desacordo!

Já quanto a questões de elegibilidade, por idade e antiguidade, para não variar, eu discordo completamente com a proposta (número 5) do Autor e começo por afirmar que, agora como quando votei (vencido) os novos Estatutos, eu considero que 15 anos ininterruptos de associado devem ser suficientes para a candidatura e o exercício de qualquer função nos Nossos Corpos Sociais: esta é a minha humilde opinião.
Mas, no tocante a idades mínimas, lamento mas declaro-me nos antípodas do Autor e de todos os populistas que advogam que qualquer jovem de 35 anos tem a maturidade suficiente para se habilitar a ser o Nosso Presidente, sobretudo quando o seu principal argumento reside no comando constitucional existente em Portugal, um comando completamente infirmado pela prática de muitas décadas.
Felizmente, são incontáveis os exemplos de Mulheres e Homens que, com 35 anos, se distinguiram pela imensidão e profundidade das suas qualidades humanas e profissionais, permitindo-lhes assumir a liderança de grandes processos históricos, de instituições meritórias e, até, de grandes Empresas, mas, ainda assim, foram casos absolutamente excepcionais e de extrema raridade.
A actual limitação estatutária á idade dos membros dos Corpos Sociais, consegue, sem inibir essas eventuais excepções de contribuírem para o engrandecimento do Clube, defender esta Instituição secular do arrivismo populista dos bem intencionados e afastar muitos ambiciosos mal intencionados.
Por tudo isto e mais uma vez, discordo do Autor e da sua proposta.

Conclusão.

Fosse o Autor um ilustre desconhecido e eu consideraria estas propostas como uma simplória confissão de imaturidade, de ignorância e de exagerada autoestima.
Vindo as propostas deste famigerado Autor, cumpre-me alertar os Benfiquistas para a necessidade de defendermos o Clube de todos os que ambicionam manipulá-lo em proveito próprio e ou do POLVO que Nos pretende destruir. Eu nunca poderei esquecer a forma bacoca como este Autor confessou idolatrar o D. Cor(no)leone, seu mentor e, provavelmente, seu continuado patrão.

O Benfica Somos Nós, Sócios, Adeptos, Investidores, Accionistas, Colaboradores e Atletas, mas o Benfica não Nos pertence: ele só se encontra á Nossa responsabilidade como que por ‘empréstimo’ das gerações vindouras, cumprindo-Nos a responsabilidade de o defender, de defender os Nossos Estatutos, o Nosso Património crescente, os Nossos Valores e a Nossa Gloriosa História, a ponto de o conseguirmos ‘entregar’ aos mais novos, pelo menos do tamanho dos Nossos sonhos.

Viva o Benfica! 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Benfica TV premium a partir de 1 de Julho

Parece que a BenficaTV premium vai mesmo avançar a partir do dia 1ª de Julho!
Nos bastidores peleja-se por um negócio de centenas de milhões que impôs ao mercado um monopólio que parecia não ter fim!
A Autoridade da Concorrência já emitiu um comunicado, onde diz, entre outras coisas, que a Sporttv é culpada de ter determinado um sistema de remuneração "do qual resultou favorecimento de uma das empresas presentes no mercado retalhista de televisão por subscrição, em detrimento das concorrentes" ou que "A aplicação sistemática de condições discriminatórias a prestações equivalentes, bem como a limitação da produção, da distribuição, do desenvolvimento técnico e do investimento, por parte de uma empresa em posição dominante, são proibidas e punidas à luz da legislação da concorrência, nacional e da União Europeia"

Tal comunicado deu origem a que toda a "gente" envolvida (os dos bastidores continuam na sombra) Sportv, PT e Zon, a seu pedido, venham a ser ouvidos no parlamento, juntamente com a Vodafone, Cabovisão e Benfica TV, estes a pedido do PS!

Está imparável o processo - apesar de toda a máfia que o tenta desesperadamente emperrar e já não há volta a dar; o canal (nos novos moldes) vai mesmo avançar, contra tudo e contra quase todos!
É que agora, até os jornalistas envolvidos directamente no assunto, tomam o partido dos patrões, e nas redes sociais passou a ser comum vê-los na defesa do monopólio instalado...

Aparentemente, os moços até dão um ar de superioridade, andam preocupados (essa é a parte mais jocosa) e muito aflitos, porque, segundo eles, a BenficaTV  vai ter dificuldades em gerar os milhões que a sportv terá oferecido ao Benfica!

