Depois do fraco desempenho, com algumas e importantes atenuantes é verdade, em St. Gallen - o regresso ao 11 de Barreiro e a subida de rendimento de alguns jogadores puseram nos trilhos a evidente superioridade do Benfica. Nesse particular, António Silva, Sudakov, Kaminski...mas também Lenglet, Dahl e, obviamente, Pavlidis, foram os que mais se destacaram. Ao fim de cerca de dois anos - depois de ser fritado na selecção do irmão da manas azeiteiras, no Euro 2024 - António Silva terá deixado para trás o clone que desde então tomou conta do seu lugar, surgindo mais leve do que nunca esbanjando fulgor físico e grande parte da confiança que perdera desde então. Quase livre do peso da camisola do Benfica (asco para a generalidade da imprensa) António Silva tem tudo para voltar ao regaço do dono da selecção. Basta-lhe olhar para o recente percurso de João Felix para perceber como o numero de "amigos" vai aumentar. Os últimos 15 mts do Benfica 5-0 MDCSDQT trouxeram de volta a displicência e o deixa andar que Marco Silva tem de definitivamente expurgar.
Do meio de um público fantástico (quase 60 mil foram à Luz matar saudades) surgem sempre uns idiotas que logo nos primeiros minutos de jogo já estavam a assobiar as saídas de bola de Trubin! Como se o guarda-redes do Benfica não cumprisse as ordens do treinador! Infelizmente para eles e, muito mais para a MDCSDQT sedenta de sangue, o doutor Pavlidis cedo lhes enfiou um supositório obrigando-os a guardar o arsenal de imbecilidades para a próxima oportunidade. O numero de acéfalos, esse, é que não para de aumentar.
Ah, e ver de cadeirinha o amigo do pirata Pinto e do Nandinho das putas do clube das ditas enterrado até aos olhos nas mais escabrosas trafulhices confesso que me tem dado um enorme prazer. Nem o abjecto Proença caçado nas escutas (que bom é ver o escroque, que nunca teve uma palavra de nojo quando o Benfica viu toda a sua correspondência privada truncada) a queixar-se de conversas privadas truncadas e frases fora do contexto me tem trazido tanto gozo. Melhor, só uma notícia do tipo João Pinheiro encerra definitivamente a carreira e Veríssimo, António Nobre, Luis Godinho e Gustavo Correia foram deportados para a Sibéria.