Nisso não estão sozinhos, e são vários os benfiquistas espalhados pelas mesmas redes sociais, que questionam os milhões a perder ou a ganhar, o preço a pagar pelos subscritores, mesmo que ainda ninguém saiba o montante, e só lhes falta (a muitos nem isso) fazer campanha a favor dos interesses da sportv, ajudando ao ruído de fundo!

Na opinião desta rapaziada que não consegue (não quer) ver para além de meio palmo à frente do nariz, a BenficaTV teria de conseguir fazer, o que até agora, nenhuma televisão no Mundo terá conseguido!!!

A BenficaTV deve ser a primeira e única televisão do MUNDO a quem se exige que dê lucros imediatos! 
Não pequenos lucros, que isso é coisa de meninos. O que se lhe exige, é que dê lucros astronómicos, daqueles que mesmo os grandes grupos de televisão apenas sonham conseguir ao fim de uma década!

Para além de que, este projecto, não contempla apenas e só o lucro, mas sobretudo o derrube do sistema que controla o mercado, os resultados e os campeonatos!

A seguir, vamos levar com a ladainha, já ensaiada, que os comentadores e os repórteres da BenficaTV não serão isentos e/ou imparciais!
Repare-se bem; ISENTOS e IMPARCIAIS!
Duas palavras que na comunicação social portuguesa, seja lá ela de que área for, mas especialmente na desportiva, apenas meia dúzia de "moicanos" ainda conseguem perceber o seu significado!

Mas aí é tudo muito mais fácil para os responsáveis benfiquistas; contratam-se os actuais "profissionais" da sportv, da TVI ou da SIC, e paga-se-lhes para fazerem na BenficaTV o mesmo que fazem nas suas televisões, mas agora ao contrario!
Imaginam que o Benfica não é o clube a abater e fazem aos outros clubes o mesmo que estão habituados a fazer ao Benfica!
Garanto-lhes que passarão a ter 6 milhões de apoiantes e o resto da maralha a espumar de ódio!

PS: Eu 'sei' que José Eduardo Moniz fará uma limpeza, de cima a baixo, na pobreza franciscana que prolifera na BenficaTV.
Nem poderia ser de outra forma!

terça-feira, 25 de junho de 2013

Tomar atrás...

Segundo uma notícia do pasquim do censor Serpa, o Benfica tem sob contrato, jogadores para 4 planteis!
Segundo os meus cálculos, assim por alto, se o Benfica fizesse a vontade a este e aos demais pasquins portugueses, os números estariam da casa dos 1458 jogadores sobre contrato, 756 em vias de ser contratados e 459 em lista de espera...

Num estudo desta natureza, feito de má fé e apenas para servir as clientelas habituais, falta dizer que 40 jogadores sob contrato são portugueses (quando tanto se critica o contrario) e umas dezenas serão jovens saídos da formação (ou em formação) sendo por isso uma aberração falar-se em jogadores contratados, para não falar nos inúmeros jogadores vindos a custo zero e outros tantos emprestados!

Um estudo sério, levaria em conta todas essas nuances, mas como o que interessa é vender aquela merda a que chamam jornal...
Pelo menos dá para uns quantos "inocentes" de empanturrarem nos sítios habituais!

Inspirado nas listas que já rolam por aí, visando os tais 4 planteis, o GuachosVermelhos foi à procura de locais também populosos, de tal forma, que acabaria por encontrar um tesourinho com quase cem anos de existência... 

Sabiam que em 1920 existiam 37176 habitantes no concelho de Tomar?
Quase tantos como os jogadores do Benfica!

Mas o mais interessante (isto sim é um estudo a sério) é verificarmos  que, desses 37176 habitantes, 36 eram cegos dos dois olhos, 56 cegos só de um olho, 21 surdos e mudos, 12 alienados, 27 idiotas e 116 aleijados!

Que bom era morar em Tomar!
Apenas 36 cegos dos dois olhos, 56 cegos só de um olho, 21 surdos e mudos, 12 alienados e sobretudo, apenas 27 idiotas!

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Betinhos ao ataque - aí está a reestruturação da dívida!

Já a 2-6-3013, o GuachosVermelhos lançava o alarme, perante o eminente e escandaloso perdão da divida bancaria aos betos de Alvalade! (AQUI)

Dizia então...

«Começa a falar-se da reestruturação da divida bancaria do Sporting com demasiada frequência...
Percebe-se - aquilo já não tem solução (a única decente seria fechar as portas) mas os betinhos dos bancos estão já a fazer o mesmo que os políticos nos fazem diariamente; fazer passar a ideia que não há mais nenhuma solução e daí até ao perdão de grande parte da dívida será um pequeno passo...

Quantos mil milhões - através do estado, já pagamos nós para financiar o BCP e o BES, os maiores financiadores/credores dos lagartos?
O BES de Ricardo Salgado, o tal «mamífero» que se esqueceu de pagar 8,5 milhões de euros por dividas fiscais" anda a "arrotar postas de pescada" com o nosso dinheirinho, saído directamente dos nossos subsídios de férias e da redução dos nossos salários, transformado em garantias pelo estado no valor de alguns mil milhões de euros, que não se atreva em fazer tal coisa!

Então andam-nos a ir ao bolso todos os meses para agora enterrar o nosso dinheiro no cu dos betinhos de Alvalade? Muita atenção a isto que eles andam já a preparar o terreno!

E se o mesmo 'troglodita' dias mais tarde 'grunhisse', acossado pelas perguntas incomodas de uma senhora deputada; "Porque é que não se preocupa, por exemplo, com quanto ganha o treinador do Benfica?"
Porque razão este 'camelo' não se lembrou do salário dos seus amigos gestores, dos salários de Pinto da Costa e Godinho Lopes, ou do dinheiro que ganham os seus 'amigos' em manobras na bolsa de valores e em depósitos (não declarados) em offshores sediadas em paraísos fiscais, em vez de marrar com o Benfica?

arguido José Maria Ricciardi (os cc do meio são de cocó) um dos figurões que mexe os cordelinhos nos bastidores do lagartedo, e um dos muitos que ajudam a manobrar os cordéis que fazem correr muitos políticos da nossa praça, saiu a terreiro para (mais um) invocar o sagrado nome do Benfica!
- E porque não nos últimos 9 ou 10 anos? e porque não nos últimos 4 anos? e se fossem 'apenas' os últimos 20 ou 30 anos?
Mas que cambada de anormais! - mesmo às portas da morte desportiva, só conseguem marrar contra o VERMELHO!»


Para onde vais Portugal que tudo permites - que roubas aos pobres para dar aos ladrõe...perdão, aos vendilhões!

domingo, 23 de junho de 2013

A “Reestruturação Financeira” (I).

Por José Albuquerque

Quem conhece o meu pensamento sabe que nutro um imenso respeito pelo que foi, há muitos anos, o Sporting Clube de Portugal, tal como sabe ao que é que eu me refiro quando falo da osgalhada: ao grupelho de antibenfiquistas que, infelizmente, transformou aquele antigo e histórico clube em mais um tentáculo do POLVO.
Para completar este ponto prévio, resta-me acrescentar que os primeiros sinais que vejo me indicam que, finalmente e sem saber como, a osgalhada elegeu uma Direcção com gente competente e, talvez, Sportinguista, relativamente á qual eu só desejo os maiores sucessos, especialmente se eles conseguirem o que seria um verdadeiro milagre: a refundação do verdadeiro clube que já foram.
Quem habitualmente lê os meus textos e comentários também sabe que eu considero que a osgalhada já ‘morreu’ (ainda ‘mexem’, tal como mexe uma cauda amputada de lagartixa, mas já ‘morreram’), ou seja: aquele antigo clube desportivo que controlava (recentemente através de uma sad) uma das maiores equipas de futebol nacional, esse … já não existe e eu não creio que possa voltar a existir.

Com quase 250ME de Passivo e uma Situação Liquida negativa em mais de 105ME, incapaz de recuperar os VMOC’s (Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis … em Capital Social) já emitidos e reduzida a um nível quase ridículo de Proveitos Operacionais (um pouco mais de 1/3 dos da Benfica SAD), nem um milagre pode salvar a osgasad das mãos dos que a vão adquirir por contrapartida dos créditos que sobre ela têm e que ela não pode solver.

Ainda há uns dias, quando aqui escrevia sobre os resultados do 3º trimestre da Nossa SAD, eu voltava a repetir que considero indispensável equacionar uma das possíveis alternativas para promovermos a Reestruturação Financeira da Benfica SAD, por forma a reduzir drasticamente a ‘hemorragia’ dos Custos Financeiros e fiz alusão a que estava a chegar o momento oportuno para a Nossa Administração tomar uma decisão pertinente sobre o tema … assim que fosse conhecida a ‘solução’ a tomar pela osgasad.

E é esta a questão que liga este texto ao tema sugerido antes pelo Enorme “Superaguia1904” – o “Fair Play Financeiro”, não nos termos em que a UEFA o tem tentado regulamentar, outrossim em termos mais acessíveis ao senso comum: de facto, a osgasad não pode pretender obter, nem das instituições tutelares, nem dos Bancos credores, condições que lhe possam conferir uma vantagem competitiva perante as suas concorrentes diretas, tanto mais que foram as suas sucessivas Administrações a cavarem o abismo em que se lançaram. 

Vejamos, então, qual é a trave mestra da proposta de Reestruturação Financeira apresentada pela osgasad á CMVM e, para o efeito, citemos a parte relevante do comunicado oficial.  

“(v) Emissão de Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis em acções da Sociedade (“VMOC”), escriturais e nominativos, no montante de Euro 80.000.000,00 (oitenta milhões de euros), com o  valor nominal de 1 Euro cada, com prazo de 12 anos, pelo preço de subscrição de 1 Euro cada, obrigatoriamente convertíveis em acções ordinárias da Sporting SAD a um preço de conversão de 1 Euro cada, com taxa de juro anual bruta condicionada de 4%, devida quando existam resultados distribuíveis pela Sporting SAD; a emissão será efectuada mediante subscrição privada com realização em espécie, consistindo na conversão de créditos detidos sobre a Sporting SAD pelo Banco Espírito Santo, SA, no montante de Euro 24.000.000,00 (vinte e quatro milhões de euros) e pelo Banco Comercial Português, S.A., no montante de Euro 56.000.000,00 (cinquenta e seis milhões de euros);” (fim de citação, sublinhados meus).

Ou seja e para que a osgasad possa concretizar esta sua proposta, pelo menos as seguintes entidades terão de ‘aceitar’ estes procedimentos, abrindo o decorrente precedente: a CMVM, o Banco de Portugal (pela transformação de créditos do BES e BCP em VMOC’s), as FPF/LFP e, eventualmente, a própria UEFA, caso o Benfica entenda consultá-la no quadro das normas de Fair Play Financeiro.  

E porquê tudo isto?
Porque, na prática, o que BES e BCP estão (estarão?) a propor fazer é, nem mais nem menos, ‘oferecer’ 80ME, sem juros e por 12 anos, mesmo admitindo que a osgasad teria os meios para, no final desses 12 anos, lhes ‘recomprar’ os 80ME em ações que transportam este ‘negócio’.  

80ME, por 12 anos, quanto valem?
Obviamente, esse cálculo depende das taxas de juro que quisermos projectar, mas o valor capitalizado na maturidade nunca poderia ser inferior a 100ME!

Nos próximos textos (creio que mais um não chegará), tratarei de analisar mais detalhes desta operação, mas, desde já e no caso em que a osgasad veja aprovada esta sua proposta, creio que qualquer outra sad que tenha empréstimos do BES e do BCP poderá, até á concorrência daqueles valores, ‘exigir’ igual tratamento, o que quer dizer que a Benfica SAD ficará com uma belíssima solução para o seu já crónico problema de debilidade dos Capitais Próprios, com a enorme vantagem de, ela sim, poder apresentar projeções económicas e financeiras que demonstrem a sua capacidade para ‘recomprar’ esses 80ME de ações no final dos 12 anos. 

Era só o que faltava, que uma osgasad completamente falida tivesse melhor tratamento da parte daquela dupla de Bancos do que a Nossa SAD, cumpridora e bem gerida.

Ainda bem que eu não sou accionista de nenhum daqueles dois Bancos, ou os seus Administradores teriam de me explicar muito bem porque razão se propõem ‘oferecer’ umas largas centenas de milhão de euro a (3?) SAD’s, quando não ‘perdoam’ nem um cêntimo de juros a tantos mutuários tornados insolventes pela actual crise que Portugal atravessa.   
            
Viva o Benfica!